Autor: Thais Brito

  • Máquina Universal de Ensaios

    Máquina Universal de Ensaios

    O que é e por que você precisa de uma?

    Uma das forças motrizes do mercado de consumo é a luta eterna por melhores preços e menores custos. Essa batalha passa sempre pela questão do emprego do tipo de material que sejam mais barato e mais adequado para a produção. E onde, afinal, entra a máquina universal de ensaios?

    Tem tudo a ver. Afinal, realizar ensaios – ou, como chamamos por aqui, testes técnicos de qualidade – é um procedimento fundamental para que se possa entender tudo sobre determinados tipos de material e descobrir novas opções para a indústria.

    Nesse contexto, a máquina universal de ensaios desponta como pivô em uma estratégia de planejamento de produção que busque otimizar a utilização de materiais e, quem sabe, descobrir novos caminhos (novos materiais) que abrirão um novo mundo de lucratividade.

    Vamos entender neste artigo o que são as máquinas universais de ensaio, os setores que se beneficiam da utilização deste equipamento, e conferir alguns dos produtos que a Contenco/Pavitest oferece.

    Para não perdermos o costume, que tal alguns artigos para você salvar e ler depois?

    Máquina De Ensaio Triaxial: Essencial Em Qualquer Obra!

    Diferenças Entre Modelos Convencionais E Servo Controlados Das Prensas Hidráulicas

    Conheça Os Clássicos Contenco: Prensa CBR E Prensa Marshall!

    Índice

    O que é uma Máquina Universal de Ensaios?

    Que setores podem utilizar uma Máquina Universal de Ensaios?

    Modelos de máquinas universais Contenco Marca Pavitest

    O que é uma Máquina Universal de Ensaios?

    Ensaios e testes de qualidade de materiais são, via de regra, bem diferentes entre si, de acordo com o tipo de material a ser testado. Claro, cada um tem suas características e pede abordagens distintas para que possamos entendê-los.

    Apesar disso, existem alguns procedimentos básicos que acabam se mostrando comuns a todos – ou pelo menos à maioria – dos ensaios que existem. É nesses procedimentos essenciais que as Máquinas Universais se baseiam.

    Como assim? Fácil: a Máquina Universal é um tipo de equipamento que possuis dispositivos padrão que podem realizar grande parte dos ensaios mecânicos em materiais e produtos, com nenhuma ou poucas adaptações.

    Em linhas gerais, uma Máquina Universal é um aparato de aplicação de forças mecânicas em materiais pré-definidos. As características dessas forças, como intensidade, direção e sentido, são determinadas pelo tipo de ensaio e pelos acessórios a serem utilizados.

    Uma máquina universal básica sai de fábrica capaz de realizar ensaios de compressão axial e tração.

    Com a aquisição de dispositivos opcionais, é possível realizar uma enorme gama de ensaios, tais como: tração na flexão, módulo de elasticidade, dobramento, fendilhamento, cisalhamento, dentre outros.

    Que setores podem utilizar uma Máquina Universal de Ensaios?

    Você já deve ter percebido que aqui no Blog da Contenco falamos muito de situações de produção quase exclusivas da construção civil. Afinal, é onde materiais específicos como concreto, asfalto e madeira, por exemplo, se sobressaem.

    Pela primeira vez, então, traremos para a nossa realidade outros muitos segmentos de produção, principalmente industriais – pois todos estes são diretamente beneficiados pela atuação da Máquina Universal de Ensaios.

    Isso ocorre porque, conforme já pontuamos, a Máquina pode realizar qualquer tipo de teste que envolva aplicação de cargas de força e precise obter dados a partir da deformação mecânica dos materiais.

    É por isso que encontramos alto potencial de aplicação da Máquina Universal nesses muitos outros segmentos. Listamos alguns abaixo somente para fins de exemplificação – use sua imaginação e com certeza você terá um bom uso para a Máquina!

    • Construção Civil
    • Mecânica de máquinas e automóveis
    • Indústria Têxtil
    • Indústria Moveleira
    • Indústria de Plásticos
    • Indústria Calçadista
    • Centros de Pesquisa
    • Universidades em geral

    Modelos de máquinas universais Contenco Marca Pavitest

    Como se ser universal e versátil não fosse suficiente, a Contenco/Pavitest possui em seu portfólio vários modelos diferente de Máquinas Universais de Ensaio.

    São variações no tipo de acionamento, da coleta de dados e principalmente da capacidade de aplicação de carga. Vamos ver então uma lista com todas as Máquinas?

    MÁQUINA UNIVERSAL MECÂNICA ELETRÔNICA DIGITAL CAPACIDADE 500KG 1 TF e 2 TF, BIFUSO I-3058-J

    Máquina Universal de Ensaios MECÂNICA ELETRÔNICA DIGITAL CAPACIDADE 500KG, BIFUSO I-3058-J

    MÁQUINA UNIVERSAL MECÂNICA ELETRÔNICA MICROPROCESSADA, CAPACIDADE 60 TON I-3058-M

    Máquina Universal de Ensaios MECÂNICA ELETRÔNICA MICROPROCESSADA, CAPACIDADE 60 TON I-3058-M

    I-3058-N Máquina Universal Mecânica, Eletrônica, Microprocessada, Capacidade De 100 Toneladas (1 Mn) + HD 200 TF (2 Mn) + Ensaio Triaxial Em Concreto

    I-3058-N Máquina Universal Mecânica, Eletrônica, Microprocessada, Capacidade De 100 Toneladas (1 Mn) + HD 200 TF (2 Mn) + Ensaio Triaxial Em Concreto

    MÁQUINA UNIVERSAL MECÂNICA ELETRÔNICA DIGITAL, CAPACIDADE 20T I-3058-B

    MÁQUINA UNIVERSAL MECÂNICA ELETRÔNICA DIGITAL, CAPACIDADE 20T I-3058-B

    MÁQUINA UNIVERSAL MECÂNICA ELETRÔNICA MICROPROCESSADA, CAPACIDADE 100 TON I-3058-C

    MÁQUINA UNIVERSAL MECÂNICA ELETRÔNICA MICROPROCESSADA, CAPACIDADE 100 TON I-3058-C

    MÁQUINA UNIVERSAL MECÂNICA ELETRÔNICA DIGITAL, CAPACIDADE 10TF / 30 TF – I-3058-A

    MÁQUINA UNIVERSAL MECÂNICA ELETRÔNICA DIGITAL, CAPACIDADE 10T I-3058-A

    MÁQUINA UNIVERSAL DE ENSAIOS CAPACIDADE 5Tf (5.000 Kgf) I-3058-E

    MÁQUINA UNIVERSAL DE ENSAIOS CAPACIDADE 5Tf (5.000 Kgf) I-3058-E

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  • Ensaio Marshall: entenda o que é e como é realizado

    Ensaio Marshall: entenda o que é e como é realizado

    Método de testes de qualidade técnica dos mais clássicos, o ensaio Marshall ainda figura como um dos mais importantes no canteiro de obras. Vamos hoje conhecer um pouco mais sobre o que é o ensaio Marshall?

    Obras em que haverá construção de pavimentos, como estradas e ruas, necessitam de atenção especial quanto às normas de mistura e utilização do asfalto. É aqui que entra o ensaio Marshall, amplamente utilizado para determinação de parâmetros importantes desse material, nesse tipo de obra que é tão presente em nossas vidas.

    Falaremos neste artigo sobre os principais conceitos que orbitam o ensaio Marshal, bem como suas principais diretrizes de realização e equipamentos mais utilizados.

    Você também pode se interessar por outros artigos no Blog da Contenco – que tal então algumas sugestões?

    Confira 5 Motivos Para Investir Em Laboratórios De Controle Tecnológico

    Série Laboratório Básico – Parte 9: Laboratório de Mineração

    Série Laboratório Básico – Parte 8: Laboratório de Aço

    Índice

    • O que é o ensaio Marshall?
    • Qual a importância do ensaio Marshall?
    • Como fazer o ensaio Marshall?
    • Quais equipamentos são usados neste ensaio?

    O que é o ensaio Marshall?

    Conforme já começamos a falar sobre, o ensaio Marshall é um procedimento técnico de qualidade que tem como principal objetivo determinar a quantidade correta de ligante asfáltico em uma mistura betuminosa.

    Tal mistura é exatamente a que será utilizada como revestimento em obras de pavimentação – o já tão conhecido asfalto. A regulação sobre esse tipo de obra determina, por exemplo, uma quantidade correta de ligante.

    Uma definição que é bastante encontrada sobre o ensaio Marshall é a de que este determina fluência e estabilidade em minsturas betuminosas. Esta está também correta, pois o excesso ou falta de ligante são atributos interligados aa fatores como estabilidade e fluência.

    Qual a importância do ensaio Marshall?

    A massa asfáltica é o principal material a compor pavimentos justamente por produzir atrito com outras superfícies – pneus de carros, calçados, etc.

    Essa qualidade é sempre garantida por um ensaio Marshall que, ao determinar os atributos do material e a quantidade de ligante a ser incluída na mistura, evita que o resultado final seja ou uma superfície que “esfarela” ou que seja muito escorregadia.

    Ou seja: realizar ensaio Marshal agrega muito para a segurança da obra, ajudando a salvar vidas muitos anos após o término da obra!

    Tudo isso sem falarmos dos benefícios econômicos! Uma vez obtidas as  informações precisas sobre o material utilizado, pode-se gastar muito menos e evitar desperdício!

    Como fazer o ensaio Marshall?

    O primeiro passo é sempre a preparação das amostras – ou os chamados “corpos de prova”. As misturas escolhidas são acondicionadas em recipientes especiais, adequados para o processo do ensaio.

    Depois de terem suas medidas aferidas e registradas, os corpos de prova podem sofrer readequação quanto à temperatura, que tem especificações bastante detalhadas.

    Assim, quando tudo estiver adequado quanto às amostras, entra a prensa Marshall (ver detalhes a seguir). A prensa então fornece uma força de compressão que aumenta até que a amostra se rompa.

    No momento do rompimento, são coletados e registrados os dados relevantes para o ensaio, que vão compor o relatório final do ensaio Marshall.

    Quais equipamentos são usados neste ensaio?

    A grande estrela em todo esse processo é a prensa Marshall, como pudemos perceber. Que tal então conhecermos um pouco mais desse equipamento?

    Na verdade, a Contenco/Pavitest possui uma verdadeira coleção de máquinas que realizam ensaios de asfalto sob o modelo Marshall. Todas foram desenvolvidas e são produzidas pela empresa, a partir de projeto e matéria-prima 100% nacionais!

    Que tal valorizar a indústria nacional? Confira as prensas e equipamentos de ensaio Marshall que a Contenco/Pavitest tem para a sua obra!

    PRENSA MANUAL PARA ENSAIO MARSHALL -I-2001

    PRENSA MANUAL PARA ENSAIO MARSHALL -I-2001

    PRENSA ELÉTRICA PARA ENSAIO MARSHAL –– I-2001-

    PRENSA ELÉTRICA PARA ENSAIO MARSHAL –– I-2001-

    Prensa CBR Marshall Para Ensaios De Compressão Simples E Outros, Eletrônica, Híbrida I-1006-FA

    Prensa CBR Marshall Para Ensaios De Compressão Simples E Outros, Eletrônica, Híbrida I-1006-FA

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  • 5 razões para realizar ensaio de compressão de concreto

    5 razões para realizar ensaio de compressão de concreto

    Ensaios técnicos de qualidade são corriqueiros em qualquer projeto de construção civil que atenda minimamente às normas. Mas você já parou para pensar nos reais motivos pelos quais devemos realizar, por exemplo, ensaios de compressão de concreto?

    Esse é um tipo de reflexão muito válida de ser feita de tempos em tempos, tanto para lembrarmos nossos clientes (e a nós mesmos) da importância de se valorizar a realização dos testes laboratoriais para materiais – em especial o concreto, por suas características (veremos adiante).

    Para tal, separamos 5 razões muito fortes para sempre continuarmos realizando ensaios de compressão de concreto nas obras das quais fazemos parte. Vamos lá?

    Mas, antes, que tal algumas sugestões de artigos do Blog da Contenco para você ler depois?

    Confira 5 Motivos Para Investir Em Laboratórios De Controle Tecnológico

    Série Laboratório Básico – Parte 9: Laboratório de Mineração

    Série Laboratório Básico – Parte 8: Laboratório de Aço

    Índice

    • O que é o ensaio de compressão de concreto
    • 5 motivos para realizar ensaios de concreto
      • Redução de custos
      • Aumento da segurança
      • Melhoria na produtividade
      • Garantia de longevidade
      • Valor agregado à obra
    • Quais equipamentos são utilizados em ensaios de compressão de concreto?

    O que é o ensaio de compressão de concreto

    O ensaio de compressão de concreto é, em linhas gerais, exatamente o que aponta o termo: um procedimento técnico em que são realizados testes de resistência física do concreto.

    Essa resistência, no caso, é levada ao limite por meio de uma prensa especial (veremos mais sobre este equipamento adiante), que aplica forças em amostras de concreto até que estas se rompam.

    Deste rompimento podem ser extraídos dados valiosos sobre o material, principalmente no que se refere à sua integridade, durabilidade e, claro, resistência às forças que a que estará submetido durante toda a sua vida útil.

    5 motivos para realizar ensaios de concreto

    O concreto é uma mistura de outros componentes, como cimento, areia, água e outros – e essa é uma característica bastante especial desse tipo de material.

    Por que? Simples: por ser uma mistura, seus atributos podem variar muito em termos de quantidade de cada componente, temperatura, umidade do ambiente, dentre outros fatores.

    Este é um dos motivos pelos quais devemos sempre realizar ensaios de compressão de concreto e, assim, conhecer suas principais características.

    Mas tem outros motivos. Vamos a eles?

    Redução de custos

    Conhecer aspectos importantes do material que estamos utilizando (no caso, a resistência à compressão no concreto), ajuda a dimensionar com melhor precisão a quantidade a ser adquirida e aplicada na obra. Sem desperdícios!

    Aumento da segurança

    Ensaios de concreto buscam sempre ter como produto final um material de qualidade, que sempre significa maior segurança para quem trabalha na obra e para as pessoas ao longo dos anos.

    Melhoria na produtividade

    Só quem já trabalhou em canteiro de obras sabe a diferença de se utilizar material de qualidade e bem dimensionado. A aplicação rende mais e gera ganhos significativos na produtividade.

    Garantia de longevidade

    Um material de qualidade e bem aplicado dura gerações! É isso que geralmente vemos nas obras em que são realizados os devidos ensaios de concreto, com dimensionamento correto e misturas adequadas.

    Valor agregado à obra

    Utilização de tecnologia é um fator que sempre agrega de forma positiva a qualquer projeto, e uma obra de engenharia não é exceção. Dessa forma, ter realizado ensaios de concreto e outros faz com que a empreitada ganhe em valor adquirido e percebido.

    Quais equipamentos são utilizados em ensaios de compressão de concreto?

    Em ensaios de concreto, as máquinas que mais são utilizadas são as prensas hidráulicas, que podem ser encontradas nos catálogos da Contenco/Pavitest nos modelos elétrico e manual.

    PRENSA HIDRÁULICA ELÉTRICA DIGITAL 100T, WI-FI – I-3025-B

    PRENSA HIDRÁULICA ELÉTRICA DIGITAL 100T, WI-FI – I-3025-B

    PRENSA PARA ENSAIOS DE CONCRETO HIDRÁULICA ELÉTRICA DIGITAL 20/100T – COM CHAVE SELETORA – 02 CALIBRAÇÕES – I-3025-H

    PRENSA PARA ENSAIOS DE CONCRETO HIDRÁULICA ELÉTRICA DIGITAL 20/100T – COM CHAVE SELETORA – 02 CALIBRAÇÕES – I-3025-H

    PRENSA PARA ENSAIOS DE CONCRETO HIDRÁULICA ELÉTRICA DIGITAL 150T / 200 T I-3025-D

    PRENSA PARA ENSAIOS DE CONCRETO HIDRÁULICA ELÉTRICA DIGITAL 150T I-3025-D

    SOFTWARE PARA ENSAIOS DE CONCRETO – I-3025-F

    SOFTWARE PARA ENSAIOS DE CONCRETO – I-3025-F

    PRENSA HIDRÁULICA MANUAL – DIGITAL 100T I-3001-C

    PRENSA HIDRÁULICA MANUAL DIGITAL 100T I-3001-C

    PRENSA HIDRÁULICA MANUAL DIGITAL 20/100T – COM CHAVE SELETORA – 02 CALIBRAÇÕES – I-3001-S

    PRENSA HIDRÁULICA MANUAL DIGITAL 20/100T – COM CHAVE SELETORA – 02 CALIBRAÇÕES – I-3001-S

    PRENSA HIDRÁULICA MANUAL DIGITAL 100 T, ALTURA DIFERENCIADA, ROMPIMENTO BLOCO DUPLO I-3001-T

    PRENSA HIDRÁULICA MANUAL DIGITAL 100 T, ALTURA DIFERENCIADA, ROMPIMENTO BLOCO DUPLO I-3001-T

    PRENSA HIDRÁULICA MANUAL 150/200 T DIGITAL I-3001-P

    PRENSA HIDRÁULICA MANUAL 150/200 T DIGITAL I-3001-P

    PRENSA HIDRÁULICA SERVO CONTROLADA HD – 100T/120T

    PRENSA HIDRÁULICA SERVO CONTROLADA HD - 100T/120T

    PRENSA HIDRÁULICA SERVO CONTROLADA HD – 150T/200T

    PRENSA HIDRÁULICA SERVO CONTROLADA HD - 150T/200T

    Lembramos sempre de que os equipamentos produzidos pela nossa empresa são de origem 100% nacional. Apoie a indústria brasileira!

    Quer saber mais sobre os equipamentos? Clique nos links abaixo:

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  • Ensaio e prensa de cisalhamento

    Ensaio e prensa de cisalhamento

    Saiba mais sobre Ensaio e prensa de cisalhamento!
    Uma das opções mais comuns e basais de verificação das propriedades do solo – e do qual falamos muito aqui no Blog da Contenco – é a técnica de cisalhamento direto, procedimento este realizado pela prensa de cisalhamento.

    Mas afinal, o que é “cisalhamento”? Como esse tipo de aferição contribui com a obra? E, por fim: qual o papel da prensa de cisalhamento?

    São todas perguntas pertinentes que você deve estar se fazendo neste exato minuto! E, claro, vamos procurar responder a todas elas em mais este artigo do Blog. Vamos juntos?

    Ah, mas antes, que tal algumas sugestões de artigos que talvez possam interessar a você? Abra em uma outra aba ou salve nos seus favoritos para ler depois!

    Confira 5 Motivos Para Investir Em Laboratórios De Controle Tecnológico

    Série Laboratório Básico – Parte 9: Laboratório de Mineração

    Série Laboratório Básico – Parte 8: Laboratório de Aço

    Índice

    • O que é cisalhamento e como funciona este ensaio?
    • Por que é importante realizar ensaio de cisalhamento em obras?
    • Prensa de cisalhamento: como funciona?

    O que é cisalhamento e como funciona este ensaio?

    Cisalhamento é um fenômeno físico que ocorre em corpos sólidos quando nestes incide uma força que rompe sua integridade, mas que geralmente mantém inalterado o seu volume.

    O ensaio de cisalhamento, por sua vez, é um procedimento técnico que tem como objetivo entender como esse fenômeno ocorre em solos, por meio de dados e informações obtidas durante os testes.

    O processo consiste na obtenção de amostras do solo (também chamadas de “corpos de prova”) a ser analisado e posicionamento destas em uma prensa de cisalhamento. As amostras são então submetidas a uma força de compressão que aumenta em função do tempo, até que se rompa.

    Tem-se, assim, o índice de resistência ao cisalhamento direto daquela amostra de solo. Tal valor é calculado mediante captação de dados no momento em que a amostra se rompe, cedendo às forças impostas pela prensa.

    Mas por que falamos em cisalhamento “direto”?

    O termo “direto” se refere à forma com que a carga de força é aplicada na amostra – no caso, em um único sentido, perpendicular ao plano em que o solo se encontra.

    Por que é importante realizar ensaio de cisalhamento em obras?

    Uma das questões mais importantes nesse contexto é a segurança geral da obra e, ao longo do tempo, da edificação que será construída.

    Realizar testes e ensaios técnicos dessa natureza traz à tona informações importantes para a segurança, como a integridade do solo no qual se pretende realizar a construção.

    O solo seria seguro? Suportaria o peso, a presssão da edificação sobre si? Seus movimentos comprometeriam as estruturas? Estas são todas perguntas cujas respostas podem salvar muitas vidas, durante e depois da obra.

    Outro dos benefícios da realização de ensaios de cisalhamento é a economia. Afinal, conhecer de antemão as propriedades do solo e poder estimar corretamente a aplicação de recursos é um fator que influencia muito nas planilhas de orçamento da obra.

    Prensa de cisalhamento: como funciona?

    A prensa para ensaio de cisalhamento da Contenco/Pavitest (modelo I-1073) possui um sistema servo controlado que dá ao controlador a opção de avançar ou retroceder com o mecanismo da prensa, permitindo assim ótima precisão nos ensaios.

    Além disso, acompanha um software com funcionalidades essenciais, como comando do avanço da prensa, cadastro de amostras e monitoramento dos dados produzidos durante os testes.

    Quer saber mais sobre o produto? Acesse o site da Contenco e confira todas as especificações da Prensa para Ensaio de Cisalhamento I-1073.

    MÁQUINA PARA ENSAIO DE CISALHAMENTO, SERVO CONTROLADO COM LVDT, CAPACIDADE DE CARGA 1000 KGF  I-1073

    ENSAIO DE CISALHAMENTO, SERVO CONTROLADO COM LVDT, CAPACIDADE DE CARGA 1000 KGF  I-1073

    MÁQUINA PARA ENSAIO DE CISALHAMENTO DIRETO – ANALÓGICO, COM ACIONAMENTO MANUAL – CAPACIDADE DE CARGA 500 Kgf I-1073-H

    ENSAIO DE CISALHAMENTO DIRETO – ANALÓGICO, COM ACIONAMENTO MANUAL – CAPACIDADE DE CARGA 500 Kgf I-1073-H

    EQUIPAMENTO PARA ENSAIO DE CISALHAMENTO DE GRANDE PORTE I-1073-F

    EQUIPAMENTO PARA ENSAIO DE CISALHAMENTO DE GRANDE PORTE I-1073-F

    Não cansamos de repetir que todos os nossos produtos são de origem 100% nacional: projeto, desenvolvimento, matéria-prima e fabricação!

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  • Contenco e Forestwood

    Contenco e Forestwood

    Contenco e Forestwood: Parceria de sucesso

    Se existe algo que nos deixa muito contentes, motivados e nos faz “ganhar o dia” é quando temos um cliente satisfeito. Especialmente quando este cliente é uma multinacional que trabalha sob os mais rígidos parâmetros de certificação em testes de madeira.

    Estamos falando sobre a Forestwood Laboratório de Análise de Madeira Compensada, empresa multinacional norte-americana que recentemente adquiriu equipamentos da Contenco/Pavitest para compor seu maquinário de ensaios e testes específicos para madeira.

    Aliás, já falamos sobre esses equipamentos aqui, no Blog da Contenco – são lançamentos incríveis que você pode ver detalhes aqui:

    MÁQUINA UNIVERSAL 20 TF PARA ENSAIOS EM PAINÉIS DE MADEIRA CONTENCO
    MÁQUINA UNIVERSAL 20 TF PARA ENSAIOS EM PAINÉIS DE MADEIRA CONTENCO
    EQUIPAMENTO PARA ENSAIO DE CARGA ESTÁTICA CONCENTRADA EM MADEIRA CONTENCO
    EQUIPAMENTO PARA ENSAIO DE CARGA ESTÁTICA CONCENTRADA EM MADEIRA CONTENCO
    MOMENTO DA ENTREGA E TREINAMENTO CONTENCO
    MOMENTO DA ENTREGA E TREINAMENTO CONTENCO

    Prensas de madeira da Contenco/Pavitest: normas internacionais!

    Algo que sempre falamos aqui no Blog é o alinhamento com a seriedade e adequação às normas com que todos os setores da Contenco/Pavitest trabalham. Claro, neste caso não seria diferente.

    Um dos motivos destacados pela equipe da Forestwood para a escolha das nossas máquinas foi exatamente esse: a adequação às rígidas normas de cumprimento exigido para ensaios desse tipo.

    No caso, as máquinas foram desenvolvidas e construídas seguindo não apenas as normas brasileiras (regidas pela ABNT), mas também aquelas que vigoram nos Estados Unidos, sede da multinacional. Estas normas são as PS 1-19, ASTM 2718, ASTM 2719 e E661, específicas para testes físicos e mecânicos que podem comprovar a qualidade do material.

    Máquina Universal 20 TF Para Ensaios Em Painéis De Madeira

    Máquina Universal 20 TF Para Ensaios Em Painéis De Madeir

    Equipamento Para Ensaio De Carga Estática Concentrada Em Madeira ASTM E661-03

    Equipamento Para Ensaio De Carga Estática Concentrada Em Madeira

    Madeira processada: um mercado valioso

    As normas das quais acabamos de falar são necessárias para que a empresa tenha a certificação adequada para comercialização de produtos em madeira de alta performance e procedência comprovada.

    Tais produtos específicos são as chamadas “plywood”, aqui no Brasil chamados madeira compensada. Este tipo de material entra em uma categoria maior que são as madeiras processadas.

    Muito utilizados em obras, móveis e decoração as madeiras processadas – ou “trabalhadas”, como folhados, contraplacados e aglomerados – compõem um mercado grande e em franca expansão.

    Segundo Álvaro Scheffer Junior, presidente da Associação Paranaense das Empresas de Base Florestal (APRE), a comercialização desses materiais alcançou uma receita de US$ 619 milhões de dólares, somente no ano de 2021. Para este ano, o potencial é ainda maior.

    Ensaio em paineis de Madeira Contenco

    No caso da Forestwood, o equipamento será utilizado principalmente para realização de testes de qualidade em madeira do tipo compensado, que é muito utilizado no Brasil para todo tipo de estrutura e construção.

    Quer saber mais da Contenco/Pavitest?

    A parceria firmada entre a Contenco/Pavitest e a Forestwood é motivo de muito orgulho para nós! E, claro, estamos trabalhando para que os vínculos se fortaleçam cada vez mais!

    Essa é uma característica essencial de nossa empresa: cultivo de relações fortes, duradouras e que agregam valor para todas as partes!

    Se você quiser saber mais sobre os produtos da Contenco/Pavitest, não deixe de visitar nosso site oficial, que funciona como um grande catálogo de produtos! Ah, e para ter sempre as novidades e informações, fique sempre de olho no Blog da Contenco!

    Prestigie também nossos parceiros: acesse o site da Forestwood e confira seus serviços!

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  • Máquina de ensaio triaxial

    Máquina de ensaio triaxial

    Máquina de ensaio triaxial: essencial em qualquer obra!

    Quando falamos em testes e ensaios de solos para construção de edificações e de pavimentos, logo nos vem à mente um dos equipamentos mais completos e requisitados nesse tipo de procedimento: a prensa para ensaio triaxial.

    Mas por que, afinal, o equipamento para ensaio triaxial é considerado tão completo e essencial? É o que vamos entender neste artigo!

    Aqui no Blog da Contenco falamos sempre sobre questões referentes às melhores máquinas e boas práticas de ensaios técnicos de qualidade para obras de engenharia. Quer sugestões de outros artigos? Confira:

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    Índice

    • O que é e com funciona?
    • Triaxial X cisalhamento direto: há diferenças?
    • Quais os benefícios?
    • Prensa para ensaio triaxial: conheça!

    O que é e com funciona?

    Ensaios de compressão em solos podem ser geralmente comparados às condições que o terreno encontraria normalmente na natureza, em termos de pressão e forças incidentes.

    O ensaio triaxial é exatamente isso: um conjunto de procedimentos técnicos que tem como objetivo principal coletar e permitir análise das condições de uma determinada amostra de solo.

    No caso, a condição cujos dados se deseja coletar em um ensaio triaxial é a resistência ao cisalhamento – que, por definição, é quanto o solo resiste a compressões até que se “desfaça”, ou seja, tenha sua integridade comprometida.

    Nesse tipo de ensaio, a amostra coletada é submetida a pressões crescentes, que culminam no seu rompimento – ou seja, o ponto em que o solo não mais resiste à força aplicada e colapsa. Tais cargas de força são aplicadas por meio de uma prensa específica, a prensa triaxial.

    Triaxial X cisalhamento direto: há diferenças?

    Você provavelmente já se deparou com os dois termos: ensaio triaxial e ensaio de cisalhamento direto. Mas você sabe qual seria a diferença entre estes dois tipos de ensaio?

    Ambos possuem como característica comum a submissão da amostra a forças de compressão, até que se rompa e se tenha dados sobre sua resistência a essas forças. A diferença está em como esssa força é aplicada!

    No caso do ensaio de cisalhamento direto, a força aplicada age em apenas um sentido (um eixo): o perpendicular ao solo, de cima para baixo.

    Já o ensaio triaxial (que também é um ensaio de cisalhamento), a força aplicada age nos eixos axiais e radiais que permeiam a amostra, podendo assim fornecer dados de maior qualidade ao ensaio.

    Quais os benefícios?

    De prima, já podemos elencar o primeiro benefício importante da realização do ensaio triaxial: a proximidade da simulação do teste com as condições naturais que o solo enfrentará.

    Em outras palavras, um ensaio triaxial bem conduzido pode produzir informações muito valiosas sobre como o solo se comportaria com a edificação ou pavimento finalizado, considerando todas as forças de compressão existentes no ambiente natural – que, claro, vêm de todos os lados!

    Não podemos deixar de citar a questão econômica como um benefício muito importante de se realizar ensaios laboratoriais como o triaxial. Afinal, ter dados sobre o comportamento do solo permite planejar com melhor precisão a compra de materiais, insumos e racionalizar toda a obra, sem desperdícios.

    Prensa para ensaio triaxial: conheça!

    Já falamos muito sobre o ensaio triaxial, como funciona e quais seus benefícios, não é mesmo? É hora então de conhecer o equipamento que coloca tudo isso em prática: a prensa para ensaio triaxial!

    A Contenco/Pavitest possui em seu catálogo algumas opções de prensas que realizam ensaio triaxial, cada uma delas com especificações e direcionamentos diferentes. Quer saber mais? Confira nesta página as principais máquinas de ensaio triaxial!

    MÁQUINA PARA ENSAIO TRIAXIAL ESTÁTICO TIPO AR COMPRIMIDO SERVO CONTROLADO I-1077

    ENSAIO TRIAXIAL ESTÁTICO TIPO AR COMPRIMIDO SERVO CONTROLADO I-1077

    MÁQUINA PARA ENSAIO TRIAXIAL ESTÁTICO EM SOLOS (PARA DOIS ENSAIOS SIMULTÂNEOS) COM MEDIDOR DE VOLUME – I-1077-AH

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA DOIS ENSAIOS SIMULTÂNEOS EM SOLOS COM MEDIDOR DE VOLUME – I-1077-AH

    MÁQUINA PARA ENSAIO TRIAXIAL ESTÁTICO EM SOLO COM 2 LINHAS DE PRESSÃO PARA FINS DIDÁTICOS – I-1077-E

    I-1077-E – EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ENSAIOS EM SOLO COM 2 LINHAS DE PRESSÃO

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ENSAIOS EM SOLO, SEM AR COMPRIMIDO COM 02 ou 04 CONTROLADORES PRESSÃO/VOLUME – I-1077-HA

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ENSAIOS EM SOLO, SEM AR COMPRIMIDO COM 02 ou 04 CONTROLADORES PRESSÃO/VOLUME – I-1077-HA

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ENSAIOS EM SOLO, SEM AR COMPRIMIDO COM 2 ou 04 CONTROLADORES, COM CÉLULAS DE CARGA SUBMERSÍVEIS – I-1077-HC

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ENSAIOS EM SOLO, SEM AR COMPRIMIDO COM 2 ou 04 CONTROLADORES, COM CÉLULAS DE CARGA SUBMERSÍVEIS – I-1077-HC

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ROCHAS – ENSAIO DE FLUÊNCIA – CREEP (ÓLEO E GÁS) I-1077-HD

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ROCHAS – ENSAIO DE FLUÊNCIA – CREEP (ÓLEO E GÁS) I-1077-HD

    Todos os equipamentos são 100% nacionas – isso significa que concepção, projeto, materiais e fabricação têm origem no Brasil. Apoiamos a nossa indústria!

    Aproveite o link para a páginas das prensas triaxiais que sugerimos e navegue por nosso catálogo! Ah, e se você considerar este artigo relevante para mais alguém, compartilhe!

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  • Prensas hidráulicas

    Prensas hidráulicas

    Diferenças entre modelos convencionais e servo controlados das Prensas hidráulicas

    O concreto é um tipo de material que, por se tratar de uma mistura, pode variar muito em termos de qualidade e outras características. Por isso, em uma obra, utiliza-se a prensa de concreto e a prensa servo controlada para entender melhor quais são essas características do concreto.

    Esse processo de medição faz parte de procedimentos padrão de controle tecnológico em obras de engenharia civil, e o concreto é apenas um dos materiais que são testados à exaustão.

    Vamos descobrir por que isso acontece, como são os equipamentos (prensas) utilizados e qual a importância dos chamados ensaios de concreto?

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    Índice

    Prensas de concreto: quais são os tipos?

    Como funciona a prensa hidráulica servo controlada?

    Qual a importância dos ensaios de concreto?

    Prensas de concreto: quais são os tipos?

    Como não poderia deixar de ser, existem alguns tipos importantes de prensa para ensaios de concreto. A primeira da qual falaremos aqui é a prensa hidráulica comum, que pode ser manual ou elétrica.

    Ambas as modalidades de prensa hidráulica comum partem do princípio da aplicação de forças que medem a resistência à compressão, nas modalidades axial, diametral e tração de amostras. Estas, por sua vez, podem ser de concreto, argamassa, cerâmica refratária, dentre outros materiais afins.

    A diferença entre manual e elétrica é bastante intuitiva: enquanto, na primeira, o procedimento ocorre a partir de movimentos realizados pela pessoa que opera o ensaio, no segundo caso a própria prensa possui um sistema de válvulas de incremento e decremento que fazem o serviço “bruto”, ou seja de carga e descarga.

    Quer conhecer mais detalhes das duas versões? Confira:

    Prensa Hidráulica Digital Manual 100T I-3001-C

    Prensa Hidráulica Digital Manual 100T I-3001-C

    Prensa Hidráulica Digital Elétrica 100T I-3025-B

    Prensa Hidráulica Digital Elétrica 100T I-3025-B

    Como funciona a prensa servo controlada?

    Enquanto as prensas de asfalto das quais falamos até então têm sua carga de compressão operadas por meio de um sistema hidráulico, a prensa servo controlada tem uma diferença crucial: um motor tipo “servo” – ou um servomotor, como podemos também encontrar.

    Mas como isso funciona? A utilização de um servomotor foi uma solução encontrada pela indústria para facilitar a operação dessas máquinas, que necessitam de muita força para realizar a aplicação de compressão.

    Assim, a prensa servo controlada é capaz de realizar ensaios com cargas constantes controladas por segundo, definidas pelo operador, além de contar com o software Pavitest concreto, onde é possível cadastrar amostras, acompanhar os ensaios em tempo real, visualizar os resultados em kgf e Mpa, além de emitir relatórios conforme NORMA.

    A Contenco/Pavitest fabrica um modelo desse tipo de prensa. Saiba mais detalhes acessando a página da Prensa Hidráulica Servo Controlada HD-100T.

    Prensa Hidráulica Servo Controlada HD-100T

    Qual a importância dos ensaios de concreto e as prensas hidráulicas?

    Tão importante quanto termos em mente as principais diferenças entre os tipos de prensas de concreto é entendermos por que estes são realizados e quais suas implicações no canteiro de obras.

    O principal fator que envolve essa questão é o da extensão da aplicação desse material. Concreto entra em praticamente toda e qualquer obra de engenharia civil, e mesmo dentro de uma obra específica, toma parte de uma boa parte dela, justamente por ser um dos componentes estruturais mais populares.

    Assim, torna-se fundamental em um contexto de controle tecnológico da empreitada que se possua dados e parâmetros referentes ao material que será utilizado. No caso do concreto, entre esses parâmetros estão resistência à compressão em todos os ângulos e sentidos, bem como à tração.

    Para saber ainda mais sobre outros tipos de ensaios, acesse o Blog da Contenco – ah, e aproveita para salvar nos seus endereços favoritos!

    E, se você gostou deste artigo e considera que será também útil para outras pessoas com os mesmos interesses, compartilhe o link!

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  • Conheça os clássicos Contenco

    Conheça os clássicos Contenco

    Conheça os clássicos Contenco: prensa CBR e prensa Marshall!

    Se existem ensaios de controle tecnológico em solos e asfaltos que podemos chamar de “clássicos”, estes com certeza seriam os ensaio CBR e Marshall, tanto pela sua longevidade quanto pela sua alta eficiência. São testes realizados principalmente pela prensa CBR e pela prensa Marshall – que conheceremos adiante!

    As prensas CBR e Marshall são um dos equipamentos básicos para qualquer contexto de ensaio e controle de materiais em uma obra que envolva solo e asfalto. Quer saber o que significam essas siglas e nomes, bem como as principais características das máquinas e dos ensaios que elas realizam? Continue conosco e conheça os Clássicos Contenco!

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    Índice

    O que são prensa CBR e prensa Marshall?

    Como é realizado o ensaio CBR?

    Como é realizado o ensaio Marshall?

    O que são prensa CBR e prensa Marshall?

    A sigla CBR significa “California Bearing Ratio”, que em português significa Índice de Suporte California – ou ISC, que é uma sigla também encontrada nos manuais. A prensa CBR, por sua vez, é o equipamento que executa o ensaio de laboratório que determina esse índice.

    A prensa CBR é constituída por aparatos desenhados para aplicação de uma carga de força em uma determinada amostra e para sua posterior medição. Para saber mais detalhes, que tal acessar a página da Prensa para Ensaio CBR I-1006, no site da Contenco?

    Prensa para Ensaio CBR I-1006 contenco

    A prensa Marshall é também um equipamento dotado de pistão que fornece força de compressão e aplica em uma amostra de material (asfalto ou alcatrão – veremos adiante). Detalhes também podem ser encontrados na página da Prensa para Ensaio Marshall -I-2001.

    Prensa para Ensaio Marshall -I-2001 Contenco

    A principal vantagem ao adquirir prensas CBR ou Marshall da Contenco/Pavitest é sua procedência 100% nacional, tanto de projeto quanto de escolha de matéria-prima e fabricação. Nós promovemos a indústria nacional!

    Como é realizado o ensaio CBR?

    Trata-se de um ensaio bastante simples, mas que pode revelar muito sobre o solo em que se pretende construir pavimento de qualquer tipo. É um dos ensaios de controle tecnológico mais populares do mundo!

    O ensaio CBR consiste na inserção de um cilindro padronizado em uma amostra de solo (pode ser realizado in loco), cuja extensão de penetração máxima é relacionada ao mesmo índice de penetração em uma amostra de brita padrão.

    O resultado é compilado em termos de porcentagem. Ou seja: se o índice CBR de uma amostra de solo é de 18%, isso significa que tal valor consiste em 18% do mesmo índice referente à brita.

    Pode até parecer pouca informação, mas esses dados obtidos com o ensaio CBR são extremamente valiosos. Com eles em mãos, é possível dimensionar quantidade de material asfáltico, tamanho do pavimento, dentre muitas outras questões de projetos.

    Como é realizado o ensaio Marshall?

    O ensaio Marshall age muitas vezes em coparticipação com o ensaio CBR, uma vez que ambos operam para determinar índices relevantes para a construção de pavimentos com utilização de material asfáltico.

    Em primeiro lugar, realiza-se a compactação das amostras que servirão de corpo de prova para o ensaio. Esta é uma etapa importante de adequação e medição de peso e dimensões da amostra – valores que serão comparados depois de realizado o procedimento.

    Depois, a amostra é submetida às forças programadas de compressão. O processo é todo monitorado e termina com o rompimento da amostra. Os dados obtidos são fundamentais para a determinação da estabilidade e fluência de misturas betuminosas, o que se relaciona diretamente ao comportamento do material quando aplicado.

    Para saber ainda mais sobre tipos de ensaios, controle tecnológico de materiais e tudo relacionado aos principais métodos de testes laboratoriais, acesse sempre o Blog da Contenco!

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  • Prensa de adensamento

    Prensa de adensamento

    Prensa de adensamento: entenda o que é, o que faz e qual a importância

    Deformidades e outros movimentos em solos são tão impactantes em obras de engenharia civil que é preciso entender em questão de minúcias como esse tipo de efeito ocorre. É nesse contexto que entra a prensa de adensamento, máquina de precisão essencial para compreendermos as principais dinâmicas do solo.

    A prensa de adensamento é a protagonista no tipo de ensaio de mesmo nome – o ensaio de adensamento. Neste artigo, vamos entender melhor o que acontece nesse ensaio e quais são as principais características dos equipamentos envolvidos.

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    Índice

    O que é a prensa de adensamento

    Importância do ensaio de adensamento

    Diferenças entre as prensas analógicas e digitais

    O que é a prensa de adensamento

    A prensa de adensamento (também conhecida como máquina de adensamento unidimensional) é um equipamento desenvolvido e fabricado pela Contenco/Pavitest, por meio de tecnologia 100% nacional.

    Trata-se de uma estrutura com prensa, cuja aplicação incide em amostras de solo, também conhecidas como corpos de prova. Da aplicação dessa força depreendem-se informações relevantes sobre a deformabilidade do solo referente à amostra, bem como a velocidade com que o fenômeno ocorre.

    O processo inverso – ou seja, a expansão do solo em função do alívio de tensões também é possível de se realizar, bem como a influência de fatores como permeabilidade e inundação.

    A máquina de adensamento da Contenco/Pavitest possui capacidade de aplicação de carga de 500 kgf até 1.000 kgf. Todo o ensaio pode ser acompanhado por meio de software específico que acompanha o equipamento.

    Importância do ensaio de adensamento

    Conforme já pontuamos, ensaios de adensamento são testes de controle tecnológico que têm como objetivo determinar parâmetros de deformidade e a velocidade que estes acontecem em uma determinada amostra de solo.

    Dadas essas características do ensaio de adensamento, mostra-se flagrante a importância dessas informações para um projeto de engenharia. Por exemplo, a deformidade da amostra de solo pode ajudar muito a tomar decisões de materiais, métodos construtivos, tipos de intervenções e até mesmo se é viável realizar ali uma edificação.

    Outro parâmetro decisivo é a velocidade com que a deformação se estabelece e retrai, ambos casos em função da variação de forças atuantes. Tudo isso entra nos cálculos básicos de execução da obra.

    Diferenças entre as prensas analógicas e digitais

    Ensaios de adensamento são realizados por meio de prensas específicas – falamos bastante delas anteriormente neste artigo, com suas funções e especificidades.

    Existem, porém, dois tipos de máquinas de adensamento do solo: os modelos digitais e os que são analógicos. As prensas do primeiro tipo possuem todas as características que já listamos, adicionadas à sua capacidade de controle digital, por meio de software fornecido com o equipamento, onde é possível cadastrar amostras, acompanhar os ensaios em tempo real e emitir relatórios.

    Para mais detalhes, acesse a página da Máquina de Adensamento do Solo digital – I-1072-FA.

    Máquina de Adensamento do Solo digital – I-1072-FA Prensa de adensamento

    A prensa analógica, por sua vez, também apresenta as mesmas características da sua versão digital, com a diferença de que é operada por meio de controles não digitalizados – ou seja, não há um software auxiliando na operação e tratamento dos dados coletados.

    Para mais informações, acesse a página da Máquina de Adensamento do solo analógico – I-1072-BA.

    Máquina de Adensamento do solo analógico – I-1072-BA PRENSA DE ADENSAMENTO

    Uma outra diferença importante entre os dois modelos – digital e analógico – é que este último tem maior aderência a operações com finalidade didática. Ou seja, para quem é estudante de engenharia e está aprendendo todos esses conceitos, é muito importante ter contato com todos os detalhes da máquina.

    Se você considerou este artigo útil, não hesite: compartilhe com todos em suas redes! Ah, e mostre para aquele seu amigo que também tem dúvidas sobre esses temas.

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  • Laboratórios de controle tecnológico

    Laboratórios de controle tecnológico

    Confira 5 motivos para investir em laboratórios de controle tecnológico

    Obras de engenharia são geralmente projetos grandes, complexos e caros o suficiente para que mobilizem uma grande quantidade de pessoas e recursos. Diante desse universo, será que vale mesmo a pena investir em bons laboratórios de controle tecnológico?

    Este é um dos principais questionamentos que surgem nas primeiras etapas de um projeto de construção civil. A resposta é norteadora de todo o processo, e é muito importante que a tenhamos clara desde o começo.

    Neste artigo, vamos procurar fornecer os principais argumentos para entendermos a real importância do controle tecnológico nesse tipo de empreitada – tudo relacionado ao dia a dia de quem atua de maneira direta com construção civil. Vamos juntos?

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    Índice

    O que é controle tecnológico?

    Por que ter laboratórios de controle tecnológico?

    Qualidade da obra

    Cumprimento de normas

    Economia nos custos da obra

    Prevenção de reparos futuros

    Garantia de boa reputação profissional

    O que é controle tecnológico?

    Controle tecnológico, no âmbito da construção civil e afins (como exploração de petróleo, por exemplo), é um conjunto de ações que têm como objetivo assegurar a qualidade dos materiais utilizados em uma determinada empreitada.

    Tudo isso acontece por meio de uma complexa cadeia de métodos, processos e utilização de equipamentos, sempre dependendo do tipo da obra e – principalmente – do material a ser “testado”.

    Dos resultados desses ensaios depreende-se uma infinidade de dados e parâmetros, que darão base a tomadas de decisão importantes, que vão desde a troca de um fornecedor até alertas críticos sobre a segurança de se intervir em um local com determinado solo testado.

    Por isso, e por outros motivos que veremos a seguir, ensaios laboratoriais de controle tecnológico são fundamentais para garantir o bom andamento de qualquer projeto de construção civil.

    Por que ter laboratórios de controle tecnológico?

    Além de determinar os rumos de um projeto, existem fatos pontuais que apontam para a real necessidade de se ter laboratórios de controle tecnológico. Listamos abaixo os 5 principais desses fatos, que você poderá acompanhar:

    Qualidade da obra

    Muitos dos testes de controle tecnológico submetem as amostras dos materiais a condições extremas, sempre relacionadas às suas principais características – ou seja, aquelas pelas quais esses materiais existem.

    Dessa maneira, os resultados permitem que façamos opção por aquelas amostras que tiverem melhor “performance”, o que contribui com uma melhor qualidade da obra de forma geral.

    Cumprimento de normas

    Todos os padrões e leis que normatizam as características de materiais de obras têm como foco a excelência de todo o processo de construção e utilização desses materiais. Por isso, realizar controle tecnológico garante que tudo está nos conformes não apenas na qualidade da obra, mas também em relação à legislação pertinente.

    Economia nos custos da obra

    Testes e ensaios retornam uma quantidade muito grande e variada de informações sobre os materiais e sua utilização em obra. E não apenas isso: trata-se de informação que vale dinheiro!

    Mas por que? Simples: essas informações todas permitem calcular e estabelecer os parâmetros exatos de quantidade e formas de utilização, o que evita desperdícios e ajuda, inclusive, a otimizar custos de logística e armazenagem.

    Prevenção de reparos futuros

    Uma das consequências mais previsíveis de se utilizar em uma obra materiais e processos sem atestar sua qualidade tecnológica é ter de lidar com problemas no futuro. E geralmente são problemas bem graves!

    Não se trata apenas de problemas de conservação, ligado à durabilidade de materiais. Um solo com características mal dimensionadas, por exemplo, pode fazer ruir toda uma edificação. Um problema que custa não apenas dinheiro, mas principalmente vidas.

    Garantia de boa reputação profissional

    Na era digital em que vivemos, qualquer serviço pode ser objeto de análise e pesquisa pregressa – seus serviços ou os serviços que sua empresa presta podem ser alvo de pesquisa e avaliação por alguém que esteja pensando em contratá-los.

    Trata-se, então, de verdadeiro efeito em cascata. Se uma obra adota controle tecnológico na forma de testes e ensaios sérios, é praticamente garantido que o resultado vai durar anos com muita qualidade, que pode ser visto e avaliado por qualquer um que pesquise.

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    Prensa CBR Marshall Para Ensaios De Compressão Simples E Outros, Eletrônica, Híbrida I-1006-FA

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