Autor: Thais Brito

  • Você sabe o que é o Ensaio Triaxial Verdadeiro?

    Você sabe o que é o Ensaio Triaxial Verdadeiro?

    As propriedades físicas e mecânicas de um material em condições reais, um parâmetro importante no planejamento de um projeto, pode ser medida por meio de um ensaio triaxial verdadeiro.

    Mas, afinal, por que “verdadeiro”? O que diferencia esse tipo de ensaio dos muitos outros dos quais já falamos aqui no Blog da Contenco – inclusive muitos outros tipos de triaxiais?

    Além de respostas e informações como essas, o Blog da Contenco traz sempre conhecimento útil para você que é profissional da área, pesquisador ou se interessa pelos assuntos. Conheça alguns de nossos artigos:

    Método Medina Para Ensaios De Solos: Você Conhece?

    Apresentando: Medina (Método De Dimensionamento Nacional)

    Óleo E Gás – Tenha Parâmetros Precisos De Perfuração Com A Célula De Cortador Única – CCU

    O que é o ensaio triaxial verdadeiro?

    Por que o ensaio triaxial verdadeiro é importante?

    Qual o equipamento utilizado no triaxial verdadeiro?

    O que é o ensaio triaxial verdadeiro?

    Em síntese, um ensaio triaxial consiste em submeter um CP (corpo de prova) a certas pressões de confinamento, partindo dos três “eixos” ou dimensões que compõem a geometria do material: os dois horizontais e o axial.

    Neste caso,  as forças horizontais aplicadas são mantidas em valor constante até o final do ensaio. A compressão axial, por sua vez, sofre aumento gradativo em função do tempo, até que o corpo de prova se rompa.

    O que chamamos de ensaio triaxial verdadeiro é um procedimento muito parecido com os que descrevemos anteriormente, com uma diferença simples: os testes são realizados aplicando-se forças independentes e variáveis nos três eixos – os dois horizontais e o axial.

    O ensaio é chamado de “verdadeiro” porque simula com alto grau de fidelidade as condições reais a que o material estará submetido na obra, tanto em termos de estrutura quanto em contextos naturais. Claro, valores reais devem ser conhecidos para que se tenha um resultado satisfatório.

    Por que o ensaio triaxial verdadeiro é importante?

    Obras de engenharia, de forma geral, são empreitadas complexas, que exigem cálculos de inúmeras variáveis que, sem elas, todo o projeto corre risco de não acontecer e ainda de colocar em xeque a segurança dos envolvidos.

    Se é assim de forma geral, imaginemos então em obras de exploração de óleo e gás, que exigem intervenções sob condições extremas? Aliás, muitas vezes atua-se a muitas centenas de metros abaixo da superfície, seja terra ou mar.

    Ensaios triaxiais verdadeiros têm essa função de jogar um pouco mais de luz a esses projetos, permitindo entender com precisão e fidelidade o quanto rochas, solos e outras estruturas resistem a forças variadas, oriundas das intervenções feitas na obra.

    Qual o equipamento utilizado no triaxial verdadeiro?

    O ensaio triaxial verdadeiro pode ser realizado por meio do I-1084 – Óleo e Gás – Equipamento Para Ensaios Triaxial Cúbico Verdadeiro em CP de Rocha, produzido pela Contenco / Pavitest com desenvolvimento e projeto 100% nacionais.

    Trata-se de uma máquina munida de robustez, precisão e muita confiabilidade, que vai facilitar a condução e operação de ensaios triaxiais verdadeiros.

    Ele é constituído por:

    Câmara de ensaio em aço inox com:

    • Portas basculantes para acesso e tomadas para leitura de poro pressão;
    • Conexões para linha de pressão confinante e contrapressão
    • Sistema eletromecânico de movimentação e posicionamento da célula
    • Painel digital de controle da movimentação e posicionamento
    • Pressão máxima de 100 Mpa

    Conjunto para medição simultânea em um mesmo plano, das deformações radiais no eixo x e y

    Conjuntos de Aplicadores Servo Controlados com capacidade 300 ml para aplicação independente das pressões confinantes σ1, σ2 e σ3

    Conjuntos de Aplicadores Servo Controlados capacidade 1000 ml para aplicação das pressões de poço e contra pressão com o uso das câmaras de interfaceamento.

    Você pode conferir as informações completas sobre este equipamento, bem como as formas de aquisição deste e outros produtos e acessórios, clicando neste link.

    E, se você gostou deste conteúdo e considera que será útil também para os seus contatos, não deixe de compartilhar em suas redes!

  • Método Medina para Ensaios de solos: você conhece?

    Método Medina para Ensaios de solos: você conhece?

    Segurança, durabilidade e eficiência são atributos que sempre levantamos em nossos artigos sobre obras de pavimentação e manejo de solos. Tudo isso pode ser alcançado por meio do Método Medina!

    Já abordamos o Medina antes, em um artigo em que falávamos sobre esse método com viés em testes de asfaltos. Desta vez, faremos uma panorâmica mais abrangente e iremos pelo caminho dos Ensaios Triaxiais Dinâmicos de Solos.

    São muitos os termos técnicos e assuntos que já falamos no Blog da Contenco. Para que você possa ter contato com uma parte desse nosso conhecimento acumulado, separamos para você alguns links. Aproveite bem!

    Óleo E Gás – Tenha Parâmetros Precisos De Perfuração Com A Célula De Cortador Única – CCU

    Óleo E Gás: Você Conhece O Ensaio De Fluência (Creep)?

    Óleo E Gás: Tudo Sobre O Ensaio De Expansão Ou Inchamento

    • O que é o Método Medina?
    • Método Medina em ensaios de solos
    • Principais benefícios para a obra
    • A Máquina Triaxial Dinâmica De Solos

    O que é o Método Medina?

    Como já abordamos os conceitos fundamentais do Método Medina aqui, vamos aqui fazer apenas alguns resgates importantes para que possamos entender a proposta do artigo.

    O nome Medina vem de todo de Dimensionamento Nacional de solos e pavimentos, e que também é uma homenagem ao professor Jacques de Medina, precursor dos estudos de mecânica de pavimentos no Brasil.

    O método foi criado e implantado em 2014 pelo Instituto de Pesquisas Rodoviárias (IPR), que é parte do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), e pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O objetivo foi substituir os métodos tradicionais de dimensionamento por procedimentos mais modernos e focados em durabilidade e segurança.

    Em outras palavras, o Medina lança parâmetros de ensaio com foco em analisar as forças incidentes nas diferentes camadas de solo/pavimento, de forma dinâmica – ou seja, com variação de intensidade dessas forças e de tempo de aplicação.

    O Medina foi colocado em prática para confrontar o já bem utilizado método CBR, que possui parâmetros de análise mais limitados.

    Método Medina em ensaios de solos

    Já pudemos perceber que uma das principais aplicações do Medina é em projetos de pavimentos, especialmente estradas de rodagem. Mas será que podemos utilizá-lo em simples ensaios de solos?

    A resposta é: com certeza! O motivo é que suas prerrogativas de análise, que têm como base a abordagem completa e dinâmica do sistema de camadas, contribuem muito para que se tenha os melhores resultados em análises de solo.

    Tais ensaios são geralmente realizados empregando-se uma máquina triaxial dinâmica, que possui todos os requisitos necessários para esse tipo de teste – falaremos mais sobre esse equipamento mais adiante!

    Principais benefícios para a obra

    Em teoria, já nos parece que a aplicação de ensaios triaxiais dinâmicos em solos com o Medina pode prover ganhos significativos em termos de qualidade, segurança e confiabilidade. Mas como isso ocorre na prática?

    Em uma obra qualquer, e não apenas naquelas de pavimento e estradas, entender como funciona a dinâmica de solos na realidade – e atuar com base nela – é fundamental para que o empreendimento seja entregue com economia e que dure por muitos anos.

    Essa “realidade” da dinâmica de solos é nada mais do que todas as forças, movimentos e pressões que as camadas de solos sofrem ao longo do tempo e que variam em intensidade. Ou seja: um ensaio triaxial dinâmico, feito a partir dos parâmetros do Medina, podem dar a exata dimensão desse contexto e permitir um projeto sem falhas.

    Outro benefício incontestável é a economia, uma vez que, ao saber com que tipo de mecânica de solos estão lidando, os gestores de uma obra conseguem esquadrinhar o orçamento de maneira muito mais eficiente em termos de material, mão de obra e até mesmo intervenções.

    A Máquina Triaxial Dinâmica De Solos

    Desenvolvida e fabricada pela Contenco/Pavitest, a Máquina Triaxial Dinâmica de Solos da Contenco I-1078-A, possui todos os requisitos para a realização de ensaios triaxiais dinâmicos de solo, incluindo software de controle e de emissão de relatórios.

    É um Equipamento triaxial dinâmico com carga repetida, servo controlado, que permite a determinação dos módulos de resiliência e deformação permanente em Solos

    Esperamos que todas estas informações tenham sido de alguma forma úteis para você e seus projetos. Entre em contato conosco caso precise de mais informações ou queira conhecer nossos produtos!

  • Apresentando: Medina (Método de Dimensionamento Nacional)

    Apresentando: Medina (Método de Dimensionamento Nacional)

    Buracos, defeitos e deformidades são uma constante nas estradas e ruas brasileiras – fato atestado por virtualmente todas as pessoas. Para tentar minimizar esse tipo de problema na fase de projeto emerge o Método Medina, aliado ao Ensaio Triaxial Dinâmico para asfaltos.

    Como e por quais motivos essa melhora pode acontecer e por que métodos como o CBR podem ser limitados na hora de desenvolver projetos de pavimentação asfáltica serão nossos temas neste artigo. Preparado?

    Os assuntos que você vê aqui no Blog da Contenco são escolhidos e desenvolvidos especialmente para você que busca conhecimento acessível e essencial para a sua vida profissional. Pensando nisso, sugerimos abaixo alguns artigos que você poderá aproveitar bem.

    Óleo E Gás – Tenha Parâmetros Precisos De Perfuração Com A Célula De Cortador Única – CCU

    Óleo E Gás: Você Conhece O Ensaio De Fluência (Creep)?

    Óleo E Gás: Tudo Sobre O Ensaio De Expansão Ou Inchamento

    • O que é o Método Medina?
    • Método Medina X CBR (Califórnia): qual o melhor?
    • Método Medina e o Ensaio Triaxial Dinâmico
    • A importância do módulo de resiliência
    • O Equipamento Triaxial Dinâmico para Asfaltos

    O que é o Método Medina?

    A palavra Medina vem de Método de Dimensionamento Nacional, mas é também uma justa homenagem ao professor Jacques de Medina, um dos pesquisadores que iniciaram os estudos de mecânica de pavimentos no Brasil.

    Trata-se de uma proposta de substituição dos métodos tradicionais de dimensionamento em projetos de pavimentação, conhecidos como métodos empíricos. O novo método foi criado com foco em prover muito mais confiabilidade e durabilidade nesse tipo de empreitada.

    O método Medina teve origem em 2014, em um esforço conjunto feito entre o Instituto de Pesquisas Rodoviárias (IPR), que é parte do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), e pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

    Método Medina X CBR (Califórnia): qual o melhor?

    O método empírico, que é o tradicional método CBR (Califórnia Bearing Ratio), utilizado de forma ampla no Brasil, tem como prerrogativa a análise apenas da deformação do subleito da estrutura, de forma estática – ou seja, tendo como referência a aplicação de forças constantes.

    Tendo essa configuração em vista, podemos inferir que o método CBR possui algumas limitações, principalmente por não considerar a aplicação de forças de forma dinâmica, bem como também não levar em conta a deformação que ocorrem em todas as camadas de material que formam o pavimento.

    É por isso que o Método Medina apresenta importante vantagem sobre os métodos tradicionais/empíricos, como o CBR. No caso, o Medina avalia, de forma dinâmica (considerando forças que variam em intensidade e tempo), a deformação que ocorre em todo o sistema de camadas do pavimento.

    Método Medina e o Ensaio Triaxial Dinâmico

    Agora que conhecemos as principais características do Método Medina, podemos já relacionar a um velho conhecido nosso: o Ensaio Triaxial Dinâmico.

    Recapitulando um pouco desse tipo de ensaio, temos um equipamento de prensa com célula que recebe cargas em três eixos – por isso é triaxial. O corpo de prova, já na célula, tem seu módulo de resistência medido a partir da incidência dessas forças.

    Dizemos que o teste é dinâmico porque as forças aplicadas podem ser controladas pelos operadores, tanto em intensidade quanto no tempo de aplicação. Tal fator é o que garante uma aproximação maior com a realidade de um pavimento de rolagem.

    A importância do módulo de resiliência

    Das palavras do próprio professor Medina, a resiliência é a energia acumulada decorrente de um processo de deformação elástica de um corpo, que é posteriormente devolvida quando cessam as forças que causaram a tensão.

    Assim, a resiliência compõe um dos principais parâmetros de medição e análise em ensaios dinâmicos de asfaltos, e faz parte também do Método Medina.

    Essa importância se deve justamente à capacidade que este índice tem de nos contar mais sobre os materiais que serão utilizados na construção do pavimento, o que permite realizar projetos com maior durabilidade e segurança.

    O Equipamento Triaxial Dinâmico para Asfaltos

    Desenvolvido e produzido pela Contenco/Pavitest, com tecnologia e materiais 100% nacionais, o Equipamento Triaxial Dinâmico para Asfaltos I-1078-B é uma máquina robusta e confiável para ensaios que envolvam materiais de pavimentação, servo controlado, para a determinação dos módulos de resiliência em misturas Betuminosas.

    Possui: Bancada com circuito pneumático integrado e painel de controle com indicadores, Câmara ultra termostática para climatização dos corpos de prova de misturas betuminosas, Compressor de ar, Pórtico estrutural portátil para geração e aplicação de carga dinâmica repetida no ensaio de compressão diametral em C.Ps de misturas betuminosas, além de um Conjunto de dispositivos para montagem e realização de ensaios em   C.Ps de misturas betuminosas;

    Manual do usuário contendo informações para utilização do Software operacional, equipamento, aplicação e utilização.

    Método Medina

    Quer saber mais sobre a máquina? Leia já este artigo do nosso Blog, em que damos detalhes mais específicos sobre o ensaio e nossos produtos!

    Ah, e não se esqueça: se você gostou deste artigo, não deixe de compartilhar com os seus contatos!

  • Óleo e Gás – Tenha parâmetros precisos de perfuração com a Célula de Cortador Única – CCU

    Óleo e Gás – Tenha parâmetros precisos de perfuração com a Célula de Cortador Única – CCU

    A intervenção em solos e rochas para fins de exploração comercial de óleo e gás exige perfuração especializada e cuidadosa. Para garantir uma empreitada de qualidade, o ideal é sempre realizar ensaios de corte com o Equipamento Célula de Cortador Única – CCU.

    Trata-se de um procedimento essencial para garantir a segurança e a viabilidade econômica do projeto. Veremos detalhes sobre esta e outras questões neste artigo.

    Como já é uma tradição, sugerimos alguns outros links com artigos relevantes sobre este e outros temas. São leituras que podem ajudar muito você a entender melhor sobre processos, produtos e nossos mercados de atuação. Seguem abaixo:

    Óleo E Gás: Você Conhece O Ensaio De Fluência (Creep)?

    Óleo E Gás: Tudo Sobre O Ensaio De Expansão Ou Inchamento

    Óleo E Gás: Conheça O Ensaio De Cilindro Vazado

    • Como são feitos ensaios com a Célula de Cortador Única – CCU?
    • Quais os benefícios dos ensaios com a Célula de Cortador Única – CCU?
    • Saiba mais sobre o Equipamento Célula de Cortador Única – CCU da Contenco!

    Como são feitos ensaios com a Célula de Cortador Única – CCU

    Em essência, um teste realizado com a Célula de Cortador Única – CCU é uma simulação das condições encontradas na natureza quando se propõe a perfuração de rocha ou solo, para fins de escavação de poços ou simples análise de possíveis reservatórios de hidrocarbonetos.

    Nesse tipo de ensaio, a amostra é posicionada no equipamento e submetida a diferentes carregamentos, simulando as situações de perfuração em campo.

    Uma vez configurada da forma desejada, procede-se com o corte, processo do qual são extraídos os dados que reproduzem o comportamento da amostra e da ferramenta de corte sob as condições de pressões de confinamento lateral, axial, dos poros e do fluido de perfuração.

    Quais os benefícios dos ensaios com a Célula de Cortador Única – CCU?

    Simular condições de corte em rocha para perfuração de poços nos faz pensar de imediato em um grande benefício: o de poder desenvolver um projeto que seja e econômico do ponto de vista de gastos com equipamento e de potencial lucrativo.

    Mas podemos desdobrar um pouco ainda essa questão. De que maneira um teste de corte com a Célula de Cortador Única – CCU pode ajudar nessas decisões?

    Ensaios de corte desse tipo permitem parametrizar com precisão as configurações de corte necessárias para que se possa trabalhar em determinado ambiente natural. Exemplos são: velocidade de corte variável e controlada, profundidade de corte controlada, além de tipos de corte, como ranhuras isoladas, interativas ou profundas. Com essas informações, sabe-se exatamente como cortar e  com o que cortar otimizando o tempo da operação e a vida útil do equipamentos e ferramentas de corte.

    Saiba mais sobre o Equipamento Célula de Cortador Única – CCU da Contenco!

    O Equipamento Célula de Cortador Única – CCU é uma máquina desenhada especialmente para ensaios de corte em rochas e solos, para fins de simulação de perfuração em poços e afins.

    óleo e gás

    Trata-se de um equipamento que possui as principais funcionalidades para o ensaio em questão, além de ser desenvolvido e produzido pela Contenco com tecnologia e matéria-prima 100% nacionais.

    Se você considera que todas essas informações foram úteis para você e poderão também ser de bom uso para outras pessoas, compartilhe o link deste artigo com seus amigos e contatos!

    E, para saber mais sobre todo o catálogo de produtos da Contenco/Pavitest, fique sempre de olho em nosso site!

  • Óleo e Gás: você conhece o ensaio de fluência (creep)?

    Óleo e Gás: você conhece o ensaio de fluência (creep)?

    A exploração de óleo e gás é uma atividade diferente das outras que são similares e que também lidam com escavação em solo e rochas. Essa diferença se dá principalmente por conta de condições extremas do local, o que demanda ensaios e testes especiais – como o ensaio de fluência (creep).

    Quais são essas condições, como funciona o ensaio de fluência – do tipo “creep” – e quais os equipamentos geralmente utilizado neste ensaio são assuntos que trataremos a fundo neste artigo. Fique conosco!

    A Contenco está entrando no mercado de óleo e gás, com uma série de novos produtos, sobre os quais temos falado bastante aqui no blog. Separamos para você alguns artigos abaixo. Confira!

    Óleo E Gás: Tudo Sobre O Ensaio De Expansão Ou Inchamento

    Óleo E Gás: Conheça O Ensaio De Cilindro Vazado

    Óleo E Gás: Um Panorama Do Mercado Brasileiro

    • Ensaio de fluência (creep) – o que é?
    • Como é feito o ensaio de fluência do tipo creep?
    • Conheça o Equipamento Triaxial Estático para Rochas – Ensaio de Fluência – Creep

    Ensaio de fluência (creep) – o que é?

    Ensaios de fluência possuem alguns subtipos, dos quais o “Creep” faz parte e possui características próprias. Isto posto, partiremos por uma definição por partes.

    Podemos assim definir ensaios de fluência como aqueles que atestam a capacidade de deformação elástica de um dado material, em função da aplicação de uma força que seja constante em função do tempo e que seja menor do que o necessário para romper o material.

    Existem situações em que é preciso realizar este ensaio com mais um componente: o calor constante. É dessa necessidade que surge o ensaio de fluência do tipo creep, muito utilizado na exploração de óleo e gás

    Esse tipo de exploração tem características bastante peculiares, das quais estamos falando aqui no blog há algumas semanas. Por se tratar de uma ação de intervenção no solo e na rocha sob condições muitas vezes extremas (de calor e pressão, por exemplo), ensaios de fluência creep são requisitados.

    Como é feito o ensaio de fluência do tipo creep?

    O corpo de prova (amostra de material a ser analisado) é posicionado dentro de uma máquina específica (ver próximo item), na qual recebe, de início, calor irradiado para que atinja uma temperatura específica desejada. Essa temperatura pode ser ajustada de acordo com a necessidade.

    Assim que a amostra estiver fixa e aquecida, aplica-se uma carga de força que se mantém constante. Conforme pontuamos anteriormente, essa força é sempre menor do que aquela que seria necessária para romper a amostra (chamada de limite de escoamento).

    O último elemento dessa equação é o tempo, que é também um dos fatores mais importantes a serem aferidos durante o ensaio. A carga aplicada, constante, em função do tempo, ajuda a determinar os coeficientes necessários para avaliar a amostra.

    Conheça o Equipamento Triaxial Estático para Rochas – Ensaio de Fluência – Creep

    Temperatura, carga de força (pressão) e tempo são fatores essenciais para ensaios de fluência creep, além de muito complexos de serem obtidos com precisão, controlados e medidos de acordo com o que se precisa para o ensaio.

    Assim, é preciso sempre realizar esse tipo de procedimento com uma máquina que seja confiável, precisa e ao mesmo tempo robusta para suportar muito dias de duração do ensaio, um  verdadeiro teste de resistência.

    Essa máquina com certeza é o Equipamento Triaxial Estático para Rochas – Ensaio de Fluência – Creep. Desenvolvido a partir de tecnologia e materiais totalmente de origem nacional, o equipamento possui uma célula triaxial com aplicadores de pressão servo controlados, utilizados para medição e controle de pressão confinante, poro pressão do ensaio, utilizado para determinar a deformação plástica e elástica de materiais rochosos nos poços de petróleo sob tensão constante em função do tempo.

    ensaio de fluência

    Também possui sistema de aquecimento e controle de temperatura que possibilitam a execução completa de ensaios de fluência do tipo creep, bem como aparatos de medição das deformações resultantes do mesmo teste.

    E, claro, como não poderia deixar de ser, o equipamento conta com software especialmente desenvolvido para o controle de todas as suas funções, permitindo cadastro de amostras, geração de gráficos em tempo em real e emissão de relatórios.

    Entre em contato conosco, solicite um orçamento e veja como o custo-benefício dos equipamentos Contenco para exploração de óleo e gás são ótimos!

    Ah, e não se esqueça de compartilhar este artigo com seus contatos e com quem também possa se interessar por este assunto!

  • Óleo e Gás: Tudo sobre o ensaio de expansão ou inchamento

    Óleo e Gás: Tudo sobre o ensaio de expansão ou inchamento

    A extração de óleo e gás é feita por meio de processos complexos de atuação e intervenção no solo e na rocha, tanto na superfície seca quanto no leito de rios e mares. Assim, fatores como a umidade importam muito, sendo necessária a realização de ensaios de expansão ou inchamento.

    Esse tipo de ensaio será o nosso objeto de análise deste artigo, no qual o leitor poderá entender melhor seus conceitos, aplicações e maquinário envolvido.

    Antes de partirmos para o ensaio de expansão ou inchamento, queremos deixar no seu “radar” outros conteúdos interessantes sobre ensaios e afins. Seguem abaixo alguns links que você não pode perder!

    Óleo E Gás: Conheça O Ensaio De Cilindro Vazado

    Óleo E Gás: Um Panorama Do Mercado Brasileiro

    Os Tipos E A Importância De Ensaios De Concreto Endurecido

    • O que é o ensaio de expansão ou inchamento?
    • Por que o ensaio de inchamento é importante?
    • Que tipo de equipamento é utilizado em ensaios de expansão?

    O que é o ensaio de expansão ou inchamento?

    O nome desse ensaio já denuncia tudo: trata-se de um procedimento utilizado para determinar possíveis aumentos e/ou diminuições no volume aparente de uma amostra de material argiloso ou rochoso.

    Esse aumento de volume “aparente” é causado pela absorção de líquidos por parte da amostra – no caso específico de materiais oriundos de poços de óleo e gás, o líquido é a água de rios, lagos e oceanos.

    O ensaio de expansão ou inchamento pode, dessa forma, possibilitar a verificação e análise do comportamento do solo em poços e locais específicos de exploração que estejam em condições de saturação – ou seja, de absorção de água em níveis altos.

    Por que o ensaio de inchamento é importante?

    Quem conhece um pouco de engenharia civil sabe o quão importante é entender o comportamento da água (e líquidos em geral) em todos os aspectos de uma empreitada construtiva. Com um projeto de exploração em poços de óleo e gás não é nada diferente.

    Na verdade, nos casos de poços de exploração, as condições são muito mais intensas, uma vez que grande parte das jazidas se encontram em ambientes onde a água predomina – rios, lagos, pântanos e, claro, no oceano.

    Assim, se faz essencial entender como os materiais de que são feitos os poços – solos, argilas e rochas – interagem com a água, quanto absorvem e como essas qualidades interferem na operação.

    Por se tratar de uma operação de cunho econômico, a exploração de poços precisa ser lastreada pela maior quantidade possível de informações sobre as propriedades naturais do ambiente. Dessa maneira, é possível estimar investimentos e calcular as melhores formas de se obter lucro com a extração.

    Que tipo de equipamento é utilizado em ensaios de expansão?

    Já vimos em artigos anteriores do nosso blog que a Contenco está iniciando um projeto de investimentos na área de óleo e gás (leia mais aqui). Por isso, estamos já com um catálogo completo de equipamentos para práticas de ensaio e testes laboratoriais neste segmento!

    Um desses equipamentos é o Equipamento Para Ensaio de Expansão de Argilo Minerais e Outras Matérias – I-1079. Trata-se de uma máquina desenvolvida especialmente para aplicação em ensaios de expansão, como parte de projetos de exploração de óleo e gás em poços perfurados.

    ensaio de expansao de argila

    O equipamento traz consigo um software de controle e geração de relatórios desenvolvido de forma customizada. O intuito é fornecer dados em tempo real, possibilitar o cadastro de amostras e emitir relatórios padronizados sobre os ensaios realizados.

    Além disso, o Equipamento Para Ensaio de Expansão de Argilo Minerais e Outras Matérias – I-1079 foi desenvolvido e é produzido pela Contenco/Pavitest utilizando tecnologia e matéria-prima 100% nacionais!

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  • Óleo e Gás: conheça o ensaio de cilindro vazado

    Óleo e Gás: conheça o ensaio de cilindro vazado

    Um dos assuntos recorrentes em nosso blog é a importância dos ensaios e testes laboratoriais em diversos tipos de obras e empreitadas. Neste artigo, daremos continuidade a esta tradição e falaremos sobre o ensaio de cilindro vazado.

    Mas as semelhanças com artigos passados param por aí. Se vocês bem se recordam, já abordamos muito questões sobre obras como edificações, pavimentos, estradas, e seus ensaios de solos, de concreto e de asfalto. A diferença hoje é esta: o ensaio de cilindro vazado é feito em construções de poços de petróleo!

    Se você está chegando agora no Blog da Contenco, calma que vamos explicar melhor. Aproveite essa breve pausa e abra os links abaixo em novas abas de seu navegador, que você com certeza vai aproveitar essas informações:

    Óleo E Gás: Um Panorama Do Mercado Brasileiro

    Os Tipos E A Importância De Ensaios De Concreto Endurecido

    Você Sabe Quais São Os Benefícios Do Ensaio Triaxial Dinâmico De Solos Para A Sua Obra?

    • Petróleo e Contenco: o início de tudo
    • O que é o ensaio de cilindro vazado?
    • Qual a importância do ensaio de cilindro vazado?
    • Conheça o Equipamento para realização de Ensaio de Cilindro Vazado

    Petróleo e Contenco: o início de tudo

    Para quem está ainda sem entender: falaremos aqui de um ensaio específico para empreitadas em poços de petróleo porque faz parte da nova estratégia de mercado da Contenco: a atuação no segmento de Óleo e Gás.

    Se você quiser saber detalhes sobre isso, basta ler nosso último artigo, no qual trouxemos um panorama sobre este mercado no Brasil, suas projeções e potencialidades, e como a Contenco pretende se posicionar neste universo.

    Esperamos que este seja o início de uma trajetória de sucesso e parceria com você, leitor, amigo e cliente, e com todos os players dessa cadeia de valor que nos é tão estratégica e importante para o país.

    O que é o ensaio de cilindro vazado?

    Trata-se, de maneira geral, de um ensaio triaxial que já conhecemos – ou seja, cujo processo essencial é a aplicação de forças em três eixos (por isso é triaxial), com o objetivo de verificar as propriedades mecânicas da amostra de rocha a ser testada.

    Isso porque a perfuração/escavação de poços de petróleo muitas vezes exige uma intervenção profunda na crosta, com o intuito de atingir as melhores jazidas e propiciar uma melhor extração.

    O ensaio de cilindro vazado é um dos mais úteis para que se possa determinar a resistência da rocha nesses casos. Essa medição é feita aplicando-se forças nos eixos radiais e axiais, até que a amostra se rompa, momento em que são captados os índices necessários.

    Além disso, o ensaio temo como objetivo a análise das condições físicas/mecânicas do colapso e estabilização de poços para extração de petróleo.

    Qual a importância do ensaio de cilindro vazado?

    Conforme já pontuamos, a exploração econômica do petróleo e do gás natural exige que sejam feitas perfurações profundas na rocha, o que exige um conhecimento bastante detalhado das características desse material.

    O principal objetivo do ensaio de cilindro vazado – e de outros tipos de ensaios que veremos no futuro – é o de munir os profissionais responsáveis por essas complexas obras de dados confiáveis, para que todo o processo ocorra com eficiência e, principalmente segurança.

    Além disso, devemos também considerar a importância dos aspectos econômicos. Possuir informações relevantes sobre um projeto ajuda a prever gastos com material, pessoal e até mesmo a decidir sobre a viabilidade ou não de uma empreitada.

    Conheça o Equipamento para realização de Ensaio de Cilindro Vazado

    A grande estrela desses ensaios é o equipamento I-1081 – Equipamento para realização de Ensaio de Cilindro Vazado, fabricado e comercializado pela Contenco/Pavitest com projeto e materiais de origem 100% nacional.

    ensaio de cilindro vazado
    Equipamento para realização de Ensaio de Cilindro Vazado

    O equipamento conta com uma célula triaxial, que por sua vez apresenta os aplicadores de pressão servo controlados, bem como sensores para medição e controle da aplicação das forças. Além disso, possui instrumentos que medem a poro pressão e deformação radial.

    A precisão das medições é incrementada com o uso de um software especial de controle, que emite relatórios padronizados e permite o acompanhamento do ensaio em tempo real, por meio de gráficos.

    Fique de olho no Blog da Contenco para mais novidades em equipamentos para Óleo e Gás! Ah, e aproveite para compartilhar este artigo com seus contatos!

  • Óleo e gás: um panorama do mercado brasileiro

    Óleo e gás: um panorama do mercado brasileiro

    A Contenco tem como um de seus principais conceitos norteadores a inovação e o desenvolvimento de novos produtos sempre que há uma demanda de mercado que possa atender. E hoje anunciamos que a Contenco passa a atuar em um novo segmento: o mercado de óleo e gás.

    Este artigo será além de um simples anúncio, claro. Vamos procurar explicar para o cliente e parceiro quais serão as nossas estratégias e traçar um panorama desse mercado em que estamos entrando.

    Acompanhe pelo índice:

    • O que é o mercado de óleo e gás?
    • Como se configura o mercado de óleo e gás hoje?
    • Como a questão ambiental influencia este mercado?
    • Onde a Contenco Pavitest busca participar neste mercado?

    O que é o mercado de óleo e gás?

    O termo pode até parecer estranho à primeira vista, mas veremos o quão comum este mercado é em nossas vidas e no mundo dos negócios em geral. O mercado de óleo e gás influencia todos os dias nossas vidas!

    Em suma, quando falamos em óleo e gás, estamos na verdade falando do petróleo bruto e do gás natural que se encontram acomodados enterrados a profundidades diversas na crosta terrestre, seja em terra firme ou no fundo do mar. Chamamos essas substâncias de hidrocarbonetos.

    A indústria se encarrega de fazer a extração e o refino desses materiais brutos, que se transformam nas refinarias em subprodutos que conhecemos bem, como a gasolina e o plástico.

    Tais processos industriais – extração e refino, resumindo bem – são de extrema complexidade e necessitam de conhecimentos técnicos e equipamentos de ponta. A Contenco Pavitest entra exatamente nestes aspectos, como veremos mais adiante!

    Como se configura o mercado de óleo e gás hoje?

    O Brasil possui grande oferta de matéria-prima em termos de petróleo e gás natural, em reservas que foram sendo descobertas e exploradas ao longo das décadas passadas. Marcos importantes da história desse mercado são a fundação da Petrobras e a descoberta do Pré-Sal.

    Durante essas mesmas décadas do século XX, os combustíveis fósseis formaram eixo fundamental de uma cadeia de valor bastante lucrativa, com base principalmente nos transportes. A extração e processamento da borracha (pneus) e a construção de estradas são exemplos de atividades intimamente relacionadas ao óleo e gás.

    Porém, durante boa parte desse tempo o setor sofreu regulação pesada por parte dos governos e principalmente pela Petrobras, que é a estatal de maior importância estratégica. Essa regulação ainda existe, mas nos últimos anos ela deu lugar a uma maior abertura a investimentos estrangeiros, por meio da resolução de vários problemas regulatórios.

    Essa abertura fez com que esse mercado tivesse seu potencial de crescimento renovado, com muitas empresas estrangeiras já anunciando investimentos no país, o que faz crescer também a demanda por insumos e maquinário especiais para os diversos momentos da cadeia de produção de óleo e gás.

    Como a questão ambiental influencia este mercado?

    Ao mesmo tempo em que é possível vislumbrar dias de glória para o mercado de hidrocarbonetos, também é necessário prestar muita atenção em um movimento que cresce de maneira sólida: o de substituição das fontes de energia por opções renováveis e menos poluentes que as de origem fóssil.

    A chamada “Transição Energética” é algo que acontece de maneira global. Muitos fundos de investimento já sinalizaram que não vão mais fazer aportes em energia fóssil, privilegiando assim as energias renováveis.

    Em contrapartida, a demanda por energia – seja ela qual for – só cresce no mundo inteiro. Não há nenhuma projeção que nos coloque em condições de suprir essa demanda apenas com energia renovável pelas próximas várias décadas.

    Segundo artigo da Agência EPBR, a demanda por petróleo tende ao crescimento contínuo até 2030, mantendo seu patamar até 2040. Desse modo, o mercado de óleo e gás tem muito “chão” ainda para percorrer – e perfurar.

    Onde a Contenco Pavitest busca participar neste mercado?

    A Contenco Pavitest tem grande expertise no desenvolvimento e produção – 100% nacionais – de equipamentos diversos para ensaios e testes laboratoriais de solos, minérios, asfaltos e outros tipos de materiais.

    E é com base em toda essa experiência que a Contenco está se lançando no mercado de óleo e gás, estratégia que se materializa na forma de produtos indispensáveis para a perfuração, extração e o manejo adequados em poços naturais que são jazidas de hidrocarbonetos.

    Entre os lançamentos estão equipamentos para Ensaio do Cilindro Vazado, Ensaio de Inchamento, Ensaio de Fluência – Creep, Célula de Cortador Única – CCU, TARI – Torre de Avaliação para Resistência ao Impacto e o Aparelho Triaxial Verdadeiro para Colapso de Poço. Falaremos mais de cada um desses casos nos próximos artigos. Por isso, fique bem ligado nas atualizações do blog!

    ÓLEO E GÁS – LANÇAMENTOS CONTENCO – MARCA PAVITEST

    equipamento óleo e gás
    EQUIPAMENTO CÉLULA DE CORTADOR ÚNICO CCU – I-1083
    ensaio de cilindro vazado
    EQUIPAMENTO PARA REALIZAÇÃO DO ENSAIO DE CILINDRO VAZADO- I-1081
    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ROCHAS – ENSAIO DE FLUÊNCIA – CREEP- I-1077-HD
    ensaio de expansao de argila
    EQUIPAMENTO PARA ENSAIO DE EXPANSÃO DE ARGILO MINERAIS E OUTRAS MATÉRIAS- I-1079
    MÁQUINA TRIAXIAL VERDADEIRO PARA COLAPSO DE POÇO- I-1084
    TORRE PARA AVALIAÇÃO DE RESISTÊNCIA AO IMPACTO-TARI- I-1082
  • Os tipos e a importância de ensaios de concreto endurecido

    Os tipos e a importância de ensaios de concreto endurecido

    O concreto é um material tão importante para qualquer obra que, como já falamos aqui algumas vezes, é necessário aferir suas características em diversos momentos. Falamos já sobre testes de concreto em seu estado fresco, e hoje abordaremos algumas questões sobre ensaios de concreto endurecido.

    Veremos neste artigo algumas situações em que o concreto já endurecido é submetido a testes e ensaios (laboratoriais ou “in loco”), bem como que tipo de informação interessa a partir do momento em que o concreto seca e ganha sua rigidez característica.

    Como não poderia deixar de ser, o Blog da Contenco oferece não apenas um material de conhecimento específico, mas também sugere outros conteúdos que podem ser muito úteis em suas pesquisas que o trouxeram até aqui. Seguem alguns links:

    Você Sabe Quais São Os Benefícios Do Ensaio Triaxial Dinâmico De Solos Para A Sua Obra?

    Ensaio Triaxial Dinâmico Em Asfalto: O Que É E Qual A Importância?

    Testes De Solos: As Diferenças Entre Ensaio Triaxial Estático E De Cisalhamento

    • O que é o ensaio de Concreto Endurecido?
    • O que faz o Permeâmetro?
    • O que faz o Esclerômetro?

    O que é o ensaio de concreto endurecido?

    Já abordamos, em outros artigos, aspectos do concreto que são levados a teste em procedimentos laboratoriais – mas que têm como objetivo avaliar as condições do concreto em seu estado fresco. Os ensaios dos quais falaremos hoje têm como objeto o concreto endurecido.

    Mas, afinal, qual a diferença? É o que parece: concreto endurecido é o que já “secou” e adquiriu propriedades de rigidez. E por que precisamos fazer ensaios com amostras de concreto nessas condições, já endurecido e aparentemente “pronto”?

    Esse procedimento é necessário porque o concreto é um material cuja qualidade depende de muitos fatores diferentes, e um deles – dos mais importantes – é o processo de secagem e endurecimento.

    Por exemplo: muita ou pouca água nesse processo pode alterar alguns aspectos do material, como sua resistência e permeabilidade à água. Estes dois índices, aliás, são exemplos de grandezas que se buscam em ensaios de concreto endurecido, realizados com o esclerômetro e o permeâmetro – que veremos adiante, a partir de agora!

    O que faz o permeâmetro?

    O Permeâmetro Contenco/Pavitest Modelo I-3049 é um equipamento utilizado para medir a capacidade de permeabilizarão à água de amostras de concreto endurecido.

    permeâmetro

    Este equipamento foi desenvolvido para determinação da penetração de água sob pressão em corpos de prova prismáticos de concreto endurecido.

    Possui leitor digital de pressão, válvula reguladora, reservatório para água e tubulações com registro, com pressão de trabalho: 0,7 Mpa

    Dispõe também de Reservatório para água de aproximadamente 18 litros, estanque, construído em aço inoxidável e escala para visualização do nível de água no reservatório

    As tubulações e conexões estão adequadas para pressões de até 1,50 MPa;

    Outro Modelo de Permeâmetro

    A Contenco também fabrica o Permeâmetro Contenco/Pavitest Modelo I-3049.

    ensaio de concreto - permeâmetro

    O aparelho possui seis câmaras que podem receber corpos de prova independentes. Um sistema de manômetros, válvulas e registros especiais faz a máquina operar com pressão que pode chegar a 400LB/Pol². É por meio dessa pressão que é medida a permeabilidade das amostras.

    A estrutura conta também com medidores milimetrados para o nível da água, além de câmeras de Ø 6”, 8”, 10”, 12” ou 18”, que auxiliam no processo de medição da permeabilidade do concreto endurecido.

    O que faz o esclerômetro?

    Já o Esclerômetro de Reflexão Schmidt Analógico C-3018 tem a função de determinar um valor aproximado para o índice de resistência à compressão superficial no concreto endurecido.

    Esclerômetro de Reflexão Schmidt

    Temos também este equipamento na versão digital – C-3018-A.

    Vale destacar aqui que o Esclerômetro, ao contrário da maioria dos outros equipamentos, faz seu trabalho “in loco” – ou seja, analisa o concreto não por meio de amostras, mas sim no local onde já foi aplicado.

    Por conta dessa característica, o equipamento foi desenvolvido de modo que sua atuação no concreto endurecido não o destrua, o que poderia comprometer o bom andamento da obra.

    Há benefícios e vantagens em se realizar ensaios dessa maneira. Um deles é que a análise já traz o resultado de um material que já foi aplicado, eliminando o risco de variações por amostragem. Além disso, ganha-se em agilidade, uma vez que é anulado o trânsito entre laboratório e canteiro de obras.

    O concreto, suas características e seus ensaios são temas muito merecedores de conteúdo completo, pois são complexos e têm grande peso em empreitadas – seja na segurança, na qualidade e no custo.

    Assim, se você quer ver mais artigos e textos deste tipo, não deixe de acompanhar sempre o nosso blog!

  • Você sabe quais são os benefícios do ensaio triaxial dinâmico de solos para a sua obra?

    Você sabe quais são os benefícios do ensaio triaxial dinâmico de solos para a sua obra?

    O que um empreendimento de engenharia civil ou afins ganha com uma Máquina Triaxial Dinâmica de Solos? Certamente em segurança, qualidade nos ensaios e muita economia. Mas como isso pode acontecer?

    É o que vamos procurar desvendar neste artigo, destacando também a importância de se realizar ensaios laboratoriais sempre com equipamentos certificados e pessoal qualificado.

    Se você também se interessar por outros tipos de ensaios, como o triaxial dinâmico para asfalto, por exemplo, pode acessar os links que separamos abaixo! Abra-os em outras abas e leia depois!

    Ensaio Triaxial Dinâmico Em Asfalto: O Que É E Qual A Importância?

    Testes De Solos: As Diferenças Entre Ensaio Triaxial Estático E De Cisalhamento

    Por Que É Importante Ter Na Obra Uma Máquina De Ensaio Triaxial Estático?

    • Por que máquina “triaxial dinâmica” de solos?
    • Quais os benefícios do ensaio triaxial dinâmico para a obra?
    • Conheça a Máquina Triaxial Dinâmica de Solos da Contenco!

    Por que máquina “triaxial dinâmica” de solos?

    As terminologias que são utilizadas nesse meio nem sempre são totalmente intuitivas, mas bastam pequenas pistas para que possamos entender, de fato, quais são suas características a partir dos seus nomes e conceitos.

    O “triaxial” ocorre porque a máquina possui uma prensa que aplica cargas de força nas amostras de solo (ou qualquer outro material em que se aplique o teste) em três eixos diferentes, procurando assim simular as tensões e pressões que existem em condições naturais.

    E o “dinâmico”? Serve para determinar que as forças aplicadas não são estáticas (como nas máquinas triaxiais estáticas, por exemplo), mas sim em cargas repetidas, com certa frequência e intensidade. Essa funcionalidade também existe para simular as condições naturais.

    Quais os benefícios do ensaio triaxial dinâmico para a obra?

    Conforme abordamos no item anterior, o ensaio triaxial dinâmico tem como um de seus principais objetivos emular situações em que o solo do qual a amostra é parte enfrentará durante a obra e ao longo do tempo, após finalizada.

    Entrando em mais detalhes, o ensaio mede o que chamamos de módulo de resistência do solo, que é um índice que traduz o potencial de deformação mecânica de determinada amostra de material (no caso, solo) quando submetida a forças constantes e repetidas.

    De prima, emerge um dos principais benefícios desses tipos de ensaio, que é a segurança. Saber o quanto um solo “resiste” às forças naturais é essencial para que a engenharia faça as intervenções necessárias no projeto e nos processos construtivos para que a obra se desenvolva estável e dure muitas décadas.

    Outro benefício bastante almejado é a economia, em todos os âmbitos da obra – coisa que um bom ensaio triaxial dinâmico certamente assegura. Com dados corretos sobre a resistência dos materiais, é possível desenhar processos e adquirir materiais de forma muito mais eficiente.

    Conheça a Máquina Triaxial Dinâmica de Solos da Contenco!

    A Máquina Triaxial Dinâmica de Solos da Contenco, modelo I-1078-A, possui todas as funcionalidades que já descrevemos até aqui – prensa que aplica cargas repetidas e constantes em sentido triaxial, determinando o módulo de resiliência e deformação permanente do solo. A repetição da aplicação das cargas obedece a uma frequência, que é a de 1 Hz: carga durante 0,1 segundo e repouso durante 0,9 segundos.

    ensaio triaxial dinâmico de solos

    Os dados produzidos pelos ensaios são coletados e registrados por meio de sensores que medem os deslocamentos e alterações provocados pelas cargas, com alto grau de precisão.

    Todo o controle do processo (comando, controle, monitoramento e emissão de relatórios, entre outros) do ensaio pode ser feito por meio de software incluso com o equipamento, desenvolvido em VB (Visual Basic) e que grava os dados em um banco de dados Access.

    Lembrando sempre que as máquinas da Contenco (marca Pavitest) são desenvolvidas e produzidas com tecnologia e material 100% nacional!

    Compartilhe este artigo com seus contatos e com quem você julgue que também vai fazer bom uso dessas informações todas! Ah, e aproveite para colocar o Blog da Contenco em seus favoritos!