Categoria: Asfalto, betume e óleos

  • Cortar é preciso! Conheça a Serra Circular para rochas e asfalto

    Cortar é preciso! Conheça a Serra Circular para rochas e asfalto

    Um dos procedimentos mais comuns que podemos ver em um canteiro de obras é o corte de materiais – afinal, não se adquire tudo na exata medida que é necessária para o projeto. É nessa etapa da empreitada que entra um equipamento bastante conhecido: a serra circular.

    Devemos entender, porém, que nem toda serra é adequada para realizar cortes em todo tipo de material. Na verdade, existem equipamentos altamente especializados em determinados tipos de corte.

    Neste artigo, falaremos das serras circulares especializadas em cortes de materiais resistentes e duros – muito mais do que, por exemplo, madeira. Vamos abordar os equipamentos adequados para cortar concreto, rocha, e outros, entender como é o processo e por que é importante utilizar máquinas adequadas e de qualidade.

    Como já é tradição aqui no Blog da Contenco, vamos sugerir a você, leitor, alguns outros artigos que possam interessar a você. Acompanhe os links abaixo:

    Barras E Bolas: Entenda Como Funciona O Processo De Moagem E Britagem

    Como É A Determinação Da Densidade Relativa Com A Mesa Vibratória?

    Estudos De Fundações E Poços Com A Sondagem SPT

    • Em que situações podemos utilizar a Serra Circular?
    • É seguro realizar cortes com a Serra Circular?
    • A Serra Circular I-3056 da Contenco é sua melhor opção!

    Em que situações podemos utilizar as Serras Circulares?

    Conforme já pontuamos, existem muitas situações no canteiro de obras em que se faz necessário cortar determinado material. A regra é: cada tipo de material deve ser cortado com um equipamento específico para tal fim.

    Não seguir essa regra pode danificar a serra, provocar a perda de materiais e, pior ainda, causar acidentes sérios!

    Assim, a Serra Circular fabricada pela Contenco/Pavitest – da qual falaremos melhor mais adiante neste artigo – também segue essa regra. A máquina pode ser utilizada em materiais de grande dureza e resistência, como concreto e agregados, materiais betuminosos, argamassas e rochas de diversos tipos.

    Trata-se de serviço pesado, muitas vezes necessário não apenas em obras de construção civil, mas também visto em canteiros de escavação e exploração de minérios.

    É seguro realizar cortes com a Serra Circular?

    A primeira coisa que deve ser destacada aqui é: todo o processo deve ser seguro e permeados de todos os cuidados que exigem as normas. A segurança que a própria máquina oferece é apenas parte desse todo.

    Falando nisso, a Serra Circular é dotada de dispositivos que controlam seu acionamento – permite, ao mesmo tempo, que se desligue rapidamente o motor e também inibe seu acionamento acidental.

    Além disso, a mesa de apoio é fundamental não apenas para facilitar o manuseio da peça a ser cortada, como também serve como item de segurança, permitindo que o objeto seja fixado e permaneça estável durante o procedimento.

    A Serra Circular I-3056 da Contenco é sua melhor opção!

    A estrela deste artigo – apesar do spoiler que já demos anteriormente – é a Serra Circular I-3056, fabricada pela Contenco/Pavitest.

    Serra circular

    Trata-se de equipamento desenvolvido e produzido pela empresa a partir de tecnologia e matéria-prima de origem 100% nacional. Ou seja: ao utilizar nossos produtos, você não apenas tem em mãos uma máquina de primor técnico e qualidade, mas também ajuda a movimentar a indústria nacional.

    A Serra Circular possui um sistema de refrigeração que funciona por meio de fluxo de água, totalmente regulável para quaisquer necessidades. Este é mais um item de segurança que preserva a integridade da máquina e do material.

    Um disco diamantado de 18 polegadas de diâmetro é o responsável pelo corte dos materiais, que pode ser longitudinal ou transversal, a depender da posição da amostra. A profundidade do corte chega a 160mm.

    Este foi mais um exemplo de conhecimento que agregamos aos artigos do nosso Blog da Contenco, atrelado a um produto que nos traz muito orgulho. Se você gostou deste artigo ou conhece alguém que se interessaria por estas informações, compartilhe com seus amigos!

  • Apresentando: Medina (Método de Dimensionamento Nacional)

    Apresentando: Medina (Método de Dimensionamento Nacional)

    Buracos, defeitos e deformidades são uma constante nas estradas e ruas brasileiras – fato atestado por virtualmente todas as pessoas. Para tentar minimizar esse tipo de problema na fase de projeto emerge o Método Medina, aliado ao Ensaio Triaxial Dinâmico para asfaltos.

    Como e por quais motivos essa melhora pode acontecer e por que métodos como o CBR podem ser limitados na hora de desenvolver projetos de pavimentação asfáltica serão nossos temas neste artigo. Preparado?

    Os assuntos que você vê aqui no Blog da Contenco são escolhidos e desenvolvidos especialmente para você que busca conhecimento acessível e essencial para a sua vida profissional. Pensando nisso, sugerimos abaixo alguns artigos que você poderá aproveitar bem.

    Óleo E Gás – Tenha Parâmetros Precisos De Perfuração Com A Célula De Cortador Única – CCU

    Óleo E Gás: Você Conhece O Ensaio De Fluência (Creep)?

    Óleo E Gás: Tudo Sobre O Ensaio De Expansão Ou Inchamento

    • O que é o Método Medina?
    • Método Medina X CBR (Califórnia): qual o melhor?
    • Método Medina e o Ensaio Triaxial Dinâmico
    • A importância do módulo de resiliência
    • O Equipamento Triaxial Dinâmico para Asfaltos

    O que é o Método Medina?

    A palavra Medina vem de Método de Dimensionamento Nacional, mas é também uma justa homenagem ao professor Jacques de Medina, um dos pesquisadores que iniciaram os estudos de mecânica de pavimentos no Brasil.

    Trata-se de uma proposta de substituição dos métodos tradicionais de dimensionamento em projetos de pavimentação, conhecidos como métodos empíricos. O novo método foi criado com foco em prover muito mais confiabilidade e durabilidade nesse tipo de empreitada.

    O método Medina teve origem em 2014, em um esforço conjunto feito entre o Instituto de Pesquisas Rodoviárias (IPR), que é parte do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), e pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

    Método Medina X CBR (Califórnia): qual o melhor?

    O método empírico, que é o tradicional método CBR (Califórnia Bearing Ratio), utilizado de forma ampla no Brasil, tem como prerrogativa a análise apenas da deformação do subleito da estrutura, de forma estática – ou seja, tendo como referência a aplicação de forças constantes.

    Tendo essa configuração em vista, podemos inferir que o método CBR possui algumas limitações, principalmente por não considerar a aplicação de forças de forma dinâmica, bem como também não levar em conta a deformação que ocorrem em todas as camadas de material que formam o pavimento.

    É por isso que o Método Medina apresenta importante vantagem sobre os métodos tradicionais/empíricos, como o CBR. No caso, o Medina avalia, de forma dinâmica (considerando forças que variam em intensidade e tempo), a deformação que ocorre em todo o sistema de camadas do pavimento.

    Método Medina e o Ensaio Triaxial Dinâmico

    Agora que conhecemos as principais características do Método Medina, podemos já relacionar a um velho conhecido nosso: o Ensaio Triaxial Dinâmico.

    Recapitulando um pouco desse tipo de ensaio, temos um equipamento de prensa com célula que recebe cargas em três eixos – por isso é triaxial. O corpo de prova, já na célula, tem seu módulo de resistência medido a partir da incidência dessas forças.

    Dizemos que o teste é dinâmico porque as forças aplicadas podem ser controladas pelos operadores, tanto em intensidade quanto no tempo de aplicação. Tal fator é o que garante uma aproximação maior com a realidade de um pavimento de rolagem.

    A importância do módulo de resiliência

    Das palavras do próprio professor Medina, a resiliência é a energia acumulada decorrente de um processo de deformação elástica de um corpo, que é posteriormente devolvida quando cessam as forças que causaram a tensão.

    Assim, a resiliência compõe um dos principais parâmetros de medição e análise em ensaios dinâmicos de asfaltos, e faz parte também do Método Medina.

    Essa importância se deve justamente à capacidade que este índice tem de nos contar mais sobre os materiais que serão utilizados na construção do pavimento, o que permite realizar projetos com maior durabilidade e segurança.

    O Equipamento Triaxial Dinâmico para Asfaltos

    Desenvolvido e produzido pela Contenco/Pavitest, com tecnologia e materiais 100% nacionais, o Equipamento Triaxial Dinâmico para Asfaltos I-1078-B é uma máquina robusta e confiável para ensaios que envolvam materiais de pavimentação, servo controlado, para a determinação dos módulos de resiliência em misturas Betuminosas.

    Possui: Bancada com circuito pneumático integrado e painel de controle com indicadores, Câmara ultra termostática para climatização dos corpos de prova de misturas betuminosas, Compressor de ar, Pórtico estrutural portátil para geração e aplicação de carga dinâmica repetida no ensaio de compressão diametral em C.Ps de misturas betuminosas, além de um Conjunto de dispositivos para montagem e realização de ensaios em   C.Ps de misturas betuminosas;

    Manual do usuário contendo informações para utilização do Software operacional, equipamento, aplicação e utilização.

    Método Medina

    Quer saber mais sobre a máquina? Leia já este artigo do nosso Blog, em que damos detalhes mais específicos sobre o ensaio e nossos produtos!

    Ah, e não se esqueça: se você gostou deste artigo, não deixe de compartilhar com os seus contatos!

  • Ensaio triaxial dinâmico em asfalto: o que é e qual a importância?

    Ensaio triaxial dinâmico em asfalto: o que é e qual a importância?

    Ensaios triaxiais são realizados de forma bastante comum em amostras de solos, para diversos fins na construção civil. Mas, hoje, falaremos sobre outro procedimento laboratorial, tão importante quanto: o ensaio triaxial dinâmico em asfalto.

    Buscaremos entender, neste artigo, por que esse tipo de ensaio é tão importante e o que esse procedimento laboratorial mede e traz de informações úteis para um empreendimento de engenharia de pavimentos.

    E, claro, falaremos também do Equipamento Triaxial Dinâmico Para Asfalto – I-1078-B, fabricado e vendido pela Pavitest/Contenco, com tecnologia e insumos 100% nacionais!

    Como o leitor assíduo do Blog da Contenco já sabe, nosso foco aqui é trazer informação ampla e de qualidade sobre o universo dos testes e ensaios para engenharia civil, bem como as máquinas e equipamentos que deles fazem parte. Por isso, recomendamos também a leitura dos artigos abaixo:

    Testes De Solos: As Diferenças Entre Ensaio Triaxial Estático E De Cisalhamento

    Por Que É Importante Ter Na Obra Uma Máquina De Ensaio Triaxial Estático?

    O Que São Ensaios De Abrasão E Quais Equipamentos São Utilizados?

    Além disso, você pode se orientar neste artigo pelo índice:

    • O que é o ensaio triaxial dinâmico em asfalto?
    • O que é o módulo de resiliência?
    • Conheça a máquina triaxial dinâmica para ensaios de asfalto

    O que é o ensaio triaxial dinâmico em asfalto?

    Ensaios de asfalto são um tipo muito importante entre os testes laboratoriais necessários para o bom andamento de uma obra – inclusive, falamos sobre ensaios marshall neste artigo, que também é um tipo de procedimento aplicado em amostras de asfalto.

    No caso do ensaio triaxial dinâmico, existe a possibilidade de aplicação tanto em solos quanto em asfaltos, mas com equipamentos diferentes.

    Apesar disso, o princípio é o mesmo: a prensa triaxial aplica à amostra uma força em três direções distintas (por isso triaxial, em três eixos) e de forma cadenciada, respeitando frequência e evolução que podem ser programados (por isso é “dinâmico”).

    A aplicação das cargas cíclicas é medida pela máquina triaxial, que retorna um índice chamado módulo de resiliência, um dado crucial para a construção de vias pavimentadas.

    Vamos saber mais sobre o módulo de resiliência no próximo tópico?

    O que é o módulo de resiliência?

    O módulo de resiliência é um índice que representa o comportamento mecânico de uma determinada amostra de material, quando este é submetido a forças constantes e repetidas.

    Essa definição conversa de forma bastante aderente ao nosso objeto de abordagem, o asfalto, uma vez que pavimentos e estradas sofrerão carga e peso constantes e intercalados durante toda sua vida útil.

    Este é o principal fator que torna o módulo de resiliência do asfalto e, por consequência, o ensaio que é responsável por sua determinação – o ensaio triaxial dinâmico de asfalto – em elementos tão importantes no planejamento e execução de obras de pavimento.

    Ou seja, o módulo de resiliência é fator fundamental para que se saiba das condições do material a ser utilizado e se o mesmo é seguro para aplicação. Recursos e vidas podem ser salvas por conta da realização de ensaios de asfalto desse tipo.

    Conheça a máquina triaxial dinâmica para ensaios de asfalto

    Conforme já pontuamos antes, ensaios de asfalto para determinação do módulo de resiliência das amostras são feitos com o Equipamento Triaxial Dinâmico Para Asfalto – I-1078-B, da Contenco/Pavitest.

    Conforme já pontuamos antes, ensaios de asfalto para determinação do módulo de resiliência das amostras são feitos com o Equipamento Triaxial Dinâmico Para Asfalto – I-1078-B, da Contenco/Pavitest.

    Conheça alguns detalhes da máquina:

    • A máquina possui dois cabeçotes curvos, entre os quais é posicionado o corpo de prova, que ali é submetido a forças triaxiais.
    • A carga de força à qual o corpo de prova é submetido pode ser aplicada de forma repetida e com frequência que pode ser configurada.
    • Os dados são obtidos por meio de dois sensores de deslocamento linear (LVDT) acoplados ao corpo de prova.
    • A máquina possui uma câmara termostática para climatização e controle da temperatura especificada, onde é colocado o corpo de prova.
    • Acompanha um software para acompanhamento, controle, configuração e geração de relatórios.

    Esperamos que as informações que trouxemos aqui tenham, de fato, sido úteis para você e ajudado a tomar suas decisões! Procuramos sempre fornecer dados precisos e técnicos que estejam bem alinhados com a realidade de mercado e de canteiro de obras!

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  • Saiba detalhes sobre ensaios marshall (ou ensaios de asfaltos) e as máquinas que são utilizadas!

    Saiba detalhes sobre ensaios marshall (ou ensaios de asfaltos) e as máquinas que são utilizadas!

    ensaio de asfalto
    Equipamentos para Ensaio Marshall – David Monje

    Um termo bastante comum no ramo de construção de vias pavimentadas (estradas, ruas, rodovias) é ensaios marshall – ou de forma simplificada, ensaio de asfalto. Como é extremamente importante, como veremos neste artigo!

    Assim como é necessário testar de forma exaustiva amostras de concreto para obras em geral, com vistas principalmente à segurança, ensaios de asfalto estão no mesmo patamar para a construção de estradas. Afinal, aqui a segurança é palavra de ordem!

    Isto porque, como sabemos, um asfalto de qualidade baixa pode desencadear uma série de acontecimentos, como trincas, buracos, acidentes e fatalidades. Dessa forma, obter um material que tenha passado por testes rigorosos é fundamental para esse setor tão estratégico quanto a construção de estradas.

    Neste artigo, vamos falar sobre ensaios de asfalto – ou ensaios marshall – e de alguns equipamentos imprescindíveis para a realização desses procedimentos laboratoriais. Todos eles de origem 100% nacional e fabricados pela Contenco!

    Para fins de orientação, separamos o assunto em tópicos:

    • O que são ensaios de asfalto – ou ensaios marshall?
    • Como são realizados os ensaios de asfalto?
    • Equipamentos e máquinas (prensas) para ensaios marshall
    • Acessórios comuns para prensas para ensaios de asfalto

    E, antes de passarmos para as informações de fato, gostaríamos de propor algumas outras leituras, que você pode salvar e ler depois! Você com certeza vai se interessar!

    Conheça O Ensaio De Solos CBR – California Bearing Ratio E Os Equipamentos Utilizados

    Conheça Os Principais Equipamentos Para Laboratórios De Concreto

    Ensaios De Rochas Com Um Moinho De Disco: Saiba Tudo!

    O que são ensaios de asfalto – ou ensaios marshall?

    Em essência, ensaios de asfalto são muito semelhantes aos outros tipos de ensaios que já abordamos aqui no blog (como ensaios de solos e de concreto, por exemplo). E, claro, carregam a mesma carga de importância, conforme já pontuamos acima, sobre a segurança.

    Em termos conceituais, ensaios marshall têm como principal característica a obtenção dos índices de estabilidade e de fluência de misturas betuminosas de cimento asfáltico ou alcatrão.

    Para complementar, entendemos estabilidade como a resistência máxima da amostra à compressão radial, e a fluência como a deformação total apresentada pela amostra, desde o início do ensaio até o nível máximo de compressão.

    Como são realizados os ensaios de asfalto?

    Falamos bastante sobre compressão e amostras, bem como os índices conceituais que trazem; mas falta ainda concebermos como, de fato, são realizados esses ensaios. É o que veremos agora!

    Uma vez obtido o material que servirá de amostra (corpo de prova), este é colocado em banho-maria, para posteriormente ser inserido no molde de compressão. Depois, o material já no molde é colocado na Prensa Marshall, que é o equipamento padrão para este tipo de teste.

    Uma vez na prensa, o corpo de prova é submetido à compressão, com carga que aumenta de forma progressiva, até que o corpo de prova se rompa.

    Uma vez que isso ocorre, está finalizado o teste, tendo este gerado dois números: o da força máxima empregada para romper o corpo de prova e o da fluência, que é medido pela própria máquina, a partir do espaço de deformação da amostra.

    Equipamentos e máquinas (prensas) para ensaios marshall

    Conforme já pontuamos, os equipamentos responsáveis pelos ensaios de asfalto ou ensaios marshall são as prensas. Nossa proposta aqui é conhecermos, agora, as máquinas dessa categoria que são produzidas e comercializadas pela Contenco, de forma 100% nacionalizada.

    A primeira da lista é a Prensa Marshall Manual I-2001. Como podemos já inferir, trata-se de uma prensa que é operada de forma manual durante os testes laboratoriais. Mesmo assim, o pistão tem retorno rápido à posição inicial, sem a necessidade de uso da manivela.

    prensa marshall manual

    Saiba mais sobre a Prensa Marshall Manual I-2001

    Normas: NBR NM-ISO 7500-1; DNER-ME 043; ASTM D-1559

    Em seguida temos a Prensa Marshall Elétrica – I-2001-A. Este modelo de prensa é movido a motor elétrico que, além de proporcionar um trabalho com menor esforço humano, permite uma aplicação de força muito mais uniforme.

    prensa marshall elétrica

    Saiba mais sobre a Prensa Marshall Elétrica – I-2001-A

    Normas: NBR NM-ISO 7500-1; DNER-ME 043; ASTM D-1559

    Por último, temos uma máquina que impressiona pela versatilidade. Estamos falando da Prensa CBR Marshall Eletrônica/Híbrida – I-1006-FA. Além de ensaios de asfalto marshall, este modelo reproduz quaisquer outros tipos de ensaios laboratoriais de compressão (solo, asfalto, compressão simples).

    Saiba mais sobre a Prensa CBR Marshall Eletrônica/Híbrida – I-1006-FA

    Normas: NBR NM-ISO 7500-1; NBR 9895, 12770, 12891; DNER-ME 049, 043

    Acessórios comuns usados em prensas para ensaios de asfalto

    As prensas para ensaios marshall contam também com um time de acessórios que são indispensáveis para procedimentos 100% confiáveis, de qualidade e muito mais práticos. Seguem alguns exemplos disponíveis nos catálogos da Contenco:

    Extrator de Amostras Mecânico
    Marshall – Extrator de Amostras Mecânico
    Molde para Tração Indireta (pórtico de Lottman)
    Marshall, Molde para Tração Indireta (pórtico de Lottman)
    Molde de Compactação (cilindro)
    Marshall, Molde de Compactação (cilindro)
    soquete Marshall
    Marshall, Soquete Marshall de 4,540 Kg
    Soquete marshall motorizado simples
    Marshall, Soquete marshall motorizado simples
    Medidor de Fluência
    Marshall, Medidor de Fluência 1/32mm
    medidor de fluência 1/100mm (Suporte+Extensômetro
    Marshall, medidor de fluência 1/100mm (Suporte+Extensômetro 10mm)
    Extrator de Amostras Mecânico
    Marshall – Extrator de Amostras Mecânico
    Disco Extrator de CP
    Marshall – Disco Extrator de CP
    Fixador para Molde
    Marshall, Fixador para Molde
    banho maria digital para amostras marshall
    Banho Maria Digital para amostras Marshall para 4 Corpos de Prova – 110V ou 220V com Tampa – 20 litros

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  • Pavimentação Asfáltica: Ensaios e Equipamentos

    Pavimentação Asfáltica: Ensaios e Equipamentos

    pavimentação asfáltica contenco

    O que é pavimento?

    Pavimento é uma estrutura composta por várias camadas sobre a superfície final da terraplanagem, destinada a resistir aos esforços oriundos do tráfego de veículos e proporcionar aos usuários melhores condições de rolamento, com conforto, economia e segurança. Existem três tipos de pavimento:

    1. rígidos,
    2. semirrígidos
    3. flexíveis.

    Nesta classificação o pavimento asfáltico é caracterizado como pavimento flexível.

    E o que é pavimentação asfáltica?

    A pavimentação asfáltica é a camada superior destinada a resistir diretamente as ações do tráfego e transmiti-las de forma atenuada às camadas inferiores. Além disso é usado para impermeabilizar o pavimento e melhorar as condições de rolamento dos usuários.

    Todos os revestimentos asfálticos são compostos por associações de ligantes asfálticos e agregados. O asfalto, portanto, é um tipo de ligante e não um tipo de revestimento.

    Os diversos tipos de pavimentação asfáltica são conhecidos como: tratamento superficial betuminoso, macadame betuminoso, pré-misturado a quente e pré-misturado a frio.

    pavimentação asfáltica
    Foto: Exemplo de revestimento flexível betuminoso por mistura a quente

    A Contenco Indústria e Comercio Ltda, projeta, desenvolve e comercializa os equipamentos necessários para execução de ensaios da área de materiais betuminosos,  tais como:

    • viscosidade,
    • ductibilidade,
    • ponto de fulgor,
    • ponto de amolecimento,
    • ensaio de estabilidade Marshall,
    • dentre outros.

    Ensaios para Pavimentação Asfáltica

    1. Ensaio Marshall para misturas betuminosas (DNER-ME-43-64 / ASTM -D 1559-58 T/ NBR 8352)

    O Ensaio Marshall permite determinar a qualidade ótima de ligante a ser utilizada em misturas asfálticas usinadas a quente, destinadas a pavimentação de vias. Isto é feito através da estabilidade e fluência do material ensaiado no equipamento de Marshall.

    • Ensaio de extração de betume (ABNT-MB -166 / DNER-DPT-M-53-63)

    O Ensaio de extração de betume é utilizado para determinar o volume de CAP (Concreto Asfáltico de Petróleo) perante a quantidade de amostra total. Este material é o ligante do asfalto, através dele que a capa asfáltica adquire a sua forma e características de flexibilidade, impermeabilidade e travamento.

    • Ensaio de adesividade de agregados a ligantes betuminosos (DNER-ME-79-63)

    Adesividade de agregado a material betuminoso é a propriedade que tem o agregado de ser aderido por material betuminoso. Essa propriedade é avaliada pelo não deslocamento da película betuminosa que recobre o agregado quando a mistura agregado-ligante é submetida à ação de água destilada fervente e a soluções molares de carbonato de sódio ferventes.

    • Ensaio de penetração em materiais betuminosos (NBR 6576)

    A penetração é definida como a profundidade, em décimos de milímetro, que uma agulha de massa padronizada (100g) penetra numa amostra de volume padronizado de cimento asfáltico, por 5 segundos, à temperatura de 25°C. Através deste ensaio determina-se a dureza do material.

    • Ensaio de ponto de fulgor de combustão (ABNT-MB 50 / ASTM-D-92)

    O ponto de fulgor é um ensaio ligado à segurança de manuseio do asfalto durante o transporte, a estocagem e a produção de mistura asfáltica. Ele determina a menor temperatura sob a qual os vapores emanados durante o aquecimento do asfalto se inflamam por contato com uma chama padronizada. Ou seja, a máxima temperatura de manejo sem perigo de fogo.

    • Ensaio de ponto de amolecimento de materiais betuminosos (NBR 6560)

    O ponto de amolecimento é uma medida empírica que correlaciona à temperatura na qual o asfalto amolece quando aquecido sob certas condições particulares e atinge uma determinada condição de escoamento. Um ponto de amolecimento mais alto permite que o material não amoleça em dias quentes, porém exigirá uma temperatura mais alta para aplicação, aumentando o risco de explosões.

    Equipamentos Contenco destinados à Ensaios de Betume e Asfalto

    pavimentação asfáltica - I-1006-FA – PRENSA CBR MARSHALL MICROPROCESSADA COM SOFTWARE
    I-1006-FA – PRENSA CBR MARSHALL MICROPROCESSADA COM SOFTWARE
    pavimentação asfáltica - I-2004-B  SOQUETE DUPLO MOTORIZADO MARSHALL
    I-2004-B  SOQUETE DUPLO MOTORIZADO MARSHALL
    pavimentação asfáltica - I-2025-A - VISCOSIMETRO SAYBOLT PARA 4 PROVAS
    I-2025-A – VISCOSIMETRO SAYBOLT PARA 4 PROVAS
    pavimentação asfáltica - I-4201-F – DUCTILÔMETRO CURTO PARA ENSAIO DE RECUPERAÇÃO ELÁSTICA
    I-4201-F – DUCTILÔMETRO CURTO PARA ENSAIO DE RECUPERAÇÃO ELÁSTICA
    pavimentação asfáltica -  I-2009-B: Rotarex Elétrico
     I-2009-B – ROTAREX ELÉTRICO

    Quer saber mais sobre os Ensaios e Equipamentos para Pavimentação Asfáltica? Consulte a Equipe de Vendas Contenco através dos diversos canais disponíveis:

    E-mail: contenco@back.contenco.com.br

    Whatsapp: 31 98878-6968

    Telefone: 31 3623-3623

    Instagram: @contenco_pavitest

    LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/contenco/

    Facebook: https://www.facebook.com/ContencoPavitest/

    Ou pelo nosso Site: https://back.contenco.com.br/

    Fonte das informações: Site guia da engenharia Dandara VianaEngenheira Civil pela Universidade Federal do Piauí e pós-graduanda em Avaliação, Auditoria e Perícias de Engenharia.

  • Viga Benkelman eletrônica

    Viga Benkelman eletrônica

    Confira esta novidade!

    VIGA BENKELMAN LINEAR ELETRÔNICA, COM SOFTWARE I-2011-G

    A viga Benkelman é destinada à determinação das deflexões em pavimentos rodoviários e delineamento da linha de influência longitudinal da bacia de deformação elástica no pavimento.

    Possui módulos eletrônicos para medição do deslocamento horizontal e de deformação vertical que transferem os dados coletados via sinal Wi-fi, para um receptor portátil.

    Possui software para aquisição e controle de dados, traçado de gráfico, cadastro de amostras e calibração dos sensores. O gráfico de deformação x deslocamento do pavimento é gerado em tempo real através do software, sendo o gráfico deflexão x deslocamento da bacia de deformação gerado ao término do ensaio.

    O equipamento oferece maior precisão nas medições e recuperação de dados, facilidade de operação e mobilização de menos pessoas para execução do ensaio.

    Público alvo: empresas de projetos, consultorias e construções rodoviárias

    O equipamento viga Benkelman é o novo lançamento da Contenco e já se encontra disponível para aquisição. Conheça mais entrando em contato através do formulário do site.

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