Categoria: Mineração

  • Peneirador ou agitador de peneiras

    Peneirador ou agitador de peneiras

    Peneirador (ou agitador de peneiras): conheça detalhes sobre a máquina!

    “Separar o joio do trigo” é uma expressão que, com as devidas adaptações, cairia bem na hora de explicarmos o que é e o que faz um agitador de peneiras – ou melhor, um peneirador.

    Diferente de muitos equipamentos da mesma natureza que lida com grãos de todos os tamanhos, o peneirador não transforma e nem processa nenhum tipo de material. Apenas separa.

    Esse processo é importante e tem serventia para muitas áreas diferentes, conforme poderemos conferir durante este artigo. Veremos o quanto a tecnologia ajuda em atividades que antes eram muito custosas.

    Também veremos as características principais deste equipamento, além dos diferenciais mostrados pelos modelos fabricados pela Contenco/Pavitest.

    Preparado?

    Antes, que tal algumas sugestões de artigos?

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    Máquina Universal De Ensaios: O Que É E Por Que Você Precisa De Uma?

    Índice

    • O que é um peneirador (ou agitador de peneiras)?
    • Quais as principais características de um peneirador?
    • Benefícios do peneirador
    • Conheça os modelos da Contenco/Pavitest!

    O que é um peneirador (ou agitador de peneiras)?

    O ato de peneirar é algo já bastante conhecido das pessoas em geral: consiste no ato de, por meio de processo físico, separar partículas ou conjunto de pequenos objetos pelo seu tamanho.

    Você já peneirou farinha para fazer um bolo? Pois bem – é exatamente deste processo de que estamos falando!

    Claro que o nosso contexto aqui é muito diferente. Estamos abordando aqui situações em que o peneiramento é uma atividade em grande escala, tendo como objetos materiais muito diferentes da farinha.

    Em linhas bem gerais, um peneirador (ou agitador de peneiras) é uma máquina em que posicionamos várias peneiras e que, por meio de sistemas elétricos automatizados, agita-as, realizando a separação.

    Tudo isso em escala industrial, claro. As peneiras comportam muito material de diversos tipos e qualidades, processados em alta velocidade.

    Quais as principais características de um peneirador?

    O peneirador parece – e é – um equipamento bastante simples, tanto de funcionamento quanto de utilização.

    Há um “corpo” metálico reforçado, onde o conjunto de peneiras pode ser posicionado. Além disso, alguns dispositivos providenciam um ajuste das peneiras na máquina, além do seu travamento.

    Muitos modelos possuem display que monitora o tempo do peneiramento, o que se torna algo bastante útil para obter controle dos atributos do material a ser separado.

    Além disso, alguns peneiradores oferecem dispositivo de controla da intensidade e velocidade do peneiramento, fatores que também podem influenciar no resultado final.

    Benefícios do peneirador

    O peneirador é uma máquina muito utilizada em diversos tipos de segmentos da indústria, pois tem predicados bastante valorizados e úteis no processamento de materiais.

    Vamos conhecer um pouco mais sobre esses benefícios?

    Versatilidade de atuação

    Imagine trabalhar com materiais granulares e peneirar grandes quantidades de forma manual? Além de pouco prático, este processo inviabiliza muitos tipos de operações.

    Nesse contexto, o peneirador atua para potencializar a operação de diversas indústrias, como exploração de minérios, farmacêutica, café e outros tipos de grãos, construção civil, dentre outras possíveis.

    Agilidade no peneiramento

    Robusta, eficiente e apta a trabalhar com muitas peneiras ao mesmo tempo, a máquina pode processar e separar uma grande quantidade de material em poucos minutos.

    Segurança no processo

    Equipamentos como o peneirador trabalham de maneira vigorosa, e muito de suas peças podem causar acidentes se manejadas de maneira inadequada. Felizmente, peneiradores possuem estrutura reforçada para suportar as forças de agitação, além de travas específicas para as peneiras.

    Conheça os modelos da Contenco/Pavitest!

    Desenvolvidos e produzidos por meio de matéria-prima e tecnologias 100% nacionais, os peneiradores da Contenco/Pavitest se apresentam hoje em três modelos distintos, conforme abaixo:

    Peneirador Elétrico I-3007 – Peneiras Quadradas 50×50 cm

    https://back.contenco.com.br/wp-content/uploads/2019/03/I3007_Peneirador_eletrico.jpg

    Peneirador Eletromecânico I-1016-A – Peneiras Redondas 8×2 cm

    https://back.contenco.com.br/wp-content/uploads/2019/03/I1016A_Peneirador_Eletromecanico.jpg

    Peneirador Eletromagnético I-1016-B – Peneiras Redondas 8×2 cm

    https://back.contenco.com.br/wp-content/uploads/2019/03/I1016B_Peneirador_eletromagnetico-1.jpg

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  • Máquina de ensaio triaxial

    Máquina de ensaio triaxial

    Máquina de ensaio triaxial: essencial em qualquer obra!

    Quando falamos em testes e ensaios de solos para construção de edificações e de pavimentos, logo nos vem à mente um dos equipamentos mais completos e requisitados nesse tipo de procedimento: a prensa para ensaio triaxial.

    Mas por que, afinal, o equipamento para ensaio triaxial é considerado tão completo e essencial? É o que vamos entender neste artigo!

    Aqui no Blog da Contenco falamos sempre sobre questões referentes às melhores máquinas e boas práticas de ensaios técnicos de qualidade para obras de engenharia. Quer sugestões de outros artigos? Confira:

    Confira 5 Motivos Para Investir Em Laboratórios De Controle Tecnológico

    Série Laboratório Básico – Parte 9: Laboratório de Mineração

    Série Laboratório Básico – Parte 8: Laboratório de Aço

    Índice

    • O que é e com funciona?
    • Triaxial X cisalhamento direto: há diferenças?
    • Quais os benefícios?
    • Prensa para ensaio triaxial: conheça!

    O que é e com funciona?

    Ensaios de compressão em solos podem ser geralmente comparados às condições que o terreno encontraria normalmente na natureza, em termos de pressão e forças incidentes.

    O ensaio triaxial é exatamente isso: um conjunto de procedimentos técnicos que tem como objetivo principal coletar e permitir análise das condições de uma determinada amostra de solo.

    No caso, a condição cujos dados se deseja coletar em um ensaio triaxial é a resistência ao cisalhamento – que, por definição, é quanto o solo resiste a compressões até que se “desfaça”, ou seja, tenha sua integridade comprometida.

    Nesse tipo de ensaio, a amostra coletada é submetida a pressões crescentes, que culminam no seu rompimento – ou seja, o ponto em que o solo não mais resiste à força aplicada e colapsa. Tais cargas de força são aplicadas por meio de uma prensa específica, a prensa triaxial.

    Triaxial X cisalhamento direto: há diferenças?

    Você provavelmente já se deparou com os dois termos: ensaio triaxial e ensaio de cisalhamento direto. Mas você sabe qual seria a diferença entre estes dois tipos de ensaio?

    Ambos possuem como característica comum a submissão da amostra a forças de compressão, até que se rompa e se tenha dados sobre sua resistência a essas forças. A diferença está em como esssa força é aplicada!

    No caso do ensaio de cisalhamento direto, a força aplicada age em apenas um sentido (um eixo): o perpendicular ao solo, de cima para baixo.

    Já o ensaio triaxial (que também é um ensaio de cisalhamento), a força aplicada age nos eixos axiais e radiais que permeiam a amostra, podendo assim fornecer dados de maior qualidade ao ensaio.

    Quais os benefícios?

    De prima, já podemos elencar o primeiro benefício importante da realização do ensaio triaxial: a proximidade da simulação do teste com as condições naturais que o solo enfrentará.

    Em outras palavras, um ensaio triaxial bem conduzido pode produzir informações muito valiosas sobre como o solo se comportaria com a edificação ou pavimento finalizado, considerando todas as forças de compressão existentes no ambiente natural – que, claro, vêm de todos os lados!

    Não podemos deixar de citar a questão econômica como um benefício muito importante de se realizar ensaios laboratoriais como o triaxial. Afinal, ter dados sobre o comportamento do solo permite planejar com melhor precisão a compra de materiais, insumos e racionalizar toda a obra, sem desperdícios.

    Prensa para ensaio triaxial: conheça!

    Já falamos muito sobre o ensaio triaxial, como funciona e quais seus benefícios, não é mesmo? É hora então de conhecer o equipamento que coloca tudo isso em prática: a prensa para ensaio triaxial!

    A Contenco/Pavitest possui em seu catálogo algumas opções de prensas que realizam ensaio triaxial, cada uma delas com especificações e direcionamentos diferentes. Quer saber mais? Confira nesta página as principais máquinas de ensaio triaxial!

    MÁQUINA PARA ENSAIO TRIAXIAL ESTÁTICO TIPO AR COMPRIMIDO SERVO CONTROLADO I-1077

    ENSAIO TRIAXIAL ESTÁTICO TIPO AR COMPRIMIDO SERVO CONTROLADO I-1077

    MÁQUINA PARA ENSAIO TRIAXIAL ESTÁTICO EM SOLOS (PARA DOIS ENSAIOS SIMULTÂNEOS) COM MEDIDOR DE VOLUME – I-1077-AH

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA DOIS ENSAIOS SIMULTÂNEOS EM SOLOS COM MEDIDOR DE VOLUME – I-1077-AH

    MÁQUINA PARA ENSAIO TRIAXIAL ESTÁTICO EM SOLO COM 2 LINHAS DE PRESSÃO PARA FINS DIDÁTICOS – I-1077-E

    I-1077-E – EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ENSAIOS EM SOLO COM 2 LINHAS DE PRESSÃO

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ENSAIOS EM SOLO, SEM AR COMPRIMIDO COM 02 ou 04 CONTROLADORES PRESSÃO/VOLUME – I-1077-HA

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ENSAIOS EM SOLO, SEM AR COMPRIMIDO COM 02 ou 04 CONTROLADORES PRESSÃO/VOLUME – I-1077-HA

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ENSAIOS EM SOLO, SEM AR COMPRIMIDO COM 2 ou 04 CONTROLADORES, COM CÉLULAS DE CARGA SUBMERSÍVEIS – I-1077-HC

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ENSAIOS EM SOLO, SEM AR COMPRIMIDO COM 2 ou 04 CONTROLADORES, COM CÉLULAS DE CARGA SUBMERSÍVEIS – I-1077-HC

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ROCHAS – ENSAIO DE FLUÊNCIA – CREEP (ÓLEO E GÁS) I-1077-HD

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ROCHAS – ENSAIO DE FLUÊNCIA – CREEP (ÓLEO E GÁS) I-1077-HD

    Todos os equipamentos são 100% nacionas – isso significa que concepção, projeto, materiais e fabricação têm origem no Brasil. Apoiamos a nossa indústria!

    Aproveite o link para a páginas das prensas triaxiais que sugerimos e navegue por nosso catálogo! Ah, e se você considerar este artigo relevante para mais alguém, compartilhe!

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  • Laboratório de Mineração

    Laboratório de Mineração

    Série Laboratório Básico – Parte 9

    Laboratório de Mineração: Abordamos aqui muitos assuntos ligados a solos, rochas e afins, quase sempre com uma orientação voltada para obras de edificações e estradas. Quase: desta vez, solos e rochas são atores em um palco diferente. Falaremos hoje sobre a exploração desses materiais – a mineração.

    De forma mais específica, este artigo faz parte da série Laboratório Básico, cujo tema de hoje será a mineração. Buscaremos entender que processos, equipamentos e configurações devem constar em um bom laboratório básico para ensaios de mineração.

    Índice

    • Britador de Mandíbulas
    • Moinho de Bolas/Barras
    • Moinho de Panelas
    • Moinho de Disco

    Vale aqui um adendo explicativo sobre ensaios de mineração: uma parte considerável de todo o processo laboratorial se refere ao processamento de material bruto retirado de jazidas. Este processamento ocorre para que se possa colher dados das propriedades físicas de cada tipo de material, o que influencia na operação geral de mineração.

    Mineração, solos, rochas, asfalto – todos esses são temas muito abordados por aqui, no Blog da Contenco, sempre com informação precisa, na forma de conhecimento útil para a vida. Seguem artigos que recomendamos:

    Série Laboratório Básico – Parte 1: Laboratório de Concreto

    Ensaios com Aparelho Casagrande: limites de liquidez e plasticidade

    Penetrômetro para asfalto: saiba como funciona!

    Britador de Mandíbulas

    O primeiro dos itens essenciais em um laboratório de mineração é o britador de mandíbulas, equipamento utilizado nos estágios iniciais de processamento do material extraído da natureza.

    Ou seja: o trabalho bruto e pesado realizado pela máquina faz com que haja a necessidade de certa robustez de estrutura e muita segurança. Itens que, claro, a Contenco/Pavitest priorizou no desenvolvimento deste equipamento.

    A carcaça do aparelho é feita de chapas de aço soldadas, enquanto as mandíbulas e chapas de desgaste são de aço manganês. Além disso, possui uma carenagem externa geral, que garante a segurança de todos os participantes da operação.

    I-4198 – Britador de Mandíbulas

    Britador de Mandíbulas para Laboratório de Mineração
    Britador de Mandíbulas

    Moinho de Bolas/Barras para Laboratório de Mineração

    Um dos estágios subsequentes do processamento de material e obtenção/separação de seus componentes minerais é a atuação do moinho de barras e bolas. No caso, as barras e bolas são os componentes da máquina que, em movimento e atrito com o material, promove a moagem.

    Ambas as opções possuem configurações diferentes: as barras podem realizam moagem de até 10 Mesh, enquanto as bolas entregam material processado a até 325 Mesh.

    O número de giros realizados e o tempo de processamento são controlados por um programador digital acoplado ao equipamento. Por emitir muito ruído, possui revestimento interno em borracha, que diminui o barulho da operação.

    I-4205 – Moinho de Bolas/Barras

    Moinho de Bolas/Barras para Laboratório de Mineração
    Moinho de Bolas/Barras

    Moinho de Panelas

    O moinho de panelas é um aparelho destinado ao processamento de materiais em partículas muito pequenas – é, de fato, uma pulverização. A máquina procede dessa maneira sem produzir resíduos, ou seja, sem perder material ao realizam a pulverização.

    O aparelho da Contenco/Pavitest atua nos materiais por meio de uma pastilha e um anel triturador que, em movimento axial, pulveriza a amostra. Ao final, a máquina entrega o material em uma granulometria de até 400 Mesh.

    Possui configuração de altura de trabalho de 850mm, contando também com um relógio que marca o tempo da operação. Panela (com anel redutor) e estrutura são fabricados em aço. O conjunto pesa 230 kg.

    I-4227 – Moinho de Panelas

    Moinho de Panelas para Laboratório de Mineração
    Moinho de Panelas

    Moinho de Disco para Laboratório de Mineração

    Uma opção para processamento via pulverização dos materiais minerais é o moinho de disco – que também não pode faltar em um laboratório básico de mineração bem equipado. O disco de moagem é feito em aço manganês e tem 200mm de diâmetro, podendo entregar granulometria de até 400 Mesh.

    Assim como outros equipamentos para laboratórios de mineração da Contenco/Pavitest, o moinho de disco possui sistemas robustos de segurança e proteção, assegurando que todo o processo corra de forma tranquila.

    Outro aspecto importante é que a câmara de moagem pode ser aberta na totalidade, permitindo limpeza e retirada do material moído, evitando assim qualquer tipo de contaminação.

    I-4228 – Moinho de Disco

    Moinho de Disco para Laboratório de Mineração
    Moinho de Disco

    Agora que nosso laboratório básico de mineração está completo, que tal compartilhar este artigo com seus contatos? Aproveite e acesse o Blog da Contenco e confira as outras partes da série Laboratório Básico!

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  • Mecânica dos solos para barragens de rejeitos de mineração

    Mecânica dos solos para barragens de rejeitos de mineração

    As barragens de rejeitos são muito comuns em um país onde boa parte da sua economia é baseada na mineração. Estudos de avaliações e melhoria nas obras de barragem são sempre realizados para aumentar a segurança e eficácia. Vamos entender um pouco mais da relação da construção das barragens no texto abaixo baseado na dissertação de Mestrado de Luiz Heleno Albuquerque Filho.

    Barragens são grandes estruturas utilizadas como reservatório para acumulação de: água usada na geração de energia elétrica; abastecimento de zonas residenciais, agrícolas e industriais; e para o controle da vazão dos rios. São também construídas para contenção e acumulação de rejeitos de mineração. Esses rejeitos são substâncias líquidas e/ou sólidas provenientes do processo de beneficiamento de minérios ou outros resíduos industriais.

    mecânica dos solos

    Para a construção de barragens os materiais mais utilizados são:

    1. Solo compactado (barragem de terra);
    2. Blocos de rochas compactadas (enrocamento);
    3. Concreto

    No caso das barragens de rejeitos de mineração, a prática mais usual é a utilização do próprio rejeito para realização do aterro de contenção. Assim, a obra inicia-se com a construção de uma pequena barragem de terra compactada ou de enrocamento. E após essa fase são feitos alteamentos com a utilização do próprio rejeito da barragem, através da técnica do aterro hidráulico.

    Os alteamentos são a elevação de paredes para a criação do aterro. O aterro precisa ser executado de acordo com a necessidade de armazenamento dos materiais, a fim de amortizar os custos ao longo do tempo útil da estrutura. Para isso são feitos três tipos de procedimentos de construção: alteamento a montante, alteamento a jusante e alteamento por linha de centro.

    mecânica dos solos

    Alteamento a Montante

    O alteamento a montante é o procedimento mais simples de execução e de menor custo, porém é o que apresenta maior risco à segurança. Neste método os alteamentos são realizados sobre o próprio rejeito depositado. Após a construção do aterro de partida os rejeitos são lançados e formam uma praia de deposição, que servirá como fundação para os alteamentos subsequentes. O processo é repetido até a obtenção da cota final prevista para a barragem.

    Apesar de bastante comum e utilizada pela maioria das mineradoras, a construção de barragens de rejeitos por alteamentos sucessivos a montante tem sido desaconselhada e até mesmo proibida em alguns países, devido a ocorrência de diversos fenômenos de ruptura, como vimos recentemente no estado de Minas Gerais.

    O principal agravante relacionado ao método de montante é o fato de que os alteamentos são realizados sobre materiais (rejeitos) depositados em curto intervalo de tempo e, consequentemente, encontram-se pouco consolidados. Neste sentido, sob condição saturada e estado de compacidade fofo, estes rejeitos tendem a apresentar baixa resistência ao cisalhamento e susceptibilidade à liquefação sob carregamentos dinâmicos ou estáticos.

    Alteamento a Jusante

    Neste processo de alteamento os aterros posteriores são construídos totalmente à jusante do aterro de partida. Dessa forma nenhuma parte da barragem é construída sobre o rejeito previamente depositado e, consequentemente, pouco consolidado.

    O processo de lançamento e compactação da barragem pode ser controlado pelas técnicas convencionais de construção e possibilita a execução de barragens de rejeitos de maior porte e com fatores de segurança mais satisfatórios que o alteamento a montante.

    Alteamento Por Linha De Centro

    Neste processo os alteamentos são construídos parte sobre o aterro de partida e o restante à jusante. O método construtivo de alteamento por linha de centro pode ser considerado uma solução intermediária entre os dois métodos anteriormente descritos, alteamento a montante e alteamento a jusante. Esse fato agrega algumas vantagens e desvantagens de ambos os métodos. Entretanto, o comportamento estrutural destas estruturas encontra-se mais próximo das barragens construídas pelo método de jusante.

     

     

    Contenco Indústria e Comercio Ltda, projeta, desenvolve e comercializa os equipamentos necessários para execução de ensaios da área de mecânica dos solos.

    Fabricamos equipamentos triaxiais dinâmicos e estáticos, realizando projetos personalizados para equipamentos com demandas de pressões de até 100 MPa e cargas axiais de 1000 KN.

    Veja os nossos produtos em nossa página de ensaios de solos e entre em contato com a nossa equipe para entender mais sobre nossos equipamentos e produtos para ensaios na área de mecânica dos solos. Envie um e-mail para contenco@back.contenco.com.br ou ligue para +55 31 3623-3623 | 31 98878-6968.