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  • Serra circular para concreto rochas e asfalto

    Serra circular para concreto rochas e asfalto

    Serra Circular: Guia Completo para Corte de Concreto, Rochas, Asfalto e Materiais de Alta Resistência

    Cortar materiais de alta resistência exige muito mais do que força. Exige precisão, segurança e o equipamento correto.

    Concreto, rochas, materiais betuminosos, argamassas e materiais refratários apresentam características que tornam seu corte uma operação que precisa ser realizada com equipamentos desenvolvidos especificamente para esse tipo de aplicação.

    É justamente nesse cenário que a serra circular com disco diamantado se torna uma ferramenta essencial para diferentes atividades da construção civil, laboratórios, mineração, infraestrutura e controle tecnológico de materiais.

    Mas será que qualquer serra circular pode cortar concreto ou rocha?

    Não.

    A escolha do equipamento, do disco, da profundidade de corte e do sistema de refrigeração interfere diretamente na qualidade do trabalho, na preservação da máquina e, principalmente, na segurança da operação.

    Neste guia completo, você vai entender o que é uma serra circular, para que ela serve, quais materiais podem ser cortados, como funciona o corte com disco diamantado, quais cuidados devem ser tomados e como escolher o equipamento adequado para sua aplicação.

    E, ao final, apresentaremos uma solução desenvolvida especialmente para cortes de materiais de alta dureza: a Serra Circular da Contenco/Pavitest.

    O que é uma serra circular?

    A serra circular é um equipamento utilizado para realizar cortes em diferentes materiais por meio de um disco que gira em alta velocidade.

    Entretanto, é importante entender que o termo “serra circular” não define um único tipo de máquina.

    Existem equipamentos desenvolvidos para madeira, metais, cerâmicas, concreto, rochas, materiais betuminosos e outras aplicações.

    Por isso, não basta procurar uma serra circular: é necessário escolher uma máquina compatível com o material que será cortado.

    Em aplicações de engenharia, construção civil e laboratório, materiais como concreto, agregados, rochas e materiais betuminosos exigem equipamentos robustos, capazes de suportar esforços elevados durante o corte.

    A Serra Circular da Contenco/Pavitest foi desenvolvida justamente para esse tipo de aplicação.

    Para que serve uma serra circular para materiais de alta resistência?

    Uma serra circular apropriada pode ser utilizada para realizar cortes em materiais que apresentam elevada dureza e resistência.

    Entre as principais aplicações estão:

    • Concreto
    • Agregados
    • Materiais betuminosos
    • Asfalto
    • Argamassas
    • Rochas
    • Materiais refratários

    A aplicação pode ocorrer tanto em ambientes ligados à construção civil quanto em atividades de mineração, laboratórios e preparação de materiais para ensaios.

    A Serra Circular da Contenco, por exemplo, foi desenvolvida para cortes em concreto, materiais betuminosos, argamassas, rochas e refratários.

    Serra circular para cortar concreto: por que escolher o equipamento correto?

    O concreto é um material resistente e heterogêneo. Dependendo da composição da peça, podem existir agregados de diferentes dimensões e durezas, além de outros elementos que interferem no processo de corte.

    Por isso, utilizar um equipamento inadequado pode resultar em:

    • corte irregular;
    • desgaste excessivo do disco;
    • redução da produtividade;
    • danos ao equipamento;
    • perda de material;
    • aumento dos riscos durante a operação.

    Uma serra circular para concreto precisa ser dimensionada para suportar as características do material e realizar o corte de maneira controlada.

    Quando a aplicação exige precisão e profundidade, características como potência, rotação, diâmetro do disco, sistema de refrigeração e estrutura da máquina passam a ser fundamentais.

    Serra circular para rochas e mineração

    O corte de rochas é outra aplicação que exige equipamentos de alta resistência.

    Em atividades de mineração, pesquisa geológica e preparação de amostras, é necessário trabalhar com materiais que podem apresentar elevada dureza e abrasividade.

    Nessas situações, a utilização de uma serra circular para rochas adequada proporciona maior controle sobre o processo de corte.

    A própria linha de equipamentos para laboratório de rochas da Contenco inclui a Serra Circular, equipada com disco diamantado de 18 polegadas e capacidade de corte de até 160 mm.

    O que é um disco diamantado?

    Quando falamos em corte de concreto, rocha e outros materiais de alta dureza, um dos componentes mais importantes é o disco diamantado.

    Diferentemente de uma lâmina convencional, o disco diamantado utiliza partículas de diamante industrial associadas à estrutura de corte para trabalhar sobre materiais extremamente resistentes.

    Por isso, é fundamental que o disco seja compatível com:

    • o material a ser cortado;
    • o equipamento utilizado;
    • a profundidade desejada;
    • as características da operação.

    Na Serra Circular I-3056, a Contenco utiliza um disco diamantado de 18 polegadas (Ø 18″), capaz de alcançar profundidade de corte de até 160 mm.

    Por que a refrigeração com água é importante?

    O processo de corte gera atrito e calor. Em equipamentos destinados ao corte de materiais resistentes, controlar esse aquecimento é uma parte importante da operação.

    Por isso, a Serra Circular conta com sistema de refrigeração por fluxo de água regulável.

    Além de auxiliar no controle térmico durante o corte, o sistema contribui para um processo mais adequado para a máquina e para o material.

    A refrigeração não deve ser vista simplesmente como um acessório: ela faz parte do funcionamento adequado do equipamento.

    Corte longitudinal ou transversal: qual a diferença?

    Dependendo da posição da peça ou amostra, o corte pode ser realizado de maneira longitudinal ou transversal.

    Essa possibilidade amplia a versatilidade do equipamento e permite adequar o processo às características do material que será trabalhado.

    Na Serra Circular, a configuração permite esses dois tipos de corte, dependendo da posição da amostra.

    Serra circular para laboratório: onde ela pode ser utilizada?

    A serra circular também possui aplicações importantes em laboratórios relacionados à caracterização e ao controle tecnológico de materiais.

    Em determinadas atividades, é necessário preparar, ajustar ou seccionar materiais antes da realização de outros procedimentos.

    Isso pode ocorrer em laboratórios relacionados a:

    • concreto;
    • solos;
    • asfalto;
    • agregados;
    • rochas;
    • materiais refratários;
    • pesquisa e desenvolvimento.

    Nesse contexto, a serra deixa de ser apenas uma ferramenta de corte e passa a fazer parte da estrutura de preparação e análise de materiais.

    A Contenco atua justamente no fornecimento de equipamentos para laboratórios de ensaios de solos, asfaltos, concretos, cimentos, argamassas, rochas, cerâmicas e outros materiais.

    Como escolher uma serra circular?

    Antes de comprar uma serra circular, é importante avaliar alguns fatores.

    1. Qual material será cortado?

    Esse é o primeiro ponto.

    Uma máquina desenvolvida para madeira, por exemplo, não deve ser utilizada indiscriminadamente para cortar concreto, rocha ou materiais betuminosos.

    Cada aplicação exige características específicas.

    1. Qual profundidade de corte é necessária?

    A profundidade máxima do equipamento precisa ser compatível com a dimensão da peça.

    Na Serra Circular , a profundidade de corte chega a 160 mm.

    1. Qual disco será utilizado?

    O disco precisa ser adequado ao material e ao equipamento.

    No modelo I-3056, o conjunto utiliza disco diamantado de Ø 18″.

    1. O equipamento possui sistema de refrigeração?

    Para aplicações em materiais de alta resistência, esse é um ponto que merece atenção.

    A I-3056 possui refrigeração por fluxo de água regulável.

    1. A estrutura oferece estabilidade durante o corte?

    Uma estrutura adequada e uma mesa de apoio são importantes para manter a peça posicionada e contribuir para um processo mais controlado.

    1. Existem recursos de segurança?

    O operador deve sempre seguir as orientações do fabricante e utilizar os EPIs indicados.

    Além disso, o próprio equipamento deve oferecer recursos que contribuam para uma operação segura.

    Segurança no uso da serra circular

    Uma serra circular é um equipamento que exige atenção.

    O fato de a máquina possuir recursos de segurança não elimina a responsabilidade do operador.

    É fundamental:

    • utilizar os EPIs adequados;
    • seguir as orientações do fabricante;
    • verificar as condições do equipamento antes da operação;
    • utilizar o disco apropriado;
    • manter a peça corretamente posicionada;
    • não improvisar adaptações;
    • respeitar os limites de operação da máquina;
    • manter o ambiente de trabalho organizado.

    Nos artigos anteriores da Contenco, já destacávamos a importância dos dispositivos de acionamento e da mesa de apoio para uma operação mais segura.

    Segurança começa pela escolha correta do equipamento e continua durante toda a operação.

    Serra Circular Contenco: potência para materiais de alta resistência

    Para quem procura uma serra circular para concreto, rochas, materiais betuminosos, argamassas ou refratários, a Contenco/Pavitest oferece a Serra Circular I-3056.

    O equipamento possui:

     

    SERRA CIRCULAR

     

    Modelo: I-3056-A
    Disco: Diamantado Ø 18″
    Profundidade de corte: até 160 mm
    Potência: 3 HP
    Rotação: 1.725 RPM
    Alimentação: trifásica 220 ou 380 V
    Refrigeração: fluxo de água regulável
    Tipo de corte: longitudinal ou transversal
    Dimensões: 1500 × 800 × 1000 mm

    Essas características tornam o equipamento indicado para aplicações que exigem robustez, precisão e capacidade de corte em materiais de alta dureza.

    A máquina é produzida pela Contenco/Pavitest com tecnologia e matéria-prima de origem nacional, característica que também já era destacada nos conteúdos anteriores da empresa.

    Por que investir em uma serra circular adequada?

    Comprar um equipamento de corte não deve ser uma decisão baseada apenas no preço.

    É necessário considerar o tipo de material, frequência de utilização, profundidade de corte, disponibilidade de assistência técnica, segurança, manutenção e adequação do equipamento à aplicação.

    Uma máquina corretamente especificada pode representar:

    mais precisão + mais produtividade + mais segurança + menor risco de perdas.

    Para empresas, laboratórios, universidades, construtoras, empresas de mineração e organizações que trabalham com controle tecnológico, essa escolha pode fazer uma diferença significativa na rotina.

    Serra Circular: equipamento certo para cada aplicação

    Como vimos, serra circular não é tudo igual.

    Uma máquina desenvolvida para cortar materiais de alta resistência precisa apresentar características compatíveis com o trabalho que será realizado.

    Concreto, rochas, materiais betuminosos, argamassas e refratários exigem equipamentos preparados para suportar condições de corte mais severas.

    Por isso, antes de comprar uma serra circular para concreto, serra circular para rochas ou serra circular para asfalto, avalie cuidadosamente a aplicação e as especificações técnicas.

    A Serra Circular da Contenco/Pavitest foi desenvolvida exatamente para esse universo de aplicações, combinando disco diamantado de 18″, profundidade de corte de até 160 mm e sistema de refrigeração por água regulável.

    Perguntas frequentes sobre Serra Circular

    Serra circular corta concreto?

    Primeiramente, desde que seja um equipamento desenvolvido e especificado para essa aplicação. A Serra Circular I-3056 da Contenco é indicada para corte de concreto, entre outros materiais de alta resistência.

    Qual disco usar para cortar concreto?

    Para aplicações em materiais de alta dureza, são utilizados discos apropriados, como os discos diamantados. A Serra Circular I-3056 utiliza disco diamantado de 18 polegadas.

    Serra circular corta rocha?

    Sim. Existem serras circulares desenvolvidas especificamente para materiais rochosos. A I-3056 é indicada para corte de rochas e é utilizada também em aplicações relacionadas a laboratórios de rochas.

    Qual a profundidade de corte da Serra Circular I-3056?

    A profundidade de corte chega a 160 mm, de acordo com as especificações atuais do produto.

    A Serra Circular  utiliza água?

    Sim. O equipamento possui sistema de refrigeração por fluxo de água regulável.

    A Serra Circular pode fazer cortes longitudinais e transversais?

    Sim. O tipo de corte depende da posição da amostra no equipamento.

    Onde comprar uma Serra Circular para concreto e rochas?

    A Serra Circular I-3056 é fabricada pela Contenco/Pavitest e pode ser consultada diretamente na página oficial do produto. Conheça a Serra Circular I-3056 da Contenco

    Cortar materiais resistentes exige mais do que uma lâmina girando.

    É preciso contar com um equipamento desenvolvido para a aplicação, com estrutura adequada, disco compatível, controle do processo, refrigeração e recursos que contribuam para uma operação segura.

    Portanto, é por isso que a escolha da serra circular correta faz diferença.

    Para aplicações envolvendo concreto, agregados, materiais betuminosos, argamassas, rochas e refratários, a Serra Circular I-3056 da Contenco/Pavitest reúne características específicas para esse tipo de trabalho.

    Precisa de uma solução para corte de materiais de alta resistência?

    Fale com a equipe da Contenco e solicite informações sobre a Serra Circular I-3056 e sobre os demais equipamentos para laboratórios de ensaios de materiais.

    Solicite um orçamento da Serra Circular I-3056

  • Ensaio de Tampões de Bueiros e Grelhas

    Ensaio de Tampões de Bueiros e Grelhas: Como é Feito e Por Que é Importante?

    Você já parou para pensar quanto esforço um tampão de bueiro precisa suportar diariamente?

    Presentes em ruas, avenidas, estacionamentos, áreas industriais, sistemas de drenagem e redes de saneamento, os tampões e grelhas fazem parte de uma infraestrutura essencial para o funcionamento das cidades.

    Embora muitas vezes passem despercebidos, esses componentes precisam apresentar resistência mecânica adequada às condições para as quais foram projetados.

    É justamente por isso que existem os ensaios de tampões de bueiros.

    Por meio de ensaios laboratoriais, é possível verificar como o conjunto formado pelo tampão, grelha e aro se comporta quando submetido a cargas, avaliar sua deformação e verificar se atende aos requisitos estabelecidos para sua classe de utilização.

    Neste artigo, você vai entender:

    • o que é o ensaio de tampões;
    • por que esse ensaio é importante;
    • como o teste é realizado;
    • o que é flecha residual;
    • quais cargas podem ser aplicadas;
    • qual a importância da ABNT NBR 10160;
    • e quais características uma prensa para ensaio de tampões deve apresentar.

    No final, apresentamos também a Prensa Semi-Automática I-4231 da Contenco | Pavitest, desenvolvida especificamente para ensaios físicos em tampões.

    O que é o ensaio de tampões de bueiros?

    O ensaio de tampões de bueiros é um procedimento de controle e avaliação da resistência mecânica de tampas, grelhas e seus respectivos aros, submetendo o conjunto a cargas previamente determinadas.

    O objetivo é verificar se o componente apresenta comportamento compatível com a aplicação para a qual foi projetado.

    Em termos simples:

    o ensaio simula, em condições controladas de laboratório, os esforços que o tampão poderá receber durante sua utilização.

    Isso é especialmente importante em locais sujeitos à circulação de veículos e outras cargas significativas.

    A ABNT NBR 10160 estabelece requisitos e métodos de ensaio para tampões e grelhas de ferro fundido dúctil destinados a diferentes aplicações.

    A norma prevê, entre outros procedimentos, a avaliação da flecha residual e a aplicação da carga de controle correspondente à classe de utilização.

    Por que testar tampões de bueiros?

    Um tampão instalado em uma via pública pode permanecer em serviço durante anos, recebendo repetidamente esforços.

    Por isso, sua avaliação não deve considerar apenas a aparência ou as dimensões da peça.

    É necessário verificar seu comportamento mecânico.

    O ensaio pode ser importante para:

    Controle de qualidade

    Fabricantes podem utilizar os ensaios para verificar se seus produtos apresentam as características mecânicas especificadas.

    Desenvolvimento de novos produtos

    Durante o desenvolvimento de novos modelos, os ensaios permitem avaliar diferentes projetos e geometrias.

    Inspeção e recebimento

    Empresas e órgãos responsáveis pela aquisição de componentes podem utilizar ensaios como parte dos processos de controle tecnológico e inspeção.

    Atendimento às especificações técnicas

    Os resultados dos ensaios podem ser utilizados para demonstrar o atendimento aos requisitos aplicáveis ao produto.

    Segurança da infraestrutura

    A avaliação da resistência mecânica contribui para reduzir o risco de utilização de componentes inadequados para determinada condição de serviço.

    Como é feito o ensaio de tampões?

    O procedimento depende da norma, da classe do tampão ou grelha e da configuração do produto.

    De forma geral, o conjunto é posicionado sobre uma estrutura de ensaio e submetido à aplicação controlada de força.

    Um dos procedimentos previstos pela ABNT NBR 10160 é a medição da flecha residual após ciclos de aplicação de carga.

    Antes da aplicação da carga, mede-se a posição inicial da tampa ou grelha.

    Depois, a carga é aplicada gradualmente até atingir 2/3 da carga de controle.

    Em seguida, a carga é retirada completamente.

    Esse ciclo é repetido cinco vezes.

    Após os ciclos, realiza-se uma nova medição.

    A diferença entre a condição inicial e a condição final corresponde à flecha residual.

    Esse resultado deve permanecer dentro dos limites estabelecidos pela norma para a classe correspondente.

    O que é flecha residual?

    A flecha residual é um dos conceitos mais importantes para entender o ensaio de tampões.

    Imagine uma tampa perfeitamente posicionada antes do ensaio.

    Ao aplicar uma carga, ela pode sofrer uma determinada deformação.

    Quando a carga é retirada, parte dessa deformação pode desaparecer.

    Entretanto, se permanecer uma deformação permanente, ela é chamada de flecha residual.

    De forma simplificada:

    Flecha residual = deformação final – deformação inicial

    A ABNT NBR 10160 estabelece limites de flecha residual admissível de acordo com a classe e a condição de segurança do tampão ou grelha.

    É justamente por isso que o sistema de medição durante o ensaio precisa apresentar precisão suficiente para detectar pequenas variações de deslocamento.

    Qual é a carga aplicada no ensaio?

    A carga utilizada não é igual para todos os tampões.

    A ABNT NBR 10160 classifica os produtos de acordo com os grupos de aplicação e estabelece diferentes cargas de controle.

    Para conjuntos com cota de passagem igual ou superior a 250 mm, a tabela da norma apresenta cargas de controle que vão de 15 kN a 900 kN, conforme a classe.

    Entre as classes estão:

    Classe Carga de controle
    A 15 15 kN
    B 125 125 kN
    C 250 250 kN
    D 400 400 kN
    E 600 600 kN
    F 900 900 kN

    Para cotas de passagem inferiores a 250 mm, a norma estabelece uma relação específica para determinação da carga de controle.

    Isso explica por que a escolha da prensa é tão importante.

    O equipamento precisa ter capacidade compatível com os ensaios que serão realizados.

    Por que a prensa precisa ter capacidade superior à carga de ensaio?

    Uma prensa para ensaios de tampões não deve ser escolhida apenas considerando a carga máxima que será aplicada ao corpo de prova.

    A própria NBR 10160 estabelece requisitos para os equipamentos utilizados na aplicação das cargas de controle.

    Para determinadas classes, o equipamento deve possuir capacidade superior aos valores de carga de controle estabelecidos pela norma.

    Por isso, laboratórios que trabalham com diferentes classes de tampões precisam avaliar cuidadosamente a capacidade da máquina antes da aquisição.

    Uma prensa com capacidade de 500 kN, por exemplo, oferece uma faixa de aplicação bastante relevante para diferentes ensaios, mas não significa que possa realizar todos os ensaios de todas as classes previstas na norma.

    A seleção deve sempre considerar o escopo de ensaios que o laboratório pretende realizar.

    A importância da medição da força

    Durante um ensaio, não basta simplesmente pressionar o tampão.

    É necessário saber exatamente qual força está sendo aplicada.

    A prensa deve permitir o controle da carga e apresentar um sistema de indicação adequado para acompanhar o ensaio.

    Na Prensa I-4231 da Contenco, a indicação digital de força possui cinco dígitos e resolução de 1 kgf, além das funções de pico máximo e tara.

    O equipamento possui ainda transdutores e sistema específico para medição da flecha inicial e da flecha residual.

    Como a Prensa I-4231 da Contenco realiza esses ensaios?

    A Prensa Semi-Automática para Ensaios de Materiais Utilizados em Saneamento I-4231 foi desenvolvida pela Contenco | Pavitest para a realização de ensaios físicos em tampões.

    O equipamento possui capacidade de carga de 500 kN e classe 1 conforme a NM ISO 7500-1.

    Sua configuração foi pensada para receber dispositivos e acessórios destinados aos ensaios de verificação da resistência mecânica de tampões, considerando os requisitos aplicáveis da ABNT NBR 10160.

    Entre suas principais características estão:

    • capacidade de carga de 500 kN;
    • controle manual da aplicação de força por válvulas de carga e alívio;
    • altura útil para ensaios de até 450 mm;
    • curso útil do cilindro hidráulico de 150 mm;
    • base de apoio em aço para peças de até 1.300 mm de diâmetro;
    • indicação digital da força;
    • indicação digital da deflexão;
    • sistema para medição da flecha inicial e flecha residual;
    • pratos de compressão intercambiáveis de 75 mm, 150 mm e 250 mm;
    • unidade hidráulica completa;
    • transdutores de deslocamento;
    • células de carga;
    • acessórios e dispositivos específicos para o ensaio.

     

    Por que uma prensa específica faz diferença?

    Uma das maiores dificuldades para quem procura equipamentos para esse tipo de ensaio é perceber que não basta ter uma prensa hidráulica de alta capacidade.

    O sistema precisa ser compatível com a geometria do tampão, com o método de aplicação de força e com as medições necessárias.

    A I-4231, por exemplo, possui uma base de apoio de 1.300 x 1.300 mm, permitindo trabalhar com peças de grandes dimensões.

    Além disso, os pratos de compressão são intercambiáveis e o equipamento conta com dispositivos específicos para a medição da flecha inicial e residual.

    Isso transforma a máquina em uma solução direcionada para o ensaio, e não simplesmente em uma prensa genérica adaptada.

    Quem precisa realizar ensaios de tampões?

    Esse tipo de ensaio pode interessar a diferentes segmentos da cadeia de saneamento e infraestrutura.

    Fabricantes de tampões e grelhas

    Para controle de qualidade, desenvolvimento de produtos e avaliação do desempenho dos modelos fabricados.

    Companhias de saneamento

    Para processos de controle tecnológico, especificação e avaliação de componentes utilizados em suas redes.

    Laboratórios de ensaios

    Para ampliar o portfólio de ensaios oferecidos a fabricantes, empresas de engenharia e órgãos públicos.

    Empresas de controle tecnológico

    Para atender demandas específicas relacionadas a obras de infraestrutura e saneamento.

    Empresas de engenharia

    Para desenvolvimento, especificação e avaliação de componentes.

    Universidades e centros de pesquisa

    Para estudos relacionados ao comportamento mecânico de materiais e componentes utilizados em infraestrutura.

    O ensaio de tampões é importante para o futuro das cidades

    O crescimento das cidades aumenta também a necessidade de infraestrutura confiável.

    Redes de água, esgoto e drenagem precisam funcionar continuamente.

    E cada componente utilizado nessas estruturas participa de uma cadeia muito maior de segurança e qualidade.

    O tampão pode parecer apenas uma pequena parte dessa infraestrutura.

    Mas, quando instalado em uma via com circulação de veículos, ele passa a fazer parte diretamente do sistema de segurança da cidade.

    Por isso, testar é uma forma de medir, comprovar e controlar o desempenho.

    Controle tecnológico: transformar uma exigência em informação

    O grande valor de um ensaio não está apenas em aplicar uma carga.

    Está em transformar o comportamento do material em dados técnicos que possam ser analisados e registrados.

    Força.

    Flecha inicial.

    Flecha residual.

    Carga de controle.

    Resultado do ensaio.

    Essas informações permitem que fabricantes e laboratórios tenham uma visão muito mais objetiva do comportamento do produto.

    É o controle tecnológico aplicado ao saneamento.

    Contenco I-4231: uma solução brasileira para ensaios de tampões

    A Contenco | Pavitest desenvolve e fabrica equipamentos para laboratórios de ensaios de materiais desde 1958, atendendo segmentos como solos, concreto, asfalto, cimento, argamassa, rochas, cerâmicas e aplicações especiais.

    A experiência acumulada ao longo de décadas também está presente no desenvolvimento de equipamentos específicos para novas demandas da engenharia.

    A I-4231 – Prensa Semi-Automática para Ensaios de Materiais Utilizados em Saneamento é uma dessas soluções.

    Com capacidade de 500 kN, sistema de medição de força e deslocamento e configuração para ensaios físicos em tampões, o equipamento foi desenvolvido para atender laboratórios e empresas que precisam de uma estrutura específica para esse tipo de avaliação.

    Sua empresa realiza ensaios de tampões?

    Se sua empresa atua com saneamento, drenagem, fabricação de tampões e grelhas, controle tecnológico, engenharia ou ensaios de materiais, vale avaliar se o laboratório possui a estrutura adequada para realizar esses procedimentos.

    A escolha da prensa deve considerar:

    • capacidade de carga;
    • dimensões das peças;
    • sistema de aplicação de força;
    • precisão da medição;
    • medição da flecha residual;
    • dispositivos e acessórios;
    • requisitos da norma aplicável;
    • calibração;
    • suporte técnico;
    • manutenção e assistência.

    Conheça a I-4231

    Prensa Semi-Automática para Ensaios de Materiais Utilizados em Saneamento

    Capacidade: 500 kN

    Aplicação: ensaios físicos em tampões e componentes de saneamento

    Norma de referência: ABNT NBR 10160

     

    👉 [CONHEÇA A PRENSA I-4231 DA CONTENCO]

    Por isso, se você está estruturando um laboratório ou precisa ampliar sua capacidade de ensaios, fale com a equipe técnica da Contenco para avaliar a configuração mais adequada à sua aplicação.

    Contenco | Pavitest
    Engenharia, tecnologia e equipamentos para ensaios de materiais.

     

    prensa para ensaio de tampões e grelhas

     

  • A Máquina Universal no Controle de Materiais

    A Máquina Universal no Controle de Materiais

    A Máquina Universal no Controle de Materiais

    Concreto, aço, madeira e argamassa possuem comportamentos completamente diferentes quando submetidos à carga.

    É justamente por isso que os ensaios mecânicos de materiais são tão importantes dentro da engenharia civil, laboratórios e controle tecnológico.

    Através da Máquina Universal de Ensaios, é possível analisar resistência, deformação e desempenho estrutural desses materiais com alta precisão, garantindo conformidade normativa e maior segurança nas aplicações.

    👉 Se você trabalha com laboratório de engenharia, controle tecnológico ou pesquisa de materiais, entender o papel desse equipamento é essencial.

    O que são ensaios mecânicos de materiais

    Os ensaios mecânicos de materiais são testes laboratoriais realizados para avaliar como determinado material reage quando submetido à compressão ou esforços mecânicos.

    Durante o ensaio, uma carga controlada é aplicada ao corpo de prova até atingir deformação ou ruptura.

    Esses testes permitem analisar propriedades como:

    • resistência à compressão
      • comportamento estrutural
      • deformação do material
      • limite mecânico

    Esses dados são fundamentais para validar a qualidade e o desempenho dos materiais utilizados em obras e aplicações industriais.

    Ensaios em concreto

    Os ensaios em concreto estão entre os mais importantes dentro da engenharia civil.

    Com a Máquina Universal de Ensaios, laboratórios conseguem avaliar a resistência do concreto e verificar se o material atende às especificações técnicas exigidas em projeto.

    Esses ensaios ajudam a:

    • validar a qualidade do concreto
      • garantir conformidade normativa
      • reduzir riscos estruturais
      • aumentar a segurança da obra

    👉 O controle tecnológico do concreto depende diretamente da precisão dos ensaios laboratoriais.

    Ensaios em aço

    O aço exige análises precisas para garantir resistência e desempenho estrutural.

    Os ensaios mecânicos em aço permitem avaliar o comportamento do material sob carga e identificar sua capacidade de suportar esforços mecânicos.

    A Máquina Universal de Ensaios para aço é amplamente utilizada em:

    • construção civil
      • indústria automotiva
      • setor ferroviário
      • metalurgia

    Esses ensaios ajudam a garantir segurança e confiabilidade em aplicações estruturais.

    Ensaios em madeira

    Os ensaios mecânicos em madeira são utilizados para avaliar resistência, deformação e desempenho estrutural do material.

    Esses testes ajudam a validar a capacidade da madeira em aplicações construtivas e estruturais.

    Laboratórios utilizam a Máquina Universal de Ensaios em madeira para obter resultados precisos e repetitivos, garantindo maior segurança nas análises.

    Ensaios em argamassa

    Os ensaios em argamassa são fundamentais para validar resistência e qualidade do material utilizado em obras.

    Com a Máquina Universal de Ensaios, é possível realizar análises que ajudam a evitar:

    • falhas estruturais
      • baixa resistência
      • retrabalho em obra
      • problemas de desempenho

    👉 O controle de qualidade em argamassa depende diretamente de ensaios laboratoriais confiáveis.

    Versatilidade para diferentes materiais

    A grande vantagem da Máquina Universal de Ensaios Contenco/Pavitest está na sua capacidade de adaptação.

    Com acessórios específicos, o mesmo equipamento pode realizar ensaios em:

    • concreto
      • aço
      • madeira
      • argamassa
      • rochas
      • solos e asfaltos

    Além disso, o sistema eletrônico e microprocessado garante:

    • precisão na aplicação da carga
      • repetibilidade dos ensaios
      • aquisição confiável de dados
      • maior controle operacional

    👉 Laboratórios modernos precisam de equipamentos versáteis e confiáveis para ampliar sua capacidade técnica.

    Tecnologia nacional aplicada ao controle de materiais

    A Máquina Universal de Ensaios Contenco/Pavitest é desenvolvida com tecnologia 100% nacional e atende diferentes aplicações laboratoriais e industriais.

    Seu projeto combina robustez estrutural, precisão e versatilidade para ensaios mecânicos em diferentes materiais.

    O equipamento é amplamente utilizado em:

    • laboratórios de engenharia civil
      • universidades
      • centros de pesquisa
      • controle tecnológico de materiais

    Controle tecnológico exige precisão

    Os materiais utilizados em estruturas precisam ser validados antes da aplicação.

    É exatamente por isso que os ensaios mecânicos em concreto, aço, madeira e argamassa são tão importantes dentro da engenharia moderna.

    Com a utilização da Máquina Universal de Ensaios, laboratórios conseguem realizar testes precisos, confiáveis e padronizados para diferentes tipos de materiais.

    👉 Quer conhecer as soluções da Contenco para ensaios mecânicos de materiais?

    Acesse o site e fale com nossa equipe técnica.

    🌐 https://www.contenco.com.br

  • Ensaio Los Angeles: o teste que define a durabilidade do asfalto

    Ensaio Los Angeles: o teste que define a durabilidade do asfalto

    Ensaio Los Angeles: o teste que define a durabilidade do asfalto

    Você sabe por que algumas estradas duram anos… e outras começam a se deteriorar rapidamente?

    A resposta está diretamente ligada à qualidade dos materiais utilizados — e, principalmente, aos ensaios realizados antes da aplicação.

    O ensaio Los Angeles, também conhecido como ensaio de abrasão de agregados, é um dos principais testes utilizados no controle tecnológico de pavimentação. Ele avalia a resistência dos materiais ao desgaste causado pelo tráfego constante de veículos.

    👉 Se você trabalha com asfalto, pavimentação, laboratório ou engenharia civil, esse ensaio é fundamental para garantir desempenho e durabilidade das vias.


    O que é o ensaio Los Angeles

    O ensaio Los Angeles é um teste laboratorial utilizado para medir a resistência à abrasão dos agregados utilizados em pavimentos.

    Em outras palavras, ele avalia o quanto o material resiste ao desgaste causado pelo atrito — algo essencial para qualquer estrada ou via de tráfego.

    Durante o ensaio, uma amostra do agregado é colocada dentro de um tambor rotativo junto com esferas metálicas. Esse conjunto gira por um número determinado de rotações, simulando o desgaste real que ocorre nas estradas.

    Ao final do processo, é feita uma análise granulométrica para verificar o nível de degradação do material.

    Esse resultado indica diretamente a qualidade do agregado utilizado na mistura asfáltica.


    Por que o ensaio de abrasão é tão importante

    O desgaste das vias é inevitável. Milhões de veículos circulam diariamente, gerando atrito constante entre pneus e pavimento.

    Se os materiais utilizados não tiverem resistência adequada, o resultado é:

    • deterioração precoce da via
    • perda de estabilidade
    • aumento de manutenção
    • riscos para os usuários

    O ensaio de abrasão Los Angeles permite prever esse comportamento antes da aplicação do material, garantindo que apenas agregados de qualidade sejam utilizados.

    👉 Esse tipo de ensaio é essencial para quem busca durabilidade, segurança e eficiência em pavimentação.


    O que o ensaio Los Angeles avalia na prática

    Ao realizar o ensaio Los Angeles em agregados, é possível identificar:

    • resistência ao desgaste por abrasão
    • comportamento do material sob atrito
    • qualidade da mistura asfáltica
    • durabilidade esperada do pavimento

    Esses dados são fundamentais para o dimensionamento de vias e escolha dos materiais adequados.

    Na prática, o ensaio ajuda engenheiros a prever quanto tempo uma estrada pode resistir antes de apresentar falhas estruturais.


    Como funciona o ensaio Los Angeles

    O procedimento do ensaio de abrasão de agregados é simples, mas altamente eficiente.

    1. A amostra do agregado é colocada no tambor da máquina
    2. São adicionadas esferas metálicas
    3. O tambor gira por um número controlado de rotações
    4. O material sofre desgaste por atrito
    5. Após o ensaio, é feita análise granulométrica

    A perda de massa do material indica seu nível de resistência.

    Quanto menor a perda, maior a qualidade do agregado.


    Máquina de Abrasão Los Angeles da Contenco

    Para garantir precisão e confiabilidade nos resultados, é fundamental utilizar um equipamento adequado.

    A Máquina de Abrasão Los Angeles I-3021 da Contenco foi desenvolvida para realizar esse ensaio com alta precisão, seguindo normas técnicas exigidas.

    Entre suas principais características estão:

    • estrutura reforçada e robusta
    • tambor rotativo de alta resistência
    • controle preciso de rotações
    • conjunto com esferas de abrasão
    • motor elétrico com desempenho estável

    O equipamento permite realizar o ensaio Los Angeles em laboratório com padronização e repetibilidade, garantindo resultados confiáveis para análise técnica.

    👉 Laboratórios que utilizam equipamentos adequados conseguem elevar significativamente a qualidade do controle tecnológico.


    Pavimentação de qualidade começa no laboratório

    O desempenho de uma estrada não depende apenas da execução da obra, mas da qualidade dos materiais escolhidos.

    O ensaio Los Angeles para agregados é uma das ferramentas mais importantes para garantir que o pavimento resista ao desgaste ao longo dos anos.

    Sem esse tipo de análise, aumentam os riscos de falhas, retrabalho e custos elevados de manutenção.

    Com o uso de equipamentos de ensaio de abrasão de alta precisão, é possível prever o comportamento do material e tomar decisões técnicas mais seguras.

    👉 Quer conhecer os equipamentos da Contenco para ensaios de pavimentação e laboratório?

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  • Ensaio de Achatamento em PVC: como evitar falhas em tubulações antes da obra

    Ensaio de Achatamento em PVC: como evitar falhas em tubulações antes da obra

    Você confiaria a durabilidade de uma tubulação sem testar sua resistência?

    Rompimentos em tubos e conexões de PVC são mais comuns do que deveriam — e, na maioria das vezes, o problema poderia ter sido evitado com um simples ensaio de achatamento em PVC.

    Esse tipo de teste faz parte do controle de qualidade de materiais e permite identificar, antes da aplicação, se a tubulação suporta as cargas que enfrentará ao longo do tempo.

    👉 Se você trabalha com infraestrutura, saneamento, laboratório ou engenharia civil, entender esse ensaio é essencial.

    O que é o ensaio de achatamento em PVC

    O ensaio de achatamento em tubos de PVC é um procedimento mecânico realizado em laboratório para avaliar a resistência do material quando submetido à compressão.

    Durante o teste, uma amostra da tubulação é posicionada em uma prensa para ensaio de achatamento em PVC, onde recebe cargas progressivas até atingir seu limite estrutural.

    Esse ensaio permite analisar:

    • resistência à compressão do tubo
      • comportamento do material sob carga
      • deformação até o rompimento
      • conformidade com normas técnicas

    Os resultados ajudam a garantir que o material está adequado para uso em sistemas reais.

    Por que o ensaio de achatamento é tão importante

    Tubulações estão constantemente submetidas a diferentes tipos de pressão, seja por carga de solo, tráfego ou uso contínuo.

    Sem um ensaio de resistência em PVC, não é possível prever com precisão como esse material vai se comportar ao longo do tempo.

    A realização do ensaio de achatamento permite:

    • prevenir rompimentos de tubulações
      • evitar vazamentos e danos estruturais
      • reduzir custos com manutenção
      • garantir segurança operacional

    Além disso, esse tipo de ensaio é essencial para atender às exigências de qualidade em projetos de infraestrutura.

    👉 Empresas que realizam ensaios laboratoriais em tubos de PVC conseguem maior controle e confiabilidade em suas operações.

    Como é realizado o ensaio de achatamento em tubos de PVC

    O procedimento do ensaio de achatamento em PVC é simples, mas extremamente importante.

    Primeiro, uma amostra do tubo ou conexão é selecionada e posicionada na prensa.

    Em seguida, o equipamento aplica uma carga de compressão progressiva até que o material atinja deformação ou ruptura.

    Durante esse processo, são coletados dados que permitem avaliar:

    • o limite de resistência do material
      • o comportamento durante a deformação
      • o ponto de falha da estrutura

    Essas informações são analisadas e comparadas com normas técnicas para validar a qualidade do produto.

    Prensa para ensaio de achatamento em PVC

    A prensa para ensaio de achatamento em PVC é o equipamento responsável por aplicar as cargas de forma controlada e precisa.

    Modelos modernos, como os desenvolvidos pela Contenco, contam com:

    • célula de carga de alta precisão
      • painel digital de controle
      • leitura em Kgf e MPa
      • software para acompanhamento dos ensaios
      • geração de relatórios conforme normas

    Além disso, a automação do processo permite maior confiabilidade, repetibilidade e rastreabilidade dos resultados.

    👉 Laboratórios que utilizam equipamentos automatizados para ensaio de PVC conseguem maior produtividade e padronização.

    Controle de qualidade em tubulações de PVC

    O controle de qualidade de tubos de PVC é uma etapa essencial para garantir o desempenho e a durabilidade dos sistemas.

    Ensaios como o de achatamento permitem validar se o material atende aos requisitos técnicos antes de ser aplicado em campo.

    Sem esse controle, aumentam os riscos de:

    • falhas prematuras
      • vazamentos
      • retrabalho em obra
      • prejuízos operacionais

    Por isso, investir em ensaios laboratoriais e equipamentos adequados é fundamental para empresas que buscam qualidade e segurança.

    Mais segurança começa antes da instalação

    A qualidade de uma obra não depende apenas da execução, mas também da validação dos materiais utilizados.

    O ensaio de achatamento em PVC é uma ferramenta essencial para garantir que tubulações e conexões suportem as condições reais de uso.

    Com o uso de prensas para ensaio de PVC de alta precisão, é possível obter dados confiáveis, reduzir riscos e evitar problemas futuros.

    👉 Quer conhecer as soluções da Contenco para ensaios em tubos de PVC e controle de qualidade?

    Fale com nossa equipe e descubra como melhorar a confiabilidade dos seus testes.

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  • Prensa de Concreto: o que realmente garante a resistência de uma estrutura

    Prensa de Concreto: o que realmente garante a resistência de uma estrutura

    Você confiaria a segurança de uma obra sem realizar um ensaio de compressão do concreto?

    Na prática, é exatamente isso que acontece quando o controle tecnológico do concreto não é feito corretamente. O concreto é um dos materiais mais utilizados na engenharia civil, mas sua resistência pode variar de acordo com a mistura, execução e cura.

    Por isso, o uso de equipamentos para ensaio de concreto, como a prensa hidráulica para concreto, é indispensável para garantir qualidade, segurança e conformidade normativa.

    👉 Se você atua com laboratório de concreto, obras ou engenharia civil, este conteúdo é essencial para entender como garantir resultados confiáveis.

    Por que os ensaios de concreto são indispensáveis

    O concreto é um material heterogêneo. Isso significa que pequenas variações na composição podem impactar diretamente sua resistência.

    Os ensaios de resistência do concreto são utilizados justamente para validar se o material atende às especificações do projeto.

    Com esses ensaios, é possível avaliar:

    • resistência à compressão do concreto
      • comportamento estrutural
      • qualidade da mistura
      • desempenho ao longo do tempo

    Sem o uso de equipamentos de laboratório de concreto, como a prensa, decisões são tomadas sem base técnica, aumentando riscos estruturais.

    👉 Um bom controle tecnológico do concreto começa com ensaios bem executados.

    O que é o ensaio de compressão do concreto

    O ensaio de compressão do concreto é um dos principais testes realizados em um laboratório de engenharia civil.

    Ele consiste em aplicar carga sobre um corpo de prova até sua ruptura, medindo sua resistência máxima.

    Esse procedimento é realizado com uma prensa hidráulica para ensaio de concreto, que aplica força de forma controlada e precisa.

    Existem duas modalidades principais:

    • compressão axial do concreto
    • compressão diametral do concreto

    A compressão axial mede diretamente a resistência do material.
    A compressão diametral avalia sua resistência à tração indireta.

    Esses ensaios são fundamentais para validar a qualidade do concreto utilizado em obras.

    O que acontece quando o concreto não é testado

    Ignorar o ensaio de resistência à compressão do concreto pode comprometer toda a estrutura.

    Entre os principais riscos estão:

    • falhas estruturais
      • fissuras e deformações
      • baixa durabilidade
      • retrabalho e aumento de custos

    Sem o uso de equipamentos para ensaio de concreto, não é possível garantir que o material atende às exigências das normas técnicas.

    👉 Por isso, o controle tecnológico do concreto é uma etapa obrigatória em qualquer obra.

    Prensa hidráulica para concreto: o equipamento essencial

    A prensa hidráulica para concreto é o principal equipamento utilizado para realizar o ensaio de compressão do concreto.

    Ela permite aplicar cargas progressivas e controladas até a ruptura do corpo de prova, garantindo medições precisas da resistência.

    Entre os principais modelos disponíveis estão:

    • prensa hidráulica manual
      • prensa hidráulica elétrica digital
      • prensa servo controlada

    Cada tipo de equipamento de ensaio de concreto atende diferentes níveis de automação e produtividade.

    Além disso, com acessórios específicos, a prensa pode realizar:

    • módulo de elasticidade do concreto
      • ensaio diametral
      • ensaio em blocos e pavers
      • ensaio de flexão

    👉 Laboratórios modernos utilizam prensas servo controladas para maior precisão e repetibilidade.

    Tecnologia aplicada ao ensaio de concreto

    A evolução dos equipamentos de laboratório de concreto trouxe mais precisão e controle para os ensaios.

    As prensas servo controladas para concreto permitem:

    • controle automático da carga
      • aquisição digital de dados
      • geração de relatórios técnicos
      • integração com software

    Essas tecnologias aumentam a confiabilidade do ensaio de resistência do concreto e reduzem erros operacionais.

    Além disso, garantem rastreabilidade e conformidade com normas técnicas.

    Controle tecnológico do concreto na prática

    O controle tecnológico do concreto é fundamental para garantir segurança e desempenho estrutural.

    Através dos ensaios de compressão do concreto, é possível:

    • validar a qualidade do material
      • garantir conformidade normativa
      • evitar falhas estruturais
      • otimizar custos da obra

    Laboratórios que investem em equipamentos de ensaio de concreto de alta precisão conseguem elevar o padrão técnico dos seus resultados.

    Mais segurança começa no ensaio

    Toda obra segura começa com decisões baseadas em dados.

    E esses dados vêm dos ensaios de resistência do concreto realizados com equipamentos adequados, como a prensa hidráulica.

    O uso de equipamentos para ensaio de concreto garante confiabilidade, repetibilidade e segurança em projetos de engenharia civil.

    👉 Quer modernizar seu laboratório com prensas de concreto e equipamentos de alta precisão?

    Fale com a equipe da Contenco e descubra as melhores soluções para o seu laboratório.

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  •  Prensa para Ensaio de Concreto: Tipos, Aplicações e Relevância no Controle Tecnológico

     Prensa para Ensaio de Concreto: Tipos, Aplicações e Relevância no Controle Tecnológico

    Entenda a importância da prensa para ensaio de concreto no controle tecnológico de obras. Conheça os tipos de prensas (hidráulica e servo controlada) suas aplicações e equipamentos Contenco marca Pavitest.

     

    A caracterização do concreto é um procedimento essencial para garantir a conformidade técnica e a segurança estrutural das construções. Por se tratar de um material heterogêneo, sua resistência pode variar de acordo com fatores como dosagem, cura e granulometria dos agregados.

    Nesse contexto, a prensa para ensaio de concreto desempenha papel fundamental na determinação da resistência à compressão, sendo um dos equipamentos mais utilizados nos laboratórios de controle tecnológico de materiais. A precisão dos resultados obtidos está diretamente relacionada à qualidade e calibração das prensas.

     

    Tipos de Prensa para Ensaio de Concreto

    Prensas Hidráulicas

    As prensas hidráulicas são amplamente utilizadas em laboratórios de engenharia civil pela sua robustez e confiabilidade. São projetadas para ensaios de compressão em corpos de prova cilíndricos ou prismáticos de concreto, argamassa e outros materiais de construção, dentre outras funcionalidades.

     

    Podem ser encontradas em duas versões principais:

    • Prensas Manuais: operadas por alavanca ou bomba hidráulica manual, adequadas para laboratórios de menor demanda.

    ➤ https://www.contenco.com.br/produto/prensa-hidraulica-manual-100t-digital-i-3001-c

    • Prensas Elétricas Digitais: controladas eletronicamente por válvulas automáticas, oferecendo maior repetibilidade e praticidade operacional.

    ➤ https://www.contenco.com.br/produto/prensa-hidraulica-eletrica-digital-100t-i-3025-b

    Ambos os modelos realizam medições de resistência à compressão com elevada precisão, atendendo às principais normas técnicas aplicáveis, como a ABNT NBR 5739:2018 (Ensaio de compressão de corpos de prova cilíndricos de concreto).

    Prensas Servo Controladas

    As prensas servo controladas representam a evolução tecnológica no campo dos ensaios de concreto. Equipadas com sistemas de servomotor e controle em malha fechada, possibilitam a aplicação de carga contínua, uniforme e rigorosamente controlada ao longo do tempo.

    Essa tecnologia assegura maior precisão na obtenção de parâmetros como:

    • módulo de elasticidade,
    • limite de escoamento,
    • tenacidade e deformação residual.

    Além disso, permite aquisição automática de dados, emissão de relatórios e integração com softwares laboratoriais.

    Exemplo de modelo:

    ➤ https://www.contenco.com.br/produto/prensa-hidraulica-servo-controlada-hd-100t

    Esse tipo de equipamento é ideal para laboratórios de pesquisa, universidades e centros de controle tecnológico que demandam repetibilidade metrológica e conformidade com normas internacionais (ASTM C39, EN 12390-3, entre outras).

     

    Aplicações Complementares e Dispositivos Opcionais

    Além dos ensaios de compressão axial, as prensas da linha Contenco | Pavitest permitem a execução de múltiplos ensaios em concreto e materiais correlatos, mediante o uso de dispositivos opcionais.

    Entre os principais acessórios disponíveis, destacam-se:

    • Dispositivo para compressão em blocos de concreto e pavers;
    • Dispositivo para tração na flexão (I-3015);
    • Dispositivo para compressão diametral;
    • Compressômetro Digital com LVDT (I-3036) — para ensaios de módulo de elasticidade;
    • Dispositivo para ensaio de tenacidade na flexão em concretos reforçados com fibras (I-3039).

    Essa versatilidade permite que um único equipamento realize diferentes tipos de ensaios, otimizando espaço, custo e eficiência operacional nos laboratórios.

     

    Critérios Técnicos para Seleção do Equipamento

     

    CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA SELEÇÃO DO EQUIPAMENTO.
    A escolha de uma prensa para ensaio de concreto deve considerar fatores técnicos que assegurem a confiabilidade dos resultados e a durabilidade do investimento.
    CRITÉRIO TÉCNICO. DESCRIÇÃO
    Capacidade de Carga. Escolher a faixa adequada à demanda (40 Tf; 100 Tf; 150 Tf; ou 200 Tf). 
    Sistema de Controle. Servo-Controlado para maior precisão e estabilidade de carga.
    Velocidade de Aplicação da Carga. Deve estar dentro dos limites especificados pela norma.
    Instrumentação. Sensores de pressão e deslocamento com calibração rastreável.
    Automação e Software. Integração com sistema de aquisição de dados e emissão de relatórios.
    Manutenção a Suporte Técnico. Fundamental para garantir a rastreabilidade e Repetibilidade dos ensaios.

     

    Experiência em fabricação Contenco

    A confiabilidade dos resultados obtidos nos ensaios de compressão depende diretamente da qualidade e calibração da prensa para ensaio de concreto utilizada.

    A Contenco, com 67 anos de experiência em fabricação de equipamentos para laboratório de solos, asfalto e concreto, alia tradição e inovação no desenvolvimento de prensas hidráulicas e servo controladas, assegurando conformidade técnica e desempenho superior.

    Para conhecer mais sobre nossa linha completa de equipamentos, visite a página de produtos da Contenco ou entre em contato com nosso time técnico por meio da página de contato

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  • Software Pavitest Concreto: agora etiqueta com código de barras para seus ensaios

    Software Pavitest Concreto: agora etiqueta com código de barras para seus ensaios

    Software Pavitest Concreto: mais praticidade, precisão e agora etiqueta com código de barras para seus ensaios

    A rotina dos laboratórios de ensaios em concreto está mudando rapidamente. Quem busca produtividade, rastreabilidade e conformidade com as normas encontra no Software Pavitest Concreto um aliado indispensável.

    Se você realiza ensaios de compressão axial, compressão diametral, tração na flexão ou módulo de elasticidade, sabe que tempo é dinheiro e que a precisão dos resultados é fundamental para a qualidade do controle tecnológico.

    Com o software Pavitest, todo o processo de ensaio — do cadastro de amostras à emissão de relatórios — é totalmente digitalizado. Nada de planilhas confusas ou anotações manuais. Você tem gestão sobre:

    • Cadastro de amostras e testemunhos com informações detalhadas: norma aplicada, cliente, obra, data de moldagem, tipo de capeamento, peça concretada, fck e campo extra personalizável à sua escolha;
    • Cadastro de corpos de prova, com identificação individual, dimensões, fator de correção, observações e agora emissão de código de barras!
    • Localiza dados em segundos com a pesquisa rápida.
    • Segue as recomendações das principais normas ABNT NBR relacionadas a concreto, argamassa e refratários: 5739, 7215, 7222, 8522, 9781, 10836, 11122, 12118, 12142, 13279, 15270-2. 
    • Emite laudos e gráficos padronizados, prontos para compartilhar com clientes e equipes.

     

    Novidade: código de barras para cada corpo de prova

     

    A mais recente atualização traz um recurso que eleva a rastreabilidade a outro nível.

    Após o cadastro do CP (corpo de prova), o sistema emite um código de barras exclusivo, que pode ser impresso em etiqueta comum ou adesiva. Quando o CP atinge a idade de ensaio, o operador simplesmente escaneia a etiqueta com um leitor USB — e o software abre automaticamente o cadastro, exibindo a tela de conferência.

    Com um clique, o ensaio começa. Finalizou? Escaneie o próximo CP sem sair da tela.

    Sem leitor? Basta digitar o código simplificado (5–6 caracteres) e pressionar Enter. Resultado: velocidade, padronização e zero erro humano.

     

    Precisão em tempo real

    O software faz a leitura instantânea de carga, tensão e deformação, eliminando erros de digitação e garantindo conformidade técnica. 

     

    Compatibilidade com diversos modelos de prensas

    Independente da prensa utilizada, o software se adapta. É compatível, por exemplo, com:

    • Prensa para ensaios de concreto Hidráulica, Digital, Manual 100T I-3001-C
    • Prensa para ensaios de concreto Hidráulica, Digital , Elétrica 100T I-3025-B – Wi-Fi
    • Prensa para ensaios de concreto Hidráulica, Servo Controlada , 100T HD 100 Tf – Wi-Fi

     

    Com acessórios opcionais, você executa ensaios em blocos vazados, blocos maciços, blocos intertravados (paver), cilindro diametral, módulo de elasticidade e tenacidade, ampliando o retorno do seu investimento.

     

    Por que escolher o Software Pavitest Concreto?

    • Automatização completa para ensaio – do cadastro ao relatório.
    • Conformidade com normas ABNT, garantindo credibilidade.
    • Rastreabilidade com código de barras, trazendo velocidade e confiabilidade.
    • Compatibilidade ampla, sem necessidade de trocar equipamentos.

     

    Leve seu laboratório a um novo patamar.

    Descubra como a Prensa de Concreto da Contenco, juntamente com o software podem reduzir custos, evitar retrabalho e aumentar a produtividade.

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