Tag: ensaio de solos

  • Penetrômetro para asfalto: saiba como funciona!

    Penetrômetro para asfalto: saiba como funciona!

    Um dos principais fatores utilizados hoje para a classificação dos tipos de misturas asfálticas e materiais betuminosos, tanto no Brasil quanto no resto do mundo, é a determinação do seu coeficiente de penetração – representada aqui pelo ensaio de Penetrômetro para asfalto.

    O aparelho que realiza esse tipo de procedimento é o penetrômetro. Trata-se de uma máquina presente na realidade de muitas áreas diferentes, com a finalidade simples de determinação da “dureza” dos materiais.

    Nossos objetos de abordagem neste artigo serão especificamente os ensaios de penetração em materiais betuminosos e seus respectivos equipamentos. Como veremos, tais máquinas também servem para realizar esse tipo de verificação em frutas – veremos mais adiante sobre isso!

    Além destes de que trataremos hoje, existem muitos outros temas interessantes nos artigos do nosso Blog da Contenco! Não deixe de visitar e de também aproveitar algumas recomendações:

    Teste Os Tubos De Conexões De Sua Obra Com A Prensa Para Ensaio De Achatamento!

    Verifique A Qualidade Da Argamassa Com O Ensaio De Arrancamento!

    Determinando A Densidade De Materiais Betuminosos Com O Equipamento Rice Test

    • O que é o ensaio de penetração?
    • Para que serve o ensaio de penetração?
    • Penetrômetro também é utilizado em frutas?
    • Conheça os equipamentos da Contenco/Pavitest!

    O que é o ensaio de penetração?

    Conforme já comentamos, a legislação brasileira (DNIT 155/2010-ME) define que o ensaio de penetração é a maneira correta de se classificar ligantes asfálticos quanto à sua resistência à penetração e/ou dureza.

    Um corpo de prova de ligante asfáltico (mistura betuminosa) é submetido à ação de uma agulha, que perfura o material. Poderemos observar melhor a composição desse sistema logo adiante, quando apresentarmos os equipamentos (penetrômetro) referentes a este ensaio.

    No caso, o ensaio se dá pela inserção da agulha (de 100g) no material, durante cinco segundos e a uma temperatura de 25°C. Estas são as condições padrão – porém, a norma brasileira também prevê outras condições e configurações para este ensaio, que podem ser adotadas a depender da necessidade.

    Depois de três medições individuais, tem-se a média dos valores constatados e, assim, o valor de quociente de penetração daquela amostra.

    Para que serve o ensaio de penetração?

    Apesar de sua utilização pelas autoridades dos Estados Unidos há mais de um século, a classificação dos ligantes betuminosos e asfálticos ainda é bastante popular e, conforme já pontuamos, serve de padrão para as análises no Brasil.

    Assim, uma das principais funcionalidades do ensaio de penetração (realizado pelo penetrômetro) é classificar o asfalto produzido no Brasil, em busca de padronização e fornecimento de informação confiável para a população.

    Essa classificação é chamada de CAP, sigla que é sempre acompanhada de um intervalo numérico, referente ao nível de penetração. Assim, temos CAP 30-45, 50-70, 85-100 e 150-200.

    Ensaios de penetração possuem benefícios claros quanto à sua facilidade, agilidade e baixo custo de realização. Porém, peca por não medir algumas propriedades fundamentais para fins de engenharia.

    Penetrômetro também é utilizado em frutas?

    Asfalto e materiais afins parecem muito distantes de frutas, mas a resposta à pergunta é: sim. É possível utilizar penetrômetro em frutas, e inclusive esta é uma das funcionalidades nativas de alguns modelos de máquinas produzidas pela Contenco/Pavitest.

    Culturas de frutas em larga escala podem se beneficiar muito de aparelhos como o penetrômetro, uma vez que a consistência é fator muito importante para que o produtor possa medir a qualidade de suas lavouras.

    Conheça os equipamentos da Contenco/Pavitest!

    A Contenco/Pavitest produz diversos modelos de penetrômetros, cada qual com atributos específicos para determinadas demandas. Todos são feitos a partir de tecnologia e matéria-prima 100% nacionais, o que contribui muito para o desenvolvimento do nosso mercado e de nossa indústria.

    Vamos conhecer quais são os penetrômetros?

    PENETRÔMETRO UNIVERSAL I-2050

    PENETRÔMETRO UNIVERSAL I-2050

    PENETRÔMETRO UNIVERSAL SEMI AUTOMÁTICO I-2050-I

    PENETRÔMETRO UNIVERSAL SEMI AUTOMÁTICO I-2050-I

    PENETRÔMETRO UNIVERSAL DE AJUSTE FINO I-2050-E

    PENETRÔMETRO UNIVERSAL DE AJUSTE FINO I-2050-E

    PENETRÔMETRO UNIVERSAL SEMI-AUTOMÁTICO, COM AJUSTE FINO I-2050-J

    PENETRÔMETRO UNIVERSAL SEMI-AUTOMÁTICO, COM AJUSTE FINO I-2050-J

    PENETRÔMETRO UNIVERSAL AUTOMÁTICO DIGITAL I-2050-H

    PENETRÔMETRO UNIVERSAL AUTOMÁTICO DIGITAL I-2050-H

    Todo esse montante de informação pode ser útil também para outras pessoas que você conhece – por isso, pedimos que compartilhe este artigo em suas redes sociais!

    Siga a CONTENCO nas redes sociais: instagram facebook, linkedIn

  • Ductibilidade em asfalto: o que é e como medir?

    Ductibilidade em asfalto: o que é e como medir?

    Quando falamos de asfalto, logo pensamos em sua principal utilização, que é em estradas de rodagem e estruturas afins. Logo, vinculamos o emprego do asfalto à exposição de forças imensas e que fatalmente alteram o estado do material. Por isso, é preciso entender a sua ductilidade.

    Mas, afinal, o que significa esse termo? E por que é tão importante compreendê-lo e considerar sua aplicação em todas as instâncias da obra que envolvem esses materiais?

    Temos informações relevantes a desenvolver neste artigo, que serão de suma importância no planejamento de qualquer obra que envolva utilização de asfalto e materiais similares – tanto em termos de segurança quanto no quesito economia de insumos e mão de obra.

    Antes, vamos conferir alguns outros links que podem ser relevantes para você? Todos foram retirados do Blog da Contenco, um canal de informações valioso para você que gosta de saber cada vez mais!

    O Que É e Como Medir Com Precisão E Segurança Em Concreto Endurecido?

    Extratora De Corpos De Prova: Qualidade Em Qualquer Lugar Que Você Precisar!

    Cortar É Preciso! Conheça A Serra Circular Para Rochas E Asfalto

    • Ductilidade: o que significa?
    • Como é o ensaio de ductilidade?
    • Conheça o Ductilômetro da Contenco!

    Ductilidade: o que significa?

    Conforme falamos, existem demandas na construção civil e na indústria em geral que possuam certas propriedades – dentre estas, de forma geral, está a capacidade do material de se transformar em algo sem que haja perda.

    Um dos principais aspectos dessa capacidade é a ductilidade, ou seja, a capacidade do material de sofrer deformação sem que se rompa. Este parâmetro mede essa variação até o momento exatamente anterior ao rompimento, que é quando o material perde a sua serventia.

    Materiais “dúcteis” são bastante apreciados na indústria em geral, principalmente nos casos em que dada matéria-prima precisa ser trabalhada até que atinja uma forma desejada. Um exemplo é a fabricação de fios e chapas de metal.

    Materiais betuminosos e asfálticos não possuem ductibilidade comparável à da maioria dos metais, mas apresentam potencial de deformação e elasticidade que precisa ser compreendido para que possam ser utilizados na construção civil de maneira segura e econômica.

    Como é o ensaio de ductilidade?

    A importância de se obter dados de ductibilidade de materiais asfálticos gerou a demanda por um ensaio específico – o ensaio de ductibilidade, realizado por um aparelho chamado ductilômetro. Trata-se, felizmente, de um procedimento simples e que traz ganhos substanciais para o planejamento da obra.

    A amostra do material é colocada dentro de um recipiente de testes e, em seguida, posicionada no ductilômetro. O aparelho, então, aplica uma força de tração cuja velocidade pode variar, dentro do patamar de centímetros por minuto.

    A força é mantida até que a amostra se rompa, que é quando se encerra a medição, com o índice de ductilidade devidamente registrado.

    Outras medições que também podem ser feitas durante um ensaio de ductilidade são aquelas que determinam os coeficientes de recuperação elástica dos materiais. Neste caso, a amostra também é submetida a uma força de tração, mas que é subitamente interrompida. Após uma hora, mede-se o quanto a amostra recuperou do seu tamanho original.

    Conheça o Ductilômetro da Contenco!

    O grande protagonista de tudo o que falamos até aqui neste artigo é o equipamento responsável pelos ensaios de ductilidade: trata-se do Ductilômetro Com Sistema de Aquecimento/Resfriamento e Agitação, da Contenco/Pavitest!

    O Ductilômetro é uma máquina robusta e resistente, fabricada em aço inoxidável e outros materiais de primeira qualidade – aliás, todo o projeto e a matéria-prima utilizados na produção do equipamento têm origem 100% nacional.

    Além disso, possui um moto-redutor eletronicamente controlado, que possibilita versatilidade na escola das velocidades de tração, que podem variar de 1 a 5 cm/min. Estável, tem estrutura construída de modo a não produzir vibrações que poderiam prejudicar a leitura dos ensaios realizados.

    Tão importante quanto aprender sobre a ductilidade e como funcionam esses tipos de ensaios é compartilhar esse conhecimento! Por isso, não hesite – envie o link deste artigo para aquele contato que também possa se interessar por este conhecimento!

  • Como é a determinação da densidade relativa com a mesa vibratória?

    Como é a determinação da densidade relativa com a mesa vibratória?

    Ensaio de solos é um assunto do qual já falamos bastante aqui no Blog da Contenco, mas sempre temos algo a apresentar – seja novo, diferente ou alternativo. É o caso do ensaio de solos para determinação da densidade relativa, por meio de uma mesa vibratória.

    Trata-se de mais uma opção dentro do rol de ensaios e testes laboratoriais que podem ser realizados com amostras de solos e que são amplamente cobertos pelo portfólio de máquinas e equipamentos da marca Contenco/Pavitest.

    Já quer conhecer mais sobre o assunto? Depois de ler este artigo, que tal conferir alguns links para outros textos que também poderão ser bastante úteis? Abra em uma outra aba e leia-os assim que puder!

    Ensaio De Dormentes: O Que É E Como É Realizado?

    Conheça Toda A Versatilidade Da Máquina Universal Mecânica!

    Testes De Impacto Com A TARI (Torre Para Avaliação De Resistência A Impactos)

    • O que é a densidade relativa em solos?
    • Como é o ensaio com a mesa vibratória?
    • Conheça o Aparelho Para Determinação Da Densidade Relativa I-1058-D

    O que é a densidade relativa em solos?

    Densidade real ou relativa do solo é a relação entre o peso específico das partículas sólidas que compõem um determinado volume de solo e o peso de um elemento referência – no caso, esse elemento é a água, considerando o mesmo volume da amostra de solo.

    Possuir dados da densidade relativa de um determinado solo é importante porque desta informação depreendem-se muitas outras, essenciais para a caracterização do solo, necessária para que se possa fazer qualquer tipo de intervenção, como obras, escavações e perfurações.

    Solos muito densos – ou compactados – tendem a responder de formas diferentes a cargas de força e peso quando em comparação com solos com densidade menor.

    Como já vimos, existe uma série de tipos diferentes de ensaios de solos, que extraem uma quantidade também diversa de dados. Porém, em algumas situações, dados específicos requerem testes variados – é o caso da densidade relativa, que pode ser muito mais bem registrada por meio de uma mesa vibratória.

    Como é o ensaio com a mesa vibratória?

    Ensaios para determinação da densidade relativa de solos podem ser feitos utilizando-se um equipamento chamado mesa vibratória – que consiste, em essência, em uma plataforma que vibra.

    Claro que não é apenas isso: um sensor com altíssima sensibilidade detecta os padrões e a amplitude de vibração das partículas sólidas que compõem o solo, que passam por cálculo e resultam em informações referentes à densidade relativa da amostra de solo.

    Este tipo de ensaio é aplicado em solos não coesivos e de livre drenagem dos quais não foi possível extrair dados da densidade por meio dos métodos mais comuns de ensaios de solos.

    Conheça o Aparelho Para Determinação Da Densidade Relativa I-1058-D

    A Contenco/Pavitest tem em seu catálogo um equipamento especialmente desenvolvido para ensaios com o objetivo de determinar a densidade relativa de amostras de solo: o Aparelho Para Determinação Da Densidade Relativa I-1058-D.

    Desenvolvido e produzido por meio de projeto e matéria-prima totalmente nacionais, o aparelho – ou mesa – conta com plataforma magnética vibratória e sensores especiais que detectam a amplitude de vibração das partículas, com ajustes finos entre 0,15mm e 0,33mm.

    Além disso, o equipamento conta com os seguintes acessórios: moldes para a produção de corpos de prova (amostras) de solos, sobre carga e parquímetro digital.

    Se este artigo foi útil para você, não deixe de compartilhar com seus contatos nas redes sociais e nos principais aplicativos! Com certeza tem alguém que poderá também se beneficiar dessas informações.

  • Método Medina para Ensaios de solos: você conhece?

    Método Medina para Ensaios de solos: você conhece?

    Segurança, durabilidade e eficiência são atributos que sempre levantamos em nossos artigos sobre obras de pavimentação e manejo de solos. Tudo isso pode ser alcançado por meio do Método Medina!

    Já abordamos o Medina antes, em um artigo em que falávamos sobre esse método com viés em testes de asfaltos. Desta vez, faremos uma panorâmica mais abrangente e iremos pelo caminho dos Ensaios Triaxiais Dinâmicos de Solos.

    São muitos os termos técnicos e assuntos que já falamos no Blog da Contenco. Para que você possa ter contato com uma parte desse nosso conhecimento acumulado, separamos para você alguns links. Aproveite bem!

    Óleo E Gás – Tenha Parâmetros Precisos De Perfuração Com A Célula De Cortador Única – CCU

    Óleo E Gás: Você Conhece O Ensaio De Fluência (Creep)?

    Óleo E Gás: Tudo Sobre O Ensaio De Expansão Ou Inchamento

    • O que é o Método Medina?
    • Método Medina em ensaios de solos
    • Principais benefícios para a obra
    • A Máquina Triaxial Dinâmica De Solos

    O que é o Método Medina?

    Como já abordamos os conceitos fundamentais do Método Medina aqui, vamos aqui fazer apenas alguns resgates importantes para que possamos entender a proposta do artigo.

    O nome Medina vem de todo de Dimensionamento Nacional de solos e pavimentos, e que também é uma homenagem ao professor Jacques de Medina, precursor dos estudos de mecânica de pavimentos no Brasil.

    O método foi criado e implantado em 2014 pelo Instituto de Pesquisas Rodoviárias (IPR), que é parte do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), e pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O objetivo foi substituir os métodos tradicionais de dimensionamento por procedimentos mais modernos e focados em durabilidade e segurança.

    Em outras palavras, o Medina lança parâmetros de ensaio com foco em analisar as forças incidentes nas diferentes camadas de solo/pavimento, de forma dinâmica – ou seja, com variação de intensidade dessas forças e de tempo de aplicação.

    O Medina foi colocado em prática para confrontar o já bem utilizado método CBR, que possui parâmetros de análise mais limitados.

    Método Medina em ensaios de solos

    Já pudemos perceber que uma das principais aplicações do Medina é em projetos de pavimentos, especialmente estradas de rodagem. Mas será que podemos utilizá-lo em simples ensaios de solos?

    A resposta é: com certeza! O motivo é que suas prerrogativas de análise, que têm como base a abordagem completa e dinâmica do sistema de camadas, contribuem muito para que se tenha os melhores resultados em análises de solo.

    Tais ensaios são geralmente realizados empregando-se uma máquina triaxial dinâmica, que possui todos os requisitos necessários para esse tipo de teste – falaremos mais sobre esse equipamento mais adiante!

    Principais benefícios para a obra

    Em teoria, já nos parece que a aplicação de ensaios triaxiais dinâmicos em solos com o Medina pode prover ganhos significativos em termos de qualidade, segurança e confiabilidade. Mas como isso ocorre na prática?

    Em uma obra qualquer, e não apenas naquelas de pavimento e estradas, entender como funciona a dinâmica de solos na realidade – e atuar com base nela – é fundamental para que o empreendimento seja entregue com economia e que dure por muitos anos.

    Essa “realidade” da dinâmica de solos é nada mais do que todas as forças, movimentos e pressões que as camadas de solos sofrem ao longo do tempo e que variam em intensidade. Ou seja: um ensaio triaxial dinâmico, feito a partir dos parâmetros do Medina, podem dar a exata dimensão desse contexto e permitir um projeto sem falhas.

    Outro benefício incontestável é a economia, uma vez que, ao saber com que tipo de mecânica de solos estão lidando, os gestores de uma obra conseguem esquadrinhar o orçamento de maneira muito mais eficiente em termos de material, mão de obra e até mesmo intervenções.

    A Máquina Triaxial Dinâmica De Solos

    Desenvolvida e fabricada pela Contenco/Pavitest, a Máquina Triaxial Dinâmica de Solos da Contenco I-1078-A, possui todos os requisitos para a realização de ensaios triaxiais dinâmicos de solo, incluindo software de controle e de emissão de relatórios.

    É um Equipamento triaxial dinâmico com carga repetida, servo controlado, que permite a determinação dos módulos de resiliência e deformação permanente em Solos

    Esperamos que todas estas informações tenham sido de alguma forma úteis para você e seus projetos. Entre em contato conosco caso precise de mais informações ou queira conhecer nossos produtos!

  • Você sabe quais são os benefícios do ensaio triaxial dinâmico de solos para a sua obra?

    Você sabe quais são os benefícios do ensaio triaxial dinâmico de solos para a sua obra?

    O que um empreendimento de engenharia civil ou afins ganha com uma Máquina Triaxial Dinâmica de Solos? Certamente em segurança, qualidade nos ensaios e muita economia. Mas como isso pode acontecer?

    É o que vamos procurar desvendar neste artigo, destacando também a importância de se realizar ensaios laboratoriais sempre com equipamentos certificados e pessoal qualificado.

    Se você também se interessar por outros tipos de ensaios, como o triaxial dinâmico para asfalto, por exemplo, pode acessar os links que separamos abaixo! Abra-os em outras abas e leia depois!

    Ensaio Triaxial Dinâmico Em Asfalto: O Que É E Qual A Importância?

    Testes De Solos: As Diferenças Entre Ensaio Triaxial Estático E De Cisalhamento

    Por Que É Importante Ter Na Obra Uma Máquina De Ensaio Triaxial Estático?

    • Por que máquina “triaxial dinâmica” de solos?
    • Quais os benefícios do ensaio triaxial dinâmico para a obra?
    • Conheça a Máquina Triaxial Dinâmica de Solos da Contenco!

    Por que máquina “triaxial dinâmica” de solos?

    As terminologias que são utilizadas nesse meio nem sempre são totalmente intuitivas, mas bastam pequenas pistas para que possamos entender, de fato, quais são suas características a partir dos seus nomes e conceitos.

    O “triaxial” ocorre porque a máquina possui uma prensa que aplica cargas de força nas amostras de solo (ou qualquer outro material em que se aplique o teste) em três eixos diferentes, procurando assim simular as tensões e pressões que existem em condições naturais.

    E o “dinâmico”? Serve para determinar que as forças aplicadas não são estáticas (como nas máquinas triaxiais estáticas, por exemplo), mas sim em cargas repetidas, com certa frequência e intensidade. Essa funcionalidade também existe para simular as condições naturais.

    Quais os benefícios do ensaio triaxial dinâmico para a obra?

    Conforme abordamos no item anterior, o ensaio triaxial dinâmico tem como um de seus principais objetivos emular situações em que o solo do qual a amostra é parte enfrentará durante a obra e ao longo do tempo, após finalizada.

    Entrando em mais detalhes, o ensaio mede o que chamamos de módulo de resistência do solo, que é um índice que traduz o potencial de deformação mecânica de determinada amostra de material (no caso, solo) quando submetida a forças constantes e repetidas.

    De prima, emerge um dos principais benefícios desses tipos de ensaio, que é a segurança. Saber o quanto um solo “resiste” às forças naturais é essencial para que a engenharia faça as intervenções necessárias no projeto e nos processos construtivos para que a obra se desenvolva estável e dure muitas décadas.

    Outro benefício bastante almejado é a economia, em todos os âmbitos da obra – coisa que um bom ensaio triaxial dinâmico certamente assegura. Com dados corretos sobre a resistência dos materiais, é possível desenhar processos e adquirir materiais de forma muito mais eficiente.

    Conheça a Máquina Triaxial Dinâmica de Solos da Contenco!

    A Máquina Triaxial Dinâmica de Solos da Contenco, modelo I-1078-A, possui todas as funcionalidades que já descrevemos até aqui – prensa que aplica cargas repetidas e constantes em sentido triaxial, determinando o módulo de resiliência e deformação permanente do solo. A repetição da aplicação das cargas obedece a uma frequência, que é a de 1 Hz: carga durante 0,1 segundo e repouso durante 0,9 segundos.

    ensaio triaxial dinâmico de solos

    Os dados produzidos pelos ensaios são coletados e registrados por meio de sensores que medem os deslocamentos e alterações provocados pelas cargas, com alto grau de precisão.

    Todo o controle do processo (comando, controle, monitoramento e emissão de relatórios, entre outros) do ensaio pode ser feito por meio de software incluso com o equipamento, desenvolvido em VB (Visual Basic) e que grava os dados em um banco de dados Access.

    Lembrando sempre que as máquinas da Contenco (marca Pavitest) são desenvolvidas e produzidas com tecnologia e material 100% nacional!

    Compartilhe este artigo com seus contatos e com quem você julgue que também vai fazer bom uso dessas informações todas! Ah, e aproveite para colocar o Blog da Contenco em seus favoritos!

  • Testes de solos: as diferenças entre ensaio triaxial estático e de cisalhamento

    Testes de solos: as diferenças entre ensaio triaxial estático e de cisalhamento

    Temos conversado bastante aqui no Blog da Contenco sobre ensaios de solo, e deste assunto emergem dois termos comuns, mas que podem gerar confusão. Afinal, você sabe qual é a diferença entre ensaio triaxial estático e de cisalhamento?

    Essa dúvida surge principalmente porque ambas são abordagens procedimentais muito parecidas no âmbito dos resultados obtidos com cada uma delas, bem como em seus objetivos.

    Apesar disso, a principal diferença é que o ensaio triaxial estático apresenta, de forma geral, condições de análise mais completas do que o de cisalhamento – que, por sua vez, é mais limitado.

    Neste artigo, vamos entender todas essas diferenças, bem como listar as vantagens do ensaio triaxial estático, ponto a ponto, feito pela Máquina de Ensaio Triaxial da Contenco/Pavitest, de tecnologia 100% nacional.

    Como o leitor já está acostumado, nosso blog tem como um de seus principais objetivos trazer informações técnicas de qualidade de forma acessível. Por isso, como não poderia deixar de ser, recomendamos abaixo alguns artigos que vão ajudar você a entender melhor sobre esses assuntos!

    Por Que É Importante Ter Na Obra Uma Máquina De Ensaio Triaxial Estático?

    O Que São Ensaios De Abrasão E Quais Equipamentos São Utilizados?

    Descubra Como É Feito O Ensaio De Dilatação Térmica Linear Em Rocha

    Também como é de praxe, elencamos a seguir os principais tópicos deste artigo, para que você possa se orientar e organizar sua leitura:

    • Ensaio triaxial estático e de cisalhamento: parecidos, mas diferentes
    • Máquina de Ensaio Triaxial: ensaio muito mais completo
    • Máquina de Ensaio Triaxial I-1077 AH: Lançamento!

    Ensaio triaxial estático e de cisalhamento: parecidos, mas diferentes

    Conforme vimos, os ensaios triaxial estático e de cisalhamento convergem em semelhanças como parâmetros resultantes e objetivos gerais pelos quais se realizam ensaios de solos desse tipo.

    Embora os nomes insinuem divergências do tipo, ambos ensaios de solos buscam medir a resistência ao cisalhamento dos solos. Em tempo, definimos cisalhamento como a deformação de uma amostra quando diante de forças atuantes em diferentes planos e direções.

    Em função disso, tanto um ensaio como o outro resultam em índices de mesma natureza, que são o ângulo de atrito e coesão do solo. Porém, as semelhanças terminam aí, quando começam as divergências de metodologia e condução dos ensaios.

    Máquina de Ensaio Triaxial: ensaio muito mais completo

    Em linhas gerais, o ensaio triaxial estático, conduzido em ambiente laboratorial pela Máquina Triaxial Estática I-1077 da Contenco, confere aos testes melhor potencial de simulação do “campo”, garantindo dados muito próximos da realidade.

    Máquina Triaxial Padrão – I-1077
    Máquina Triaxial Padrão – I-1077
    Cisalhamento Digital Eletrônico Servo Controlado
    Cisalhamento Digital Eletrônico Servo Controlado

    Vamos entender, a seguir, em quais aspectos o ensaio triaxial estático se mostra superior ao de cisalhamento.

    • Em termos de drenagem, o ensaio triaxial estático permite simular e avaliar os parâmetros tanto em condição drenada quanto não-drenada. Enquanto isso, ensaios de cisalhamento fazem apenas ensaios drenados.
    • Ensaios triaxiais estáticos permitem controle e medição da poro pressão, o que não pode ser feito em ensaios de cisalhamento.
    • O processo de saturação do corpo de prova é realizado em ambos os tipos de ensaios, sendo mais completo e efetivo no triaxial estático por conta da percolação e à saturação por contrapressão.
    • Por fim, o ensaio triaxial estático permite a ruptura do corpo de prova em seu ponto mais fraco, enquanto que no de cisalhamento esse aspecto é imposto ao plano horizontal.

    Máquina de Ensaio Triaxial I-1077 AH – Lançamento!

    Depois de listar todas as vantagens que o ensaio feito pela Máquina Triaxial da Contenco tem sobre os procedimentos mais comuns de cisalhamento, vamos a um bônus incrível – um lançamento da Contenco que repercute em muito mais agilidade e eficiência em testes para obras de engenharia civil.

    Trata-se do novo modelo Equipamento Triaxial I-1077-AH , que possui como principal nova funcionalidade a execução de dois ensaios de solos ao mesmo tempo, utilizando 04 medidores de pressão digital, sendo 02 deles sob pressão.

    O sistema de aplicação de pressões, com capacidade de até 10,00 Kgf/cm², é realizado através de unidade geradora de pressão, controlado e estabilizado por válvulas reguladoras e possui células de interfaceamento para evitar o contato do ar com a água.

    As medidas de pressões são realizadas através de transdutores de pressão.

    Possui sistema computadorizado para cadastramento de amostras e corpos de prova, aquisição e armazenamento de dados, traçado de gráficos e emissão de relatórios.

    A prensa e o painel se comunicam com o software através de rede “WiFi”.

    Conheça: https://back.contenco.com.br/produto/equipamento-triaxial-estatico-para-dois-ensaios-simultaneos-em-solos-com-medidor-de-volume/

    I-1077-AH – Equipamento Triaxial Estático para Dois Ensaios Simultâneos
    I-1077-AH – Equipamento Triaxial Estático para Dois Ensaios Simultâneos

    Essa nova função se traduz em procedimentos laboratoriais mais rápidos no caso da necessidade de ensaios em diferentes solos – e, claro, na obtenção de dados importantes também bastante agilizada.

    Outro ponto diferencial do modelo I-1077-AH da máquina triaxial é a comunicação da prensa e do painel com o software de controle, que é feita 100% via conexão Wi-Fi.

    Todas essas informações e novidades foram úteis para você? Se sim, não deixe de compartilhar este artigo em suas redes sociais e, claro, de conferir sempre as postagens em nosso blog!

  • Por que é importante ter na obra uma Máquina de Ensaio Triaxial Estático?

    Por que é importante ter na obra uma Máquina de Ensaio Triaxial Estático?

    Assim como o emprego de uma ferramenta de qualidade resulta em um produto adequado (e por que não melhor?), a utilização de uma Máquina de Ensaio Triaxial Estático nos laboratórios de testes para obras é um ótimo indicativo de saúde e segurança tanto no canteiro quanto na edificação finalizada.

    Neste artigo, partiremos logo para a informação e o conhecimento mais puro sobre esses assuntos. Ou seja: falaremos aqui sobre o conceito e os procedimentos de um ensaio triaxial estático, além do papel da máquina triaxial da Contenco nesse tipo de teste.

    Como é de praxe, selecionamos alguns artigos bastante relevantes e que você certamente considerar úteis. Seguem abaixo:

    O Que São Ensaios De Abrasão E Quais Equipamentos São Utilizados?

    Descubra Como É Feito O Ensaio De Dilatação Térmica Linear Em Rocha

    Saiba Detalhes Sobre Ensaios Marshall (Ou Ensaios De Asfaltos) E As Máquinas Que São Utilizadas!

    • Conheça a Máquina de Ensaio Triaxial
    • Como é realizado o Ensaio Triaxial?
    • Por que é importante ter uma boa Máquina de Ensaio Triaxial?

    Conheça a Máquina de Ensaio Triaxial Estático

    A Máquina de Ensaio Triaxial Estático – ou apenas máquina triaxial – é um equipamento utilizado em testes laboratoriais para obter dados sobre amostras de solo, com vistas a garantir estabilidade, durabilidade e segurança a obras de engenharia civil.

    máquina de ensaio triaxial estático

    No caso da máquina fabricada e fornecida pela Contenco/Pavitest, a Triaxial Estática I-1077,  é importante salientar que é um equipamento 100% nacional, e que os laboratoristas têm à disposição funcionalidades que cobrem diversas modalidades de ensaios triaxiais, desde ensaios lentos a rápidos, e drenados e não drenados.

    Além da Máquina de Ensaio Triaxial Estático I-1077, a Contenco desenvolveu outros modelos de Triaxiais Estáticos, visando atender as mais diversas demandas e exigências do mercado:

    triaxial estático com duas linhas de pressão
    Máquina para Ensaio Triaxial Estático  I-1077-E – com 2 Linhas de Pressão, desenvolvido para fins didáticos
    máquina de ensaio triaxial estático
    Máquina para Ensaio Triaxial Estático I-1077-HA/HB com 02 ou 04 Pressurizadores

    Nova tecnologia desenvolvida pela Contenco, onde todos os ensaios são realizados sem o uso de ar comprimido, através de controladores servo hidráulicos.

    Equipamento Triaxial Estático I-1077-HC/HE – com 02 ou 04 Pressurizadores e Células de Carga Submersíveis

    Além da nova tecnologia desenvolvida pela Contenco, onde todos os ensaios são realizados sem o uso de ar comprimido, através de controladores servo hidráulicos, este equipamento foi desenvolvido para ser utilizado com células de carga submersíveis, que se traduz em maior flexibilidade de utilização pelo usuário final.

    Em termos gerais, a máquina triaxial possui um sistema de pistão e prensas que aplicam carga de força em um determinado objeto (amostra ou corpo de prova – no caso, amostra de solo), até que se rompa.

    Durante esse processo, os sensores da máquina registram dados e os convertem em informações que caracterizarão aquela amostra de solo, de acordo com diversos tipos de parâmetros, a depender do ensaio e do objetivo deste.

    Veremos mais sobre esses e outros detalhes sobre ensaios triaxiais em geral no próximo tópico – mas, antes, que tal conferirmos a máquina de ensaio triaxial da Contenco em ação? Veja o vídeo abaixo.

    Como é realizado o Ensaio Triaxial?

    O ensaio triaxial – ou teste de solos, como também é conhecido – é um procedimento laboratorial realizado por uma máquina de ensaio triaxial, que tem por objetivo obter dados sobre a resistência ao cisalhamento de uma amostra de solo ou de rocha. (Ângulo de atrito e coesão)

    Em essência, o ensaio triaxial consiste em:

    1 – Preparação do corpo de prova, que consiste em uma amostra do solo a ser testado acomodado em uma forma cilíndrica;

    2 – O corpo de prova, já confeccionado, é depois envolto em uma membrana de látex e posicionado dentro da célula de compressão da máquina triaxial, submerso em água;

    3 – Uma vez posicionado corretamente, o corpo de prova é submetido a forças axiais progressivas, controladas de forma manual ou eletrônica, a depender da máquina (a Triaxial Estática I-1077, da Contenco, é eletrônica);

    4 – A carga é aplicada até que o corpo de prova se rompa. A máquina, por meio de software, terá então registrado uma série de dados que serão convertidos em relatórios contendo informações sobre a resistência ao cisalhamento da amostra, dentre outras.

    Por que é importante ter uma boa Máquina de Ensaio Triaxial de solos?

    A resposta para essa pergunta elucidará o questionamento que fizemos no título. Em suma, uma Máquina de Ensaio Triaxial robusta, confiável e versátil é fundamental para a construção civil.

    Isso acontece porque, em obras, é necessário fazer diversos cálculos complexos, no intuito de garantir a segurança, a durabilidade e a utilização eficiente de recursos materiais e financeiros. Nessa categoria entram cálculos de fundação, de barragens, pavimentos e mineração.

    Um componente vital para esses cálculos é o conjunto de informações que caracterizam o solo do local onde a obra será executada.

    É nesse ponto que entra a máquina triaxial, cuja própria natureza de projeto e desenvolvimento permitem simular com alta fidelidade as condições reais do solo “in loco” e as forças às quais o elemento é submetido de forma natural.

    Por isso, se uma edificação hoje é considerada segura, estável e duradoura, é porque em sua fase de obras foram realizados testes confiáveis por meio de uma máquina triaxial – provavelmente uma máquina Contenco/Pavitest!

    Concluindo

    Para ter sempre informações como as deste artigo, bem como as principais notícias sobre os produtos da Contenco, acesse o Blog da Contenco e adicione aos seus favoritos!

    E se você gostou deste artigo específico, não deixe de compartilhar com seus contatos!

  • Conheça o ensaio de solos CBR – California Bearing Ratio e os equipamentos utilizados

    Conheça o ensaio de solos CBR – California Bearing Ratio e os equipamentos utilizados

    O ensaio de solos CBR – California Bearing Ratio, também conhecido como ISC (Índice de Suporte Califórnia), é um tipo de teste laboratorial fundamental e específico para a construção de vias pavimentadas.

    Sua importância vai muito além daquela que existe por ser um ensaio de solos bastante preciso e gerador de dados essenciais para qualquer obra. Na verdade, sua atuação especial em obras de pavimentação confere um aspecto estratégico a esse teste.

    A construção de vias pavimentadas, traduzida em estradas e obras viárias de todos os tipos, é vital para o desenvolvimento de qualquer nação. É nesse fator que reside a importância de ensaios de solos ISC, pois garantem a qualidade e a durabilidade dessas empreitadas.

    ensaio de solos

    Neste artigo, vamos entender os conceitos, importância e principalmente listar quais são os equipamentos utilizados nesses ensaios. Você poderá acompanhar por meio dos seguintes tópicos:

    • O que é ensaio de solos ISC – Índice de Suporte Califórnia?
    • Porque é importante fazer ensaios ISC/CBR?
    • Quais os principais equipamentos utilizados em ensaios CBR?
    • Acessórios para ensaios CBR com as Prensas

    Além disso, temos alguns outros conteúdos que recomendamos muito – confira abaixo os links:

    Conheça Os Principais Equipamentos Para Laboratórios De Concreto

    Ensaios De Rochas Com Um Moinho De Disco: Saiba Tudo!

    Prensa Para Ensaios De Concreto: Você Sabe O Que É?

    O que é ensaio de solos ISC – Índice de Suporte Califórnia?

    Ensaios de solos ISC ou CBR, conforme já pontuamos, são utilizados principalmente na construção de vias pavimentadas. Sua principal função é prover dados e informações sobre o potencial de ruptura e deformação plástica dos solos em que se pretende construir a via.

    Este fato nos leva também à origem do nome original – “California Bearing Ratio”. Foi neste estado norte-americano que, detectado o problema de solos das rodovias estaduais, criou-se o teste que acabou disseminado pelo mundo. Chegou ao Brasil em 1966, com as adaptações necessárias à nossa realidade.

    O “índice” a que se referem o nome e a sigla agrega os valores das resistências de dois materiais, preparados em cilindro padronizado:

    • Uma amostra compactada do solo a ser testado;
    • Uma amostra de controle, composta de pedra britada.

    A resistência testada é a de penetração dos corpos de prova, a partir da qual é possível obter valores de relação entre uma grandeza e outra e, por consequência, saber qual os valores de ISC/CBR da amostra de solo analisada.

    Porque é importante fazer ensaios de solos ISC/CBR?

    Além da importância estratégica da construção de estradas sobre a qual falamos no início do artigo, ensaios de solos para ISC/CBR atuam com protagonismo em outro fator preponderante em qualquer obra: a segurança.

    Para entendermos, basta pensarmos sobre quantos veículos e quantas vidas percorrem as rodovias em nosso país, durante décadas, que necessitam de segurança estrutural nas vias.

    Além disso, devemos considerar que os ensaios de solo deste tipo são muito utilizados também na construção de pistas de aeroportos, o que reforça ainda mais o seu papel enquanto procedimento garantidor de segurança.

    Quais os principais equipamentos utilizados em ensaios CBR?

    Os equipamentos que são amplamente utilizados em ensaios de CBR se enquadram na categoria das prensas: máquinas que aplicam a força necessária para penetrar e romper as amostras.

    Exemplos de equipamentos do tipo fabricados pela Contenco são a Prensa CBR Manual I-1006 e a Prensa CBR Elétrica I-1006-A. Ambas atuam com eficiência em ensaios de solos CBR, para penetração das amostras, e a última funciona com motor elétrico, que garante pressão uniforme, sem esforço humano.

    ensaio de solos - prensa cbr
    Prensa CBR Manual I-1006
    ensaio de solos - prensa elétrica cbr
    Prensa CBR Elétrica I-1006-A

    As Prensas CBR modelos I-1006 e I-1006-A trabalham em conformidade com as normas NBR NM-ISO 7500-1; NBR 9895; e DNER-ME 049.

    Em paralelo, a Contenco fabrica também uma máquina ainda mais completa: é a Prensa CBR Marshall Para Ensaios de Compressão Simples e Outros I-1006-FA. Esta prensa possui característica multifuncional – ou seja, pode ser utilizada em ensaios CBR, Marshall, de Compressão e outros, através da aquisição de dispositivos opcionais.

    prensa cbr marshall
    Prensa CBR Marshall Microprocessada I-1006-FA

    Um diferencial importante da I-1006-FA é que a máquina é eletrônica – ou seja, ela é controlada por meio de software específico, onde é possível cadastrar amostras, acompanhar o ensaio em tempo real e emitir relatórios padronizados. Este equipamento trabalha em conformidade com as normas NBR NM-ISO 7500-1; NBR 9895, 12770, 12891; DNER-ME 049, 043.

    Links fáceis para as Prensas CBR da Contenco:

    Prensa CBR Manual I-1006

    Prensa CBR Elétrica I-1006-A

    Prensa CBR Marshall Para Ensaios de Compressão Simples e Outros I-1006-FA

    Acessórios para ensaio de solos CBR com as Prensas

    Ensaios laboratoriais são procedimentos complexos, que muitas vezes exigem complementos aos testes e às máquinas. Pensando nisso, listamos abaixo os principais acessórios que operam junto com as Prensas CBR, com o intuito de agregar funções, melhorar performance, dentre outros.

    ensaio de solos Tripé Porta Extensômetro para CBR/ISC
    Tripé Porta Extensômetro para CBR/ISC I-1007
    Prato Perfurado com haste ajustável em latão para CBR/ISC
    Prato Perfurado com haste ajustável em latão para CBR/ISC I-1008
    CBR - Par de Peso em Forma (sobre carga) de "U"
    CBR – Par de Peso em Forma (sobre carga) de “U”, 10 Lb I-1009
    CBR - Par de Peso Bipartido
    CBR – Par de Peso Bipartido (sobre carga) 10Lb I-1009-A
    CBR - Disco Espaçador
    CBR – Disco Espaçador I-1010-A
    CBR, Régua biselada de 35cm
    CBR Régua biselada de 35cm I-1011
    ensaio de solos Extrator de Amostras Hidráulico (Próctor/Marshall/CBR
    Extrator de Amostras Hidráulico (Próctor/Marshall/CBR) I-1012-A
    Soquete Próctor Normal 2,5 Kg
    Soquete Próctor Normal 2,5 Kg I-1013
    CBR - Soquete Manual 4,536 Kgf
    CBR – Soquete Manual 4,536 Kgf I-1013-A
    ensaio de solos Cilindro Próctor Normal
    Cilindro Próctor Normal I-1004
    ensaio de solos
    CBR – Cilindro para Ensaio Próctor Modificado ISC I-1005
    ensaio de solos C4015_Extensometro
    Extensômetro Analógico 10mm – 0,01mm C-4015

    Anterior
    Próximo

    Agora que sabemos tudo sobre ensaios CBR e as principais Prensas utilizadas, bem como seus acessórios, que tal compartilhar o artigo com alguém que também possa se interessar?