Tag: ensaios de solos

  • Laboratório de Rochas

    Laboratório de Rochas

    Série Laboratório Básico: Laboratório de Rochas

    Nossas obras, empreitadas e intervenções na crosta da terra encontram pelo caminho não apenas solo “strictu sensu”, mas também uma grande quantidade e variedade de rochas. Por isso é tão importante conhecê-las. Confira nossa Série Laboratório Básico: Laboratório de Rochas!

    E nada mais adequado para a produção de conhecimento sobre rochas do que um laboratório de rochas bem desenhado e equipado com o que há de melhor no mercado em maquinário e peças acessórias.

    Continuamos, assim, com mais um artigo de nossa série Laboratório Básico, que desta vez vai abordar uma lista bastante sugestiva de produtos da Contenco/Pavitest que devem constar nas bancadas e prateleiras de um laboratório de rochas!

    Índice

    1. Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas
    2. Sonda SPT a Percussão
    3. Dilatômetro
    4. Serra Circular
    5. Peneirador 50×50 cm para agregados
    6. Abrasímetro de Amsler

    Se você é leitor assíduo do Blog da Contenco, já conhece o nosso compromisso firme com o conhecimento. Se ainda não é, que tal conferir uma degustação para, quem sabe, virar fã? Seguem alguns artigos que recomendamos:

    Série Laboratório Básico – Parte 1: Laboratório de Concreto

    Ensaios com Aparelho Casagrande: limites de liquidez e plasticidade

    Penetrômetro para asfalto: saiba como funciona!

    Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    Um dos grandes fatores naturais que atuam na durabilidade e deformação das rochas é a água. É exatamente isso que este equipamento mede e entrega na forma de dados essenciais para seus projetos com rochas.

    O princípio desse teste é o de determinar qual o nível de deterioração de uma amostra de rocha frente à imersão em água. A máquina vem com dois tambores de teste, em tamanhos que podem ser escolhidos. É possível incluir mais tambores, que são vendidos separadamente, sob encomenda.

    C-3054 – Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    C-3054 – Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    Sonda SPT a Percussão

    Item básico para qualquer laboratório de rochas, a sonda a percussão tipo SPT (Standard Penetration Test, ou “Teste Padronizado de Penetração”), faz exatamente o que diz o nome: atua com ensaios de incursão penetrante em amostras de rocha.

    Trata-se de um equipamento altamente versátil, podendo ser empregado em perfurações leves de até 30 metros, bem como em estudos de fundação e perfuração de poços. Para facilitar a operação, vem com tripé de 4 pernas reforçado, além de estrutura para auxiliar na extração do amostrador.

    C-1035 – Sonda SPT a Percussão

    C-1035 – Sonda SPT a Percussão

    Dilatômetro para Laboratório de Rochas

    Outro aspecto muito importante a ser considerado em materiais rochosos é o quanto este dilata em função da alteração de temperatura. Estamos falando de um tipo de dado chamado coeficiente de dilatação térmica linear em rochas.

    Este método de ensaio é protagonizado pelo Dilatômetro e tem como objeto de análise principalmente materiais inorgânicos de revestimento e estrutura, sendo rochas o principal insumo a ser estudado. O equipamento tem sensores de alta precisão, controlados por computador, além de sistema de incremento de temperatura que pode ir de 0º a 60º C, a 0,1º C por minuto.

    I-4215 – Dilatômetro

    I-4215 – Dilatômetro

    Serra Circular para Laboratório de Rochas

    Falar em testes e ensaios de rocha e outros materiais inorgânicos similares presume que, em dado momento, será preciso separar e extrair “pedaços” de peças maiores e que possivelmente estejam em estado bruto na natureza. Fazer esse tipo de corte em materiais tão duros exige maquinário específico.

    É aqui que entra a Serra Circular da Contenco/Pavitest. A máquina pode cortar tanto peças de rocha quanto de concreto e de materiais betuminosos, de natureza asfáltica. Vem equipada com um disco de corte diamantado de 18 polegadas de diâmetro, que alcança uma profundidade de corte de até 160mm.

    I-3056 – Serra Circular

    I-3056 – Serra Circular

    Peneirador 50×50 cm para agregados

    A utilização de peneiras no manejo de materiais sólidos em laboratórios de rocha é parte de vários processos de separação e seleção, o que ajuda muito na escolha das melhores amostras. Nesses casos, um aparelho peneirador para agregados é um item que se faz de grande utilidade em um laboratório.

    O Peneirador da Contenco/Pavitest tem capacidade para acoplar até oito peneiras de 50x50x10 cm. O equipamento acompanha dispositivo controlador de tempo e programa de ensaios, além de hastes para fixação de peneiras quadradas.

    I-3007 – Peneirador 50×50 cm para agregados

    I-3007 – Peneirador para agregados Laboratório de Rochas

    Abrasímetro de Amsler para Laboratório de Rochas

    O Abrasímetro de Amsler é um equipamento que mede o coeficiente de abrasão de uma determinada amostra de rocha ou materiais cerâmicos/betuminosos. Abrasão, no caso, é o desgaste do material que decorre do atrito com outro corpo sólido, em função do tempo.

    O equipamento produz essa abrasão por meio de um anel de ferro fundido de alta dureza, com superfície plana e lisa. A amostra, acoplada ao aparelho, adquire movimento giratório com pressão que pode ser regulada, produzindo assim o efeito desejado e possibilitando a coleta dos dados.

    I-4212 – Abrasímetro de Amsler

    I-4212 – Abrasímetro de Amsler

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  • Ensaios com Aparelho Casagrande: limites de liquidez e plasticidade

    Ensaios com Aparelho Casagrande: limites de liquidez e plasticidade

    Ensaios com Aparelho Casagrande

    Quando falamos em análises e ensaios de amostras de solo, precisamos sempre ter em mente a atuação de uma substância poderosa e que está presente em todos os lugares: a água. É esta a grande responsável por alterações na consistência do solo, processos estes que abordaremos aqui por meio do limite de liquidez do solo.

    Os chamados “limites” – de liquidez e de plasticidade, sobre o qual também falaremos um pouco neste artigo – são processos de transição entre alguns tipos de estados em que se encontram o solo. Esses limites são informações importantes de serem coletadas, em processos realizados por aparelhos denominados Casagrande.

    Já vimos que este artigo está mais do que recheado de informação útil, não é mesmo? Que tal então aproveitar e dar uma olhada nestes outros artigos que separamos para você? Abra-os em novas abas do seu navegador e aprecie!

    Teste Os Tubos De Conexões De Sua Obra Com A Prensa Para Ensaio De Achatamento!

    Verifique A Qualidade Da Argamassa Com O Ensaio De Arrancamento!

    Determinando A Densidade De Materiais Betuminosos Com O Equipamento Rice Test

    • O que são os limites de liquidez e plasticidade?
    • Como são feitos os ensaios que determinam os limites?
    • Conheça os equipamentos da Contenco/Pavitest!

    O que são os limites de liquidez e plasticidade?

    Limites são como situações limítrofes que encontramos em amostras de solo adicionadas de água. Para começarmos o raciocínio, imaginemos um pouco de argila misturada com uma quantidade grande de água. O material fica viscoso, com resistência ao cisalhamento nula, praticamente líquida, certo?

    A argila nessa situação está, assim, em estado líquido. À medida em que a amostra vai secando e perdendo o excesso de água, vai ficando mais rígida e mais resistente, permitindo que seja inclusive moldada. Este é o estado plástico da argila.

    Quando a argila perde ainda mais água, adquire consistência quebradiça, com mais potencial de resistência ao cisalhamento e menor plasticidade. É o estado semi-sólido.

    Estabelecidos os processos e os estados em que a argila se encontra, temos afinal: o limite de liquidez (LL), que é a quantidade de umidade do solo que faz a amostra passar do estado líquido para o estado plástico. Por sua vez, o limite de plasticidade (LP) trata ao mesmo parâmetro, mas se referindo à passagem do estado plástico para o semi-sólido.

    Como são feitos os ensaios que determinam os limites?

    Os limites sobre os quais acabamos de falar podem ser determinados por meio de ensaios laboratoriais que utilizam um aparelho chamado Casagrande. Como veremos, são ensaios mecânicos e bastante simples e baratos, mas que trazem um enorme ganho para qualquer projeto de manejo de solo.

    O aparelho Casagrande é composto geralmente por um cinzel chato e um cinzel curvo, além da concha e dos demais sistemas. Pode ser manual ou elétrico, e possuir ou não um contador de golpes.

    Contador de golpes? Sim, exatamente! O aparelho Casagrande tem por princípio permitir pequenos golpes no recipiente onde está contida a amostra, por meio de uma manivela (no caso da versão manual do aparelho) ou por meio de sistemas automáticos.

    Conheça os equipamentos da Contenco/Pavitest!

    Agora que já sabemos o que são os limites de liquidez e plasticidade, e também já temos uma ideia de como funciona o ensaio e que tipo de máquina o realiza, que tal então conhecermos o grande protagonista de todo esse processo?

    É o Aparelho Casagrande, produzido pela Contenco/Pavitest a partir de tecnologia e matéria-prima 100% nacionais. Quem utiliza nossos equipamentos está valorizando e fortalecendo a indústria nacional, além de ter em mãos máquinas de alta qualidade.

    A Contenco/Pavitest produz e comercializa aparelhos Casagrande em versões que se adequam às necessidades de qualquer projeto. Há modelos com e sem contador de golpes, bem como aqueles que são manuais e os que são automáticos.

    Vamos conhecer os modelos?

    APARELHO CASAGRANDE MANUAL SEM CONTADOR DE GOLPES I-1002

    APARELHO CASAGRANDE MANUAL SEM CONTADOR DE GOLPES I-1002

    APARELHO CASAGRANDE MANUAL COM CONTADOR DE GOLPES I-1002-G

    APARELHO CASAGRANDE MANUAL COM CONTADOR DE GOLPES I-1002-G

    APARELHO CASAGRANDE ELÉTRICO COM CONTADOR DE GOLPES I-1002-D

    APARELHO CASAGRANDE ELÉTRICO COM CONTADOR DE GOLPES I-1002-D

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  • Obras de pavimentação

    Obras de pavimentação

    Qualidade com testes de solo CBR e Marshall

    Quando pensamos em Obras de pavimentação para estradas, aeroportos e outros tipos de empreitada, logo nos vêm à mente questões como durabilidade e segurança. Sem falar, claro, em muitos outros aspectos inerentes às propriedades do solo do local.

    Todo esse “pacote” de questões podem ser facilmente resolvidos quando se conhece bem as características do solo. E tal conhecimento só pode ser alcançado quando realizados bons ensaios de solo, com equipamentos confiáveis e robustos.

    Neste artigo, falaremos um pouco sobre essas características e como tê-las bem definidas é fundamental para qualquer projeto de engenharia civil que envolva a construção de pavimentos ou outras ações que envolvam manejo de solo.

    Conhecer é poder – e podemos dizer que o nosso tradicional Blog da Contenco está repleto deste recurso tão valioso! Separamos para você alguns outros artigos que você poderá ler depois deste. Aproveite bem!

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    • Por que realizar ensaios de solo?
    • Como é realizado um ensaio de solo?
    • Ensaios de solo CBR e CBR/Marshall
    • Máquinas que confiamos: Prensas de solo da Contenco

    Por que realizar ensaios de solo em Obras de Pavimentação?

    Conforme pontuamos, ensaios de solo são importantes para conhecermos as características e aspectos que compõem o solo de uma determinada área, que futuramente receberá uma obra.

    Mas por que precisamos desse conhecimento? Eis alguns motivos:

    Segurança

    Ensaios de solo permitem saber, por exemplo, se determinada área possui solo com característica que não permitiriam intervenções. São casos em que haveria alto risco de colapso da massa de chão e, por consequência, de qualquer coisa ali construída, com custo em valor e em vidas.

    Durabilidade

    Há casos de solos com características que não são tão extremos quanto o que mostramos acima, mas que precisam de muita atenção. Caso se construa em locais com problemas, mesmo que sem tanta gravidade, corre-se o risco de ser necessário realizar manutenções nas edificações com muito mais frequência.

    Economia

    Conhecer as características e aspectos gerais do solo permite algo muito bom para o planejamento e para o orçamento da obra: parametrizar com precisão e eficiência o gasto de materiais e a utilização de equipamentos e mão de obra. Tudo isso tem um nome: economia!

    Ensaios de solo CBR e CBR/Marshall

    Falaremos no próximo item sobre as principais prensas da Contenco/Pavitest que podem ser utilizadas em ensaios de solo, com todos os benefícios sobre os quais já falamos. E você, leitor, perceberá que temos prensas CBR e também prensas CBR/Marshall. Você sabe qual é a diferença?

    Basicamente, CBR e Marshall são dois métodos diferentes de ensaios, com objetivos de análise e tipos de amostras diferentes, embora ambos se sirvam dos poderes da prensa. Quando a máquina apresenta as duas denominações, significa que ela pode realizar os dois tipos de testes!

    O ensaio CBR também é conhecido no Brasil como ISC – Índice de Suporte Califórnia. Trata-se de um teste muito famoso, desenvolvido por engenheiros da companhia de trânsito do estado norte-americano da Califórnia, que tem por objetivo determinar, dentre outras coisas, o índice de resistência à penetração em solos, parâmetro essencial na construção de pavimentos.

    Já ensaios Marshall são realizados com misturas betuminosas/asfálticas, para determinar parâmetros importantes de sua consistência, como estabilidade e fluência – também de importância fundamental para projetos de construção de estradas e pavimentos em geral.

    Máquinas que confiamos: Prensas de solo e asfalto da Contenco

    É muito importante – como já vimos – realizar testes precisos e confiáveis de solo e asfalto. Mas tão essencial quanto é o emprego do equipamento certo nesse tipo de etapa de uma obra.

    Por isso, a Contenco/Pavitest desenvolveu e produziu uma linha de prensas especialmente desenhadas para este fim, imbuídas de toda a qualidade que um produto deste porte necessita. Tudo com tecnologia e matéria-prima 100% nacionais! Vamos conferir as máquinas?

    Prensa CBR Manual I-1006 para Obras de pavimentação

    Prensa CBR Manual I-1006 para Obras de pavimentação

    Prensa CBR Elétrica I-1006-A

    Prensa CBR Elétrica I-1006-A para Obras de pavimentação

    Prensa CBR Elétrica, Célula de Carga -1006-C

    Prensa CBR Elétrica, Célula de Carga -1006-C  para Obras de pavimentação

    Prensa Marshall Manual I-2001 para Obras de pavimentação

    Prensa Marshall Manual I-2001 para Obras de pavimentação

    Prensa Marshall Elétrica I-2001-A

    Prensa Marshall Elétrica I-2001-A para Obras de pavimentação

    Prensa CBR Marshall para ensaios de compressão simples – Eletrônica – Híbrida I-1006-FA

    Prensa CBR Marshall para ensaios de compressão simples - Eletrônica - Híbrida I-1006-FA para Obras de Pavimentação

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  • Ductibilidade em asfalto: o que é e como medir?

    Ductibilidade em asfalto: o que é e como medir?

    Quando falamos de asfalto, logo pensamos em sua principal utilização, que é em estradas de rodagem e estruturas afins. Logo, vinculamos o emprego do asfalto à exposição de forças imensas e que fatalmente alteram o estado do material. Por isso, é preciso entender a sua ductilidade.

    Mas, afinal, o que significa esse termo? E por que é tão importante compreendê-lo e considerar sua aplicação em todas as instâncias da obra que envolvem esses materiais?

    Temos informações relevantes a desenvolver neste artigo, que serão de suma importância no planejamento de qualquer obra que envolva utilização de asfalto e materiais similares – tanto em termos de segurança quanto no quesito economia de insumos e mão de obra.

    Antes, vamos conferir alguns outros links que podem ser relevantes para você? Todos foram retirados do Blog da Contenco, um canal de informações valioso para você que gosta de saber cada vez mais!

    O Que É e Como Medir Com Precisão E Segurança Em Concreto Endurecido?

    Extratora De Corpos De Prova: Qualidade Em Qualquer Lugar Que Você Precisar!

    Cortar É Preciso! Conheça A Serra Circular Para Rochas E Asfalto

    • Ductilidade: o que significa?
    • Como é o ensaio de ductilidade?
    • Conheça o Ductilômetro da Contenco!

    Ductilidade: o que significa?

    Conforme falamos, existem demandas na construção civil e na indústria em geral que possuam certas propriedades – dentre estas, de forma geral, está a capacidade do material de se transformar em algo sem que haja perda.

    Um dos principais aspectos dessa capacidade é a ductilidade, ou seja, a capacidade do material de sofrer deformação sem que se rompa. Este parâmetro mede essa variação até o momento exatamente anterior ao rompimento, que é quando o material perde a sua serventia.

    Materiais “dúcteis” são bastante apreciados na indústria em geral, principalmente nos casos em que dada matéria-prima precisa ser trabalhada até que atinja uma forma desejada. Um exemplo é a fabricação de fios e chapas de metal.

    Materiais betuminosos e asfálticos não possuem ductibilidade comparável à da maioria dos metais, mas apresentam potencial de deformação e elasticidade que precisa ser compreendido para que possam ser utilizados na construção civil de maneira segura e econômica.

    Como é o ensaio de ductilidade?

    A importância de se obter dados de ductibilidade de materiais asfálticos gerou a demanda por um ensaio específico – o ensaio de ductibilidade, realizado por um aparelho chamado ductilômetro. Trata-se, felizmente, de um procedimento simples e que traz ganhos substanciais para o planejamento da obra.

    A amostra do material é colocada dentro de um recipiente de testes e, em seguida, posicionada no ductilômetro. O aparelho, então, aplica uma força de tração cuja velocidade pode variar, dentro do patamar de centímetros por minuto.

    A força é mantida até que a amostra se rompa, que é quando se encerra a medição, com o índice de ductilidade devidamente registrado.

    Outras medições que também podem ser feitas durante um ensaio de ductilidade são aquelas que determinam os coeficientes de recuperação elástica dos materiais. Neste caso, a amostra também é submetida a uma força de tração, mas que é subitamente interrompida. Após uma hora, mede-se o quanto a amostra recuperou do seu tamanho original.

    Conheça o Ductilômetro da Contenco!

    O grande protagonista de tudo o que falamos até aqui neste artigo é o equipamento responsável pelos ensaios de ductilidade: trata-se do Ductilômetro Com Sistema de Aquecimento/Resfriamento e Agitação, da Contenco/Pavitest!

    O Ductilômetro é uma máquina robusta e resistente, fabricada em aço inoxidável e outros materiais de primeira qualidade – aliás, todo o projeto e a matéria-prima utilizados na produção do equipamento têm origem 100% nacional.

    Além disso, possui um moto-redutor eletronicamente controlado, que possibilita versatilidade na escola das velocidades de tração, que podem variar de 1 a 5 cm/min. Estável, tem estrutura construída de modo a não produzir vibrações que poderiam prejudicar a leitura dos ensaios realizados.

    Tão importante quanto aprender sobre a ductilidade e como funcionam esses tipos de ensaios é compartilhar esse conhecimento! Por isso, não hesite – envie o link deste artigo para aquele contato que também possa se interessar por este conhecimento!

  • Como é a determinação da densidade relativa com a mesa vibratória?

    Como é a determinação da densidade relativa com a mesa vibratória?

    Ensaio de solos é um assunto do qual já falamos bastante aqui no Blog da Contenco, mas sempre temos algo a apresentar – seja novo, diferente ou alternativo. É o caso do ensaio de solos para determinação da densidade relativa, por meio de uma mesa vibratória.

    Trata-se de mais uma opção dentro do rol de ensaios e testes laboratoriais que podem ser realizados com amostras de solos e que são amplamente cobertos pelo portfólio de máquinas e equipamentos da marca Contenco/Pavitest.

    Já quer conhecer mais sobre o assunto? Depois de ler este artigo, que tal conferir alguns links para outros textos que também poderão ser bastante úteis? Abra em uma outra aba e leia-os assim que puder!

    Ensaio De Dormentes: O Que É E Como É Realizado?

    Conheça Toda A Versatilidade Da Máquina Universal Mecânica!

    Testes De Impacto Com A TARI (Torre Para Avaliação De Resistência A Impactos)

    • O que é a densidade relativa em solos?
    • Como é o ensaio com a mesa vibratória?
    • Conheça o Aparelho Para Determinação Da Densidade Relativa I-1058-D

    O que é a densidade relativa em solos?

    Densidade real ou relativa do solo é a relação entre o peso específico das partículas sólidas que compõem um determinado volume de solo e o peso de um elemento referência – no caso, esse elemento é a água, considerando o mesmo volume da amostra de solo.

    Possuir dados da densidade relativa de um determinado solo é importante porque desta informação depreendem-se muitas outras, essenciais para a caracterização do solo, necessária para que se possa fazer qualquer tipo de intervenção, como obras, escavações e perfurações.

    Solos muito densos – ou compactados – tendem a responder de formas diferentes a cargas de força e peso quando em comparação com solos com densidade menor.

    Como já vimos, existe uma série de tipos diferentes de ensaios de solos, que extraem uma quantidade também diversa de dados. Porém, em algumas situações, dados específicos requerem testes variados – é o caso da densidade relativa, que pode ser muito mais bem registrada por meio de uma mesa vibratória.

    Como é o ensaio com a mesa vibratória?

    Ensaios para determinação da densidade relativa de solos podem ser feitos utilizando-se um equipamento chamado mesa vibratória – que consiste, em essência, em uma plataforma que vibra.

    Claro que não é apenas isso: um sensor com altíssima sensibilidade detecta os padrões e a amplitude de vibração das partículas sólidas que compõem o solo, que passam por cálculo e resultam em informações referentes à densidade relativa da amostra de solo.

    Este tipo de ensaio é aplicado em solos não coesivos e de livre drenagem dos quais não foi possível extrair dados da densidade por meio dos métodos mais comuns de ensaios de solos.

    Conheça o Aparelho Para Determinação Da Densidade Relativa I-1058-D

    A Contenco/Pavitest tem em seu catálogo um equipamento especialmente desenvolvido para ensaios com o objetivo de determinar a densidade relativa de amostras de solo: o Aparelho Para Determinação Da Densidade Relativa I-1058-D.

    Desenvolvido e produzido por meio de projeto e matéria-prima totalmente nacionais, o aparelho – ou mesa – conta com plataforma magnética vibratória e sensores especiais que detectam a amplitude de vibração das partículas, com ajustes finos entre 0,15mm e 0,33mm.

    Além disso, o equipamento conta com os seguintes acessórios: moldes para a produção de corpos de prova (amostras) de solos, sobre carga e parquímetro digital.

    Se este artigo foi útil para você, não deixe de compartilhar com seus contatos nas redes sociais e nos principais aplicativos! Com certeza tem alguém que poderá também se beneficiar dessas informações.

  • Dois ensaios triaxiais simultâneos: quais as vantagens e como são realizados?

    Dois ensaios triaxiais simultâneos: quais as vantagens e como são realizados?

    Se existe algo que é uma constante em nossos artigos e comunicações em geral, além da excelência dos equipamentos, é a praticidade e economia facilmente verificáveis no canteiro de obras. Afinal, onde fazemos um ensaio triaxial estático, podemos fazer dois, certo?

    Sim! Mas a resposta deve vir acompanhada da descrição de uma máquina que é utilizada exatamente para esse fim: promover dois ensaios triaxiais simultâneos. Acompanhe e entenda!

    Enquanto você se prepara, saiba que o Blog da Contenco tem como proposta essencial promover o conhecimento sobre equipamentos e máquinas destinados a diversos tipos de ensaios laboratoriais. Um pouco desse conhecimento você pode ver nos links abaixo:

    Cisalhamento Eletrônico: A Máquina Que Traz Segurança E Economia

    Você Sabe O Que É O Ensaio Triaxial Verdadeiro?

    Método Medina Para Ensaios De Solos: Você Conhece?

    • Ensaio Triaxial Estático: por que precisamos dele?
    • Dois ensaios são melhores que um?
    • Como funciona o ensaio triaxial estático?

    Ensaio Triaxial Estático: por que precisamos dele?

    O palco mais comum para as grandes obras realizadas pelo homem é a própria terra – o solo. Sabemos que o solo sofre diversos tipos de alterações com o tempo, mesmo em escalas pequenas. Em questão de anos, por exemplo, um pedaço de solo pode se movimentar em todas as direções!

    E essas mudanças refletem nas estruturas construídas sobre o solo, que podem até mesmo colapsar, colocando assim vidas em risco e trazendo prejuízos enormes. Por isso, realizamos ensaios de solo.

    Ensaios de solo nos dão dados importantes que são utilizados nos projetos e na execução de grandes obras, com vistas a evitar esses problemas com a dinamicidade do solo.

    Aqui entram os ensaios triaxiais estáticos, que submetem amostras de solo a cargas de força em três eixos (triaxiais), sendo que essas forças aumentam de forma progressiva e constante (estáticos).

    Dessa forma, os ensaios triaxiais estáticos permitem testar amostras de solo – que chamamos de “corpo de prova” – sob condições que são muito próximas da realidade, do que ocorre na natureza. Daí sua precisão e necessidade de realização sempre que possível em grandes obras.

    Dois ensaios são melhores que um?

    No início do artigo, falamos sobre economia e praticidade. Quer algo mais alinhado a estas duas premissas do que fazer duas coisas ao mesmo tempo?

    Uma das principais vantagens, claro, é poder realizar dois procedimento no mesmo período de tempo em que se realizaria apenas um. Este é um ponto de grande atratividade, uma vez que tempo, em obras, é recurso escasso.

    Outra vantagem é a flexibilidade: ensaios simultâneos podem ser feitos tanto com duas amostras diferentes, a depender da necessidade, quanto com amostras iguais, o que ajuda a chegar ainda mais perto da perfeição.

    O Equipamento Triaxial Estático Para Dois Ensaios Simultâneos em Solos I-1077-AH, desenvolvido e comercializado pela marca Contenco/Pavitest, trabalha exatamente dessa maneira. Vamos entender melhor no próximo tópico?

    Como são realizados dois ensaios triaxiais estáticos simultâneos?

    Exatamente como um único ensaio, com a diferença que são dois. A máquina fabricada pela Contenco possui um sistema gerador de pressão controlado por válvulas reguladoras. A capacidade máxima de aplicação de força é de 8 Kgf/cm², sendo que na célula de aplicação essa força chega a 5.000 Kgf/cm².

    O corpo de prova é submetido a essas forças triaxiais até que se rompa. Neste momento, a máquina captura os dados e os compilam em um conjunto de informações que serão a assinatura daquela amostra de solo.

    O modelo específico do Equipamento Triaxial Estático Para Dois Ensaios Simultâneos em Solos I-1077-AH possui também medidores de volume – são quatro sensores digitais, sendo dois deles dedicados ao volume sob pressão.

    O processo de ensaio realizado por esse equipamento também tem seu lado digital: toda a comunicação entre a prensa e o painel de controle é feita por wi-fi, ou seja, totalmente sem fios. Além disso, um sistema computadorizado cuida de todos os dados inseridos e a emissão dos relatórios.

    Que tal agora você indicar este artigo para algum dos seus contatos? Quem sabe alguém também possa se interessar por esse conhecimento? Aproveite e inclua o Blog da Contenco nos seus favoritos!

  • Cisalhamento Eletrônico: a máquina que traz segurança e economia

    Cisalhamento Eletrônico: a máquina que traz segurança e economia

    O que é mais importante em uma obra? Economizar com materiais ou entender as características do solo onde a empreitada se desenvolve? Se você optou pela segunda assertiva, você acertou! E, para que esta se torne realidade, nada como um bom ensaio de cisalhamento eletrônico.

    Na verdade, entender as características do solo – como a resistência ao cisalhamento, por exemplo – é algo diretamente relacionado ao benefício da economia. Então, podemos dizer que as duas estão corretas!

    Neste artigo, vamos compreender melhor essas relações, o conceito de cisalhamento e também qual a melhor maneira de realizar um ensaio desse tipo em laboratório! Spoiler: com o Equipamento de Cisalhamento Eletrônico Modelo I-1073-N, da Contenco/Pavitest!

    O Blog da Contenco procura ser o seu “hub” de conhecimento no segmento de ensaios laboratoriais para solos e rochas! Por isso, você encontra aqui uma ampla gama de conhecimento, a exemplo dos links abaixo que separamos para você ler depois:

    Você Sabe O Que É O Ensaio Triaxial Verdadeiro?

    Método Medina Para Ensaios De Solos: Você Conhece?

    Apresentando: Medina (Método De Dimensionamento Nacional)

    Sobre o que falaremos neste artigo? Segue um índice para ajudar na leitura e na navegação!

    • O que é cisalhamento?
    • Resistência ao cisalhamento: por que é importante saber?
    • Como é realizado o ensaio de cisalhamento de solos?

    O que é cisalhamento?

    Cisalhamento é um termo muito utilizado em diferentes áreas do conhecimento, mas sempre partindo do mesmo princípio conceitual. Assim, cisalhamento é deformação provocada em um determinado corpo por forças que atuam em diferentes planos e direções, sem alterar o volume do material.

    Essa definição nos interessa quando a relacionamos com materiais como solos e rochas – e estes enquanto parte integrante e essencial de uma obra de engenharia civil. Afinal, rochas e solos, por fazerem parte do ambiente natural, se movimentam e recebem forças de todos os lados.

    Assim, temos aqui a nossa definição: cisalhamento de solos e rochas é quando estes sofrem deformação a partir de forças originárias de diferentes planos e direções, e provocadas tanto pelas intervenções da obra (peso, deslocamento) quanto pela própria natureza.

    Resistência ao cisalhamento: por que é importante saber?

    Deste contexto que retratamos até aqui emerge uma nova questão: quanto tais elementos se deformam? Qual sua capacidade de resistir a essas forças que atuam implacáveis?

    Assim, a resistência ao cisalhamento é um índice que mede o quanto uma determinada amostra de material – no caso, solo e rocha – mantém sua integridade quando submetida a forças diversas.

    O conhecimento desses valores é fundamental para qualquer obra de engenharia de grande porte, seja uma ponte, uma estrada, um edifício ou uma escavação. Cada uma dessas empreitadas possui estruturas de peso imenso, cujas toneladas podem movimentar a base de solo em que se posicionam, podendo causar problemas graves.

    Além de possibilitar a prevenção desses problemas (acidentes, por exemplo), saber como o solo se comporta ajuda a planejar melhor a obra como um todo e esquadrinhar os gastos com material e mão de obra de forma mais eficiente.

    Como é realizado o ensaio de cisalhamento de solos?

    Esse tipo de teste, que busca quantificar a resistência ao cisalhamento de amostras de solo ou rocha, acontece geralmente em laboratórios munidos de equipe especializada e máquinas que sejam ao mesmo tempo robustas, precisas em suas medições, e eficientes na emissão de relatórios e estatísticas.

    Todos esses predicados podem ser verificados em uma máquina mais do que especial: o Equipamento de Cisalhamento Eletrônico I-1073-N, desenvolvido e fabricado pela Contenco/Pavitest.

    A prensa, que também é de origem 100% nacional, atua de forma mecânica, mas controlada por dispositivos eletrônicos e computacionais, o que garante precisão nas medições e controle total do processo.

    cisalhamento eletrônico

    Operações como estas, que exigem qualidade do equipamento para que se extraia dados confiáveis, ganham em excelência quando realizadas com máquinas da Contenco/Pavitest. Se você se interessou, não deixe de entrar em contato conosco para um orçamento!

    Além deste modelo, a Contenco possui outros equipamentos semelhantes com características um pouco diferentes, visando atender de uma personalizada a demanda de seus clientes. tais como:

    I-1073-H – Cisalhamento Analógico para Fins Educacionais

    cisalhamento analógico

    E, se você gostou deste conteúdo, compartilhe nas suas rede sociais. Não se esqueça também de adicionar o Blog da Contenco aos seus favoritos, para que você tenha todo esse conhecimento sempre à mão!

  • Método Medina para Ensaios de solos: você conhece?

    Método Medina para Ensaios de solos: você conhece?

    Segurança, durabilidade e eficiência são atributos que sempre levantamos em nossos artigos sobre obras de pavimentação e manejo de solos. Tudo isso pode ser alcançado por meio do Método Medina!

    Já abordamos o Medina antes, em um artigo em que falávamos sobre esse método com viés em testes de asfaltos. Desta vez, faremos uma panorâmica mais abrangente e iremos pelo caminho dos Ensaios Triaxiais Dinâmicos de Solos.

    São muitos os termos técnicos e assuntos que já falamos no Blog da Contenco. Para que você possa ter contato com uma parte desse nosso conhecimento acumulado, separamos para você alguns links. Aproveite bem!

    Óleo E Gás – Tenha Parâmetros Precisos De Perfuração Com A Célula De Cortador Única – CCU

    Óleo E Gás: Você Conhece O Ensaio De Fluência (Creep)?

    Óleo E Gás: Tudo Sobre O Ensaio De Expansão Ou Inchamento

    • O que é o Método Medina?
    • Método Medina em ensaios de solos
    • Principais benefícios para a obra
    • A Máquina Triaxial Dinâmica De Solos

    O que é o Método Medina?

    Como já abordamos os conceitos fundamentais do Método Medina aqui, vamos aqui fazer apenas alguns resgates importantes para que possamos entender a proposta do artigo.

    O nome Medina vem de todo de Dimensionamento Nacional de solos e pavimentos, e que também é uma homenagem ao professor Jacques de Medina, precursor dos estudos de mecânica de pavimentos no Brasil.

    O método foi criado e implantado em 2014 pelo Instituto de Pesquisas Rodoviárias (IPR), que é parte do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), e pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O objetivo foi substituir os métodos tradicionais de dimensionamento por procedimentos mais modernos e focados em durabilidade e segurança.

    Em outras palavras, o Medina lança parâmetros de ensaio com foco em analisar as forças incidentes nas diferentes camadas de solo/pavimento, de forma dinâmica – ou seja, com variação de intensidade dessas forças e de tempo de aplicação.

    O Medina foi colocado em prática para confrontar o já bem utilizado método CBR, que possui parâmetros de análise mais limitados.

    Método Medina em ensaios de solos

    Já pudemos perceber que uma das principais aplicações do Medina é em projetos de pavimentos, especialmente estradas de rodagem. Mas será que podemos utilizá-lo em simples ensaios de solos?

    A resposta é: com certeza! O motivo é que suas prerrogativas de análise, que têm como base a abordagem completa e dinâmica do sistema de camadas, contribuem muito para que se tenha os melhores resultados em análises de solo.

    Tais ensaios são geralmente realizados empregando-se uma máquina triaxial dinâmica, que possui todos os requisitos necessários para esse tipo de teste – falaremos mais sobre esse equipamento mais adiante!

    Principais benefícios para a obra

    Em teoria, já nos parece que a aplicação de ensaios triaxiais dinâmicos em solos com o Medina pode prover ganhos significativos em termos de qualidade, segurança e confiabilidade. Mas como isso ocorre na prática?

    Em uma obra qualquer, e não apenas naquelas de pavimento e estradas, entender como funciona a dinâmica de solos na realidade – e atuar com base nela – é fundamental para que o empreendimento seja entregue com economia e que dure por muitos anos.

    Essa “realidade” da dinâmica de solos é nada mais do que todas as forças, movimentos e pressões que as camadas de solos sofrem ao longo do tempo e que variam em intensidade. Ou seja: um ensaio triaxial dinâmico, feito a partir dos parâmetros do Medina, podem dar a exata dimensão desse contexto e permitir um projeto sem falhas.

    Outro benefício incontestável é a economia, uma vez que, ao saber com que tipo de mecânica de solos estão lidando, os gestores de uma obra conseguem esquadrinhar o orçamento de maneira muito mais eficiente em termos de material, mão de obra e até mesmo intervenções.

    A Máquina Triaxial Dinâmica De Solos

    Desenvolvida e fabricada pela Contenco/Pavitest, a Máquina Triaxial Dinâmica de Solos da Contenco I-1078-A, possui todos os requisitos para a realização de ensaios triaxiais dinâmicos de solo, incluindo software de controle e de emissão de relatórios.

    É um Equipamento triaxial dinâmico com carga repetida, servo controlado, que permite a determinação dos módulos de resiliência e deformação permanente em Solos

    Esperamos que todas estas informações tenham sido de alguma forma úteis para você e seus projetos. Entre em contato conosco caso precise de mais informações ou queira conhecer nossos produtos!

  • Óleo e Gás – Tenha parâmetros precisos de perfuração com a Célula de Cortador Única – CCU

    Óleo e Gás – Tenha parâmetros precisos de perfuração com a Célula de Cortador Única – CCU

    A intervenção em solos e rochas para fins de exploração comercial de óleo e gás exige perfuração especializada e cuidadosa. Para garantir uma empreitada de qualidade, o ideal é sempre realizar ensaios de corte com o Equipamento Célula de Cortador Única – CCU.

    Trata-se de um procedimento essencial para garantir a segurança e a viabilidade econômica do projeto. Veremos detalhes sobre esta e outras questões neste artigo.

    Como já é uma tradição, sugerimos alguns outros links com artigos relevantes sobre este e outros temas. São leituras que podem ajudar muito você a entender melhor sobre processos, produtos e nossos mercados de atuação. Seguem abaixo:

    Óleo E Gás: Você Conhece O Ensaio De Fluência (Creep)?

    Óleo E Gás: Tudo Sobre O Ensaio De Expansão Ou Inchamento

    Óleo E Gás: Conheça O Ensaio De Cilindro Vazado

    • Como são feitos ensaios com a Célula de Cortador Única – CCU?
    • Quais os benefícios dos ensaios com a Célula de Cortador Única – CCU?
    • Saiba mais sobre o Equipamento Célula de Cortador Única – CCU da Contenco!

    Como são feitos ensaios com a Célula de Cortador Única – CCU

    Em essência, um teste realizado com a Célula de Cortador Única – CCU é uma simulação das condições encontradas na natureza quando se propõe a perfuração de rocha ou solo, para fins de escavação de poços ou simples análise de possíveis reservatórios de hidrocarbonetos.

    Nesse tipo de ensaio, a amostra é posicionada no equipamento e submetida a diferentes carregamentos, simulando as situações de perfuração em campo.

    Uma vez configurada da forma desejada, procede-se com o corte, processo do qual são extraídos os dados que reproduzem o comportamento da amostra e da ferramenta de corte sob as condições de pressões de confinamento lateral, axial, dos poros e do fluido de perfuração.

    Quais os benefícios dos ensaios com a Célula de Cortador Única – CCU?

    Simular condições de corte em rocha para perfuração de poços nos faz pensar de imediato em um grande benefício: o de poder desenvolver um projeto que seja e econômico do ponto de vista de gastos com equipamento e de potencial lucrativo.

    Mas podemos desdobrar um pouco ainda essa questão. De que maneira um teste de corte com a Célula de Cortador Única – CCU pode ajudar nessas decisões?

    Ensaios de corte desse tipo permitem parametrizar com precisão as configurações de corte necessárias para que se possa trabalhar em determinado ambiente natural. Exemplos são: velocidade de corte variável e controlada, profundidade de corte controlada, além de tipos de corte, como ranhuras isoladas, interativas ou profundas. Com essas informações, sabe-se exatamente como cortar e  com o que cortar otimizando o tempo da operação e a vida útil do equipamentos e ferramentas de corte.

    Saiba mais sobre o Equipamento Célula de Cortador Única – CCU da Contenco!

    O Equipamento Célula de Cortador Única – CCU é uma máquina desenhada especialmente para ensaios de corte em rochas e solos, para fins de simulação de perfuração em poços e afins.

    óleo e gás

    Trata-se de um equipamento que possui as principais funcionalidades para o ensaio em questão, além de ser desenvolvido e produzido pela Contenco com tecnologia e matéria-prima 100% nacionais.

    Se você considera que todas essas informações foram úteis para você e poderão também ser de bom uso para outras pessoas, compartilhe o link deste artigo com seus amigos e contatos!

    E, para saber mais sobre todo o catálogo de produtos da Contenco/Pavitest, fique sempre de olho em nosso site!

  • Óleo e Gás: você conhece o ensaio de fluência (creep)?

    Óleo e Gás: você conhece o ensaio de fluência (creep)?

    A exploração de óleo e gás é uma atividade diferente das outras que são similares e que também lidam com escavação em solo e rochas. Essa diferença se dá principalmente por conta de condições extremas do local, o que demanda ensaios e testes especiais – como o ensaio de fluência (creep).

    Quais são essas condições, como funciona o ensaio de fluência – do tipo “creep” – e quais os equipamentos geralmente utilizado neste ensaio são assuntos que trataremos a fundo neste artigo. Fique conosco!

    A Contenco está entrando no mercado de óleo e gás, com uma série de novos produtos, sobre os quais temos falado bastante aqui no blog. Separamos para você alguns artigos abaixo. Confira!

    Óleo E Gás: Tudo Sobre O Ensaio De Expansão Ou Inchamento

    Óleo E Gás: Conheça O Ensaio De Cilindro Vazado

    Óleo E Gás: Um Panorama Do Mercado Brasileiro

    • Ensaio de fluência (creep) – o que é?
    • Como é feito o ensaio de fluência do tipo creep?
    • Conheça o Equipamento Triaxial Estático para Rochas – Ensaio de Fluência – Creep

    Ensaio de fluência (creep) – o que é?

    Ensaios de fluência possuem alguns subtipos, dos quais o “Creep” faz parte e possui características próprias. Isto posto, partiremos por uma definição por partes.

    Podemos assim definir ensaios de fluência como aqueles que atestam a capacidade de deformação elástica de um dado material, em função da aplicação de uma força que seja constante em função do tempo e que seja menor do que o necessário para romper o material.

    Existem situações em que é preciso realizar este ensaio com mais um componente: o calor constante. É dessa necessidade que surge o ensaio de fluência do tipo creep, muito utilizado na exploração de óleo e gás

    Esse tipo de exploração tem características bastante peculiares, das quais estamos falando aqui no blog há algumas semanas. Por se tratar de uma ação de intervenção no solo e na rocha sob condições muitas vezes extremas (de calor e pressão, por exemplo), ensaios de fluência creep são requisitados.

    Como é feito o ensaio de fluência do tipo creep?

    O corpo de prova (amostra de material a ser analisado) é posicionado dentro de uma máquina específica (ver próximo item), na qual recebe, de início, calor irradiado para que atinja uma temperatura específica desejada. Essa temperatura pode ser ajustada de acordo com a necessidade.

    Assim que a amostra estiver fixa e aquecida, aplica-se uma carga de força que se mantém constante. Conforme pontuamos anteriormente, essa força é sempre menor do que aquela que seria necessária para romper a amostra (chamada de limite de escoamento).

    O último elemento dessa equação é o tempo, que é também um dos fatores mais importantes a serem aferidos durante o ensaio. A carga aplicada, constante, em função do tempo, ajuda a determinar os coeficientes necessários para avaliar a amostra.

    Conheça o Equipamento Triaxial Estático para Rochas – Ensaio de Fluência – Creep

    Temperatura, carga de força (pressão) e tempo são fatores essenciais para ensaios de fluência creep, além de muito complexos de serem obtidos com precisão, controlados e medidos de acordo com o que se precisa para o ensaio.

    Assim, é preciso sempre realizar esse tipo de procedimento com uma máquina que seja confiável, precisa e ao mesmo tempo robusta para suportar muito dias de duração do ensaio, um  verdadeiro teste de resistência.

    Essa máquina com certeza é o Equipamento Triaxial Estático para Rochas – Ensaio de Fluência – Creep. Desenvolvido a partir de tecnologia e materiais totalmente de origem nacional, o equipamento possui uma célula triaxial com aplicadores de pressão servo controlados, utilizados para medição e controle de pressão confinante, poro pressão do ensaio, utilizado para determinar a deformação plástica e elástica de materiais rochosos nos poços de petróleo sob tensão constante em função do tempo.

    ensaio de fluência

    Também possui sistema de aquecimento e controle de temperatura que possibilitam a execução completa de ensaios de fluência do tipo creep, bem como aparatos de medição das deformações resultantes do mesmo teste.

    E, claro, como não poderia deixar de ser, o equipamento conta com software especialmente desenvolvido para o controle de todas as suas funções, permitindo cadastro de amostras, geração de gráficos em tempo em real e emissão de relatórios.

    Entre em contato conosco, solicite um orçamento e veja como o custo-benefício dos equipamentos Contenco para exploração de óleo e gás são ótimos!

    Ah, e não se esqueça de compartilhar este artigo com seus contatos e com quem também possa se interessar por este assunto!