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    Ensaio de Tampões de Bueiros e Grelhas: Como é Feito e Por Que é Importante?

    Você já parou para pensar quanto esforço um tampão de bueiro precisa suportar diariamente?

    Presentes em ruas, avenidas, estacionamentos, áreas industriais, sistemas de drenagem e redes de saneamento, os tampões e grelhas fazem parte de uma infraestrutura essencial para o funcionamento das cidades.

    Embora muitas vezes passem despercebidos, esses componentes precisam apresentar resistência mecânica adequada às condições para as quais foram projetados.

    É justamente por isso que existem os ensaios de tampões de bueiros.

    Por meio de ensaios laboratoriais, é possível verificar como o conjunto formado pelo tampão, grelha e aro se comporta quando submetido a cargas, avaliar sua deformação e verificar se atende aos requisitos estabelecidos para sua classe de utilização.

    Neste artigo, você vai entender:

    • o que é o ensaio de tampões;
    • por que esse ensaio é importante;
    • como o teste é realizado;
    • o que é flecha residual;
    • quais cargas podem ser aplicadas;
    • qual a importância da ABNT NBR 10160;
    • e quais características uma prensa para ensaio de tampões deve apresentar.

    No final, apresentamos também a Prensa Semi-Automática I-4231 da Contenco | Pavitest, desenvolvida especificamente para ensaios físicos em tampões.

    O que é o ensaio de tampões de bueiros?

    O ensaio de tampões de bueiros é um procedimento de controle e avaliação da resistência mecânica de tampas, grelhas e seus respectivos aros, submetendo o conjunto a cargas previamente determinadas.

    O objetivo é verificar se o componente apresenta comportamento compatível com a aplicação para a qual foi projetado.

    Em termos simples:

    o ensaio simula, em condições controladas de laboratório, os esforços que o tampão poderá receber durante sua utilização.

    Isso é especialmente importante em locais sujeitos à circulação de veículos e outras cargas significativas.

    A ABNT NBR 10160 estabelece requisitos e métodos de ensaio para tampões e grelhas de ferro fundido dúctil destinados a diferentes aplicações.

    A norma prevê, entre outros procedimentos, a avaliação da flecha residual e a aplicação da carga de controle correspondente à classe de utilização.

    Por que testar tampões de bueiros?

    Um tampão instalado em uma via pública pode permanecer em serviço durante anos, recebendo repetidamente esforços.

    Por isso, sua avaliação não deve considerar apenas a aparência ou as dimensões da peça.

    É necessário verificar seu comportamento mecânico.

    O ensaio pode ser importante para:

    Controle de qualidade

    Fabricantes podem utilizar os ensaios para verificar se seus produtos apresentam as características mecânicas especificadas.

    Desenvolvimento de novos produtos

    Durante o desenvolvimento de novos modelos, os ensaios permitem avaliar diferentes projetos e geometrias.

    Inspeção e recebimento

    Empresas e órgãos responsáveis pela aquisição de componentes podem utilizar ensaios como parte dos processos de controle tecnológico e inspeção.

    Atendimento às especificações técnicas

    Os resultados dos ensaios podem ser utilizados para demonstrar o atendimento aos requisitos aplicáveis ao produto.

    Segurança da infraestrutura

    A avaliação da resistência mecânica contribui para reduzir o risco de utilização de componentes inadequados para determinada condição de serviço.

    Como é feito o ensaio de tampões?

    O procedimento depende da norma, da classe do tampão ou grelha e da configuração do produto.

    De forma geral, o conjunto é posicionado sobre uma estrutura de ensaio e submetido à aplicação controlada de força.

    Um dos procedimentos previstos pela ABNT NBR 10160 é a medição da flecha residual após ciclos de aplicação de carga.

    Antes da aplicação da carga, mede-se a posição inicial da tampa ou grelha.

    Depois, a carga é aplicada gradualmente até atingir 2/3 da carga de controle.

    Em seguida, a carga é retirada completamente.

    Esse ciclo é repetido cinco vezes.

    Após os ciclos, realiza-se uma nova medição.

    A diferença entre a condição inicial e a condição final corresponde à flecha residual.

    Esse resultado deve permanecer dentro dos limites estabelecidos pela norma para a classe correspondente.

    O que é flecha residual?

    A flecha residual é um dos conceitos mais importantes para entender o ensaio de tampões.

    Imagine uma tampa perfeitamente posicionada antes do ensaio.

    Ao aplicar uma carga, ela pode sofrer uma determinada deformação.

    Quando a carga é retirada, parte dessa deformação pode desaparecer.

    Entretanto, se permanecer uma deformação permanente, ela é chamada de flecha residual.

    De forma simplificada:

    Flecha residual = deformação final – deformação inicial

    A ABNT NBR 10160 estabelece limites de flecha residual admissível de acordo com a classe e a condição de segurança do tampão ou grelha.

    É justamente por isso que o sistema de medição durante o ensaio precisa apresentar precisão suficiente para detectar pequenas variações de deslocamento.

    Qual é a carga aplicada no ensaio?

    A carga utilizada não é igual para todos os tampões.

    A ABNT NBR 10160 classifica os produtos de acordo com os grupos de aplicação e estabelece diferentes cargas de controle.

    Para conjuntos com cota de passagem igual ou superior a 250 mm, a tabela da norma apresenta cargas de controle que vão de 15 kN a 900 kN, conforme a classe.

    Entre as classes estão:

    Classe Carga de controle
    A 15 15 kN
    B 125 125 kN
    C 250 250 kN
    D 400 400 kN
    E 600 600 kN
    F 900 900 kN

    Para cotas de passagem inferiores a 250 mm, a norma estabelece uma relação específica para determinação da carga de controle.

    Isso explica por que a escolha da prensa é tão importante.

    O equipamento precisa ter capacidade compatível com os ensaios que serão realizados.

    Por que a prensa precisa ter capacidade superior à carga de ensaio?

    Uma prensa para ensaios de tampões não deve ser escolhida apenas considerando a carga máxima que será aplicada ao corpo de prova.

    A própria NBR 10160 estabelece requisitos para os equipamentos utilizados na aplicação das cargas de controle.

    Para determinadas classes, o equipamento deve possuir capacidade superior aos valores de carga de controle estabelecidos pela norma.

    Por isso, laboratórios que trabalham com diferentes classes de tampões precisam avaliar cuidadosamente a capacidade da máquina antes da aquisição.

    Uma prensa com capacidade de 500 kN, por exemplo, oferece uma faixa de aplicação bastante relevante para diferentes ensaios, mas não significa que possa realizar todos os ensaios de todas as classes previstas na norma.

    A seleção deve sempre considerar o escopo de ensaios que o laboratório pretende realizar.

    A importância da medição da força

    Durante um ensaio, não basta simplesmente pressionar o tampão.

    É necessário saber exatamente qual força está sendo aplicada.

    A prensa deve permitir o controle da carga e apresentar um sistema de indicação adequado para acompanhar o ensaio.

    Na Prensa I-4231 da Contenco, a indicação digital de força possui cinco dígitos e resolução de 1 kgf, além das funções de pico máximo e tara.

    O equipamento possui ainda transdutores e sistema específico para medição da flecha inicial e da flecha residual.

    Como a Prensa I-4231 da Contenco realiza esses ensaios?

    A Prensa Semi-Automática para Ensaios de Materiais Utilizados em Saneamento I-4231 foi desenvolvida pela Contenco | Pavitest para a realização de ensaios físicos em tampões.

    O equipamento possui capacidade de carga de 500 kN e classe 1 conforme a NM ISO 7500-1.

    Sua configuração foi pensada para receber dispositivos e acessórios destinados aos ensaios de verificação da resistência mecânica de tampões, considerando os requisitos aplicáveis da ABNT NBR 10160.

    Entre suas principais características estão:

    • capacidade de carga de 500 kN;
    • controle manual da aplicação de força por válvulas de carga e alívio;
    • altura útil para ensaios de até 450 mm;
    • curso útil do cilindro hidráulico de 150 mm;
    • base de apoio em aço para peças de até 1.300 mm de diâmetro;
    • indicação digital da força;
    • indicação digital da deflexão;
    • sistema para medição da flecha inicial e flecha residual;
    • pratos de compressão intercambiáveis de 75 mm, 150 mm e 250 mm;
    • unidade hidráulica completa;
    • transdutores de deslocamento;
    • células de carga;
    • acessórios e dispositivos específicos para o ensaio.

     

    Por que uma prensa específica faz diferença?

    Uma das maiores dificuldades para quem procura equipamentos para esse tipo de ensaio é perceber que não basta ter uma prensa hidráulica de alta capacidade.

    O sistema precisa ser compatível com a geometria do tampão, com o método de aplicação de força e com as medições necessárias.

    A I-4231, por exemplo, possui uma base de apoio de 1.300 x 1.300 mm, permitindo trabalhar com peças de grandes dimensões.

    Além disso, os pratos de compressão são intercambiáveis e o equipamento conta com dispositivos específicos para a medição da flecha inicial e residual.

    Isso transforma a máquina em uma solução direcionada para o ensaio, e não simplesmente em uma prensa genérica adaptada.

    Quem precisa realizar ensaios de tampões?

    Esse tipo de ensaio pode interessar a diferentes segmentos da cadeia de saneamento e infraestrutura.

    Fabricantes de tampões e grelhas

    Para controle de qualidade, desenvolvimento de produtos e avaliação do desempenho dos modelos fabricados.

    Companhias de saneamento

    Para processos de controle tecnológico, especificação e avaliação de componentes utilizados em suas redes.

    Laboratórios de ensaios

    Para ampliar o portfólio de ensaios oferecidos a fabricantes, empresas de engenharia e órgãos públicos.

    Empresas de controle tecnológico

    Para atender demandas específicas relacionadas a obras de infraestrutura e saneamento.

    Empresas de engenharia

    Para desenvolvimento, especificação e avaliação de componentes.

    Universidades e centros de pesquisa

    Para estudos relacionados ao comportamento mecânico de materiais e componentes utilizados em infraestrutura.

    O ensaio de tampões é importante para o futuro das cidades

    O crescimento das cidades aumenta também a necessidade de infraestrutura confiável.

    Redes de água, esgoto e drenagem precisam funcionar continuamente.

    E cada componente utilizado nessas estruturas participa de uma cadeia muito maior de segurança e qualidade.

    O tampão pode parecer apenas uma pequena parte dessa infraestrutura.

    Mas, quando instalado em uma via com circulação de veículos, ele passa a fazer parte diretamente do sistema de segurança da cidade.

    Por isso, testar é uma forma de medir, comprovar e controlar o desempenho.

    Controle tecnológico: transformar uma exigência em informação

    O grande valor de um ensaio não está apenas em aplicar uma carga.

    Está em transformar o comportamento do material em dados técnicos que possam ser analisados e registrados.

    Força.

    Flecha inicial.

    Flecha residual.

    Carga de controle.

    Resultado do ensaio.

    Essas informações permitem que fabricantes e laboratórios tenham uma visão muito mais objetiva do comportamento do produto.

    É o controle tecnológico aplicado ao saneamento.

    Contenco I-4231: uma solução brasileira para ensaios de tampões

    A Contenco | Pavitest desenvolve e fabrica equipamentos para laboratórios de ensaios de materiais desde 1958, atendendo segmentos como solos, concreto, asfalto, cimento, argamassa, rochas, cerâmicas e aplicações especiais.

    A experiência acumulada ao longo de décadas também está presente no desenvolvimento de equipamentos específicos para novas demandas da engenharia.

    A I-4231 – Prensa Semi-Automática para Ensaios de Materiais Utilizados em Saneamento é uma dessas soluções.

    Com capacidade de 500 kN, sistema de medição de força e deslocamento e configuração para ensaios físicos em tampões, o equipamento foi desenvolvido para atender laboratórios e empresas que precisam de uma estrutura específica para esse tipo de avaliação.

    Sua empresa realiza ensaios de tampões?

    Se sua empresa atua com saneamento, drenagem, fabricação de tampões e grelhas, controle tecnológico, engenharia ou ensaios de materiais, vale avaliar se o laboratório possui a estrutura adequada para realizar esses procedimentos.

    A escolha da prensa deve considerar:

    • capacidade de carga;
    • dimensões das peças;
    • sistema de aplicação de força;
    • precisão da medição;
    • medição da flecha residual;
    • dispositivos e acessórios;
    • requisitos da norma aplicável;
    • calibração;
    • suporte técnico;
    • manutenção e assistência.

    Conheça a I-4231

    Prensa Semi-Automática para Ensaios de Materiais Utilizados em Saneamento

    Capacidade: 500 kN

    Aplicação: ensaios físicos em tampões e componentes de saneamento

    Norma de referência: ABNT NBR 10160

     

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    Por isso, se você está estruturando um laboratório ou precisa ampliar sua capacidade de ensaios, fale com a equipe técnica da Contenco para avaliar a configuração mais adequada à sua aplicação.

    Contenco | Pavitest
    Engenharia, tecnologia e equipamentos para ensaios de materiais.

     

    prensa para ensaio de tampões e grelhas

     

  • Prensa para Ensaio de Tampões e Grelhas

    Prensa para Ensaio de Tampões e Grelhas

    Prensa para Ensaio de Tampões e Grelhas: Conheça a Prensa para ensaio de tampões e grelhas

    Tampões utilizados em sistemas de saneamento precisam apresentar resistência adequada às condições de uso. Saiba como funciona o ensaio e conheça a prensa I-4231, desenvolvida pela Contenco para essa aplicação.

    Tampões e grelhas estão presentes em diversos pontos da infraestrutura urbana, como redes de esgoto, sistemas de drenagem, poços de visita e vias de circulação.

    Embora muitas vezes passem despercebidos, esses componentes desempenham uma função importante na segurança e no funcionamento dessas estruturas. Por isso, avaliar sua resistência mecânica e seu comportamento quando submetidos a cargas é uma etapa importante do controle tecnológico.

    Para realizar esse tipo de avaliação, são utilizados equipamentos específicos para ensaios de materiais.

    Entre eles está a Prensa Semi-Automática para Ensaios de Materiais Utilizados em Saneamento I-4231, desenvolvida pela Contenco | Pavitest, com capacidade de aplicação de força de até 500 kN.- 50Tf

    Neste artigo, você vai entender como funciona o ensaio de tampões e grelhas, quais características devem ser consideradas em uma prensa e como a I-4231 pode ser utilizada por laboratórios, fabricantes e empresas do setor de saneamento.

    Por que realizar ensaios em tampões e grelhas?

    Tampões e grelhas podem estar sujeitos a diferentes níveis de solicitação dependendo do local onde são instalados.

    Um componente instalado em uma área de circulação de veículos, por exemplo, pode estar sujeito a cargas significativamente diferentes daquele utilizado exclusivamente em uma área de pedestres.

    Por esse motivo, é necessário verificar se o produto apresenta o comportamento mecânico esperado para sua classe e aplicação.

    Os ensaios permitem avaliar características como:

    • resistência mecânica;
    • comportamento sob aplicação de carga;
    • deformação;
    • flecha residual;
    • capacidade de suportar as cargas estabelecidas para sua aplicação.

    Para fabricantes, esses ensaios podem fazer parte do controle de qualidade e desenvolvimento de produtos.

    Já para laboratórios e empresas de controle tecnológico, representam uma forma de oferecer avaliações específicas para componentes utilizados em obras de saneamento e infraestrutura.

    O que é o ensaio de tampões e grelhas?

    O ensaio consiste, de maneira geral, em posicionar o tampão ou a grelha sobre uma estrutura de apoio e aplicar uma carga controlada sobre a peça.

    Um dos parâmetros que pode ser avaliado é a flecha residual, que corresponde à deformação permanente observada após determinados ciclos de carregamento e descarregamento.

    A ABNT NBR 10160 estabelece requisitos e métodos de ensaio aplicáveis a tampões e grelhas de ferro fundido dúctil.

    Por isso, além da capacidade de aplicação de força, uma prensa utilizada nesse tipo de ensaio precisa permitir a instalação adequada da peça e a medição das grandezas necessárias.

    O que é flecha residual?

    A flecha residual está relacionada à deformação permanente que permanece no componente depois que a carga aplicada é retirada.

    No procedimento descrito pela ABNT NBR 10160, a peça é submetida a ciclos de carregamento e descarregamento e sua deformação é acompanhada durante o ensaio.

    A comparação entre as medições realizadas antes e depois do procedimento permite determinar a flecha residual.

    Esse tipo de avaliação ajuda a verificar o comportamento do componente após ser submetido às condições de carregamento previstas no método de ensaio.

    Por isso, a medição da deformação é tão importante quanto a própria aplicação da carga.

    Como funciona a Prensa I-4231 para ensaio de tampões?

    A I-4231 é uma prensa semi-automática desenvolvida pela Contenco para a realização de ensaios físicos em materiais e componentes utilizados em aplicações de saneamento.

    O equipamento possui capacidade de aplicação de força de até 500 kN – 50Tf e foi desenvolvido considerando as características necessárias para ensaios de tampões e componentes de grandes dimensões.

    Sua configuração permite trabalhar com diferentes dispositivos e acessórios de ensaio.

    Principais características da I-4231

    A prensa conta com:

    • capacidade de 500 kN;
    • classe 1 conforme NM ISO 7500-1;
    • altura útil para ensaios de até 450 mm;
    • curso útil do cilindro hidráulico de 150 mm;
    • base de apoio em aço;
    • capacidade para instalação de peças de até 1.300 mm de diâmetro;
    • pratos de compressão intercambiáveis de 75 mm, 150 mm e 250 mm;
    • unidade hidráulica;
    • transdutor de pressão;
    • indicação digital da força;
    • indicação digital da deflexão;
    • sistema para medição da flecha inicial e da flecha residual;
    • pintura anticorrosiva;
    • configuração de segurança conforme condições aplicáveis da NR-12.

    Por que a capacidade de 500 kN é importante?

    A capacidade de carga é um dos primeiros fatores que devem ser analisados na escolha de uma prensa para ensaios.

    O equipamento precisa ser capaz de aplicar as cargas necessárias ao método utilizado sem trabalhar constantemente próximo do seu limite.

    Na I-4231, a capacidade chega a 500 kN – 50Tf, oferecendo uma faixa adequada para a realização dos ensaios previstos para sua aplicação.

    Mas capacidade de carga não é o único critério.

    A estrutura da prensa, a área disponível para posicionamento da amostra, os dispositivos de aplicação da carga e os sistemas de medição também precisam ser compatíveis com o ensaio.

    Medição precisa da força e da deformação

    Em ensaios de tampões e grelhas, registrar apenas a força aplicada não é suficiente.

    Também é necessário acompanhar o comportamento da peça e suas deformações.

    A I-4231 possui indicação digital da força com 5 dígitos e resolução de 1 kgf, além de funções de pico máximo e tara.

    Para a deflexão, o equipamento possui indicação digital com 4 dígitos e resolução de 0,001 mm.

    Esses recursos contribuem para que o laboratório tenha maior controle sobre as informações obtidas durante o procedimento.

    Por que utilizar uma prensa específica para ensaio de tampões?

    Uma prensa convencional pode ser capaz de aplicar força de compressão, mas isso não significa que esteja preparada para realizar um ensaio específico em tampões e grelhas.

    Nesse tipo de aplicação, é necessário considerar simultaneamente:

    • capacidade de carga;
    • dimensões da amostra;
    • área de apoio;
    • sistema de aplicação de força;
    • dispositivos de ensaio;
    • medição de deformação;
    • posicionamento do corpo de prova;
    • requisitos da norma utilizada.

    A I-4231 foi desenvolvida considerando justamente esse conjunto de necessidades.

    Sua base de apoio, por exemplo, permite trabalhar com peças de até 1.300 mm de diâmetro, enquanto os diferentes pratos de compressão possibilitam configurar o sistema conforme o dispositivo utilizado.

    Quem pode utilizar uma prensa para ensaio de saneamento?

    A aplicação desse equipamento não se limita aos laboratórios tradicionais.

    Fabricantes de tampões e grelhas

    Fabricantes podem utilizar o equipamento no desenvolvimento e controle de seus produtos, além de apoiar processos de avaliação da qualidade.

    Laboratórios de ensaios

    Laboratórios especializados em materiais, infraestrutura e saneamento podem utilizar a prensa para ampliar sua capacidade de realização de ensaios.

    Empresas de controle tecnológico

    Empresas que prestam serviços de controle tecnológico podem incorporar ensaios de tampões e grelhas ao seu portfólio.

    Companhias de saneamento

    Empresas de saneamento podem utilizar estruturas próprias ou laboratórios especializados para avaliação de componentes empregados em suas redes.

    Órgãos públicos e empresas de engenharia

    Prefeituras, órgãos de infraestrutura e empresas responsáveis por projetos e obras também podem se beneficiar de estruturas capazes de realizar esse tipo de avaliação.

    Universidades e centros de pesquisa

    A prensa também pode ser utilizada em pesquisas relacionadas ao desenvolvimento e caracterização de materiais e componentes para infraestrutura e saneamento.

    O que avaliar antes de comprar uma prensa para tampões?

    Se sua empresa está procurando uma máquina para realizar esse tipo de ensaio, alguns critérios merecem atenção.

    1. Capacidade de carga

    Verifique se a capacidade do equipamento é compatível com as cargas exigidas pelos ensaios que serão realizados.

    2. Dimensões da área de ensaio

    Tampões e grelhas podem apresentar dimensões consideráveis. A abertura e a área útil da prensa precisam acomodar corretamente as peças.

    3. Sistema de medição

    Avalie como são realizadas as medições de força e deformação e qual é a resolução dos instrumentos.

    4. Dispositivos de ensaio

    A prensa deve ser compatível com os dispositivos necessários para o método utilizado.

    5. Normas técnicas

    Antes da aquisição, é importante verificar quais normas serão utilizadas pelo laboratório e se a configuração do equipamento é adequada aos respectivos procedimentos.

    6. Calibração e rastreabilidade

    Os sistemas de medição precisam ser adequadamente calibrados para garantir resultados confiáveis.

    7. Suporte técnico

    Em equipamentos de ensaio, assistência técnica, manutenção e disponibilidade de peças são fatores importantes para manter o laboratório em operação.

    Contenco: equipamentos para ensaios de materiais

    A Contenco | Pavitest atua desde 1958 no desenvolvimento e fabricação de equipamentos para laboratórios de ensaios de materiais.

    Seu portfólio atende diferentes áreas, incluindo:

    • solos;
    • concreto;
    • cimento;
    • argamassa;
    • asfalto;
    • rochas;
    • cerâmicas;
    • mineração;
    • óleo e gás;
    • saneamento;
    • ensaios especiais.

    A experiência acumulada no desenvolvimento de equipamentos para controle tecnológico também permite atender aplicações específicas que exigem diferentes configurações de força, medição e dispositivos.

    A I-4231 faz parte dessa linha de soluções voltadas aos ensaios de materiais utilizados em saneamento.

    Prensa para ensaio de tampões: conheça a Prensa para ensaio de tampões e grelhas

    Se sua empresa precisa realizar ensaios em tampões, grelhas ou componentes utilizados em sistemas de saneamento, a I-4231 oferece uma solução desenvolvida especificamente para esse tipo de aplicação.

    Com capacidade de até 500 kN – 50Tf, sistema de medição de força e deflexão e estrutura preparada para receber peças de grandes dimensões, a prensa pode atender laboratórios, fabricantes, empresas de controle tecnológico e organizações do setor de saneamento.

     

    Especificações principais

     

    Característica I-4231
    Tipo Prensa semi-automática
    Aplicação Ensaios de materiais utilizados em saneamento
    Capacidade 500 kN
    Classe Classe 1 – NM ISO 7500-1
    Altura útil 450 mm
    Curso do cilindro 150 mm
    Diâmetro de peça Até 1.300 mm
    Pratos 75, 150 e 250 mm
    Medição de força Digital
    Medição de deflexão Digital
    Aplicação de referência ABNT NBR 10160

     

     

    Precisa de uma prensa para ensaio de tampões?

    A escolha do equipamento adequado depende do tipo de ensaio, das normas utilizadas, das dimensões dos componentes e das características do laboratório.

    Fale com a equipe técnica da Contenco e descubra se Prensa para ensaio de tampões e grelhas atende às necessidades da sua aplicação.

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