Tag: mecânica dos solos

  • Conheça todo o poder da Máquina Universal de Ensaios!

    Conheça todo o poder da Máquina Universal de Ensaios!

    A Máquina Universal de Ensaios é um daqueles tipos de equipamentos que entraria facilmente em qualquer “Top 10” de itens necessários em obras de engenharia civil ou qualquer tipo de oficina que trabalhe com tipos diferentes de materiais.

    E é exatamente esse o cerne da questão: diferentes materiais pedem diferentes ensaios de qualidade, certo? Corretíssimo! A Máquina Universal de Ensaios é capaz de realizar diversos tipos de ensaios mecânicos de materiais, com pouquíssimas configurações.

    Falamos, em outro artigo, sobre algumas informações essenciais da Máquina Universal, e desta vez, o assunto é mais específico. Vamos listar aqui que tipo de ensaios a máquina é capaz de fazer e quais materiais ela pode receber para testes.

    Já que tocamos neste assunto, que tal dar uma olhada nestes outros artigos do nosso Blog? Salve para ler depois!

    Máquina De Ensaio Triaxial: Essencial Em Qualquer Obra!

    Diferenças Entre Modelos Convencionais E Servo Controlados Das Prensas Hidráulicas

    Conheça Os Clássicos Contenco: Prensa CBR E Prensa Marshall!

    Índice

    Máquina Universal: em quais materiais podemos realizar ensaios?

    Máquina Universal: quais ensaios ela pode realizar?

    Máquina Universal: em quais materiais podemos realizar ensaios?

    Vamos conhecer quais são os principais materiais que podemos realizar ensaios na Máquina Universal? Acompanhe!

    Concreto

    Presente em quaisquer obras de médio e grande porte, o concreto é um material cujo ensaio é essencial por determinar as características da mistura e, claro, totalmente possível de ser realizado com a Máquina Universal.

    Aço

    Por ser um material utilizado em estruturas, e em geral nas mesmas situações em que utilizamos o concreto, o aço pode e deve ser submetido a testes de qualidade bastante precisos na Máquina Universal.

    Madeira

    A versatilidade da madeira faz com que possa ser utilizada em muitos tipos de atividades: construção civil, móveis, artesanato e muito mais. Só por este raciocínio já podemos imaginar quão proveitoso pode ser o emprego de uma Máquina Universal para testar qualidade e atributos de todos os muitos tipos existentes de madeira.

    Argamassa

    Podemos imaginas o que argamassa de péssima qualidade pode trazer de consequência, não é mesmo? A Máquina Universal também pode realizar importantes testes com este material, garantindo a segurança da obra e integridade da aplicação.

    Máquina Universal: quais ensaios ela pode realizar?

    Assim como temos diferentes materiais a serem trabalhados em um ambiente de produção, também existem muitos tipos de ensaios mecânicos, cada um responsável por mensurar um aspecto físico do material.

    Vamos conferir alguns desses tipos de ensaios? Ah, todos podem ser realizados com a Máquina Universal! E outros mais !

    Compressão Axial e Diametral

    Ensaios de compressão são aqueles em que o corpo de prova recebe cargas de força em diversos sentidos (axial, diametral e assim por diante). Estes encontram-se dentre os ensaios mais basais que podemos realizar com quaisquer tipos de materiais.

    O objetivo dos ensaios de compressão é determinar a resistência de materiais a pressões que podem ser originadas a partir de diversas fontes, tanto naturais quanto provocadas pelo uso do construto. 

    Dispositivo ara compressão diametral poder da Máquina Universal de Ensaios

    DISPOSITIVO PARA COMPRESSÃO DIAMETRAL I-3016

    Cisalhamento

    Cisalhamento é um processo que ocorre quando há deformação de um material provocada por forças em direções opostas ou concorrentes, mantendo-se o volume. Um ensaio de cisalhamento, então, simula condições como essas.

    Máquinas Universais, por poderem realizar ensaios de aplicação de cargas de força (como na compressão), são totalmente preparadas também para esse tipo de procedimento.

    DISPOSITIVO PARA ENSAIO DE CISALHAMENTO PARALELO ÀS FIBRAS E NA LÂMINA DE COLA EM MADEIRA I-5001-H

    DISPOSITIVO PARA ENSAIO DE CISALHAMENTO PARALELO ÀS FIBRAS E NA LÂMINA DE COLA EM MADEIRA I-5001-H

    Dobramento

    Outro caso em que há aplicação de força, mas desta vez é de maneira um pouco diferente: o material é submetido a uma carga de dobramento, para colocar no limite suas capacidades de deformação plástica.

    Assim, a amostra a ser estudada é “dobrada” até que se rompa, momento em que são coletados os dados de sua ductibilidade, que é sua capacidade de se deformar antes de colapsar. Também é suportado pela Máquina Universal.

    JOGO COM 3 CUTELOS E MESA DE FLEXÃO, PARA ENSAIOS DE DOBRAMENTO I-3050 

    JOGO COM 3 CUTELOS E MESA DE FLEXÃO, PARA ENSAIOS DE DOBRAMENTO I-3050 

    Flexão

    Trata-se de outro caso em que a Máquina Universal de Ensaios se mostra totalmente apta a proceder. Um teste de flexão consiste na aplicação de força em uma única direção sobre um corpo de prova apoiado em dois suportes.

    No caso, a flexão se dará no espaço entre os suportes, até que o material se rompa. Este é um ensaio muito importante para vários tipos de materiais estruturais.

    DISPOSITIVO PARA ENSAIO DE FLEXÃO ESTÁTICA EM MADEIRAS E DERIVADOS I-5002  

    DISPOSITIVO PARA ENSAIO DE FLEXÃO ESTÁTICA EM MADEIRAS E DERIVADOS I-5002  

    Tração

    Em termos coloquiais, enquanto os ensaios anteriores aplicam suas carga de força “empurrando”, nos ensaios de tração o sentido da força é “puxando”.

    Ou seja, trata-se de uma força axial que é aplicada no mesmo sentido da origem, mantida até que o material se alongue e se rompa. A Máquina Universal realiza o ensaio e permite a coleta de todos os dados.

    SPOSITIVO PARA TRAÇÃO NA FLEXÃO I-3015 poder da Máquina Universal de Ensaios

    DISPOSITIVO PARA TRAÇÃO NA FLEXÃO I-3015

    Concluindo

    Ufa! Conseguimos trazer toda a versatilidade da Máquina Universal, bem como representar a praticidade de ter um equipamento desse tipo.

    Que tal então conferir no site da Contenco/Pavitest todos os modelos que produzimos dessa máquina? Aproveite para conhecer também todo o nosso portfólio de produtos!

    Para saber mais sobre estes equipamentos ou outros da Contenco Pavitest, entre em contato com a nossa equipe pelos nossos canais de atendimento:

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  • Ensaio e prensa de cisalhamento

    Ensaio e prensa de cisalhamento

    Saiba mais sobre Ensaio e prensa de cisalhamento!
    Uma das opções mais comuns e basais de verificação das propriedades do solo – e do qual falamos muito aqui no Blog da Contenco – é a técnica de cisalhamento direto, procedimento este realizado pela prensa de cisalhamento.

    Mas afinal, o que é “cisalhamento”? Como esse tipo de aferição contribui com a obra? E, por fim: qual o papel da prensa de cisalhamento?

    São todas perguntas pertinentes que você deve estar se fazendo neste exato minuto! E, claro, vamos procurar responder a todas elas em mais este artigo do Blog. Vamos juntos?

    Ah, mas antes, que tal algumas sugestões de artigos que talvez possam interessar a você? Abra em uma outra aba ou salve nos seus favoritos para ler depois!

    Confira 5 Motivos Para Investir Em Laboratórios De Controle Tecnológico

    Série Laboratório Básico – Parte 9: Laboratório de Mineração

    Série Laboratório Básico – Parte 8: Laboratório de Aço

    Índice

    • O que é cisalhamento e como funciona este ensaio?
    • Por que é importante realizar ensaio de cisalhamento em obras?
    • Prensa de cisalhamento: como funciona?

    O que é cisalhamento e como funciona este ensaio?

    Cisalhamento é um fenômeno físico que ocorre em corpos sólidos quando nestes incide uma força que rompe sua integridade, mas que geralmente mantém inalterado o seu volume.

    O ensaio de cisalhamento, por sua vez, é um procedimento técnico que tem como objetivo entender como esse fenômeno ocorre em solos, por meio de dados e informações obtidas durante os testes.

    O processo consiste na obtenção de amostras do solo (também chamadas de “corpos de prova”) a ser analisado e posicionamento destas em uma prensa de cisalhamento. As amostras são então submetidas a uma força de compressão que aumenta em função do tempo, até que se rompa.

    Tem-se, assim, o índice de resistência ao cisalhamento direto daquela amostra de solo. Tal valor é calculado mediante captação de dados no momento em que a amostra se rompe, cedendo às forças impostas pela prensa.

    Mas por que falamos em cisalhamento “direto”?

    O termo “direto” se refere à forma com que a carga de força é aplicada na amostra – no caso, em um único sentido, perpendicular ao plano em que o solo se encontra.

    Por que é importante realizar ensaio de cisalhamento em obras?

    Uma das questões mais importantes nesse contexto é a segurança geral da obra e, ao longo do tempo, da edificação que será construída.

    Realizar testes e ensaios técnicos dessa natureza traz à tona informações importantes para a segurança, como a integridade do solo no qual se pretende realizar a construção.

    O solo seria seguro? Suportaria o peso, a presssão da edificação sobre si? Seus movimentos comprometeriam as estruturas? Estas são todas perguntas cujas respostas podem salvar muitas vidas, durante e depois da obra.

    Outro dos benefícios da realização de ensaios de cisalhamento é a economia. Afinal, conhecer de antemão as propriedades do solo e poder estimar corretamente a aplicação de recursos é um fator que influencia muito nas planilhas de orçamento da obra.

    Prensa de cisalhamento: como funciona?

    A prensa para ensaio de cisalhamento da Contenco/Pavitest (modelo I-1073) possui um sistema servo controlado que dá ao controlador a opção de avançar ou retroceder com o mecanismo da prensa, permitindo assim ótima precisão nos ensaios.

    Além disso, acompanha um software com funcionalidades essenciais, como comando do avanço da prensa, cadastro de amostras e monitoramento dos dados produzidos durante os testes.

    Quer saber mais sobre o produto? Acesse o site da Contenco e confira todas as especificações da Prensa para Ensaio de Cisalhamento I-1073.

    MÁQUINA PARA ENSAIO DE CISALHAMENTO, SERVO CONTROLADO COM LVDT, CAPACIDADE DE CARGA 1000 KGF  I-1073

    ENSAIO DE CISALHAMENTO, SERVO CONTROLADO COM LVDT, CAPACIDADE DE CARGA 1000 KGF  I-1073

    MÁQUINA PARA ENSAIO DE CISALHAMENTO DIRETO – ANALÓGICO, COM ACIONAMENTO MANUAL – CAPACIDADE DE CARGA 500 Kgf I-1073-H

    ENSAIO DE CISALHAMENTO DIRETO – ANALÓGICO, COM ACIONAMENTO MANUAL – CAPACIDADE DE CARGA 500 Kgf I-1073-H

    EQUIPAMENTO PARA ENSAIO DE CISALHAMENTO DE GRANDE PORTE I-1073-F

    EQUIPAMENTO PARA ENSAIO DE CISALHAMENTO DE GRANDE PORTE I-1073-F

    Não cansamos de repetir que todos os nossos produtos são de origem 100% nacional: projeto, desenvolvimento, matéria-prima e fabricação!

    Se você considerou este artigo relevante para você e para a sua necessidade, compartilhe com seus contatos! Ah, e não se esqueça de salvar o Blog da Contenco nos seus favoritos, pois sempre temos novidades!

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  • Máquina de ensaio triaxial

    Máquina de ensaio triaxial

    Máquina de ensaio triaxial: essencial em qualquer obra!

    Quando falamos em testes e ensaios de solos para construção de edificações e de pavimentos, logo nos vem à mente um dos equipamentos mais completos e requisitados nesse tipo de procedimento: a prensa para ensaio triaxial.

    Mas por que, afinal, o equipamento para ensaio triaxial é considerado tão completo e essencial? É o que vamos entender neste artigo!

    Aqui no Blog da Contenco falamos sempre sobre questões referentes às melhores máquinas e boas práticas de ensaios técnicos de qualidade para obras de engenharia. Quer sugestões de outros artigos? Confira:

    Confira 5 Motivos Para Investir Em Laboratórios De Controle Tecnológico

    Série Laboratório Básico – Parte 9: Laboratório de Mineração

    Série Laboratório Básico – Parte 8: Laboratório de Aço

    Índice

    • O que é e com funciona?
    • Triaxial X cisalhamento direto: há diferenças?
    • Quais os benefícios?
    • Prensa para ensaio triaxial: conheça!

    O que é e com funciona?

    Ensaios de compressão em solos podem ser geralmente comparados às condições que o terreno encontraria normalmente na natureza, em termos de pressão e forças incidentes.

    O ensaio triaxial é exatamente isso: um conjunto de procedimentos técnicos que tem como objetivo principal coletar e permitir análise das condições de uma determinada amostra de solo.

    No caso, a condição cujos dados se deseja coletar em um ensaio triaxial é a resistência ao cisalhamento – que, por definição, é quanto o solo resiste a compressões até que se “desfaça”, ou seja, tenha sua integridade comprometida.

    Nesse tipo de ensaio, a amostra coletada é submetida a pressões crescentes, que culminam no seu rompimento – ou seja, o ponto em que o solo não mais resiste à força aplicada e colapsa. Tais cargas de força são aplicadas por meio de uma prensa específica, a prensa triaxial.

    Triaxial X cisalhamento direto: há diferenças?

    Você provavelmente já se deparou com os dois termos: ensaio triaxial e ensaio de cisalhamento direto. Mas você sabe qual seria a diferença entre estes dois tipos de ensaio?

    Ambos possuem como característica comum a submissão da amostra a forças de compressão, até que se rompa e se tenha dados sobre sua resistência a essas forças. A diferença está em como esssa força é aplicada!

    No caso do ensaio de cisalhamento direto, a força aplicada age em apenas um sentido (um eixo): o perpendicular ao solo, de cima para baixo.

    Já o ensaio triaxial (que também é um ensaio de cisalhamento), a força aplicada age nos eixos axiais e radiais que permeiam a amostra, podendo assim fornecer dados de maior qualidade ao ensaio.

    Quais os benefícios?

    De prima, já podemos elencar o primeiro benefício importante da realização do ensaio triaxial: a proximidade da simulação do teste com as condições naturais que o solo enfrentará.

    Em outras palavras, um ensaio triaxial bem conduzido pode produzir informações muito valiosas sobre como o solo se comportaria com a edificação ou pavimento finalizado, considerando todas as forças de compressão existentes no ambiente natural – que, claro, vêm de todos os lados!

    Não podemos deixar de citar a questão econômica como um benefício muito importante de se realizar ensaios laboratoriais como o triaxial. Afinal, ter dados sobre o comportamento do solo permite planejar com melhor precisão a compra de materiais, insumos e racionalizar toda a obra, sem desperdícios.

    Prensa para ensaio triaxial: conheça!

    Já falamos muito sobre o ensaio triaxial, como funciona e quais seus benefícios, não é mesmo? É hora então de conhecer o equipamento que coloca tudo isso em prática: a prensa para ensaio triaxial!

    A Contenco/Pavitest possui em seu catálogo algumas opções de prensas que realizam ensaio triaxial, cada uma delas com especificações e direcionamentos diferentes. Quer saber mais? Confira nesta página as principais máquinas de ensaio triaxial!

    MÁQUINA PARA ENSAIO TRIAXIAL ESTÁTICO TIPO AR COMPRIMIDO SERVO CONTROLADO I-1077

    ENSAIO TRIAXIAL ESTÁTICO TIPO AR COMPRIMIDO SERVO CONTROLADO I-1077

    MÁQUINA PARA ENSAIO TRIAXIAL ESTÁTICO EM SOLOS (PARA DOIS ENSAIOS SIMULTÂNEOS) COM MEDIDOR DE VOLUME – I-1077-AH

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA DOIS ENSAIOS SIMULTÂNEOS EM SOLOS COM MEDIDOR DE VOLUME – I-1077-AH

    MÁQUINA PARA ENSAIO TRIAXIAL ESTÁTICO EM SOLO COM 2 LINHAS DE PRESSÃO PARA FINS DIDÁTICOS – I-1077-E

    I-1077-E – EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ENSAIOS EM SOLO COM 2 LINHAS DE PRESSÃO

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ENSAIOS EM SOLO, SEM AR COMPRIMIDO COM 02 ou 04 CONTROLADORES PRESSÃO/VOLUME – I-1077-HA

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ENSAIOS EM SOLO, SEM AR COMPRIMIDO COM 02 ou 04 CONTROLADORES PRESSÃO/VOLUME – I-1077-HA

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ENSAIOS EM SOLO, SEM AR COMPRIMIDO COM 2 ou 04 CONTROLADORES, COM CÉLULAS DE CARGA SUBMERSÍVEIS – I-1077-HC

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ENSAIOS EM SOLO, SEM AR COMPRIMIDO COM 2 ou 04 CONTROLADORES, COM CÉLULAS DE CARGA SUBMERSÍVEIS – I-1077-HC

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ROCHAS – ENSAIO DE FLUÊNCIA – CREEP (ÓLEO E GÁS) I-1077-HD

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ROCHAS – ENSAIO DE FLUÊNCIA – CREEP (ÓLEO E GÁS) I-1077-HD

    Todos os equipamentos são 100% nacionas – isso significa que concepção, projeto, materiais e fabricação têm origem no Brasil. Apoiamos a nossa indústria!

    Aproveite o link para a páginas das prensas triaxiais que sugerimos e navegue por nosso catálogo! Ah, e se você considerar este artigo relevante para mais alguém, compartilhe!

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  • Laboratório de Rochas

    Laboratório de Rochas

    Série Laboratório Básico: Laboratório de Rochas

    Nossas obras, empreitadas e intervenções na crosta da terra encontram pelo caminho não apenas solo “strictu sensu”, mas também uma grande quantidade e variedade de rochas. Por isso é tão importante conhecê-las. Confira nossa Série Laboratório Básico: Laboratório de Rochas!

    E nada mais adequado para a produção de conhecimento sobre rochas do que um laboratório de rochas bem desenhado e equipado com o que há de melhor no mercado em maquinário e peças acessórias.

    Continuamos, assim, com mais um artigo de nossa série Laboratório Básico, que desta vez vai abordar uma lista bastante sugestiva de produtos da Contenco/Pavitest que devem constar nas bancadas e prateleiras de um laboratório de rochas!

    Índice

    1. Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas
    2. Sonda SPT a Percussão
    3. Dilatômetro
    4. Serra Circular
    5. Peneirador 50×50 cm para agregados
    6. Abrasímetro de Amsler

    Se você é leitor assíduo do Blog da Contenco, já conhece o nosso compromisso firme com o conhecimento. Se ainda não é, que tal conferir uma degustação para, quem sabe, virar fã? Seguem alguns artigos que recomendamos:

    Série Laboratório Básico – Parte 1: Laboratório de Concreto

    Ensaios com Aparelho Casagrande: limites de liquidez e plasticidade

    Penetrômetro para asfalto: saiba como funciona!

    Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    Um dos grandes fatores naturais que atuam na durabilidade e deformação das rochas é a água. É exatamente isso que este equipamento mede e entrega na forma de dados essenciais para seus projetos com rochas.

    O princípio desse teste é o de determinar qual o nível de deterioração de uma amostra de rocha frente à imersão em água. A máquina vem com dois tambores de teste, em tamanhos que podem ser escolhidos. É possível incluir mais tambores, que são vendidos separadamente, sob encomenda.

    C-3054 – Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    C-3054 – Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    Sonda SPT a Percussão

    Item básico para qualquer laboratório de rochas, a sonda a percussão tipo SPT (Standard Penetration Test, ou “Teste Padronizado de Penetração”), faz exatamente o que diz o nome: atua com ensaios de incursão penetrante em amostras de rocha.

    Trata-se de um equipamento altamente versátil, podendo ser empregado em perfurações leves de até 30 metros, bem como em estudos de fundação e perfuração de poços. Para facilitar a operação, vem com tripé de 4 pernas reforçado, além de estrutura para auxiliar na extração do amostrador.

    C-1035 – Sonda SPT a Percussão

    C-1035 – Sonda SPT a Percussão

    Dilatômetro para Laboratório de Rochas

    Outro aspecto muito importante a ser considerado em materiais rochosos é o quanto este dilata em função da alteração de temperatura. Estamos falando de um tipo de dado chamado coeficiente de dilatação térmica linear em rochas.

    Este método de ensaio é protagonizado pelo Dilatômetro e tem como objeto de análise principalmente materiais inorgânicos de revestimento e estrutura, sendo rochas o principal insumo a ser estudado. O equipamento tem sensores de alta precisão, controlados por computador, além de sistema de incremento de temperatura que pode ir de 0º a 60º C, a 0,1º C por minuto.

    I-4215 – Dilatômetro

    I-4215 – Dilatômetro

    Serra Circular para Laboratório de Rochas

    Falar em testes e ensaios de rocha e outros materiais inorgânicos similares presume que, em dado momento, será preciso separar e extrair “pedaços” de peças maiores e que possivelmente estejam em estado bruto na natureza. Fazer esse tipo de corte em materiais tão duros exige maquinário específico.

    É aqui que entra a Serra Circular da Contenco/Pavitest. A máquina pode cortar tanto peças de rocha quanto de concreto e de materiais betuminosos, de natureza asfáltica. Vem equipada com um disco de corte diamantado de 18 polegadas de diâmetro, que alcança uma profundidade de corte de até 160mm.

    I-3056 – Serra Circular

    I-3056 – Serra Circular

    Peneirador 50×50 cm para agregados

    A utilização de peneiras no manejo de materiais sólidos em laboratórios de rocha é parte de vários processos de separação e seleção, o que ajuda muito na escolha das melhores amostras. Nesses casos, um aparelho peneirador para agregados é um item que se faz de grande utilidade em um laboratório.

    O Peneirador da Contenco/Pavitest tem capacidade para acoplar até oito peneiras de 50x50x10 cm. O equipamento acompanha dispositivo controlador de tempo e programa de ensaios, além de hastes para fixação de peneiras quadradas.

    I-3007 – Peneirador 50×50 cm para agregados

    I-3007 – Peneirador para agregados Laboratório de Rochas

    Abrasímetro de Amsler para Laboratório de Rochas

    O Abrasímetro de Amsler é um equipamento que mede o coeficiente de abrasão de uma determinada amostra de rocha ou materiais cerâmicos/betuminosos. Abrasão, no caso, é o desgaste do material que decorre do atrito com outro corpo sólido, em função do tempo.

    O equipamento produz essa abrasão por meio de um anel de ferro fundido de alta dureza, com superfície plana e lisa. A amostra, acoplada ao aparelho, adquire movimento giratório com pressão que pode ser regulada, produzindo assim o efeito desejado e possibilitando a coleta dos dados.

    I-4212 – Abrasímetro de Amsler

    I-4212 – Abrasímetro de Amsler

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  • Saiba como funcionam os ensaios em asfalto (Marshall)

    Saiba como funcionam os ensaios em asfalto (Marshall)

    Saiba como funcionam os ensaios em asfalto: Asfalto não é tudo igual, como bem podemos avaliar somente observando algumas estradas e vias de nosso país – algumas bem conservadas e visivelmente de qualidade, outras que desintegram em poucos meses após sua construção e reforma.

    Algo de curioso emerge dessa constatação: como os profissionais que realizam essas construções e reparos determinam a qualidade do material que está sendo utilizado e aplicado nas nossas malhas viárias?

    Uma das respostas possíveis é ensaios do tipo Marshall, procedimentos amplamente utilizados pelo mundo para análise de amostras de asfalto e outros tipos de misturas betuminosas, em geral derivadas de subprodutos do petróleo. É sobre o Ensaio Marshall e os equipamentos utilizadas que falaremos neste artigo!

    Curiosidades, dúvidas e perguntas sobre este universo surgem todos os dias, e nós do Blog da Contenco ficamos muito felizes em procurar responder a todas! Depois quer ler este artigo, que tal conferir outros textos com informações que podem sanar outras questões?

    Teste Os Tubos De Conexões De Sua Obra Com A Prensa Para Ensaio De Achatamento!

    Verifique A Qualidade Da Argamassa Com O Ensaio De Arrancamento!

    Determinando A Densidade De Materiais Betuminosos Com O Equipamento Rice Test

    Ensaio Marshall: o que é e como funciona?

    Concebido na década de 1930 e aprimorado ao longo das décadas subsequentes até os dias de hoje, o Ensaio Marshall é um dos testes laboratoriais mais comuns e completos que estão à disposição.

    O procedimento tem por objetivo aferir índices como a estabilidade e a fluência das massas asfálticas que serão colocadas à prova. No caso, as definições são:

    Estabilidade: capacidade do material de resistir às pressões e tensões que encontrará no uso cotidiano da obra. Uma pista de uma rodovia, por exemplo.

    Fluência: capacidade do material se “moldar” diante de pressões, adquirindo novos formatos e podendo retornar à condição inicial (elasticidade).

    O procedimento é bastante simples: uma amostra preparada é posicionada no equipamento (prensa), e logo em seguida submerge em um tanque com água a uma temperatura de 60°C por um período de 40 minutos. Depois, a amostra é submetida às forças da prensa até que se rompa. Deste processo de pressão e rompimento são coletadas inúmeras informações.

    Qual a importância de realizar o Ensaio Marshall?

    Conforme já mencionamos anteriormente, o Ensaio Marshall tem como conceitos norteadores duas características dos materiais betuminosos e asfálticos: a estabilidade e a fluência.

    Mas por que são conceitos tão importantes e conferem a esse tipo de ensaio um status de necessidade premente em qualquer obra que preveja a construção de pavimentos?

    Para responder a essa pergunta, e com os conceitos de estabilidade e fluência em mente, basta que observemos a qualidade das vias asfaltadas em nosso país e como os problemas que vemos têm potencial alto de causar acidentes muito graves.

    Outro benefício indireto é a economia de recursos – afinal, quando se produz uma malha viária asfaltada de qualidade, menores são os gastos com reparo, manutenção e até mesmo com reconstruções completas de estradas que simplesmente desaparecem.

    Máquinas Contenco/Pavitest para Ensaios Marshall

    Diante de tudo isso, fica uma pergunta: e as estrelas de todo esse processo? Onde estão as máquinas que protagonizam os testes laboratoriais e são responsáveis por nos ajudar a construir cada vez melhor nesse país?

    As prensas do tipo Marshall produzidas pela Contenco/Pavitest são dotadas do que existe de mais atual em termos de engenharia e fabricação de maquinário para a construção civil. E mais: todas são feitas a partir de recursos 100% nacionais, algo muito importante para o desenvolvimento de nossa indústria.

    Vamos às máquinas? Acompanhe:

    PRENSA MARSHALL MANUAL I-2001

    PRENSA MARSHALL MANUAL I-2001

    PRENSA MARSHALL ELÉTRICA – I-2001-A

    PRENSA MARSHALL ELÉTRICA – I-2001-A

    PRENSA CBR MARSHALL ELÉTRICA – I-1006-GA

    PRENSA CBR MARSHALL ELÉTRICA – I-1006-GA

    PRENSA CBR MARSHALL PARA ENSAIOS DE COMPRESSÃO SIMPLES E OUTROS, ELETRÔNICA, HÍBRIDA I-1006-FA

    PRENSA CBR MARSHALL ENSAIOS COMPRESSÃO SIMPLES ELETRÔNICA HÍBRIDA I-1006-FA

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  • Ductibilidade em asfalto: o que é e como medir?

    Ductibilidade em asfalto: o que é e como medir?

    Quando falamos de asfalto, logo pensamos em sua principal utilização, que é em estradas de rodagem e estruturas afins. Logo, vinculamos o emprego do asfalto à exposição de forças imensas e que fatalmente alteram o estado do material. Por isso, é preciso entender a sua ductilidade.

    Mas, afinal, o que significa esse termo? E por que é tão importante compreendê-lo e considerar sua aplicação em todas as instâncias da obra que envolvem esses materiais?

    Temos informações relevantes a desenvolver neste artigo, que serão de suma importância no planejamento de qualquer obra que envolva utilização de asfalto e materiais similares – tanto em termos de segurança quanto no quesito economia de insumos e mão de obra.

    Antes, vamos conferir alguns outros links que podem ser relevantes para você? Todos foram retirados do Blog da Contenco, um canal de informações valioso para você que gosta de saber cada vez mais!

    O Que É e Como Medir Com Precisão E Segurança Em Concreto Endurecido?

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    • Ductilidade: o que significa?
    • Como é o ensaio de ductilidade?
    • Conheça o Ductilômetro da Contenco!

    Ductilidade: o que significa?

    Conforme falamos, existem demandas na construção civil e na indústria em geral que possuam certas propriedades – dentre estas, de forma geral, está a capacidade do material de se transformar em algo sem que haja perda.

    Um dos principais aspectos dessa capacidade é a ductilidade, ou seja, a capacidade do material de sofrer deformação sem que se rompa. Este parâmetro mede essa variação até o momento exatamente anterior ao rompimento, que é quando o material perde a sua serventia.

    Materiais “dúcteis” são bastante apreciados na indústria em geral, principalmente nos casos em que dada matéria-prima precisa ser trabalhada até que atinja uma forma desejada. Um exemplo é a fabricação de fios e chapas de metal.

    Materiais betuminosos e asfálticos não possuem ductibilidade comparável à da maioria dos metais, mas apresentam potencial de deformação e elasticidade que precisa ser compreendido para que possam ser utilizados na construção civil de maneira segura e econômica.

    Como é o ensaio de ductilidade?

    A importância de se obter dados de ductibilidade de materiais asfálticos gerou a demanda por um ensaio específico – o ensaio de ductibilidade, realizado por um aparelho chamado ductilômetro. Trata-se, felizmente, de um procedimento simples e que traz ganhos substanciais para o planejamento da obra.

    A amostra do material é colocada dentro de um recipiente de testes e, em seguida, posicionada no ductilômetro. O aparelho, então, aplica uma força de tração cuja velocidade pode variar, dentro do patamar de centímetros por minuto.

    A força é mantida até que a amostra se rompa, que é quando se encerra a medição, com o índice de ductilidade devidamente registrado.

    Outras medições que também podem ser feitas durante um ensaio de ductilidade são aquelas que determinam os coeficientes de recuperação elástica dos materiais. Neste caso, a amostra também é submetida a uma força de tração, mas que é subitamente interrompida. Após uma hora, mede-se o quanto a amostra recuperou do seu tamanho original.

    Conheça o Ductilômetro da Contenco!

    O grande protagonista de tudo o que falamos até aqui neste artigo é o equipamento responsável pelos ensaios de ductilidade: trata-se do Ductilômetro Com Sistema de Aquecimento/Resfriamento e Agitação, da Contenco/Pavitest!

    O Ductilômetro é uma máquina robusta e resistente, fabricada em aço inoxidável e outros materiais de primeira qualidade – aliás, todo o projeto e a matéria-prima utilizados na produção do equipamento têm origem 100% nacional.

    Além disso, possui um moto-redutor eletronicamente controlado, que possibilita versatilidade na escola das velocidades de tração, que podem variar de 1 a 5 cm/min. Estável, tem estrutura construída de modo a não produzir vibrações que poderiam prejudicar a leitura dos ensaios realizados.

    Tão importante quanto aprender sobre a ductilidade e como funcionam esses tipos de ensaios é compartilhar esse conhecimento! Por isso, não hesite – envie o link deste artigo para aquele contato que também possa se interessar por este conhecimento!

  • Como é a determinação da densidade relativa com a mesa vibratória?

    Como é a determinação da densidade relativa com a mesa vibratória?

    Ensaio de solos é um assunto do qual já falamos bastante aqui no Blog da Contenco, mas sempre temos algo a apresentar – seja novo, diferente ou alternativo. É o caso do ensaio de solos para determinação da densidade relativa, por meio de uma mesa vibratória.

    Trata-se de mais uma opção dentro do rol de ensaios e testes laboratoriais que podem ser realizados com amostras de solos e que são amplamente cobertos pelo portfólio de máquinas e equipamentos da marca Contenco/Pavitest.

    Já quer conhecer mais sobre o assunto? Depois de ler este artigo, que tal conferir alguns links para outros textos que também poderão ser bastante úteis? Abra em uma outra aba e leia-os assim que puder!

    Ensaio De Dormentes: O Que É E Como É Realizado?

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    • O que é a densidade relativa em solos?
    • Como é o ensaio com a mesa vibratória?
    • Conheça o Aparelho Para Determinação Da Densidade Relativa I-1058-D

    O que é a densidade relativa em solos?

    Densidade real ou relativa do solo é a relação entre o peso específico das partículas sólidas que compõem um determinado volume de solo e o peso de um elemento referência – no caso, esse elemento é a água, considerando o mesmo volume da amostra de solo.

    Possuir dados da densidade relativa de um determinado solo é importante porque desta informação depreendem-se muitas outras, essenciais para a caracterização do solo, necessária para que se possa fazer qualquer tipo de intervenção, como obras, escavações e perfurações.

    Solos muito densos – ou compactados – tendem a responder de formas diferentes a cargas de força e peso quando em comparação com solos com densidade menor.

    Como já vimos, existe uma série de tipos diferentes de ensaios de solos, que extraem uma quantidade também diversa de dados. Porém, em algumas situações, dados específicos requerem testes variados – é o caso da densidade relativa, que pode ser muito mais bem registrada por meio de uma mesa vibratória.

    Como é o ensaio com a mesa vibratória?

    Ensaios para determinação da densidade relativa de solos podem ser feitos utilizando-se um equipamento chamado mesa vibratória – que consiste, em essência, em uma plataforma que vibra.

    Claro que não é apenas isso: um sensor com altíssima sensibilidade detecta os padrões e a amplitude de vibração das partículas sólidas que compõem o solo, que passam por cálculo e resultam em informações referentes à densidade relativa da amostra de solo.

    Este tipo de ensaio é aplicado em solos não coesivos e de livre drenagem dos quais não foi possível extrair dados da densidade por meio dos métodos mais comuns de ensaios de solos.

    Conheça o Aparelho Para Determinação Da Densidade Relativa I-1058-D

    A Contenco/Pavitest tem em seu catálogo um equipamento especialmente desenvolvido para ensaios com o objetivo de determinar a densidade relativa de amostras de solo: o Aparelho Para Determinação Da Densidade Relativa I-1058-D.

    Desenvolvido e produzido por meio de projeto e matéria-prima totalmente nacionais, o aparelho – ou mesa – conta com plataforma magnética vibratória e sensores especiais que detectam a amplitude de vibração das partículas, com ajustes finos entre 0,15mm e 0,33mm.

    Além disso, o equipamento conta com os seguintes acessórios: moldes para a produção de corpos de prova (amostras) de solos, sobre carga e parquímetro digital.

    Se este artigo foi útil para você, não deixe de compartilhar com seus contatos nas redes sociais e nos principais aplicativos! Com certeza tem alguém que poderá também se beneficiar dessas informações.

  • Você sabe quais são os benefícios do ensaio triaxial dinâmico de solos para a sua obra?

    Você sabe quais são os benefícios do ensaio triaxial dinâmico de solos para a sua obra?

    O que um empreendimento de engenharia civil ou afins ganha com uma Máquina Triaxial Dinâmica de Solos? Certamente em segurança, qualidade nos ensaios e muita economia. Mas como isso pode acontecer?

    É o que vamos procurar desvendar neste artigo, destacando também a importância de se realizar ensaios laboratoriais sempre com equipamentos certificados e pessoal qualificado.

    Se você também se interessar por outros tipos de ensaios, como o triaxial dinâmico para asfalto, por exemplo, pode acessar os links que separamos abaixo! Abra-os em outras abas e leia depois!

    Ensaio Triaxial Dinâmico Em Asfalto: O Que É E Qual A Importância?

    Testes De Solos: As Diferenças Entre Ensaio Triaxial Estático E De Cisalhamento

    Por Que É Importante Ter Na Obra Uma Máquina De Ensaio Triaxial Estático?

    • Por que máquina “triaxial dinâmica” de solos?
    • Quais os benefícios do ensaio triaxial dinâmico para a obra?
    • Conheça a Máquina Triaxial Dinâmica de Solos da Contenco!

    Por que máquina “triaxial dinâmica” de solos?

    As terminologias que são utilizadas nesse meio nem sempre são totalmente intuitivas, mas bastam pequenas pistas para que possamos entender, de fato, quais são suas características a partir dos seus nomes e conceitos.

    O “triaxial” ocorre porque a máquina possui uma prensa que aplica cargas de força nas amostras de solo (ou qualquer outro material em que se aplique o teste) em três eixos diferentes, procurando assim simular as tensões e pressões que existem em condições naturais.

    E o “dinâmico”? Serve para determinar que as forças aplicadas não são estáticas (como nas máquinas triaxiais estáticas, por exemplo), mas sim em cargas repetidas, com certa frequência e intensidade. Essa funcionalidade também existe para simular as condições naturais.

    Quais os benefícios do ensaio triaxial dinâmico para a obra?

    Conforme abordamos no item anterior, o ensaio triaxial dinâmico tem como um de seus principais objetivos emular situações em que o solo do qual a amostra é parte enfrentará durante a obra e ao longo do tempo, após finalizada.

    Entrando em mais detalhes, o ensaio mede o que chamamos de módulo de resistência do solo, que é um índice que traduz o potencial de deformação mecânica de determinada amostra de material (no caso, solo) quando submetida a forças constantes e repetidas.

    De prima, emerge um dos principais benefícios desses tipos de ensaio, que é a segurança. Saber o quanto um solo “resiste” às forças naturais é essencial para que a engenharia faça as intervenções necessárias no projeto e nos processos construtivos para que a obra se desenvolva estável e dure muitas décadas.

    Outro benefício bastante almejado é a economia, em todos os âmbitos da obra – coisa que um bom ensaio triaxial dinâmico certamente assegura. Com dados corretos sobre a resistência dos materiais, é possível desenhar processos e adquirir materiais de forma muito mais eficiente.

    Conheça a Máquina Triaxial Dinâmica de Solos da Contenco!

    A Máquina Triaxial Dinâmica de Solos da Contenco, modelo I-1078-A, possui todas as funcionalidades que já descrevemos até aqui – prensa que aplica cargas repetidas e constantes em sentido triaxial, determinando o módulo de resiliência e deformação permanente do solo. A repetição da aplicação das cargas obedece a uma frequência, que é a de 1 Hz: carga durante 0,1 segundo e repouso durante 0,9 segundos.

    ensaio triaxial dinâmico de solos

    Os dados produzidos pelos ensaios são coletados e registrados por meio de sensores que medem os deslocamentos e alterações provocados pelas cargas, com alto grau de precisão.

    Todo o controle do processo (comando, controle, monitoramento e emissão de relatórios, entre outros) do ensaio pode ser feito por meio de software incluso com o equipamento, desenvolvido em VB (Visual Basic) e que grava os dados em um banco de dados Access.

    Lembrando sempre que as máquinas da Contenco (marca Pavitest) são desenvolvidas e produzidas com tecnologia e material 100% nacional!

    Compartilhe este artigo com seus contatos e com quem você julgue que também vai fazer bom uso dessas informações todas! Ah, e aproveite para colocar o Blog da Contenco em seus favoritos!

  • Ensaios de solos: saiba o que são e por que são tão importantes!

    Ensaios de solos: saiba o que são e por que são tão importantes!

    Ensaios de solos:
    saiba o que são e por que são tão importantes!

    Para um público leigo, uma obra ou intervenção de engenharia civil tem seu início caracterizado pela “construção” em si. Mas, antes do ato de inauguração do processo propriamente dito, muito já aconteceu – incluindo a importante etapa de ensaios de solos.

    Mas, afinal, por que ensaios de solos são tão importantes? Além deste questionamento mais do que válido, passaremos também por outros pontos que também são de interesse e perpassam o tema.

    Dividimos, assim, este artigo da seguinte maneira:

    • O que são ensaios de solos?
    • Por que é importante realizar ensaios de solos?
    • Tipos de ensaios de solos
    • Produtos Contenco: a melhor opção em ensaios de solos

    O que são ensaios de solos?

    Ensaios de solos são um componente essencial dentro do prisma de processos básicos da engenharia geotécnica, com vistas a caracterizar o solo em um local específico, dentro de diretrizes bem definidas.

    Trata-se de um conjunto de testes que são feitos tanto no local da obra quanto em laboratório, que procuram trazer à luz atributos e características do solo quanto ao seu comportamento mecânico, em termos de tensão-deformação.

    Como veremos, os ensaios de solo têm como resultados aspectos que vão muito além dos tipos de solos que existem em determinada região, caracterizados de maneira genérica. A intenção é, na verdade, revelar detalhes específicos de um determinado local e que podem influenciar no processo de construção.

    Alguns tipos de ensaios de solos

    Os tipos de ensaios de solos são delimitados pelo aspecto e características que se pretende buscar com o procedimento em específico. Vamos entender, abaixo, alguns dos principais tipos de ensaios.

    Granulometria: Ensaio de caracterização que busca avaliar os grãos do solo em: tamanho médio, variação de tamanho e distribuição dos exemplares em cada faixa específica do solo.

    Compactação: Com este ensaio, obtém-se a relação entre o teor de umidade e o peso específico do solo, quando aplicada uma dada quantidade de energia que resulta em compactação e maior estabilidade.

    Suporte Califórnia: Busca obter índices da capacidade de expansão do solo sob pavimento. Ajuda na prevenção de problemas gerados por solos de má qualidade em estradas, como rupturas e fissuras.

    Limites de Liquidez e Plasticidade: Procedimentos que permitem determinar índices de consistência do solo. Neste caso, obtém-se índices de acordo com a umidade necessária para que um solo tenha características de liquidez e plasticidade.

    Compressão Triaxial: Utilizado para determinar as propriedades de tensão-deformação de um solo, isto é, seus índices de resistência ao corte, rompimento e deformação quando colocados sob tensão.

    Produtos Contenco: a melhor opção em ensaios de solos

    Agora que já conhecemos os principais conceitos e diretrizes que permeiam ensaios de solos, que tal agora apresentarmos as melhores opções em equipamentos para esse tipo de procedimento?

    A Contenco, com sua tradição de mais de seis décadas, possui um catálogo completo de produtos para ensaios de solos. Com certeza um deles contempla as necessidades de sua obra ou de sua empresa!

    Confira abaixo, com fotos e links:

    solos - speedy
    Speedy

    ensaio em solos - triaxial
    Triaxial Estatico com Pressurizadores

    solos - triaxial estático
    Triaxial Estático

    solos - soquete
    SOQUETE CBR

    solos - sonda
    Sonda SPT

    solos - prensa
    Prensa Cbr. Marshall Micro Processada

    ensaio em solos - permeametro
    PERMEÂMETRO COMPLETO PARA CARGA VARIÁVEL

    ensaio em solos - prensa
    Prensa CBR

    solos - peneirador
    Peneirador Eletromecanico

    solos - hilf
    Hilf

    ensaio em solos
    Extrator de amostras

    solos
    Equivalente de areia

    ensaio em solos
    Dispersor – ensaio em solos

    solos
    Cisalhamento Digital

    ensaio em solos
    Adensamento Digital


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  • Equipamento Triaxial para Ensaios: um avanço tecnológico

    Equipamento Triaxial para Ensaios: um avanço tecnológico

    O Ensaio Triaxial é um tipo de ensaio utilizado para medir as propriedades mecânicas dos solos, como a resistência ao corte e o comportamento tensões-deformações. E para realizar este ensaio é preciso equipamentos com tecnologia desenvolvida especialmente para estes casos, como o Equipamento Triaxial.

    Por que precisamos de equipamento triaxial para realizar ensaios de mecânica dos solos?

    Os solos, assim como vários outros materiais em engenharia, resistem bem à compressão. Mas ao mesmo tempo eles têm resistência limitada à tração e ao cisalhamento. Por isso, deve-se realizar um estudo da resistência ao cisalhamento dos solos para se entender realmente como os solos se comportam. Estes estudos podem ser feitos através de um Ensaio Triaxial, utilizando o Equipamento Triaxial Estático.

    O Ensaio Triaxial é muito usado para avaliar:

    • Estabilidade de encostas naturais e taludes de corte e aterro;
    • Estabilidade de barragens;
    • Estabilidade de aterros sobre solos moles;
    • Capacidade de cargas de fundações, dentre outros.

     

    Novo Equipamento Triaxial Contenco

    Atendendo à demanda do mercado, a Contenco desenvolveu e acaba de lançar no mercado seu mais novo modelo de Equipamento Triaxial Estático, agora com a utilização de Servo-Pressurizadores.

    equipamento triaxial

    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO, SEM AR COMPRIMIDO COM 2 CONTROLADORES DE  PRESSÃO/VOLUME – Modelo: I-1077-HA

     

    Este modelo de Equipamento Triaxial não necessita mais de um compressor de ar para gerar as pressões hidráulicas utilizadas no Ensaio Triaxial Estático. Através de cilindros hidráulicos servo-controlados, as pressões de ensaio são geradas diretamente na câmara triaxial e na amostra.

    equipamento triaxial

    Célula / Câmara Triaxial de Ensaio

     

    O conjunto do novo Equipamento Triaxial  é composto por uma prensa, também servo-controlada, com capacidade de 5.000 kgf, com indicação e controle eletrônico da velocidade de avanço e de incremento de carga (tensão). A velocidade pode ser parametrizada na faixa de 0.0001 a 15,00 mm/min, através de display junto à prensa ou pelo software de ensaio incluído com o equipamento. Ela pode também ser ajustada de forma manual através do joystick da prensa. A comunicação com o computador é feita através de interface USB 2.0. O equipamento possui proteção contra sobrecarga, detecção de célula conectada e sobrecurso dos transdutores de deslocamento.

    equipamento triaxial

    Prensa Triaxial de Ensaio

     

    Além da prensa, o conjunto para Ensaio Triaxial pode ser composto por um número flexível de servo-pressurizadores, conforme necessidade do cliente. Uma vez que esses equipamentos se comunicam com a prensa via rádio frequência (wireless), pode-se escolher quantos deles serão utilizados no ensaio. Este equipamento também dá a liberdade de posicioná-los da forma que melhor atender ao espaço físico do laboratório.

    O modelo padrão possui capacidade de pressão de 3,4 MPa e volume de 300 c m3 com resolução de 0,1kPa/0,001cm3. Opcionalmente, tanto os servo-pressurizadores quanto a célula triaxial podem ser fornecidas com capacidades para até 100 Mpa.

    Todos os novos modelos possuem interface com o usuário através de tela colorida sensível ao toque (touch screen), ideal para leitura e parametrização das variáveis de controle.

    Abaixo seguem mais algumas características e possibilidades de fornecimento:

    • Câmara triaxial em alumínio e camisa em acrílico com base e cabeçote, podendo ser fornecida para diversas dimensões de corpos de prova.
    • Célula de carga com capacidade de 1.000 kgf, com resolução de 0,1 kgf; podendo ser fornecido com células de carga de outras capacidades e submersível.

    equipamento triaxial

    Célula de carga submersível

     

    • Sensor de deslocamento linear de 50mm para medida das deformações axiais dos corpos de prova durante o ensaio.
    • Transdutor de pressão para medida de poro pressão, podendo ser fornecido com dois transdutores (base e topo).
    • Medidor digital de volume usado para medição de volume de água drenada na fase de adensamento de corpos de prova não saturados e para medição de volume de água drenada na fase de compressão de ensaios triaxiais lentos, não saturados e drenados.
    • Possibilidade de realizar ensaios UU, CU, CD, ensaios anisotrópicos e determinação do Ko.
    • Acessórios diversos para moldagem dos corpos de prova e realização dos ensaios.

     

    Se você tem mais dúvidas técnicas ou comerciais sobre o Equipamento Triaxial Estático, envie um email para contenco@back.contenco.com.br ou ligue para +55 31 3623-3623 | 31 98878-6968.

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