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  • Método Medina para Ensaios de solos: você conhece?

    Método Medina para Ensaios de solos: você conhece?

    Segurança, durabilidade e eficiência são atributos que sempre levantamos em nossos artigos sobre obras de pavimentação e manejo de solos. Tudo isso pode ser alcançado por meio do Método Medina!

    Já abordamos o Medina antes, em um artigo em que falávamos sobre esse método com viés em testes de asfaltos. Desta vez, faremos uma panorâmica mais abrangente e iremos pelo caminho dos Ensaios Triaxiais Dinâmicos de Solos.

    São muitos os termos técnicos e assuntos que já falamos no Blog da Contenco. Para que você possa ter contato com uma parte desse nosso conhecimento acumulado, separamos para você alguns links. Aproveite bem!

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    • O que é o Método Medina?
    • Método Medina em ensaios de solos
    • Principais benefícios para a obra
    • A Máquina Triaxial Dinâmica De Solos

    O que é o Método Medina?

    Como já abordamos os conceitos fundamentais do Método Medina aqui, vamos aqui fazer apenas alguns resgates importantes para que possamos entender a proposta do artigo.

    O nome Medina vem de todo de Dimensionamento Nacional de solos e pavimentos, e que também é uma homenagem ao professor Jacques de Medina, precursor dos estudos de mecânica de pavimentos no Brasil.

    O método foi criado e implantado em 2014 pelo Instituto de Pesquisas Rodoviárias (IPR), que é parte do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), e pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O objetivo foi substituir os métodos tradicionais de dimensionamento por procedimentos mais modernos e focados em durabilidade e segurança.

    Em outras palavras, o Medina lança parâmetros de ensaio com foco em analisar as forças incidentes nas diferentes camadas de solo/pavimento, de forma dinâmica – ou seja, com variação de intensidade dessas forças e de tempo de aplicação.

    O Medina foi colocado em prática para confrontar o já bem utilizado método CBR, que possui parâmetros de análise mais limitados.

    Método Medina em ensaios de solos

    Já pudemos perceber que uma das principais aplicações do Medina é em projetos de pavimentos, especialmente estradas de rodagem. Mas será que podemos utilizá-lo em simples ensaios de solos?

    A resposta é: com certeza! O motivo é que suas prerrogativas de análise, que têm como base a abordagem completa e dinâmica do sistema de camadas, contribuem muito para que se tenha os melhores resultados em análises de solo.

    Tais ensaios são geralmente realizados empregando-se uma máquina triaxial dinâmica, que possui todos os requisitos necessários para esse tipo de teste – falaremos mais sobre esse equipamento mais adiante!

    Principais benefícios para a obra

    Em teoria, já nos parece que a aplicação de ensaios triaxiais dinâmicos em solos com o Medina pode prover ganhos significativos em termos de qualidade, segurança e confiabilidade. Mas como isso ocorre na prática?

    Em uma obra qualquer, e não apenas naquelas de pavimento e estradas, entender como funciona a dinâmica de solos na realidade – e atuar com base nela – é fundamental para que o empreendimento seja entregue com economia e que dure por muitos anos.

    Essa “realidade” da dinâmica de solos é nada mais do que todas as forças, movimentos e pressões que as camadas de solos sofrem ao longo do tempo e que variam em intensidade. Ou seja: um ensaio triaxial dinâmico, feito a partir dos parâmetros do Medina, podem dar a exata dimensão desse contexto e permitir um projeto sem falhas.

    Outro benefício incontestável é a economia, uma vez que, ao saber com que tipo de mecânica de solos estão lidando, os gestores de uma obra conseguem esquadrinhar o orçamento de maneira muito mais eficiente em termos de material, mão de obra e até mesmo intervenções.

    A Máquina Triaxial Dinâmica De Solos

    Desenvolvida e fabricada pela Contenco/Pavitest, a Máquina Triaxial Dinâmica de Solos da Contenco I-1078-A, possui todos os requisitos para a realização de ensaios triaxiais dinâmicos de solo, incluindo software de controle e de emissão de relatórios.

    É um Equipamento triaxial dinâmico com carga repetida, servo controlado, que permite a determinação dos módulos de resiliência e deformação permanente em Solos

    Esperamos que todas estas informações tenham sido de alguma forma úteis para você e seus projetos. Entre em contato conosco caso precise de mais informações ou queira conhecer nossos produtos!

  • Apresentando: Medina (Método de Dimensionamento Nacional)

    Apresentando: Medina (Método de Dimensionamento Nacional)

    Buracos, defeitos e deformidades são uma constante nas estradas e ruas brasileiras – fato atestado por virtualmente todas as pessoas. Para tentar minimizar esse tipo de problema na fase de projeto emerge o Método Medina, aliado ao Ensaio Triaxial Dinâmico para asfaltos.

    Como e por quais motivos essa melhora pode acontecer e por que métodos como o CBR podem ser limitados na hora de desenvolver projetos de pavimentação asfáltica serão nossos temas neste artigo. Preparado?

    Os assuntos que você vê aqui no Blog da Contenco são escolhidos e desenvolvidos especialmente para você que busca conhecimento acessível e essencial para a sua vida profissional. Pensando nisso, sugerimos abaixo alguns artigos que você poderá aproveitar bem.

    Óleo E Gás – Tenha Parâmetros Precisos De Perfuração Com A Célula De Cortador Única – CCU

    Óleo E Gás: Você Conhece O Ensaio De Fluência (Creep)?

    Óleo E Gás: Tudo Sobre O Ensaio De Expansão Ou Inchamento

    • O que é o Método Medina?
    • Método Medina X CBR (Califórnia): qual o melhor?
    • Método Medina e o Ensaio Triaxial Dinâmico
    • A importância do módulo de resiliência
    • O Equipamento Triaxial Dinâmico para Asfaltos

    O que é o Método Medina?

    A palavra Medina vem de Método de Dimensionamento Nacional, mas é também uma justa homenagem ao professor Jacques de Medina, um dos pesquisadores que iniciaram os estudos de mecânica de pavimentos no Brasil.

    Trata-se de uma proposta de substituição dos métodos tradicionais de dimensionamento em projetos de pavimentação, conhecidos como métodos empíricos. O novo método foi criado com foco em prover muito mais confiabilidade e durabilidade nesse tipo de empreitada.

    O método Medina teve origem em 2014, em um esforço conjunto feito entre o Instituto de Pesquisas Rodoviárias (IPR), que é parte do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), e pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

    Método Medina X CBR (Califórnia): qual o melhor?

    O método empírico, que é o tradicional método CBR (Califórnia Bearing Ratio), utilizado de forma ampla no Brasil, tem como prerrogativa a análise apenas da deformação do subleito da estrutura, de forma estática – ou seja, tendo como referência a aplicação de forças constantes.

    Tendo essa configuração em vista, podemos inferir que o método CBR possui algumas limitações, principalmente por não considerar a aplicação de forças de forma dinâmica, bem como também não levar em conta a deformação que ocorrem em todas as camadas de material que formam o pavimento.

    É por isso que o Método Medina apresenta importante vantagem sobre os métodos tradicionais/empíricos, como o CBR. No caso, o Medina avalia, de forma dinâmica (considerando forças que variam em intensidade e tempo), a deformação que ocorre em todo o sistema de camadas do pavimento.

    Método Medina e o Ensaio Triaxial Dinâmico

    Agora que conhecemos as principais características do Método Medina, podemos já relacionar a um velho conhecido nosso: o Ensaio Triaxial Dinâmico.

    Recapitulando um pouco desse tipo de ensaio, temos um equipamento de prensa com célula que recebe cargas em três eixos – por isso é triaxial. O corpo de prova, já na célula, tem seu módulo de resistência medido a partir da incidência dessas forças.

    Dizemos que o teste é dinâmico porque as forças aplicadas podem ser controladas pelos operadores, tanto em intensidade quanto no tempo de aplicação. Tal fator é o que garante uma aproximação maior com a realidade de um pavimento de rolagem.

    A importância do módulo de resiliência

    Das palavras do próprio professor Medina, a resiliência é a energia acumulada decorrente de um processo de deformação elástica de um corpo, que é posteriormente devolvida quando cessam as forças que causaram a tensão.

    Assim, a resiliência compõe um dos principais parâmetros de medição e análise em ensaios dinâmicos de asfaltos, e faz parte também do Método Medina.

    Essa importância se deve justamente à capacidade que este índice tem de nos contar mais sobre os materiais que serão utilizados na construção do pavimento, o que permite realizar projetos com maior durabilidade e segurança.

    O Equipamento Triaxial Dinâmico para Asfaltos

    Desenvolvido e produzido pela Contenco/Pavitest, com tecnologia e materiais 100% nacionais, o Equipamento Triaxial Dinâmico para Asfaltos I-1078-B é uma máquina robusta e confiável para ensaios que envolvam materiais de pavimentação, servo controlado, para a determinação dos módulos de resiliência em misturas Betuminosas.

    Possui: Bancada com circuito pneumático integrado e painel de controle com indicadores, Câmara ultra termostática para climatização dos corpos de prova de misturas betuminosas, Compressor de ar, Pórtico estrutural portátil para geração e aplicação de carga dinâmica repetida no ensaio de compressão diametral em C.Ps de misturas betuminosas, além de um Conjunto de dispositivos para montagem e realização de ensaios em   C.Ps de misturas betuminosas;

    Manual do usuário contendo informações para utilização do Software operacional, equipamento, aplicação e utilização.

    Método Medina

    Quer saber mais sobre a máquina? Leia já este artigo do nosso Blog, em que damos detalhes mais específicos sobre o ensaio e nossos produtos!

    Ah, e não se esqueça: se você gostou deste artigo, não deixe de compartilhar com os seus contatos!