Tag: Óleo e gás

  • Ensaio do Cilindro Vazado

    Ensaio do Cilindro Vazado

    Oil & Gas, Ensaio do Cilindro Vazado

    Quando falamos de exploração do solo em termos de captação de recursos naturais – como petróleo, por exemplo -, sempre nos vêm à mente imagens de grandes intervenções nas rochas e no solo, quase sempre de imensa magnitude.

    Nesse contexto, algo que é sempre importante saber é o quanto a rocha resiste a essas intervenções e qual seu comportamento geral frente ao trabalho humano de exploração.

    Uma das maneiras de determinar esse tipo de parâmetro, que é importante tanto para eficiência quanto para a segurança do processo todo, é realizar o chamado ensaio de cilindro vazado – que é o tema deste artigo.

    Vamos explorar o conceito desse ensaio, suas peculiaridades e, principalmente, entender por que é tão importante fazê-lo de maneira adequada e com o equipamento correto.

    Antes de começarmos, que tal conferirmos algumas sugestões de artigos que separamos para você? O Blog da Contenco possui uma variedade grande de informação e conhecimento útil sobre engenharia e testes de qualidade! Acesse:

    Apresentando: tudo sobre a Máquina Universal de Ensaios!

    Ensaios em concreto: tipos e importância

    Saiba tudo sobre Ensaios Mecânicos de Materiais!

    Índice

    • Resistência das rochas na exploração do petróleo – por que é tão importante?
    • O ensaio de cilindro vazado na determinação da resistência das rochas
    • Conheça o Equipamento para realização do Ensaio de Cilindro Vazado da Contenco!

    Resistência das rochas na exploração do petróleo – por que é tão importante?

    Exploração de petróleo, seja no continente ou em alto mar, depende do estudo profundo e da intervenção na crosta terrestre que, por sua vez, é formada por vários tipos de solo e de rochas.

    Assim, quão resistentes a perfurações, movimentos e até mesmo o quanto aquele material suporta peso e forças do tipo, são parâmetros muito importantes na hora de planejar e executar atividades de exploração dessa natureza.

    Isso influencia, por exemplo, na determinação do local de perfuração. Por meio desse tipo de índice – o de resistência das rochas – é possível entender onde é melhor intervir, para que o trabalho seja mais fácil e mais eficiente.

    Outro aspecto importante e que tem tudo a ver com a resistência das rochas é a prevenção contra colapso e busca pela estabilização física dos poços de exploração. Afinal, são milhares de toneladas de material buscando uma reacomodação na crosta, e qualquer movimento pode ser fatal.

    São questões essenciais também por conta da posição estratégica que a extração de petróleo tem na economia de um país, movimentando uma quantidade de recursos considerável em relação ao PIB.

    O ensaio de cilindro vazado na determinação da resistência das rochas

    Conforme já pontuamos, um ensaio de cilindro vazado tem como objetivo determinar o índice de resistência de um material rochoso. Isso se dá por meio da análise de uma amostra dessa rocha, que sofre um processo de compressão.

    Detalhando um pouco mais: essa amostra de rocha, que chamamos também de corpo de prova, é submetida ao que chamamos de ensaio triaxial. Esse tipo de ensaio consiste na aplicação de forças em três eixos especiais distintos (por isso se chama triaxial), buscando obter o máximo de resistência à compressão daquele material.

    Esse máximo de resistência ocorre quando a amostra se rompe, em decorrência das forças que ela sofreu. Neste momento, dados são coletados e calculados para a obtenção dos parâmetros desejados, dentre estes o índice de resistência à compressão da rocha.

    Conheça o Equipamento para realização do Ensaio de Cilindro Vazado da Contenco!

    Conforme falamos ao longo do artigo, o Ensaio de Cilindro Vazado é realizado por meio de um equipamento especial, produzido pela Contenco/Pavitest a partir de tecnologia 100% nacional.

    Trata-se do Equipamento para Realização do Ensaio de Cilindro Vazado Modelo I-1081. A máquina conta com uma célula de compressão triaxial, além de sensores que permitem controlar e medir a pressão confinada, a contrapressão, o carregamento axial e a vazão.

    Equipamento para Realização do Ensaio de Cilindro Vazado Modelo I-1081

    Ensaio de Cilindro Vazado Modelo I-1081

    Se você se interessou pelo produto, não deixe de entrar em contato conosco para conhecer mais detalhes e as nossas propostas especiais de negociação. Ah, e aproveite também para compartilhar este artigo com os seus contatos!

    Quer saber mais? Não deixe de acessar a página do produto e também todo o nosso catálogo pelo site!

    Para saber mais sobre estes equipamentos ou outros da Contenco Pavitest, entre em contato com a nossa equipe pelos nossos canais de atendimento:

    Email: contenco@back.contenco.com.br

    Telefone: 31 3623-3623

    Whatsapp: 31 98878-6968

    Formulário de Contato: https://back.contenco.com.br/contato/

    Não deixe de seguir a Contenco nas redes sociais para acompanhar as nossas notícias e novidades:

    Instagram: @contenco_pavitest

    LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/contenco/

    Facebook: https://www.facebook.com/ContencoPavitest/

  • Testes de Impacto com a TARI (Torre para Avaliação de Resistência a Impactos)

    Testes de Impacto com a TARI (Torre para Avaliação de Resistência a Impactos)

    Lidar com a natureza na forma bruta de seus materiais é uma das artes às quais se emprega a engenharia – em especial nos casos de exploração de óleo e gás. Nesse tipo de atividade, impacto de toneladas é algo corriqueiro e pode romper estruturas das mais fortes e colocar em xeque projetos milionários.

    Nesse contexto, existem algumas opções para evitar que esse tipo de coisa aconteça, e uma das principais é a realização de ensaios de resistência a impactos.

    O tema deste artigo será a Torre para Avaliação de Resistência a Impactos (TARI), modelo I-1082 – suas características, benefícios e os potenciais de utilização em ensaios.

    Mas, que tal antes conferirmos alguns links do Blog da Contenco?

    Dois Ensaios Triaxiais Simultâneos: Quais As Vantagens E Como São Realizados?

    Cisalhamento Eletrônico: A Máquina Que Traz Segurança E Economia

    Você Sabe O Que É O Ensaio Triaxial Verdadeiro?

    • Ensaios de resistência a impactos: os tipos
    • Ensaios de impactos: monotônicos
    • Ensaios de impactos: cíclicos
    • Torre para Avaliação de Resistência a Impactos (TARI) – Modelo I-1082

    Ensaios de resistência a impactos: importância e tipos

    Como já pontuamos, ensaios de resistência a impactos são testes de extrema importância em qualquer tipo de obra, em especial aquelas consideradas “pesadas” e complexas, como as de exploração de hidrocarbonetos.

    Em linhas gerais, esses procedimentos buscam entender o quanto e por quanto tempo determinado material – rocha, solo ou afins – consegue resistir a impactos diversos antes que se rompam.

    Já deu para entender por que é tão importante realizar esse tipo de ensaio, não é mesmo? Prejuízo na segurança e no orçamento são os principais problemas decorrentes da não realização dos ensaios.

    Existem dois tipos de testes no âmbito dos ensaios de resistência a impactos, no que se refere às condições de aplicação de forças: o ensaio monotônico e o ensaio cíclico. Apesar de diferentes, é importante realizar as duas modalidades, para um melhor resultado!

    Vamos então conhecer cada um deles?

    Ensaios de impactos: monotônicos

    Ao contrário do que podemos inferir pelo termo, ensaios monotônicos não se caracterizam pela aplicação de força constante, “mono”. Na verdade, o que é constante é o aumento da força.

    Em testes monotônicos, o material – que chamamos de “corpo de prova” – é submetido a cargas que aumentam em função do tempo, sempre sob as mesmas taxas de aplicação.

    Como resultado se obtém índices de materiais essenciais para quaisquer projetos de engenharia civil, como resistência à tração, resistência final e outras características.

    Ensaios de impactos: cíclicos

    Testes cíclicos têm como principal característica a aplicação de carga de maneira variável, ao contrário dos testes monotônicos. De forma mais precisa, essas forças variam em ciclos de aumento e diminuição.

    Uma das principais finalidades desse tipo de ensaio é simular as condições em que o material em questão estará submetido durante sua “vida”, depois de pronto e funcional, na forma de estruturas construídas.

    Além disso, ensaios cíclicos com frequência levam o corpo de prova ao seu total rompimento, prática que serve para a detecção exata de índices de resistência, no momento da desintegração.

    Torre para Avaliação de Resistência a Impactos (TARI) – Modelo I-1082

    Todas essas possibilidades que acabamos de descrever estão totalmente cobertas pela Torre para Avaliação de Resistência a Impactos (TARI) – Modelo I-1082, equipamento da Contenco/Pavitest.

    Resistência a Impactos

    O Projeto foi desenvolvido com matéria-prima e tecnologia 100% nacionais, a TARI é uma máquina eletromecânica informatizada, tipo bifuso autoportante, que realiza ensaios de impacto de diversos tipos, incluindo aqueles dos quais falamos neste artigo.

    A TARI conta com uma célula de carga que tem a capacidade de medir as pulsações dinâmicas de força no ensaio de maneira altamente precisa. Além disso, um fino cristal piezoelétrico que gera um sinal de tensão quando detectada uma força aplicada.

    Além disso, o equipamento possui uma webcam acoplada, que permite o acompanhamento do ensaio em tempo real via imagem, além de permitir a gravação para análises futuras.

    Gostou? Visite o site da Contenco e confira nosso catálogo com este e muitos outros produtos!

    Ah, e não se esqueça de compartilhar este artigo com seus contatos e com aquelas pessoas que possam se interessar!

  • Você sabe o que é o Ensaio Triaxial Verdadeiro?

    Você sabe o que é o Ensaio Triaxial Verdadeiro?

    As propriedades físicas e mecânicas de um material em condições reais, um parâmetro importante no planejamento de um projeto, pode ser medida por meio de um ensaio triaxial verdadeiro.

    Mas, afinal, por que “verdadeiro”? O que diferencia esse tipo de ensaio dos muitos outros dos quais já falamos aqui no Blog da Contenco – inclusive muitos outros tipos de triaxiais?

    Além de respostas e informações como essas, o Blog da Contenco traz sempre conhecimento útil para você que é profissional da área, pesquisador ou se interessa pelos assuntos. Conheça alguns de nossos artigos:

    Método Medina Para Ensaios De Solos: Você Conhece?

    Apresentando: Medina (Método De Dimensionamento Nacional)

    Óleo E Gás – Tenha Parâmetros Precisos De Perfuração Com A Célula De Cortador Única – CCU

    O que é o ensaio triaxial verdadeiro?

    Por que o ensaio triaxial verdadeiro é importante?

    Qual o equipamento utilizado no triaxial verdadeiro?

    O que é o ensaio triaxial verdadeiro?

    Em síntese, um ensaio triaxial consiste em submeter um CP (corpo de prova) a certas pressões de confinamento, partindo dos três “eixos” ou dimensões que compõem a geometria do material: os dois horizontais e o axial.

    Neste caso,  as forças horizontais aplicadas são mantidas em valor constante até o final do ensaio. A compressão axial, por sua vez, sofre aumento gradativo em função do tempo, até que o corpo de prova se rompa.

    O que chamamos de ensaio triaxial verdadeiro é um procedimento muito parecido com os que descrevemos anteriormente, com uma diferença simples: os testes são realizados aplicando-se forças independentes e variáveis nos três eixos – os dois horizontais e o axial.

    O ensaio é chamado de “verdadeiro” porque simula com alto grau de fidelidade as condições reais a que o material estará submetido na obra, tanto em termos de estrutura quanto em contextos naturais. Claro, valores reais devem ser conhecidos para que se tenha um resultado satisfatório.

    Por que o ensaio triaxial verdadeiro é importante?

    Obras de engenharia, de forma geral, são empreitadas complexas, que exigem cálculos de inúmeras variáveis que, sem elas, todo o projeto corre risco de não acontecer e ainda de colocar em xeque a segurança dos envolvidos.

    Se é assim de forma geral, imaginemos então em obras de exploração de óleo e gás, que exigem intervenções sob condições extremas? Aliás, muitas vezes atua-se a muitas centenas de metros abaixo da superfície, seja terra ou mar.

    Ensaios triaxiais verdadeiros têm essa função de jogar um pouco mais de luz a esses projetos, permitindo entender com precisão e fidelidade o quanto rochas, solos e outras estruturas resistem a forças variadas, oriundas das intervenções feitas na obra.

    Qual o equipamento utilizado no triaxial verdadeiro?

    O ensaio triaxial verdadeiro pode ser realizado por meio do I-1084 – Óleo e Gás – Equipamento Para Ensaios Triaxial Cúbico Verdadeiro em CP de Rocha, produzido pela Contenco / Pavitest com desenvolvimento e projeto 100% nacionais.

    Trata-se de uma máquina munida de robustez, precisão e muita confiabilidade, que vai facilitar a condução e operação de ensaios triaxiais verdadeiros.

    Ele é constituído por:

    Câmara de ensaio em aço inox com:

    • Portas basculantes para acesso e tomadas para leitura de poro pressão;
    • Conexões para linha de pressão confinante e contrapressão
    • Sistema eletromecânico de movimentação e posicionamento da célula
    • Painel digital de controle da movimentação e posicionamento
    • Pressão máxima de 100 Mpa

    Conjunto para medição simultânea em um mesmo plano, das deformações radiais no eixo x e y

    Conjuntos de Aplicadores Servo Controlados com capacidade 300 ml para aplicação independente das pressões confinantes σ1, σ2 e σ3

    Conjuntos de Aplicadores Servo Controlados capacidade 1000 ml para aplicação das pressões de poço e contra pressão com o uso das câmaras de interfaceamento.

    Você pode conferir as informações completas sobre este equipamento, bem como as formas de aquisição deste e outros produtos e acessórios, clicando neste link.

    E, se você gostou deste conteúdo e considera que será útil também para os seus contatos, não deixe de compartilhar em suas redes!

  • Óleo e Gás – Tenha parâmetros precisos de perfuração com a Célula de Cortador Única – CCU

    Óleo e Gás – Tenha parâmetros precisos de perfuração com a Célula de Cortador Única – CCU

    A intervenção em solos e rochas para fins de exploração comercial de óleo e gás exige perfuração especializada e cuidadosa. Para garantir uma empreitada de qualidade, o ideal é sempre realizar ensaios de corte com o Equipamento Célula de Cortador Única – CCU.

    Trata-se de um procedimento essencial para garantir a segurança e a viabilidade econômica do projeto. Veremos detalhes sobre esta e outras questões neste artigo.

    Como já é uma tradição, sugerimos alguns outros links com artigos relevantes sobre este e outros temas. São leituras que podem ajudar muito você a entender melhor sobre processos, produtos e nossos mercados de atuação. Seguem abaixo:

    Óleo E Gás: Você Conhece O Ensaio De Fluência (Creep)?

    Óleo E Gás: Tudo Sobre O Ensaio De Expansão Ou Inchamento

    Óleo E Gás: Conheça O Ensaio De Cilindro Vazado

    • Como são feitos ensaios com a Célula de Cortador Única – CCU?
    • Quais os benefícios dos ensaios com a Célula de Cortador Única – CCU?
    • Saiba mais sobre o Equipamento Célula de Cortador Única – CCU da Contenco!

    Como são feitos ensaios com a Célula de Cortador Única – CCU

    Em essência, um teste realizado com a Célula de Cortador Única – CCU é uma simulação das condições encontradas na natureza quando se propõe a perfuração de rocha ou solo, para fins de escavação de poços ou simples análise de possíveis reservatórios de hidrocarbonetos.

    Nesse tipo de ensaio, a amostra é posicionada no equipamento e submetida a diferentes carregamentos, simulando as situações de perfuração em campo.

    Uma vez configurada da forma desejada, procede-se com o corte, processo do qual são extraídos os dados que reproduzem o comportamento da amostra e da ferramenta de corte sob as condições de pressões de confinamento lateral, axial, dos poros e do fluido de perfuração.

    Quais os benefícios dos ensaios com a Célula de Cortador Única – CCU?

    Simular condições de corte em rocha para perfuração de poços nos faz pensar de imediato em um grande benefício: o de poder desenvolver um projeto que seja e econômico do ponto de vista de gastos com equipamento e de potencial lucrativo.

    Mas podemos desdobrar um pouco ainda essa questão. De que maneira um teste de corte com a Célula de Cortador Única – CCU pode ajudar nessas decisões?

    Ensaios de corte desse tipo permitem parametrizar com precisão as configurações de corte necessárias para que se possa trabalhar em determinado ambiente natural. Exemplos são: velocidade de corte variável e controlada, profundidade de corte controlada, além de tipos de corte, como ranhuras isoladas, interativas ou profundas. Com essas informações, sabe-se exatamente como cortar e  com o que cortar otimizando o tempo da operação e a vida útil do equipamentos e ferramentas de corte.

    Saiba mais sobre o Equipamento Célula de Cortador Única – CCU da Contenco!

    O Equipamento Célula de Cortador Única – CCU é uma máquina desenhada especialmente para ensaios de corte em rochas e solos, para fins de simulação de perfuração em poços e afins.

    óleo e gás

    Trata-se de um equipamento que possui as principais funcionalidades para o ensaio em questão, além de ser desenvolvido e produzido pela Contenco com tecnologia e matéria-prima 100% nacionais.

    Se você considera que todas essas informações foram úteis para você e poderão também ser de bom uso para outras pessoas, compartilhe o link deste artigo com seus amigos e contatos!

    E, para saber mais sobre todo o catálogo de produtos da Contenco/Pavitest, fique sempre de olho em nosso site!

  • Óleo e Gás: você conhece o ensaio de fluência (creep)?

    Óleo e Gás: você conhece o ensaio de fluência (creep)?

    A exploração de óleo e gás é uma atividade diferente das outras que são similares e que também lidam com escavação em solo e rochas. Essa diferença se dá principalmente por conta de condições extremas do local, o que demanda ensaios e testes especiais – como o ensaio de fluência (creep).

    Quais são essas condições, como funciona o ensaio de fluência – do tipo “creep” – e quais os equipamentos geralmente utilizado neste ensaio são assuntos que trataremos a fundo neste artigo. Fique conosco!

    A Contenco está entrando no mercado de óleo e gás, com uma série de novos produtos, sobre os quais temos falado bastante aqui no blog. Separamos para você alguns artigos abaixo. Confira!

    Óleo E Gás: Tudo Sobre O Ensaio De Expansão Ou Inchamento

    Óleo E Gás: Conheça O Ensaio De Cilindro Vazado

    Óleo E Gás: Um Panorama Do Mercado Brasileiro

    • Ensaio de fluência (creep) – o que é?
    • Como é feito o ensaio de fluência do tipo creep?
    • Conheça o Equipamento Triaxial Estático para Rochas – Ensaio de Fluência – Creep

    Ensaio de fluência (creep) – o que é?

    Ensaios de fluência possuem alguns subtipos, dos quais o “Creep” faz parte e possui características próprias. Isto posto, partiremos por uma definição por partes.

    Podemos assim definir ensaios de fluência como aqueles que atestam a capacidade de deformação elástica de um dado material, em função da aplicação de uma força que seja constante em função do tempo e que seja menor do que o necessário para romper o material.

    Existem situações em que é preciso realizar este ensaio com mais um componente: o calor constante. É dessa necessidade que surge o ensaio de fluência do tipo creep, muito utilizado na exploração de óleo e gás

    Esse tipo de exploração tem características bastante peculiares, das quais estamos falando aqui no blog há algumas semanas. Por se tratar de uma ação de intervenção no solo e na rocha sob condições muitas vezes extremas (de calor e pressão, por exemplo), ensaios de fluência creep são requisitados.

    Como é feito o ensaio de fluência do tipo creep?

    O corpo de prova (amostra de material a ser analisado) é posicionado dentro de uma máquina específica (ver próximo item), na qual recebe, de início, calor irradiado para que atinja uma temperatura específica desejada. Essa temperatura pode ser ajustada de acordo com a necessidade.

    Assim que a amostra estiver fixa e aquecida, aplica-se uma carga de força que se mantém constante. Conforme pontuamos anteriormente, essa força é sempre menor do que aquela que seria necessária para romper a amostra (chamada de limite de escoamento).

    O último elemento dessa equação é o tempo, que é também um dos fatores mais importantes a serem aferidos durante o ensaio. A carga aplicada, constante, em função do tempo, ajuda a determinar os coeficientes necessários para avaliar a amostra.

    Conheça o Equipamento Triaxial Estático para Rochas – Ensaio de Fluência – Creep

    Temperatura, carga de força (pressão) e tempo são fatores essenciais para ensaios de fluência creep, além de muito complexos de serem obtidos com precisão, controlados e medidos de acordo com o que se precisa para o ensaio.

    Assim, é preciso sempre realizar esse tipo de procedimento com uma máquina que seja confiável, precisa e ao mesmo tempo robusta para suportar muito dias de duração do ensaio, um  verdadeiro teste de resistência.

    Essa máquina com certeza é o Equipamento Triaxial Estático para Rochas – Ensaio de Fluência – Creep. Desenvolvido a partir de tecnologia e materiais totalmente de origem nacional, o equipamento possui uma célula triaxial com aplicadores de pressão servo controlados, utilizados para medição e controle de pressão confinante, poro pressão do ensaio, utilizado para determinar a deformação plástica e elástica de materiais rochosos nos poços de petróleo sob tensão constante em função do tempo.

    ensaio de fluência

    Também possui sistema de aquecimento e controle de temperatura que possibilitam a execução completa de ensaios de fluência do tipo creep, bem como aparatos de medição das deformações resultantes do mesmo teste.

    E, claro, como não poderia deixar de ser, o equipamento conta com software especialmente desenvolvido para o controle de todas as suas funções, permitindo cadastro de amostras, geração de gráficos em tempo em real e emissão de relatórios.

    Entre em contato conosco, solicite um orçamento e veja como o custo-benefício dos equipamentos Contenco para exploração de óleo e gás são ótimos!

    Ah, e não se esqueça de compartilhar este artigo com seus contatos e com quem também possa se interessar por este assunto!

  • Óleo e Gás: Tudo sobre o ensaio de expansão ou inchamento

    Óleo e Gás: Tudo sobre o ensaio de expansão ou inchamento

    A extração de óleo e gás é feita por meio de processos complexos de atuação e intervenção no solo e na rocha, tanto na superfície seca quanto no leito de rios e mares. Assim, fatores como a umidade importam muito, sendo necessária a realização de ensaios de expansão ou inchamento.

    Esse tipo de ensaio será o nosso objeto de análise deste artigo, no qual o leitor poderá entender melhor seus conceitos, aplicações e maquinário envolvido.

    Antes de partirmos para o ensaio de expansão ou inchamento, queremos deixar no seu “radar” outros conteúdos interessantes sobre ensaios e afins. Seguem abaixo alguns links que você não pode perder!

    Óleo E Gás: Conheça O Ensaio De Cilindro Vazado

    Óleo E Gás: Um Panorama Do Mercado Brasileiro

    Os Tipos E A Importância De Ensaios De Concreto Endurecido

    • O que é o ensaio de expansão ou inchamento?
    • Por que o ensaio de inchamento é importante?
    • Que tipo de equipamento é utilizado em ensaios de expansão?

    O que é o ensaio de expansão ou inchamento?

    O nome desse ensaio já denuncia tudo: trata-se de um procedimento utilizado para determinar possíveis aumentos e/ou diminuições no volume aparente de uma amostra de material argiloso ou rochoso.

    Esse aumento de volume “aparente” é causado pela absorção de líquidos por parte da amostra – no caso específico de materiais oriundos de poços de óleo e gás, o líquido é a água de rios, lagos e oceanos.

    O ensaio de expansão ou inchamento pode, dessa forma, possibilitar a verificação e análise do comportamento do solo em poços e locais específicos de exploração que estejam em condições de saturação – ou seja, de absorção de água em níveis altos.

    Por que o ensaio de inchamento é importante?

    Quem conhece um pouco de engenharia civil sabe o quão importante é entender o comportamento da água (e líquidos em geral) em todos os aspectos de uma empreitada construtiva. Com um projeto de exploração em poços de óleo e gás não é nada diferente.

    Na verdade, nos casos de poços de exploração, as condições são muito mais intensas, uma vez que grande parte das jazidas se encontram em ambientes onde a água predomina – rios, lagos, pântanos e, claro, no oceano.

    Assim, se faz essencial entender como os materiais de que são feitos os poços – solos, argilas e rochas – interagem com a água, quanto absorvem e como essas qualidades interferem na operação.

    Por se tratar de uma operação de cunho econômico, a exploração de poços precisa ser lastreada pela maior quantidade possível de informações sobre as propriedades naturais do ambiente. Dessa maneira, é possível estimar investimentos e calcular as melhores formas de se obter lucro com a extração.

    Que tipo de equipamento é utilizado em ensaios de expansão?

    Já vimos em artigos anteriores do nosso blog que a Contenco está iniciando um projeto de investimentos na área de óleo e gás (leia mais aqui). Por isso, estamos já com um catálogo completo de equipamentos para práticas de ensaio e testes laboratoriais neste segmento!

    Um desses equipamentos é o Equipamento Para Ensaio de Expansão de Argilo Minerais e Outras Matérias – I-1079. Trata-se de uma máquina desenvolvida especialmente para aplicação em ensaios de expansão, como parte de projetos de exploração de óleo e gás em poços perfurados.

    ensaio de expansao de argila

    O equipamento traz consigo um software de controle e geração de relatórios desenvolvido de forma customizada. O intuito é fornecer dados em tempo real, possibilitar o cadastro de amostras e emitir relatórios padronizados sobre os ensaios realizados.

    Além disso, o Equipamento Para Ensaio de Expansão de Argilo Minerais e Outras Matérias – I-1079 foi desenvolvido e é produzido pela Contenco/Pavitest utilizando tecnologia e matéria-prima 100% nacionais!

    Gostou? Compartilhe este artigo com sua rede de contatos e salve o endereço do Blog da Contenco em seus favoritos!

  • Óleo e gás: um panorama do mercado brasileiro

    Óleo e gás: um panorama do mercado brasileiro

    A Contenco tem como um de seus principais conceitos norteadores a inovação e o desenvolvimento de novos produtos sempre que há uma demanda de mercado que possa atender. E hoje anunciamos que a Contenco passa a atuar em um novo segmento: o mercado de óleo e gás.

    Este artigo será além de um simples anúncio, claro. Vamos procurar explicar para o cliente e parceiro quais serão as nossas estratégias e traçar um panorama desse mercado em que estamos entrando.

    Acompanhe pelo índice:

    • O que é o mercado de óleo e gás?
    • Como se configura o mercado de óleo e gás hoje?
    • Como a questão ambiental influencia este mercado?
    • Onde a Contenco Pavitest busca participar neste mercado?

    O que é o mercado de óleo e gás?

    O termo pode até parecer estranho à primeira vista, mas veremos o quão comum este mercado é em nossas vidas e no mundo dos negócios em geral. O mercado de óleo e gás influencia todos os dias nossas vidas!

    Em suma, quando falamos em óleo e gás, estamos na verdade falando do petróleo bruto e do gás natural que se encontram acomodados enterrados a profundidades diversas na crosta terrestre, seja em terra firme ou no fundo do mar. Chamamos essas substâncias de hidrocarbonetos.

    A indústria se encarrega de fazer a extração e o refino desses materiais brutos, que se transformam nas refinarias em subprodutos que conhecemos bem, como a gasolina e o plástico.

    Tais processos industriais – extração e refino, resumindo bem – são de extrema complexidade e necessitam de conhecimentos técnicos e equipamentos de ponta. A Contenco Pavitest entra exatamente nestes aspectos, como veremos mais adiante!

    Como se configura o mercado de óleo e gás hoje?

    O Brasil possui grande oferta de matéria-prima em termos de petróleo e gás natural, em reservas que foram sendo descobertas e exploradas ao longo das décadas passadas. Marcos importantes da história desse mercado são a fundação da Petrobras e a descoberta do Pré-Sal.

    Durante essas mesmas décadas do século XX, os combustíveis fósseis formaram eixo fundamental de uma cadeia de valor bastante lucrativa, com base principalmente nos transportes. A extração e processamento da borracha (pneus) e a construção de estradas são exemplos de atividades intimamente relacionadas ao óleo e gás.

    Porém, durante boa parte desse tempo o setor sofreu regulação pesada por parte dos governos e principalmente pela Petrobras, que é a estatal de maior importância estratégica. Essa regulação ainda existe, mas nos últimos anos ela deu lugar a uma maior abertura a investimentos estrangeiros, por meio da resolução de vários problemas regulatórios.

    Essa abertura fez com que esse mercado tivesse seu potencial de crescimento renovado, com muitas empresas estrangeiras já anunciando investimentos no país, o que faz crescer também a demanda por insumos e maquinário especiais para os diversos momentos da cadeia de produção de óleo e gás.

    Como a questão ambiental influencia este mercado?

    Ao mesmo tempo em que é possível vislumbrar dias de glória para o mercado de hidrocarbonetos, também é necessário prestar muita atenção em um movimento que cresce de maneira sólida: o de substituição das fontes de energia por opções renováveis e menos poluentes que as de origem fóssil.

    A chamada “Transição Energética” é algo que acontece de maneira global. Muitos fundos de investimento já sinalizaram que não vão mais fazer aportes em energia fóssil, privilegiando assim as energias renováveis.

    Em contrapartida, a demanda por energia – seja ela qual for – só cresce no mundo inteiro. Não há nenhuma projeção que nos coloque em condições de suprir essa demanda apenas com energia renovável pelas próximas várias décadas.

    Segundo artigo da Agência EPBR, a demanda por petróleo tende ao crescimento contínuo até 2030, mantendo seu patamar até 2040. Desse modo, o mercado de óleo e gás tem muito “chão” ainda para percorrer – e perfurar.

    Onde a Contenco Pavitest busca participar neste mercado?

    A Contenco Pavitest tem grande expertise no desenvolvimento e produção – 100% nacionais – de equipamentos diversos para ensaios e testes laboratoriais de solos, minérios, asfaltos e outros tipos de materiais.

    E é com base em toda essa experiência que a Contenco está se lançando no mercado de óleo e gás, estratégia que se materializa na forma de produtos indispensáveis para a perfuração, extração e o manejo adequados em poços naturais que são jazidas de hidrocarbonetos.

    Entre os lançamentos estão equipamentos para Ensaio do Cilindro Vazado, Ensaio de Inchamento, Ensaio de Fluência – Creep, Célula de Cortador Única – CCU, TARI – Torre de Avaliação para Resistência ao Impacto e o Aparelho Triaxial Verdadeiro para Colapso de Poço. Falaremos mais de cada um desses casos nos próximos artigos. Por isso, fique bem ligado nas atualizações do blog!

    ÓLEO E GÁS – LANÇAMENTOS CONTENCO – MARCA PAVITEST

    equipamento óleo e gás
    EQUIPAMENTO CÉLULA DE CORTADOR ÚNICO CCU – I-1083
    ensaio de cilindro vazado
    EQUIPAMENTO PARA REALIZAÇÃO DO ENSAIO DE CILINDRO VAZADO- I-1081
    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ROCHAS – ENSAIO DE FLUÊNCIA – CREEP- I-1077-HD
    ensaio de expansao de argila
    EQUIPAMENTO PARA ENSAIO DE EXPANSÃO DE ARGILO MINERAIS E OUTRAS MATÉRIAS- I-1079
    MÁQUINA TRIAXIAL VERDADEIRO PARA COLAPSO DE POÇO- I-1084
    TORRE PARA AVALIAÇÃO DE RESISTÊNCIA AO IMPACTO-TARI- I-1082