Tag: pavitest

  • Serra circular para concreto rochas e asfalto

    Serra circular para concreto rochas e asfalto

    Serra Circular: Guia Completo para Corte de Concreto, Rochas, Asfalto e Materiais de Alta Resistência

    Cortar materiais de alta resistência exige muito mais do que força. Exige precisão, segurança e o equipamento correto.

    Concreto, rochas, materiais betuminosos, argamassas e materiais refratários apresentam características que tornam seu corte uma operação que precisa ser realizada com equipamentos desenvolvidos especificamente para esse tipo de aplicação.

    É justamente nesse cenário que a serra circular com disco diamantado se torna uma ferramenta essencial para diferentes atividades da construção civil, laboratórios, mineração, infraestrutura e controle tecnológico de materiais.

    Mas será que qualquer serra circular pode cortar concreto ou rocha?

    Não.

    A escolha do equipamento, do disco, da profundidade de corte e do sistema de refrigeração interfere diretamente na qualidade do trabalho, na preservação da máquina e, principalmente, na segurança da operação.

    Neste guia completo, você vai entender o que é uma serra circular, para que ela serve, quais materiais podem ser cortados, como funciona o corte com disco diamantado, quais cuidados devem ser tomados e como escolher o equipamento adequado para sua aplicação.

    E, ao final, apresentaremos uma solução desenvolvida especialmente para cortes de materiais de alta dureza: a Serra Circular da Contenco/Pavitest.

    O que é uma serra circular?

    A serra circular é um equipamento utilizado para realizar cortes em diferentes materiais por meio de um disco que gira em alta velocidade.

    Entretanto, é importante entender que o termo “serra circular” não define um único tipo de máquina.

    Existem equipamentos desenvolvidos para madeira, metais, cerâmicas, concreto, rochas, materiais betuminosos e outras aplicações.

    Por isso, não basta procurar uma serra circular: é necessário escolher uma máquina compatível com o material que será cortado.

    Em aplicações de engenharia, construção civil e laboratório, materiais como concreto, agregados, rochas e materiais betuminosos exigem equipamentos robustos, capazes de suportar esforços elevados durante o corte.

    A Serra Circular da Contenco/Pavitest foi desenvolvida justamente para esse tipo de aplicação.

    Para que serve uma serra circular para materiais de alta resistência?

    Uma serra circular apropriada pode ser utilizada para realizar cortes em materiais que apresentam elevada dureza e resistência.

    Entre as principais aplicações estão:

    • Concreto
    • Agregados
    • Materiais betuminosos
    • Asfalto
    • Argamassas
    • Rochas
    • Materiais refratários

    A aplicação pode ocorrer tanto em ambientes ligados à construção civil quanto em atividades de mineração, laboratórios e preparação de materiais para ensaios.

    A Serra Circular da Contenco, por exemplo, foi desenvolvida para cortes em concreto, materiais betuminosos, argamassas, rochas e refratários.

    Serra circular para cortar concreto: por que escolher o equipamento correto?

    O concreto é um material resistente e heterogêneo. Dependendo da composição da peça, podem existir agregados de diferentes dimensões e durezas, além de outros elementos que interferem no processo de corte.

    Por isso, utilizar um equipamento inadequado pode resultar em:

    • corte irregular;
    • desgaste excessivo do disco;
    • redução da produtividade;
    • danos ao equipamento;
    • perda de material;
    • aumento dos riscos durante a operação.

    Uma serra circular para concreto precisa ser dimensionada para suportar as características do material e realizar o corte de maneira controlada.

    Quando a aplicação exige precisão e profundidade, características como potência, rotação, diâmetro do disco, sistema de refrigeração e estrutura da máquina passam a ser fundamentais.

    Serra circular para rochas e mineração

    O corte de rochas é outra aplicação que exige equipamentos de alta resistência.

    Em atividades de mineração, pesquisa geológica e preparação de amostras, é necessário trabalhar com materiais que podem apresentar elevada dureza e abrasividade.

    Nessas situações, a utilização de uma serra circular para rochas adequada proporciona maior controle sobre o processo de corte.

    A própria linha de equipamentos para laboratório de rochas da Contenco inclui a Serra Circular, equipada com disco diamantado de 18 polegadas e capacidade de corte de até 160 mm.

    O que é um disco diamantado?

    Quando falamos em corte de concreto, rocha e outros materiais de alta dureza, um dos componentes mais importantes é o disco diamantado.

    Diferentemente de uma lâmina convencional, o disco diamantado utiliza partículas de diamante industrial associadas à estrutura de corte para trabalhar sobre materiais extremamente resistentes.

    Por isso, é fundamental que o disco seja compatível com:

    • o material a ser cortado;
    • o equipamento utilizado;
    • a profundidade desejada;
    • as características da operação.

    Na Serra Circular I-3056, a Contenco utiliza um disco diamantado de 18 polegadas (Ø 18″), capaz de alcançar profundidade de corte de até 160 mm.

    Por que a refrigeração com água é importante?

    O processo de corte gera atrito e calor. Em equipamentos destinados ao corte de materiais resistentes, controlar esse aquecimento é uma parte importante da operação.

    Por isso, a Serra Circular conta com sistema de refrigeração por fluxo de água regulável.

    Além de auxiliar no controle térmico durante o corte, o sistema contribui para um processo mais adequado para a máquina e para o material.

    A refrigeração não deve ser vista simplesmente como um acessório: ela faz parte do funcionamento adequado do equipamento.

    Corte longitudinal ou transversal: qual a diferença?

    Dependendo da posição da peça ou amostra, o corte pode ser realizado de maneira longitudinal ou transversal.

    Essa possibilidade amplia a versatilidade do equipamento e permite adequar o processo às características do material que será trabalhado.

    Na Serra Circular, a configuração permite esses dois tipos de corte, dependendo da posição da amostra.

    Serra circular para laboratório: onde ela pode ser utilizada?

    A serra circular também possui aplicações importantes em laboratórios relacionados à caracterização e ao controle tecnológico de materiais.

    Em determinadas atividades, é necessário preparar, ajustar ou seccionar materiais antes da realização de outros procedimentos.

    Isso pode ocorrer em laboratórios relacionados a:

    • concreto;
    • solos;
    • asfalto;
    • agregados;
    • rochas;
    • materiais refratários;
    • pesquisa e desenvolvimento.

    Nesse contexto, a serra deixa de ser apenas uma ferramenta de corte e passa a fazer parte da estrutura de preparação e análise de materiais.

    A Contenco atua justamente no fornecimento de equipamentos para laboratórios de ensaios de solos, asfaltos, concretos, cimentos, argamassas, rochas, cerâmicas e outros materiais.

    Como escolher uma serra circular?

    Antes de comprar uma serra circular, é importante avaliar alguns fatores.

    1. Qual material será cortado?

    Esse é o primeiro ponto.

    Uma máquina desenvolvida para madeira, por exemplo, não deve ser utilizada indiscriminadamente para cortar concreto, rocha ou materiais betuminosos.

    Cada aplicação exige características específicas.

    1. Qual profundidade de corte é necessária?

    A profundidade máxima do equipamento precisa ser compatível com a dimensão da peça.

    Na Serra Circular , a profundidade de corte chega a 160 mm.

    1. Qual disco será utilizado?

    O disco precisa ser adequado ao material e ao equipamento.

    No modelo I-3056, o conjunto utiliza disco diamantado de Ø 18″.

    1. O equipamento possui sistema de refrigeração?

    Para aplicações em materiais de alta resistência, esse é um ponto que merece atenção.

    A I-3056 possui refrigeração por fluxo de água regulável.

    1. A estrutura oferece estabilidade durante o corte?

    Uma estrutura adequada e uma mesa de apoio são importantes para manter a peça posicionada e contribuir para um processo mais controlado.

    1. Existem recursos de segurança?

    O operador deve sempre seguir as orientações do fabricante e utilizar os EPIs indicados.

    Além disso, o próprio equipamento deve oferecer recursos que contribuam para uma operação segura.

    Segurança no uso da serra circular

    Uma serra circular é um equipamento que exige atenção.

    O fato de a máquina possuir recursos de segurança não elimina a responsabilidade do operador.

    É fundamental:

    • utilizar os EPIs adequados;
    • seguir as orientações do fabricante;
    • verificar as condições do equipamento antes da operação;
    • utilizar o disco apropriado;
    • manter a peça corretamente posicionada;
    • não improvisar adaptações;
    • respeitar os limites de operação da máquina;
    • manter o ambiente de trabalho organizado.

    Nos artigos anteriores da Contenco, já destacávamos a importância dos dispositivos de acionamento e da mesa de apoio para uma operação mais segura.

    Segurança começa pela escolha correta do equipamento e continua durante toda a operação.

    Serra Circular Contenco: potência para materiais de alta resistência

    Para quem procura uma serra circular para concreto, rochas, materiais betuminosos, argamassas ou refratários, a Contenco/Pavitest oferece a Serra Circular I-3056.

    O equipamento possui:

     

    SERRA CIRCULAR

     

    Modelo: I-3056-A
    Disco: Diamantado Ø 18″
    Profundidade de corte: até 160 mm
    Potência: 3 HP
    Rotação: 1.725 RPM
    Alimentação: trifásica 220 ou 380 V
    Refrigeração: fluxo de água regulável
    Tipo de corte: longitudinal ou transversal
    Dimensões: 1500 × 800 × 1000 mm

    Essas características tornam o equipamento indicado para aplicações que exigem robustez, precisão e capacidade de corte em materiais de alta dureza.

    A máquina é produzida pela Contenco/Pavitest com tecnologia e matéria-prima de origem nacional, característica que também já era destacada nos conteúdos anteriores da empresa.

    Por que investir em uma serra circular adequada?

    Comprar um equipamento de corte não deve ser uma decisão baseada apenas no preço.

    É necessário considerar o tipo de material, frequência de utilização, profundidade de corte, disponibilidade de assistência técnica, segurança, manutenção e adequação do equipamento à aplicação.

    Uma máquina corretamente especificada pode representar:

    mais precisão + mais produtividade + mais segurança + menor risco de perdas.

    Para empresas, laboratórios, universidades, construtoras, empresas de mineração e organizações que trabalham com controle tecnológico, essa escolha pode fazer uma diferença significativa na rotina.

    Serra Circular: equipamento certo para cada aplicação

    Como vimos, serra circular não é tudo igual.

    Uma máquina desenvolvida para cortar materiais de alta resistência precisa apresentar características compatíveis com o trabalho que será realizado.

    Concreto, rochas, materiais betuminosos, argamassas e refratários exigem equipamentos preparados para suportar condições de corte mais severas.

    Por isso, antes de comprar uma serra circular para concreto, serra circular para rochas ou serra circular para asfalto, avalie cuidadosamente a aplicação e as especificações técnicas.

    A Serra Circular da Contenco/Pavitest foi desenvolvida exatamente para esse universo de aplicações, combinando disco diamantado de 18″, profundidade de corte de até 160 mm e sistema de refrigeração por água regulável.

    Perguntas frequentes sobre Serra Circular

    Serra circular corta concreto?

    Primeiramente, desde que seja um equipamento desenvolvido e especificado para essa aplicação. A Serra Circular I-3056 da Contenco é indicada para corte de concreto, entre outros materiais de alta resistência.

    Qual disco usar para cortar concreto?

    Para aplicações em materiais de alta dureza, são utilizados discos apropriados, como os discos diamantados. A Serra Circular I-3056 utiliza disco diamantado de 18 polegadas.

    Serra circular corta rocha?

    Sim. Existem serras circulares desenvolvidas especificamente para materiais rochosos. A I-3056 é indicada para corte de rochas e é utilizada também em aplicações relacionadas a laboratórios de rochas.

    Qual a profundidade de corte da Serra Circular I-3056?

    A profundidade de corte chega a 160 mm, de acordo com as especificações atuais do produto.

    A Serra Circular  utiliza água?

    Sim. O equipamento possui sistema de refrigeração por fluxo de água regulável.

    A Serra Circular pode fazer cortes longitudinais e transversais?

    Sim. O tipo de corte depende da posição da amostra no equipamento.

    Onde comprar uma Serra Circular para concreto e rochas?

    A Serra Circular I-3056 é fabricada pela Contenco/Pavitest e pode ser consultada diretamente na página oficial do produto. Conheça a Serra Circular I-3056 da Contenco

    Cortar materiais resistentes exige mais do que uma lâmina girando.

    É preciso contar com um equipamento desenvolvido para a aplicação, com estrutura adequada, disco compatível, controle do processo, refrigeração e recursos que contribuam para uma operação segura.

    Portanto, é por isso que a escolha da serra circular correta faz diferença.

    Para aplicações envolvendo concreto, agregados, materiais betuminosos, argamassas, rochas e refratários, a Serra Circular I-3056 da Contenco/Pavitest reúne características específicas para esse tipo de trabalho.

    Precisa de uma solução para corte de materiais de alta resistência?

    Fale com a equipe da Contenco e solicite informações sobre a Serra Circular I-3056 e sobre os demais equipamentos para laboratórios de ensaios de materiais.

    Solicite um orçamento da Serra Circular I-3056

  • Ensaio de Tampões de Bueiros e Grelhas

    Ensaio de Tampões de Bueiros e Grelhas: Como é Feito e Por Que é Importante?

    Você já parou para pensar quanto esforço um tampão de bueiro precisa suportar diariamente?

    Presentes em ruas, avenidas, estacionamentos, áreas industriais, sistemas de drenagem e redes de saneamento, os tampões e grelhas fazem parte de uma infraestrutura essencial para o funcionamento das cidades.

    Embora muitas vezes passem despercebidos, esses componentes precisam apresentar resistência mecânica adequada às condições para as quais foram projetados.

    É justamente por isso que existem os ensaios de tampões de bueiros.

    Por meio de ensaios laboratoriais, é possível verificar como o conjunto formado pelo tampão, grelha e aro se comporta quando submetido a cargas, avaliar sua deformação e verificar se atende aos requisitos estabelecidos para sua classe de utilização.

    Neste artigo, você vai entender:

    • o que é o ensaio de tampões;
    • por que esse ensaio é importante;
    • como o teste é realizado;
    • o que é flecha residual;
    • quais cargas podem ser aplicadas;
    • qual a importância da ABNT NBR 10160;
    • e quais características uma prensa para ensaio de tampões deve apresentar.

    No final, apresentamos também a Prensa Semi-Automática I-4231 da Contenco | Pavitest, desenvolvida especificamente para ensaios físicos em tampões.

    O que é o ensaio de tampões de bueiros?

    O ensaio de tampões de bueiros é um procedimento de controle e avaliação da resistência mecânica de tampas, grelhas e seus respectivos aros, submetendo o conjunto a cargas previamente determinadas.

    O objetivo é verificar se o componente apresenta comportamento compatível com a aplicação para a qual foi projetado.

    Em termos simples:

    o ensaio simula, em condições controladas de laboratório, os esforços que o tampão poderá receber durante sua utilização.

    Isso é especialmente importante em locais sujeitos à circulação de veículos e outras cargas significativas.

    A ABNT NBR 10160 estabelece requisitos e métodos de ensaio para tampões e grelhas de ferro fundido dúctil destinados a diferentes aplicações.

    A norma prevê, entre outros procedimentos, a avaliação da flecha residual e a aplicação da carga de controle correspondente à classe de utilização.

    Por que testar tampões de bueiros?

    Um tampão instalado em uma via pública pode permanecer em serviço durante anos, recebendo repetidamente esforços.

    Por isso, sua avaliação não deve considerar apenas a aparência ou as dimensões da peça.

    É necessário verificar seu comportamento mecânico.

    O ensaio pode ser importante para:

    Controle de qualidade

    Fabricantes podem utilizar os ensaios para verificar se seus produtos apresentam as características mecânicas especificadas.

    Desenvolvimento de novos produtos

    Durante o desenvolvimento de novos modelos, os ensaios permitem avaliar diferentes projetos e geometrias.

    Inspeção e recebimento

    Empresas e órgãos responsáveis pela aquisição de componentes podem utilizar ensaios como parte dos processos de controle tecnológico e inspeção.

    Atendimento às especificações técnicas

    Os resultados dos ensaios podem ser utilizados para demonstrar o atendimento aos requisitos aplicáveis ao produto.

    Segurança da infraestrutura

    A avaliação da resistência mecânica contribui para reduzir o risco de utilização de componentes inadequados para determinada condição de serviço.

    Como é feito o ensaio de tampões?

    O procedimento depende da norma, da classe do tampão ou grelha e da configuração do produto.

    De forma geral, o conjunto é posicionado sobre uma estrutura de ensaio e submetido à aplicação controlada de força.

    Um dos procedimentos previstos pela ABNT NBR 10160 é a medição da flecha residual após ciclos de aplicação de carga.

    Antes da aplicação da carga, mede-se a posição inicial da tampa ou grelha.

    Depois, a carga é aplicada gradualmente até atingir 2/3 da carga de controle.

    Em seguida, a carga é retirada completamente.

    Esse ciclo é repetido cinco vezes.

    Após os ciclos, realiza-se uma nova medição.

    A diferença entre a condição inicial e a condição final corresponde à flecha residual.

    Esse resultado deve permanecer dentro dos limites estabelecidos pela norma para a classe correspondente.

    O que é flecha residual?

    A flecha residual é um dos conceitos mais importantes para entender o ensaio de tampões.

    Imagine uma tampa perfeitamente posicionada antes do ensaio.

    Ao aplicar uma carga, ela pode sofrer uma determinada deformação.

    Quando a carga é retirada, parte dessa deformação pode desaparecer.

    Entretanto, se permanecer uma deformação permanente, ela é chamada de flecha residual.

    De forma simplificada:

    Flecha residual = deformação final – deformação inicial

    A ABNT NBR 10160 estabelece limites de flecha residual admissível de acordo com a classe e a condição de segurança do tampão ou grelha.

    É justamente por isso que o sistema de medição durante o ensaio precisa apresentar precisão suficiente para detectar pequenas variações de deslocamento.

    Qual é a carga aplicada no ensaio?

    A carga utilizada não é igual para todos os tampões.

    A ABNT NBR 10160 classifica os produtos de acordo com os grupos de aplicação e estabelece diferentes cargas de controle.

    Para conjuntos com cota de passagem igual ou superior a 250 mm, a tabela da norma apresenta cargas de controle que vão de 15 kN a 900 kN, conforme a classe.

    Entre as classes estão:

    Classe Carga de controle
    A 15 15 kN
    B 125 125 kN
    C 250 250 kN
    D 400 400 kN
    E 600 600 kN
    F 900 900 kN

    Para cotas de passagem inferiores a 250 mm, a norma estabelece uma relação específica para determinação da carga de controle.

    Isso explica por que a escolha da prensa é tão importante.

    O equipamento precisa ter capacidade compatível com os ensaios que serão realizados.

    Por que a prensa precisa ter capacidade superior à carga de ensaio?

    Uma prensa para ensaios de tampões não deve ser escolhida apenas considerando a carga máxima que será aplicada ao corpo de prova.

    A própria NBR 10160 estabelece requisitos para os equipamentos utilizados na aplicação das cargas de controle.

    Para determinadas classes, o equipamento deve possuir capacidade superior aos valores de carga de controle estabelecidos pela norma.

    Por isso, laboratórios que trabalham com diferentes classes de tampões precisam avaliar cuidadosamente a capacidade da máquina antes da aquisição.

    Uma prensa com capacidade de 500 kN, por exemplo, oferece uma faixa de aplicação bastante relevante para diferentes ensaios, mas não significa que possa realizar todos os ensaios de todas as classes previstas na norma.

    A seleção deve sempre considerar o escopo de ensaios que o laboratório pretende realizar.

    A importância da medição da força

    Durante um ensaio, não basta simplesmente pressionar o tampão.

    É necessário saber exatamente qual força está sendo aplicada.

    A prensa deve permitir o controle da carga e apresentar um sistema de indicação adequado para acompanhar o ensaio.

    Na Prensa I-4231 da Contenco, a indicação digital de força possui cinco dígitos e resolução de 1 kgf, além das funções de pico máximo e tara.

    O equipamento possui ainda transdutores e sistema específico para medição da flecha inicial e da flecha residual.

    Como a Prensa I-4231 da Contenco realiza esses ensaios?

    A Prensa Semi-Automática para Ensaios de Materiais Utilizados em Saneamento I-4231 foi desenvolvida pela Contenco | Pavitest para a realização de ensaios físicos em tampões.

    O equipamento possui capacidade de carga de 500 kN e classe 1 conforme a NM ISO 7500-1.

    Sua configuração foi pensada para receber dispositivos e acessórios destinados aos ensaios de verificação da resistência mecânica de tampões, considerando os requisitos aplicáveis da ABNT NBR 10160.

    Entre suas principais características estão:

    • capacidade de carga de 500 kN;
    • controle manual da aplicação de força por válvulas de carga e alívio;
    • altura útil para ensaios de até 450 mm;
    • curso útil do cilindro hidráulico de 150 mm;
    • base de apoio em aço para peças de até 1.300 mm de diâmetro;
    • indicação digital da força;
    • indicação digital da deflexão;
    • sistema para medição da flecha inicial e flecha residual;
    • pratos de compressão intercambiáveis de 75 mm, 150 mm e 250 mm;
    • unidade hidráulica completa;
    • transdutores de deslocamento;
    • células de carga;
    • acessórios e dispositivos específicos para o ensaio.

     

    Por que uma prensa específica faz diferença?

    Uma das maiores dificuldades para quem procura equipamentos para esse tipo de ensaio é perceber que não basta ter uma prensa hidráulica de alta capacidade.

    O sistema precisa ser compatível com a geometria do tampão, com o método de aplicação de força e com as medições necessárias.

    A I-4231, por exemplo, possui uma base de apoio de 1.300 x 1.300 mm, permitindo trabalhar com peças de grandes dimensões.

    Além disso, os pratos de compressão são intercambiáveis e o equipamento conta com dispositivos específicos para a medição da flecha inicial e residual.

    Isso transforma a máquina em uma solução direcionada para o ensaio, e não simplesmente em uma prensa genérica adaptada.

    Quem precisa realizar ensaios de tampões?

    Esse tipo de ensaio pode interessar a diferentes segmentos da cadeia de saneamento e infraestrutura.

    Fabricantes de tampões e grelhas

    Para controle de qualidade, desenvolvimento de produtos e avaliação do desempenho dos modelos fabricados.

    Companhias de saneamento

    Para processos de controle tecnológico, especificação e avaliação de componentes utilizados em suas redes.

    Laboratórios de ensaios

    Para ampliar o portfólio de ensaios oferecidos a fabricantes, empresas de engenharia e órgãos públicos.

    Empresas de controle tecnológico

    Para atender demandas específicas relacionadas a obras de infraestrutura e saneamento.

    Empresas de engenharia

    Para desenvolvimento, especificação e avaliação de componentes.

    Universidades e centros de pesquisa

    Para estudos relacionados ao comportamento mecânico de materiais e componentes utilizados em infraestrutura.

    O ensaio de tampões é importante para o futuro das cidades

    O crescimento das cidades aumenta também a necessidade de infraestrutura confiável.

    Redes de água, esgoto e drenagem precisam funcionar continuamente.

    E cada componente utilizado nessas estruturas participa de uma cadeia muito maior de segurança e qualidade.

    O tampão pode parecer apenas uma pequena parte dessa infraestrutura.

    Mas, quando instalado em uma via com circulação de veículos, ele passa a fazer parte diretamente do sistema de segurança da cidade.

    Por isso, testar é uma forma de medir, comprovar e controlar o desempenho.

    Controle tecnológico: transformar uma exigência em informação

    O grande valor de um ensaio não está apenas em aplicar uma carga.

    Está em transformar o comportamento do material em dados técnicos que possam ser analisados e registrados.

    Força.

    Flecha inicial.

    Flecha residual.

    Carga de controle.

    Resultado do ensaio.

    Essas informações permitem que fabricantes e laboratórios tenham uma visão muito mais objetiva do comportamento do produto.

    É o controle tecnológico aplicado ao saneamento.

    Contenco I-4231: uma solução brasileira para ensaios de tampões

    A Contenco | Pavitest desenvolve e fabrica equipamentos para laboratórios de ensaios de materiais desde 1958, atendendo segmentos como solos, concreto, asfalto, cimento, argamassa, rochas, cerâmicas e aplicações especiais.

    A experiência acumulada ao longo de décadas também está presente no desenvolvimento de equipamentos específicos para novas demandas da engenharia.

    A I-4231 – Prensa Semi-Automática para Ensaios de Materiais Utilizados em Saneamento é uma dessas soluções.

    Com capacidade de 500 kN, sistema de medição de força e deslocamento e configuração para ensaios físicos em tampões, o equipamento foi desenvolvido para atender laboratórios e empresas que precisam de uma estrutura específica para esse tipo de avaliação.

    Sua empresa realiza ensaios de tampões?

    Se sua empresa atua com saneamento, drenagem, fabricação de tampões e grelhas, controle tecnológico, engenharia ou ensaios de materiais, vale avaliar se o laboratório possui a estrutura adequada para realizar esses procedimentos.

    A escolha da prensa deve considerar:

    • capacidade de carga;
    • dimensões das peças;
    • sistema de aplicação de força;
    • precisão da medição;
    • medição da flecha residual;
    • dispositivos e acessórios;
    • requisitos da norma aplicável;
    • calibração;
    • suporte técnico;
    • manutenção e assistência.

    Conheça a I-4231

    Prensa Semi-Automática para Ensaios de Materiais Utilizados em Saneamento

    Capacidade: 500 kN

    Aplicação: ensaios físicos em tampões e componentes de saneamento

    Norma de referência: ABNT NBR 10160

     

    👉 [CONHEÇA A PRENSA I-4231 DA CONTENCO]

    Por isso, se você está estruturando um laboratório ou precisa ampliar sua capacidade de ensaios, fale com a equipe técnica da Contenco para avaliar a configuração mais adequada à sua aplicação.

    Contenco | Pavitest
    Engenharia, tecnologia e equipamentos para ensaios de materiais.

     

    prensa para ensaio de tampões e grelhas

     

  • Ensaio de Cisalhamento Direto: Guia Completo e Equipamento Pavitest

    Ensaio de Cisalhamento Direto: Guia Completo e Equipamento Pavitest

    Ensaio de Cisalhamento Direto: Guia completo e equipamento Pavitest

    Como Funciona, Para Que Serve e Qual Equipamento Utilizar

    O ensaio de cisalhamento direto é um dos ensaios geotécnicos utilizados para avaliar a resistência ao cisalhamento dos solos. A partir dele, é possível determinar parâmetros fundamentais para a análise do comportamento do solo, especialmente a coesão (c) e o ângulo de atrito interno (φ).

    Esses parâmetros são importantes em estudos e projetos de engenharia geotécnica, contribuindo para análises relacionadas à estabilidade de taludes, fundações, estruturas de contenção, pavimentação e diversas outras aplicações que envolvem o comportamento mecânico dos solos.

    Para a realização do ensaio de cisalhamento em solos,  com maior controle, precisão e praticidade, a Contenco Pavitest fabrica o Equipamento de Cisalhamento Eletrônico Digital, desenvolvido para automatizar e controlar as etapas do ensaio por meio de software.

    Neste artigo, você vai entender o que é o ensaio de cisalhamento direto, como ele funciona, quais parâmetros podem ser determinados e como a tecnologia do equipamento eletrônico digital pode contribuir para a rotina de um laboratório de ensaios geotécnicos.

    O que é o ensaio de cisalhamento direto?,

     

    De maneira simplificada, no ensaio de cisalhamento, o corpo de prova é colocado em uma caixa de cisalhamento, composta por duas partes. Sobre a amostra é aplicada uma tensão normal previamente estabelecida e, posteriormente, uma força horizontal é aplicada de forma controlada até que ocorra o cisalhamento.

    Durante o ensaio, são registrados os esforços e deslocamentos envolvidos no processo, permitindo analisar o comportamento resistente do material.

    O resultado é utilizado para determinar parâmetros importantes para a caracterização geotécnica do solo.

    CISALHAMENTO DIRETO – ANALÓGICO, COM ACIONAMENTO MANUAL – CAPACIDADE DE  CARGA 500 kgf - Contenco | Contenco

    I-1073–Q – Cisalhamento Mecânico Servo Controlado 1000 kgf - Contenco |  Contenco

      Para que serve o ensaio de cisalhamento direto?

    O principal objetivo do ensaio é determinar os parâmetros de resistência ao cisalhamento do solo.

    Entre os principais parâmetros obtidos estão:

    • Coesão (c);
    • Ângulo de atrito interno (φ);
    • Resistência ao cisalhamento do solo;
    • Comportamento do solo sob diferentes condições de tensão normal.

    Essas informações podem ser utilizadas em diferentes estudos e análises de engenharia.

    A resistência ao cisalhamento é especialmente importante porque está diretamente relacionada à capacidade do solo de resistir a esforços que podem provocar deslocamentos, rupturas ou instabilidades.

    Qual a importância da resistência ao cisalhamento do solo?

    A resistência ao cisalhamento é uma das propriedades fundamentais estudadas na mecânica dos solos.

    Quando uma estrutura, um aterro ou uma encosta está submetida a determinadas solicitações, o solo pode sofrer esforços capazes de provocar deformações e, em determinadas condições, ruptura.

    Conhecer a resistência ao cisalhamento permite ao engenheiro avaliar o comportamento do terreno e utilizar parâmetros adequados em seus projetos e análises.

    Por isso, ensaios de laboratório, como o cisalhamento direto, desempenham um papel importante na obtenção de dados para estudos geotécnicos.

    Como é realizado o ensaio de cisalhamento direto?

    De forma geral, o ensaio segue uma sequência de etapas que permite submeter o corpo de prova a condições controladas de carregamento.

    1. Preparação do corpo de prova

    A amostra de solo é preparada de acordo com as características e condições estabelecidas para o ensaio.

    O corpo de prova é então colocado na caixa de cisalhamento, juntamente com os acessórios necessários.

    1. Aplicação da tensão normal

    Uma tensão normal previamente definida é aplicada sobre o corpo de prova.

    Essa etapa é importante para estabelecer a condição de carregamento vertical à qual a amostra será submetida.

    1. Aplicação do esforço cisalhante

    Após a aplicação da tensão normal, é iniciado o deslocamento horizontal controlado entre as partes da caixa de cisalhamento.

    Esse movimento provoca o esforço de cisalhamento no corpo de prova.

    1. Registro dos dados

    Durante o ensaio, os esforços e deslocamentos são registrados pelo sistema de aquisição e controle.

    A partir desses dados, é possível avaliar o comportamento do solo durante o processo de cisalhamento.

    1. Determinação dos parâmetros de resistência

    A realização de ensaios com diferentes tensões normais permite obter informações necessárias para a determinação dos parâmetros de resistência do solo, incluindo a coesão e o ângulo de atrito interno.

    Equipamento de Cisalhamento Direto Eletrônico Digital Contenco Pavitest

    I-1073–Q – Cisalhamento Mecânico Servo Controlado 1000 kgf - Contenco |  Contenco

    Para laboratórios que buscam maior controle e praticidade na execução dos ensaios, a Contenco Pavitest fabrica o Equipamento de Cisalhamento Eletrônico Digital, desenvolvido para a realização do ensaio de cisalhamento direto.

    O sistema combina o equipamento mecânico com recursos digitais de controle e aquisição de dados, permitindo acompanhar o ensaio por meio de software com conexão Wi-Fi.

    Essa integração proporciona uma rotina de ensaio mais organizada, reduzindo a necessidade de intervenções manuais durante as etapas controladas do procedimento.

    Como funciona o equipamento de cisalhamento digital da Contenco?

    O equipamento é projetado para controlar o movimento de cisalhamento de maneira automatizada, enquanto o sistema de software permite acompanhar as informações obtidas durante o ensaio.

    A utilização do controle eletrônico proporciona maior facilidade para o operador acompanhar o procedimento e registrar os dados.

    Entre os principais diferenciais estão:

    • Controle eletrônico do ensaio;
    • Operação por software;
    • Comunicação por Wi-Fi;
    • Aquisição e registro dos dados;
    • Acompanhamento do ensaio;
    • Maior praticidade operacional;
    • Redução de intervenções manuais;
    • Conjunto de acessórios para a realização do ensaio.

    A automação também contribui para a padronização da rotina laboratorial e para uma melhor organização dos resultados.

     

    Software para controle do ensaio de cisalhamento

    Um dos diferenciais do sistema é a integração entre o equipamento e o software de controle.

    Por meio do software, o operador pode acompanhar as informações do ensaio e os dados registrados pelo sistema, facilitando o monitoramento do procedimento.

    A comunicação por Wi-Fi torna a operação mais moderna e proporciona maior flexibilidade na interação entre o equipamento e o sistema de controle.

    Para laboratórios que realizam ensaios geotécnicos de maneira recorrente, essa integração entre equipamento, automação e software representa um importante avanço na rotina de trabalho.

     

    Vantagens do equipamento eletrônico digital para laboratórios geotécnicos

    A utilização de um equipamento digital pode trazer diversos benefícios para laboratórios que realizam ensaios de resistência ao cisalhamento.

    Maior controle do ensaio

    O sistema eletrônico permite controlar de maneira mais precisa o deslocamento e acompanhar o comportamento do corpo de prova durante o procedimento.

    Praticidade para o operador

    A automação reduz a quantidade de operações manuais necessárias durante o ensaio, tornando a rotina mais simples.

    Registro dos dados

    A aquisição digital facilita o registro e a organização das informações obtidas durante o ensaio.

    Tecnologia integrada

    A comunicação entre equipamento e software permite integrar o processo de execução e acompanhamento dos ensaios.

    Maior organização do laboratório

    A utilização de sistemas digitais contribui para uma rotina mais organizada e para uma melhor gestão dos resultados dos ensaios.

    Onde o ensaio de cisalhamento direto é utilizado?

    O ensaio pode ser empregado em diferentes áreas da engenharia geotécnica e em estudos relacionados ao comportamento dos solos.

    Entre as aplicações estão:

    • Estudos geotécnicos;
    • Projetos de fundações;
    • Análises de estabilidade de taludes;
    • Projetos de contenções;
    • Estudos de aterros;
    • Obras rodoviárias;
    • Pavimentação;
    • Caracterização de solos;
    • Laboratórios de controle tecnológico;
    • Pesquisas acadêmicas e desenvolvimento tecnológico.

    A escolha do ensaio e a interpretação de seus resultados devem sempre considerar os objetivos do estudo, as características do solo e os procedimentos técnicos aplicáveis.

     

    Cisalhamento direto x outros ensaios de resistência do solo

    O cisalhamento direto faz parte de um conjunto de ensaios utilizados para estudar a resistência dos solos.

    Outro exemplo bastante conhecido é o ensaio triaxial, que permite estudar o comportamento do solo sob condições de tensão mais complexas.

    A escolha entre o cisalhamento direto, o triaxial ou outros métodos depende do tipo de investigação, das características do material e dos parâmetros que se pretende determinar.

    Por isso, é importante que o laboratório tenha equipamentos adequados para diferentes necessidades de caracterização e análise geotécnica.

    Contenco Pavitest: tecnologia para ensaios geotécnicos

    A Contenco Pavitest desenvolve e fabrica equipamentos para laboratórios de ensaios de materiais e geotecnia, oferecendo soluções para diferentes aplicações em engenharia.

    O Equipamento de Cisalhamento Eletrônico Digital faz parte dessa linha de soluções destinadas à realização de ensaios de resistência dos solos.

    Além do equipamento, a Contenco trabalha com tecnologia, software, treinamento e suporte técnico, oferecendo ao laboratório uma solução integrada para sua rotina de ensaios.

    A fabricação nacional também permite maior proximidade com o cliente e suporte técnico especializado ao longo da utilização do equipamento.

     

    Perguntas frequentes sobre o ensaio de cisalhamento direto

    O que determina o ensaio de cisalhamento direto?

    O ensaio é utilizado principalmente para determinar parâmetros de resistência ao cisalhamento do solo, especialmente a coesão e o ângulo de atrito interno.

    Para que serve o equipamento de cisalhamento direto?

    O equipamento é utilizado para realizar o ensaio de cisalhamento direto de forma controlada, aplicando a tensão normal e o deslocamento horizontal necessários para avaliar a resistência do corpo de prova.

    O equipamento de cisalhamento da Contenco possui software?

    Sim. O Equipamento de Cisalhamento Eletrônico Digital Pavitest utiliza sistema de controle por software e comunicação por Wi-Fi para acompanhamento e aquisição dos dados do ensaio.

    O ensaio de cisalhamento direto é utilizado em quais áreas?

    É utilizado em estudos e projetos de engenharia geotécnica, incluindo análises de solos, fundações, taludes, contenções, aterros, pavimentação e pesquisas laboratoriais.

    Qual a diferença entre cisalhamento direto e ensaio triaxial?

    Os dois ensaios avaliam o comportamento resistente do solo, mas utilizam condições de carregamento e configurações experimentais diferentes. A escolha depende do objetivo da investigação e das condições que se deseja reproduzir.

    Conheça o equipamento de cisalhamento direto Pavitest

    Primeiramente, o ensaio de cisalhamento direto é uma ferramenta importante para a determinação dos parâmetros de resistência dos solos e para estudos relacionados ao comportamento geotécnico dos materiais.

    A utilização de um equipamento de cisalhamento direto eletrônico digital permite incorporar automação, aquisição de dados e controle por software à rotina do laboratório.

    Com o Equipamento de Cisalhamento Eletrônico Digital Pavitest, a Contenco oferece uma solução desenvolvida para laboratórios que buscam precisão, praticidade, tecnologia e maior controle dos ensaios geotécnicos.

    Contenco Pavitest — tecnologia brasileira para ensaios de engenharia.

    Por fim, se o seu laboratório realiza ensaios de resistência ao cisalhamento de solos e busca modernizar seus processos, entre em contato com a Contenco para conhecer as características técnicas do Equipamento de Cisalhamento Eletrônico Digital Pavitest, seus acessórios e soluções de software.

    Fale com nossa equipe comercial e solicite informações técnicas e uma proposta.

  • Prensa Servo Controlada HD 200 TF

    Prensa Servo Controlada HD 200 TF

    Aplicação e Treinamento na AngloGold Ashanti

    Com mais de 65 anos de atuação no controle tecnológico de materiais, a Contenco – Marca Pavitest desenvolve soluções que unem robustez, confiabilidade e suporte técnico especializado. Entre esses destaques está a Prensa Servo Controlada HD 200 TF, um equipamento projetado para atender às mais rigorosas demandas de ensaios em concreto, com alto nível de controle e repetibilidade dos resultados.

    Recentemente, essa tecnologia esteve no centro de um treinamento técnico realizado na AngloGold Ashanti, em Nova Lima (MG), reforçando a importância da correta operação dos equipamentos para garantir segurança, desempenho e precisão em aplicações críticas da engenharia.

    Tecnologia a serviço do controle tecnológico do concreto

    A Prensa Servo Controlada HD 200 TF foi desenvolvida para ensaios de compressão com controle preciso de carga, velocidade e deformação. Seu sistema servo controlado permite a execução de ensaios com maior estabilidade e confiabilidade, reduzindo variações operacionais e assegurando resultados consistentes.

    Entre os principais benefícios do equipamento, destacam-se:

    • Alto nível de precisão e controle durante todo o ensaio

    • Confiabilidade dos resultados, mesmo em aplicações técnicas exigentes

    • Operação intuitiva, aliada a recursos tecnológicos avançados

    • Robustez estrutural, adequada para rotinas intensas de laboratório

    Essas características tornam a HD 200 TF uma solução ideal para laboratórios de controle tecnológico que atuam com concreto estrutural, grautes e aplicações especiais.

    Aplicação na mineração: ensaios para graute de chumbamento e reforços estruturais

    Na AngloGold Ashanti, a Prensa Servo Controlada HD 200 TF foi adquirida para a realização de ensaios em corpos de prova utilizados em graute de chumbamento e reforços estruturais nas minas. Nesses contextos, a precisão dos ensaios é fundamental para garantir a segurança das estruturas e a confiabilidade das soluções adotadas em ambientes de alta complexidade operacional.

    O uso de um equipamento servo controlado assegura maior controle sobre os parâmetros do ensaio, permitindo análises mais precisas do comportamento mecânico dos materiais empregados.

    Treinamento técnico: conhecimento aplicado na prática

    Além do fornecimento do equipamento, a Contenco oferece treinamento técnico completo e gratuito para seus clientes, reforçando o compromisso com a correta utilização das tecnologias desenvolvidas.

    O treinamento da Prensa Servo Controlada HD 200 TF pode ser realizado:

    • Presencialmente, na fábrica da Contenco

    • De forma remota, conforme a necessidade do cliente

    Na AngloGold Ashanti, o treinamento envolveu a entrega técnica do equipamento e a capacitação da equipe para operação segura, correta interpretação dos resultados e melhor aproveitamento dos recursos disponíveis. A atividade foi conduzida por uma equipe altamente qualificada de técnicos e engenheiros especializados, preparados para esclarecer dúvidas e adaptar o uso do equipamento às demandas reais do cliente.

    Parceria que gera resultados

    Mais do que fornecer equipamentos, a Contenco acredita que tecnologia só gera valor quando aliada ao conhecimento. Por isso, investe continuamente em treinamentos, suporte técnico e proximidade com seus clientes, contribuindo para operações mais seguras, produtivas e confiáveis.

    Seguimos levando engenharia aplicada, tecnologia e parceria a diferentes segmentos da indústria, mineração e construção, sempre com foco em desempenho, precisão e segurança nos resultados.

  • Software Pavitest Concreto: agora etiqueta com código de barras para seus ensaios

    Software Pavitest Concreto: agora etiqueta com código de barras para seus ensaios

    Software Pavitest Concreto: mais praticidade, precisão e agora etiqueta com código de barras para seus ensaios

    A rotina dos laboratórios de ensaios em concreto está mudando rapidamente. Quem busca produtividade, rastreabilidade e conformidade com as normas encontra no Software Pavitest Concreto um aliado indispensável.

    Se você realiza ensaios de compressão axial, compressão diametral, tração na flexão ou módulo de elasticidade, sabe que tempo é dinheiro e que a precisão dos resultados é fundamental para a qualidade do controle tecnológico.

    Com o software Pavitest, todo o processo de ensaio — do cadastro de amostras à emissão de relatórios — é totalmente digitalizado. Nada de planilhas confusas ou anotações manuais. Você tem gestão sobre:

    • Cadastro de amostras e testemunhos com informações detalhadas: norma aplicada, cliente, obra, data de moldagem, tipo de capeamento, peça concretada, fck e campo extra personalizável à sua escolha;
    • Cadastro de corpos de prova, com identificação individual, dimensões, fator de correção, observações e agora emissão de código de barras!
    • Localiza dados em segundos com a pesquisa rápida.
    • Segue as recomendações das principais normas ABNT NBR relacionadas a concreto, argamassa e refratários: 5739, 7215, 7222, 8522, 9781, 10836, 11122, 12118, 12142, 13279, 15270-2. 
    • Emite laudos e gráficos padronizados, prontos para compartilhar com clientes e equipes.

     

    Novidade: código de barras para cada corpo de prova

     

    A mais recente atualização traz um recurso que eleva a rastreabilidade a outro nível.

    Após o cadastro do CP (corpo de prova), o sistema emite um código de barras exclusivo, que pode ser impresso em etiqueta comum ou adesiva. Quando o CP atinge a idade de ensaio, o operador simplesmente escaneia a etiqueta com um leitor USB — e o software abre automaticamente o cadastro, exibindo a tela de conferência.

    Com um clique, o ensaio começa. Finalizou? Escaneie o próximo CP sem sair da tela.

    Sem leitor? Basta digitar o código simplificado (5–6 caracteres) e pressionar Enter. Resultado: velocidade, padronização e zero erro humano.

     

    Precisão em tempo real

    O software faz a leitura instantânea de carga, tensão e deformação, eliminando erros de digitação e garantindo conformidade técnica. 

     

    Compatibilidade com diversos modelos de prensas

    Independente da prensa utilizada, o software se adapta. É compatível, por exemplo, com:

    • Prensa para ensaios de concreto Hidráulica, Digital, Manual 100T I-3001-C
    • Prensa para ensaios de concreto Hidráulica, Digital , Elétrica 100T I-3025-B – Wi-Fi
    • Prensa para ensaios de concreto Hidráulica, Servo Controlada , 100T HD 100 Tf – Wi-Fi

     

    Com acessórios opcionais, você executa ensaios em blocos vazados, blocos maciços, blocos intertravados (paver), cilindro diametral, módulo de elasticidade e tenacidade, ampliando o retorno do seu investimento.

     

    Por que escolher o Software Pavitest Concreto?

    • Automatização completa para ensaio – do cadastro ao relatório.
    • Conformidade com normas ABNT, garantindo credibilidade.
    • Rastreabilidade com código de barras, trazendo velocidade e confiabilidade.
    • Compatibilidade ampla, sem necessidade de trocar equipamentos.

     

    Leve seu laboratório a um novo patamar.

    Descubra como a Prensa de Concreto da Contenco, juntamente com o software podem reduzir custos, evitar retrabalho e aumentar a produtividade.

    🌍 www.contenco.com.br

    📲 WhatsApp: 31-98878-6968

     

    Compartilhe este artigo com colegas que também buscam inovação e eficiência nos ensaios de concreto!

     

     

  • Prensas hidráulicas

    Prensas hidráulicas

    Diferenças entre modelos convencionais e servo controlados das Prensas hidráulicas

    O concreto é um tipo de material que, por se tratar de uma mistura, pode variar muito em termos de qualidade e outras características. Por isso, em uma obra, utiliza-se a prensa de concreto e a prensa servo controlada para entender melhor quais são essas características do concreto.

    Esse processo de medição faz parte de procedimentos padrão de controle tecnológico em obras de engenharia civil, e o concreto é apenas um dos materiais que são testados à exaustão.

    Vamos descobrir por que isso acontece, como são os equipamentos (prensas) utilizados e qual a importância dos chamados ensaios de concreto?

    Artigos relacionados  
    Série Laboratório Básico – Parte 7: Laboratório De Argamassa Básico
    Série Laboratório Básico – Parte 6: Laboratório De Rochas
    Laboratório Básico – Parte 5: Laboratório Asfalto Ensaio Marshall

    Índice

    Prensas de concreto: quais são os tipos?

    Como funciona a prensa hidráulica servo controlada?

    Qual a importância dos ensaios de concreto?

    Prensas de concreto: quais são os tipos?

    Como não poderia deixar de ser, existem alguns tipos importantes de prensa para ensaios de concreto. A primeira da qual falaremos aqui é a prensa hidráulica comum, que pode ser manual ou elétrica.

    Ambas as modalidades de prensa hidráulica comum partem do princípio da aplicação de forças que medem a resistência à compressão, nas modalidades axial, diametral e tração de amostras. Estas, por sua vez, podem ser de concreto, argamassa, cerâmica refratária, dentre outros materiais afins.

    A diferença entre manual e elétrica é bastante intuitiva: enquanto, na primeira, o procedimento ocorre a partir de movimentos realizados pela pessoa que opera o ensaio, no segundo caso a própria prensa possui um sistema de válvulas de incremento e decremento que fazem o serviço “bruto”, ou seja de carga e descarga.

    Quer conhecer mais detalhes das duas versões? Confira:

    Prensa Hidráulica Digital Manual 100T I-3001-C

    Prensa Hidráulica Digital Manual 100T I-3001-C

    Prensa Hidráulica Digital Elétrica 100T I-3025-B

    Prensa Hidráulica Digital Elétrica 100T I-3025-B

    Como funciona a prensa servo controlada?

    Enquanto as prensas de asfalto das quais falamos até então têm sua carga de compressão operadas por meio de um sistema hidráulico, a prensa servo controlada tem uma diferença crucial: um motor tipo “servo” – ou um servomotor, como podemos também encontrar.

    Mas como isso funciona? A utilização de um servomotor foi uma solução encontrada pela indústria para facilitar a operação dessas máquinas, que necessitam de muita força para realizar a aplicação de compressão.

    Assim, a prensa servo controlada é capaz de realizar ensaios com cargas constantes controladas por segundo, definidas pelo operador, além de contar com o software Pavitest concreto, onde é possível cadastrar amostras, acompanhar os ensaios em tempo real, visualizar os resultados em kgf e Mpa, além de emitir relatórios conforme NORMA.

    A Contenco/Pavitest fabrica um modelo desse tipo de prensa. Saiba mais detalhes acessando a página da Prensa Hidráulica Servo Controlada HD-100T.

    Prensa Hidráulica Servo Controlada HD-100T

    Qual a importância dos ensaios de concreto e as prensas hidráulicas?

    Tão importante quanto termos em mente as principais diferenças entre os tipos de prensas de concreto é entendermos por que estes são realizados e quais suas implicações no canteiro de obras.

    O principal fator que envolve essa questão é o da extensão da aplicação desse material. Concreto entra em praticamente toda e qualquer obra de engenharia civil, e mesmo dentro de uma obra específica, toma parte de uma boa parte dela, justamente por ser um dos componentes estruturais mais populares.

    Assim, torna-se fundamental em um contexto de controle tecnológico da empreitada que se possua dados e parâmetros referentes ao material que será utilizado. No caso do concreto, entre esses parâmetros estão resistência à compressão em todos os ângulos e sentidos, bem como à tração.

    Para saber ainda mais sobre outros tipos de ensaios, acesse o Blog da Contenco – ah, e aproveita para salvar nos seus endereços favoritos!

    E, se você gostou deste artigo e considera que será também útil para outras pessoas com os mesmos interesses, compartilhe o link!

    Siga também a Contenco nas Redes Sociais: Instagram | Facebook | LinkedIn

  • Laboratório de Rochas

    Laboratório de Rochas

    Série Laboratório Básico: Laboratório de Rochas

    Nossas obras, empreitadas e intervenções na crosta da terra encontram pelo caminho não apenas solo “strictu sensu”, mas também uma grande quantidade e variedade de rochas. Por isso é tão importante conhecê-las. Confira nossa Série Laboratório Básico: Laboratório de Rochas!

    E nada mais adequado para a produção de conhecimento sobre rochas do que um laboratório de rochas bem desenhado e equipado com o que há de melhor no mercado em maquinário e peças acessórias.

    Continuamos, assim, com mais um artigo de nossa série Laboratório Básico, que desta vez vai abordar uma lista bastante sugestiva de produtos da Contenco/Pavitest que devem constar nas bancadas e prateleiras de um laboratório de rochas!

    Índice

    1. Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas
    2. Sonda SPT a Percussão
    3. Dilatômetro
    4. Serra Circular
    5. Peneirador 50×50 cm para agregados
    6. Abrasímetro de Amsler

    Se você é leitor assíduo do Blog da Contenco, já conhece o nosso compromisso firme com o conhecimento. Se ainda não é, que tal conferir uma degustação para, quem sabe, virar fã? Seguem alguns artigos que recomendamos:

    Série Laboratório Básico – Parte 1: Laboratório de Concreto

    Ensaios com Aparelho Casagrande: limites de liquidez e plasticidade

    Penetrômetro para asfalto: saiba como funciona!

    Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    Um dos grandes fatores naturais que atuam na durabilidade e deformação das rochas é a água. É exatamente isso que este equipamento mede e entrega na forma de dados essenciais para seus projetos com rochas.

    O princípio desse teste é o de determinar qual o nível de deterioração de uma amostra de rocha frente à imersão em água. A máquina vem com dois tambores de teste, em tamanhos que podem ser escolhidos. É possível incluir mais tambores, que são vendidos separadamente, sob encomenda.

    C-3054 – Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    C-3054 – Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    Sonda SPT a Percussão

    Item básico para qualquer laboratório de rochas, a sonda a percussão tipo SPT (Standard Penetration Test, ou “Teste Padronizado de Penetração”), faz exatamente o que diz o nome: atua com ensaios de incursão penetrante em amostras de rocha.

    Trata-se de um equipamento altamente versátil, podendo ser empregado em perfurações leves de até 30 metros, bem como em estudos de fundação e perfuração de poços. Para facilitar a operação, vem com tripé de 4 pernas reforçado, além de estrutura para auxiliar na extração do amostrador.

    C-1035 – Sonda SPT a Percussão

    C-1035 – Sonda SPT a Percussão

    Dilatômetro para Laboratório de Rochas

    Outro aspecto muito importante a ser considerado em materiais rochosos é o quanto este dilata em função da alteração de temperatura. Estamos falando de um tipo de dado chamado coeficiente de dilatação térmica linear em rochas.

    Este método de ensaio é protagonizado pelo Dilatômetro e tem como objeto de análise principalmente materiais inorgânicos de revestimento e estrutura, sendo rochas o principal insumo a ser estudado. O equipamento tem sensores de alta precisão, controlados por computador, além de sistema de incremento de temperatura que pode ir de 0º a 60º C, a 0,1º C por minuto.

    I-4215 – Dilatômetro

    I-4215 – Dilatômetro

    Serra Circular para Laboratório de Rochas

    Falar em testes e ensaios de rocha e outros materiais inorgânicos similares presume que, em dado momento, será preciso separar e extrair “pedaços” de peças maiores e que possivelmente estejam em estado bruto na natureza. Fazer esse tipo de corte em materiais tão duros exige maquinário específico.

    É aqui que entra a Serra Circular da Contenco/Pavitest. A máquina pode cortar tanto peças de rocha quanto de concreto e de materiais betuminosos, de natureza asfáltica. Vem equipada com um disco de corte diamantado de 18 polegadas de diâmetro, que alcança uma profundidade de corte de até 160mm.

    I-3056 – Serra Circular

    I-3056 – Serra Circular

    Peneirador 50×50 cm para agregados

    A utilização de peneiras no manejo de materiais sólidos em laboratórios de rocha é parte de vários processos de separação e seleção, o que ajuda muito na escolha das melhores amostras. Nesses casos, um aparelho peneirador para agregados é um item que se faz de grande utilidade em um laboratório.

    O Peneirador da Contenco/Pavitest tem capacidade para acoplar até oito peneiras de 50x50x10 cm. O equipamento acompanha dispositivo controlador de tempo e programa de ensaios, além de hastes para fixação de peneiras quadradas.

    I-3007 – Peneirador 50×50 cm para agregados

    I-3007 – Peneirador para agregados Laboratório de Rochas

    Abrasímetro de Amsler para Laboratório de Rochas

    O Abrasímetro de Amsler é um equipamento que mede o coeficiente de abrasão de uma determinada amostra de rocha ou materiais cerâmicos/betuminosos. Abrasão, no caso, é o desgaste do material que decorre do atrito com outro corpo sólido, em função do tempo.

    O equipamento produz essa abrasão por meio de um anel de ferro fundido de alta dureza, com superfície plana e lisa. A amostra, acoplada ao aparelho, adquire movimento giratório com pressão que pode ser regulada, produzindo assim o efeito desejado e possibilitando a coleta dos dados.

    I-4212 – Abrasímetro de Amsler

    I-4212 – Abrasímetro de Amsler

    Compartilhe este artigo com seus contatos e não deixe de conferir o catálogo da Contenco/Pavitest!

    Siga também a Contenco nas Redes Sociais: Instagram | Facebook | LinkedIn

  • Laboratório de Asfalto Ensaio Marshall

    Laboratório de Asfalto Ensaio Marshall

    Laboratório Básico – Parte 5: Laboratório Asfalto Ensaio Marshall

    Pode não parecer à primeira vista quando andamos por um pequeno trecho de ruas e estradas, mas obras de pavimentação ocorrem em escalas gigantescas! Imagine, por exemplo, uma estrada que ligue uma cidade a outra: são muitos quilômetros de obra!

    Para atender à demanda por testes e ensaios de asfalto e garantir a utilização de um material de qualidade, o ideal é ter à disposição um bom e completo laboratório de asfalto, em especial que possua capacidade para realizar ensaios do tipo Marshall.

    Esta será a pauta do nosso quinto artigo da série Laboratório Básico, listando e descrevendo os principais equipamentos que devem constar em um laboratório de asfalto capacitado para operar com o método Marshall.

    Esta série, trazida pelo Blog da Contenco, é um bom exemplo de nossa missão: prover conhecimento. Para saber mais um pouco, que tal dar uma olhada nestes artigos que recomendamos?

    Penetrômetro Para Asfalto: Saiba Como Funciona!

    Saiba Tudo Sobre Como Funcionam Os Ensaios Em Asfalto (Marshall)

    Obras De Pavimentação De Qualidade Com Testes De Solo CBR E Marshall

    Prensa Marshall Manual

    Item mais do que básico para qualquer laboratório de asfalto e materiais afins, a prensa manual tem capacidade de compressão de até 5.000kgf, extensômetro, anel dinamométrico e duas velocidades – uma lenta para a realização dos ensaios e outra rápida para reposicionamento e recolhida da prensa.

    Fabricada pela Contenco/Pavitest a partir de projeto e matéria-prima 100% nacionais, a prensa manual pode ser utilizada em testes de método Marshall com misturas asfálticas e betuminosas ou alcatrão, a quente.

    I-2001 – Prensa Marshall Manual

    I-2001 – Prensa Marshall Manual

    Prensa CBR/Marshall Micro Processado com Software

    Falamos deste equipamento também na parte 4 da série Laboratório Básico, quando listamos os produtos essenciais para laboratórios de ensaio CBR. Viu como é multitarefa e versátil?

    Com esta prensa, é possível realizar ensaios Marshall (com amostras de natureza betuminosa e asfáltica), CBR e outros tipos de compressão que se fizerem necessários na obra – como em telhas e gesso, por exemplo. Estes outros ensaios além do CBR/Marshall precisam de acessórios específicos.

    Acompanha software completo com funções de controle, aquisição de dados, cadastro de corpos de prova e emissão de relatórios com gráficos.

    I-1006-FA – Prensa CBR/Marshall Micro Processado com Software

    I1006FA Prensa CBR Marshall Software Contenco

    Anel Cabeçote

    Item em forma de anel fabricado em aço fundido, utilizado durante ensaios do método Marshall. Tem função de compressão (placa de ruptura) e possui guias que ajudam a garantir uniformidade e paralelismo durante o teste.

    I-2002 – Anel Cabeçote

    I2002 Anel Cabeçote Contenco

    Pórtico de Lottman

    A peça é utilizada principalmente para determinar a resistência à tração por compressão diametral em corpos de prova em ensaios Marshall. Também possui guias pensadas para atuar na uniformidade durante o ensaio.

    I-2002-A – Pórtico de Lottman

    I2002A  Pórtico de Lottman Contenco

    Cilindro Marshall

    Trata-se de um molde em formato de cilindro, fabricado em aço zincado. Sua principal funcionalidade é a de moldar e compactar os materiais que servirão de amostra em ensaios do método Marshall.

    I-2003 – Cilindro Marshall

    I2003 Cilindro Marshall Contenco

    Soquete Marshall

    Esta peça possui um peso deslizante para impacto de até 4,540kg. Feito de aço zincado, o soquete é utilizado principalmente em ensaios Marshall.

    I-2004 – Soquete Marshall

    I2004 Soquete Marshall Contenco

    Medidor de Fluência

    O medidor de fluência é responsável por determinar o deslocamento máximo apresentado pela amostra em um ensaio Marshall, mediante aplicação da carga máxima. Fabricado em latão.

    I-2005 – Medidor de Fluência

    I2005 Medidor de Fluência Contenco

    Extrator Marshall

    Aparato utilizado para retirada de material de seu meio natural, para fins de composição de amostra para ensaio Marshall. Aplica-se força com a manivela para movimentar a quantidade de material.

    I-2006 – Extrator Marshall

    I2006 Extrator Marshall Contenco

    Esperamos que esta quinta parte da nossa série de artigos “Laboratório Básico” tenha sido proveitosa para você. Conte-nos como tem sido a sua experiência com empreitadas que utilizam ensaios de Laboratório Asfalto Ensaio Marshall!

    Ah, e não se esqueça de compartilhar com seus contatos nas redes sociais!

    Siga também a Contenco nas Redes Sociais: Instagram | Facebook | LinkedIn

  • Laboratório de Óleo e Gás

    Laboratório de Óleo e Gás

    Série Laboratório Básico – Parte 3: Laboratório de Óleo e Gás

    Quando pensamos na extração de petróleo e hidrocarbonetos em geral, sempre nos vêm à mente as imensas plataformas e estruturas que, já operantes, nos fornecem uma infinidade de produtos de origem fóssil que estão presentes em nosso cotidiano.

    O que não fica à nossa vista é o grande trabalho que existe antes disso tudo, na forma de testes, ensaios e procedimentos preliminares que buscam entender e conhecer o local que será perfurado para a extração.

    Neste terceiro artigo da nossa série, vamos apresentar o que de principal precisa constar em um bom laboratório de óleo e gás, em termos de máquinas e equipamentos. Antes de começarmos, que tal algumas recomendações de artigos? Segue!

    Saiba Tudo Sobre Como Funcionam Os Ensaios Em Asfalto (Marshall)

    Obras De Pavimentação De Qualidade Com Testes De Solo CBR E Marshall

    Teste Os Tubos De Conexões De Sua Obra Com A Prensa Para Ensaio De Achatamento!

    • Triaxial Estático para Rochas – Creep
    • Equipamento para Ensaio de Expansão Argilo Mineral
    • Equipamento para Ensaio do Cilindro Vazado
    • Ensaio TARI
    • Ensaio CCU – Célula de Cortador Único
    • Triaxial Verdadeiro para Ensaios Cúbicos

    Triaxial Estático para Rochas – Creep

    A principal função deste equipamento, por exemplo, é a de medir os índices de plasticidade e elasticidade de rochas em ambiente de alta pressão, como em poços de exploração de petróleo.

    Tal pressão, além de ser extremamente alta, deve ser mantida constante – por isso, o ensaio de fluência do tipo “Creep” realizado por esta máquina também leva em consideração o tempo de incidência de pressão ao qual a amostra é submetida.

    O modelo I-1077-HD da Contenco/Pavitest conta também com software que permite o controle de toda a operação do ensaio, além de cadastro de amostras e emissão de gráficos e relatórios.

    Triaxial Estático para Rochas – Creep

    Triaxial Estático Rochas Contenco

    Equipamento para Ensaio de Expansão Argilo Mineral

    Muitas vezes o local de perfuração para fins de exploração de óleo se encontra submerso ou com muita água em seus arredores. Todo esse líquido influencia muito na composição e no comportamento da rocha quando trabalhada.

    O ensaio de expansão argilo mineral serve exatamente para resolver esse problema: indicar a variação do volume aparente da amostra de rocha ou argila, em condição de saturação – ou seja, com muito líquido absorvido.

    Equipamento para Ensaio de Expansão Argilo Mineral

    Ensaio Argilo Mineral Contenco

    Equipamento para Ensaio do Cilindro Vazado

    A perfuração de poços para exploração de óleo muitas vezes exige uma intervenção de muitos metros crosta adentro, o que acaba exigindo que conheçamos os índices de resistência das rochas que existem em grandes profundidades.

    O ensaio do cilindro vazado funciona como um ensaio triaxial – no qual forças são aplicadas em três eixos sobre o corpo de prova. O equipamento capta os dados no momento em que a rocha se rompe, o que também traz informações importantes sobre a estabilidade do poço.

    Equipamento para Ensaio do Cilindro Vazado

    Ensaio do Cilindro Vazado Contenco

    Ensaio TARI

    Não é uma surpresa constatar que empreitadas de perfuração da crosta e exploração de poços é um conjunto de atividades que presume impacto em grande quantidade e intensidade. Por conta de segurança e eficiência do projeto, é importante saber se as rochas do local resistem a esses impactos.

    O ensaio realizado pela TARI – sigla de Torre para Avaliação da Resistência ao Impacto – é responsável por esta averiguação, como o próprio nome diz. A máquina da Contenco possui webcam para gravação e reprodução posterior do ensaio.

    Ensaio TARI

    Ensaio TARI Contenco

    Ensaio CCU – Célula de Cortador Único

    Realizar corte em rochas “in loco”, além de oferecer grande perigo, é algo que pode comprometer toda a empreitada. Por isso, é importante conhecer todos os tipos e intensidades de pressões geológicas a que estão submetidas as rochas.

    A Célula de Cortador Único – Ensaio CCU é um equipamento que pode trazer luz a essa questão, pois simula situações de corte e perfuração em poços profundos.

    A CCU trabalha com cortes sob diferentes tipos de pressão, como fluido de perfuração, confinamento lateral, dos poros e axial.

    Ensaio CCU – Célula de Cortador Único

    Ensaio CCU Contenco

    Triaxial Verdadeiro para Ensaios Cúbicos

    Ensaios triaxiais verdadeiros são aqueles em que o corpo de prova rochoso é submetido às três forças triaxiais clássicas que já conhecemos (duas horizontais e uma axial), com uma diferença importante: cada eixo de aplicação é independente em termos de intensidade e tempo de duração da pressão.

    Essa característica é tida como “verdadeira” porque simula, de fato, condições de pressão muito próximas daquelas encontradas na natureza, mais especificamente nas profundidades dos poços de exploração.

    Triaxial Verdadeiro para Ensaios Cúbicos

    Triaxial Ensaios Cúbicos Contenco

    Gostou da nossa Série Laboratório de Óleo e Gás? A Série Laboratório Básico continua! E você que está aproveitando bem, que tal compartilhar este artigo (e por que não também os outros) com seus amigos, nas redes sociais e com aquelas pessoas que também possam deles se beneficiar?

    Siga também a Contenco nas Redes Sociais: Instagram | Facebook | LinkedIn

  • Você sabe o que é o Ensaio Triaxial Verdadeiro?

    Você sabe o que é o Ensaio Triaxial Verdadeiro?

    As propriedades físicas e mecânicas de um material em condições reais, um parâmetro importante no planejamento de um projeto, pode ser medida por meio de um ensaio triaxial verdadeiro.

    Mas, afinal, por que “verdadeiro”? O que diferencia esse tipo de ensaio dos muitos outros dos quais já falamos aqui no Blog da Contenco – inclusive muitos outros tipos de triaxiais?

    Além de respostas e informações como essas, o Blog da Contenco traz sempre conhecimento útil para você que é profissional da área, pesquisador ou se interessa pelos assuntos. Conheça alguns de nossos artigos:

    Método Medina Para Ensaios De Solos: Você Conhece?

    Apresentando: Medina (Método De Dimensionamento Nacional)

    Óleo E Gás – Tenha Parâmetros Precisos De Perfuração Com A Célula De Cortador Única – CCU

    O que é o ensaio triaxial verdadeiro?

    Por que o ensaio triaxial verdadeiro é importante?

    Qual o equipamento utilizado no triaxial verdadeiro?

    O que é o ensaio triaxial verdadeiro?

    Em síntese, um ensaio triaxial consiste em submeter um CP (corpo de prova) a certas pressões de confinamento, partindo dos três “eixos” ou dimensões que compõem a geometria do material: os dois horizontais e o axial.

    Neste caso,  as forças horizontais aplicadas são mantidas em valor constante até o final do ensaio. A compressão axial, por sua vez, sofre aumento gradativo em função do tempo, até que o corpo de prova se rompa.

    O que chamamos de ensaio triaxial verdadeiro é um procedimento muito parecido com os que descrevemos anteriormente, com uma diferença simples: os testes são realizados aplicando-se forças independentes e variáveis nos três eixos – os dois horizontais e o axial.

    O ensaio é chamado de “verdadeiro” porque simula com alto grau de fidelidade as condições reais a que o material estará submetido na obra, tanto em termos de estrutura quanto em contextos naturais. Claro, valores reais devem ser conhecidos para que se tenha um resultado satisfatório.

    Por que o ensaio triaxial verdadeiro é importante?

    Obras de engenharia, de forma geral, são empreitadas complexas, que exigem cálculos de inúmeras variáveis que, sem elas, todo o projeto corre risco de não acontecer e ainda de colocar em xeque a segurança dos envolvidos.

    Se é assim de forma geral, imaginemos então em obras de exploração de óleo e gás, que exigem intervenções sob condições extremas? Aliás, muitas vezes atua-se a muitas centenas de metros abaixo da superfície, seja terra ou mar.

    Ensaios triaxiais verdadeiros têm essa função de jogar um pouco mais de luz a esses projetos, permitindo entender com precisão e fidelidade o quanto rochas, solos e outras estruturas resistem a forças variadas, oriundas das intervenções feitas na obra.

    Qual o equipamento utilizado no triaxial verdadeiro?

    O ensaio triaxial verdadeiro pode ser realizado por meio do I-1084 – Óleo e Gás – Equipamento Para Ensaios Triaxial Cúbico Verdadeiro em CP de Rocha, produzido pela Contenco / Pavitest com desenvolvimento e projeto 100% nacionais.

    Trata-se de uma máquina munida de robustez, precisão e muita confiabilidade, que vai facilitar a condução e operação de ensaios triaxiais verdadeiros.

    Ele é constituído por:

    Câmara de ensaio em aço inox com:

    • Portas basculantes para acesso e tomadas para leitura de poro pressão;
    • Conexões para linha de pressão confinante e contrapressão
    • Sistema eletromecânico de movimentação e posicionamento da célula
    • Painel digital de controle da movimentação e posicionamento
    • Pressão máxima de 100 Mpa

    Conjunto para medição simultânea em um mesmo plano, das deformações radiais no eixo x e y

    Conjuntos de Aplicadores Servo Controlados com capacidade 300 ml para aplicação independente das pressões confinantes σ1, σ2 e σ3

    Conjuntos de Aplicadores Servo Controlados capacidade 1000 ml para aplicação das pressões de poço e contra pressão com o uso das câmaras de interfaceamento.

    Você pode conferir as informações completas sobre este equipamento, bem como as formas de aquisição deste e outros produtos e acessórios, clicando neste link.

    E, se você gostou deste conteúdo e considera que será útil também para os seus contatos, não deixe de compartilhar em suas redes!