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  • Laboratório de Rochas

    Laboratório de Rochas

    Série Laboratório Básico: Laboratório de Rochas

    Nossas obras, empreitadas e intervenções na crosta da terra encontram pelo caminho não apenas solo “strictu sensu”, mas também uma grande quantidade e variedade de rochas. Por isso é tão importante conhecê-las. Confira nossa Série Laboratório Básico: Laboratório de Rochas!

    E nada mais adequado para a produção de conhecimento sobre rochas do que um laboratório de rochas bem desenhado e equipado com o que há de melhor no mercado em maquinário e peças acessórias.

    Continuamos, assim, com mais um artigo de nossa série Laboratório Básico, que desta vez vai abordar uma lista bastante sugestiva de produtos da Contenco/Pavitest que devem constar nas bancadas e prateleiras de um laboratório de rochas!

    Índice

    1. Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas
    2. Sonda SPT a Percussão
    3. Dilatômetro
    4. Serra Circular
    5. Peneirador 50×50 cm para agregados
    6. Abrasímetro de Amsler

    Se você é leitor assíduo do Blog da Contenco, já conhece o nosso compromisso firme com o conhecimento. Se ainda não é, que tal conferir uma degustação para, quem sabe, virar fã? Seguem alguns artigos que recomendamos:

    Série Laboratório Básico – Parte 1: Laboratório de Concreto

    Ensaios com Aparelho Casagrande: limites de liquidez e plasticidade

    Penetrômetro para asfalto: saiba como funciona!

    Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    Um dos grandes fatores naturais que atuam na durabilidade e deformação das rochas é a água. É exatamente isso que este equipamento mede e entrega na forma de dados essenciais para seus projetos com rochas.

    O princípio desse teste é o de determinar qual o nível de deterioração de uma amostra de rocha frente à imersão em água. A máquina vem com dois tambores de teste, em tamanhos que podem ser escolhidos. É possível incluir mais tambores, que são vendidos separadamente, sob encomenda.

    C-3054 – Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    C-3054 – Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    Sonda SPT a Percussão

    Item básico para qualquer laboratório de rochas, a sonda a percussão tipo SPT (Standard Penetration Test, ou “Teste Padronizado de Penetração”), faz exatamente o que diz o nome: atua com ensaios de incursão penetrante em amostras de rocha.

    Trata-se de um equipamento altamente versátil, podendo ser empregado em perfurações leves de até 30 metros, bem como em estudos de fundação e perfuração de poços. Para facilitar a operação, vem com tripé de 4 pernas reforçado, além de estrutura para auxiliar na extração do amostrador.

    C-1035 – Sonda SPT a Percussão

    C-1035 – Sonda SPT a Percussão

    Dilatômetro para Laboratório de Rochas

    Outro aspecto muito importante a ser considerado em materiais rochosos é o quanto este dilata em função da alteração de temperatura. Estamos falando de um tipo de dado chamado coeficiente de dilatação térmica linear em rochas.

    Este método de ensaio é protagonizado pelo Dilatômetro e tem como objeto de análise principalmente materiais inorgânicos de revestimento e estrutura, sendo rochas o principal insumo a ser estudado. O equipamento tem sensores de alta precisão, controlados por computador, além de sistema de incremento de temperatura que pode ir de 0º a 60º C, a 0,1º C por minuto.

    I-4215 – Dilatômetro

    I-4215 – Dilatômetro

    Serra Circular para Laboratório de Rochas

    Falar em testes e ensaios de rocha e outros materiais inorgânicos similares presume que, em dado momento, será preciso separar e extrair “pedaços” de peças maiores e que possivelmente estejam em estado bruto na natureza. Fazer esse tipo de corte em materiais tão duros exige maquinário específico.

    É aqui que entra a Serra Circular da Contenco/Pavitest. A máquina pode cortar tanto peças de rocha quanto de concreto e de materiais betuminosos, de natureza asfáltica. Vem equipada com um disco de corte diamantado de 18 polegadas de diâmetro, que alcança uma profundidade de corte de até 160mm.

    I-3056 – Serra Circular

    I-3056 – Serra Circular

    Peneirador 50×50 cm para agregados

    A utilização de peneiras no manejo de materiais sólidos em laboratórios de rocha é parte de vários processos de separação e seleção, o que ajuda muito na escolha das melhores amostras. Nesses casos, um aparelho peneirador para agregados é um item que se faz de grande utilidade em um laboratório.

    O Peneirador da Contenco/Pavitest tem capacidade para acoplar até oito peneiras de 50x50x10 cm. O equipamento acompanha dispositivo controlador de tempo e programa de ensaios, além de hastes para fixação de peneiras quadradas.

    I-3007 – Peneirador 50×50 cm para agregados

    I-3007 – Peneirador para agregados Laboratório de Rochas

    Abrasímetro de Amsler para Laboratório de Rochas

    O Abrasímetro de Amsler é um equipamento que mede o coeficiente de abrasão de uma determinada amostra de rocha ou materiais cerâmicos/betuminosos. Abrasão, no caso, é o desgaste do material que decorre do atrito com outro corpo sólido, em função do tempo.

    O equipamento produz essa abrasão por meio de um anel de ferro fundido de alta dureza, com superfície plana e lisa. A amostra, acoplada ao aparelho, adquire movimento giratório com pressão que pode ser regulada, produzindo assim o efeito desejado e possibilitando a coleta dos dados.

    I-4212 – Abrasímetro de Amsler

    I-4212 – Abrasímetro de Amsler

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  • Saiba como funcionam os ensaios em asfalto (Marshall)

    Saiba como funcionam os ensaios em asfalto (Marshall)

    Saiba como funcionam os ensaios em asfalto: Asfalto não é tudo igual, como bem podemos avaliar somente observando algumas estradas e vias de nosso país – algumas bem conservadas e visivelmente de qualidade, outras que desintegram em poucos meses após sua construção e reforma.

    Algo de curioso emerge dessa constatação: como os profissionais que realizam essas construções e reparos determinam a qualidade do material que está sendo utilizado e aplicado nas nossas malhas viárias?

    Uma das respostas possíveis é ensaios do tipo Marshall, procedimentos amplamente utilizados pelo mundo para análise de amostras de asfalto e outros tipos de misturas betuminosas, em geral derivadas de subprodutos do petróleo. É sobre o Ensaio Marshall e os equipamentos utilizadas que falaremos neste artigo!

    Curiosidades, dúvidas e perguntas sobre este universo surgem todos os dias, e nós do Blog da Contenco ficamos muito felizes em procurar responder a todas! Depois quer ler este artigo, que tal conferir outros textos com informações que podem sanar outras questões?

    Teste Os Tubos De Conexões De Sua Obra Com A Prensa Para Ensaio De Achatamento!

    Verifique A Qualidade Da Argamassa Com O Ensaio De Arrancamento!

    Determinando A Densidade De Materiais Betuminosos Com O Equipamento Rice Test

    Ensaio Marshall: o que é e como funciona?

    Concebido na década de 1930 e aprimorado ao longo das décadas subsequentes até os dias de hoje, o Ensaio Marshall é um dos testes laboratoriais mais comuns e completos que estão à disposição.

    O procedimento tem por objetivo aferir índices como a estabilidade e a fluência das massas asfálticas que serão colocadas à prova. No caso, as definições são:

    Estabilidade: capacidade do material de resistir às pressões e tensões que encontrará no uso cotidiano da obra. Uma pista de uma rodovia, por exemplo.

    Fluência: capacidade do material se “moldar” diante de pressões, adquirindo novos formatos e podendo retornar à condição inicial (elasticidade).

    O procedimento é bastante simples: uma amostra preparada é posicionada no equipamento (prensa), e logo em seguida submerge em um tanque com água a uma temperatura de 60°C por um período de 40 minutos. Depois, a amostra é submetida às forças da prensa até que se rompa. Deste processo de pressão e rompimento são coletadas inúmeras informações.

    Qual a importância de realizar o Ensaio Marshall?

    Conforme já mencionamos anteriormente, o Ensaio Marshall tem como conceitos norteadores duas características dos materiais betuminosos e asfálticos: a estabilidade e a fluência.

    Mas por que são conceitos tão importantes e conferem a esse tipo de ensaio um status de necessidade premente em qualquer obra que preveja a construção de pavimentos?

    Para responder a essa pergunta, e com os conceitos de estabilidade e fluência em mente, basta que observemos a qualidade das vias asfaltadas em nosso país e como os problemas que vemos têm potencial alto de causar acidentes muito graves.

    Outro benefício indireto é a economia de recursos – afinal, quando se produz uma malha viária asfaltada de qualidade, menores são os gastos com reparo, manutenção e até mesmo com reconstruções completas de estradas que simplesmente desaparecem.

    Máquinas Contenco/Pavitest para Ensaios Marshall

    Diante de tudo isso, fica uma pergunta: e as estrelas de todo esse processo? Onde estão as máquinas que protagonizam os testes laboratoriais e são responsáveis por nos ajudar a construir cada vez melhor nesse país?

    As prensas do tipo Marshall produzidas pela Contenco/Pavitest são dotadas do que existe de mais atual em termos de engenharia e fabricação de maquinário para a construção civil. E mais: todas são feitas a partir de recursos 100% nacionais, algo muito importante para o desenvolvimento de nossa indústria.

    Vamos às máquinas? Acompanhe:

    PRENSA MARSHALL MANUAL I-2001

    PRENSA MARSHALL MANUAL I-2001

    PRENSA MARSHALL ELÉTRICA – I-2001-A

    PRENSA MARSHALL ELÉTRICA – I-2001-A

    PRENSA CBR MARSHALL ELÉTRICA – I-1006-GA

    PRENSA CBR MARSHALL ELÉTRICA – I-1006-GA

    PRENSA CBR MARSHALL PARA ENSAIOS DE COMPRESSÃO SIMPLES E OUTROS, ELETRÔNICA, HÍBRIDA I-1006-FA

    PRENSA CBR MARSHALL ENSAIOS COMPRESSÃO SIMPLES ELETRÔNICA HÍBRIDA I-1006-FA

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  • Cortar é preciso! Conheça a Serra Circular para rochas e asfalto

    Cortar é preciso! Conheça a Serra Circular para rochas e asfalto

    Um dos procedimentos mais comuns que podemos ver em um canteiro de obras é o corte de materiais – afinal, não se adquire tudo na exata medida que é necessária para o projeto. É nessa etapa da empreitada que entra um equipamento bastante conhecido: a serra circular.

    Devemos entender, porém, que nem toda serra é adequada para realizar cortes em todo tipo de material. Na verdade, existem equipamentos altamente especializados em determinados tipos de corte.

    Neste artigo, falaremos das serras circulares especializadas em cortes de materiais resistentes e duros – muito mais do que, por exemplo, madeira. Vamos abordar os equipamentos adequados para cortar concreto, rocha, e outros, entender como é o processo e por que é importante utilizar máquinas adequadas e de qualidade.

    Como já é tradição aqui no Blog da Contenco, vamos sugerir a você, leitor, alguns outros artigos que possam interessar a você. Acompanhe os links abaixo:

    Barras E Bolas: Entenda Como Funciona O Processo De Moagem E Britagem

    Como É A Determinação Da Densidade Relativa Com A Mesa Vibratória?

    Estudos De Fundações E Poços Com A Sondagem SPT

    • Em que situações podemos utilizar a Serra Circular?
    • É seguro realizar cortes com a Serra Circular?
    • A Serra Circular I-3056 da Contenco é sua melhor opção!

    Em que situações podemos utilizar as Serras Circulares?

    Conforme já pontuamos, existem muitas situações no canteiro de obras em que se faz necessário cortar determinado material. A regra é: cada tipo de material deve ser cortado com um equipamento específico para tal fim.

    Não seguir essa regra pode danificar a serra, provocar a perda de materiais e, pior ainda, causar acidentes sérios!

    Assim, a Serra Circular fabricada pela Contenco/Pavitest – da qual falaremos melhor mais adiante neste artigo – também segue essa regra. A máquina pode ser utilizada em materiais de grande dureza e resistência, como concreto e agregados, materiais betuminosos, argamassas e rochas de diversos tipos.

    Trata-se de serviço pesado, muitas vezes necessário não apenas em obras de construção civil, mas também visto em canteiros de escavação e exploração de minérios.

    É seguro realizar cortes com a Serra Circular?

    A primeira coisa que deve ser destacada aqui é: todo o processo deve ser seguro e permeados de todos os cuidados que exigem as normas. A segurança que a própria máquina oferece é apenas parte desse todo.

    Falando nisso, a Serra Circular é dotada de dispositivos que controlam seu acionamento – permite, ao mesmo tempo, que se desligue rapidamente o motor e também inibe seu acionamento acidental.

    Além disso, a mesa de apoio é fundamental não apenas para facilitar o manuseio da peça a ser cortada, como também serve como item de segurança, permitindo que o objeto seja fixado e permaneça estável durante o procedimento.

    A Serra Circular I-3056 da Contenco é sua melhor opção!

    A estrela deste artigo – apesar do spoiler que já demos anteriormente – é a Serra Circular I-3056, fabricada pela Contenco/Pavitest.

    Serra circular

    Trata-se de equipamento desenvolvido e produzido pela empresa a partir de tecnologia e matéria-prima de origem 100% nacional. Ou seja: ao utilizar nossos produtos, você não apenas tem em mãos uma máquina de primor técnico e qualidade, mas também ajuda a movimentar a indústria nacional.

    A Serra Circular possui um sistema de refrigeração que funciona por meio de fluxo de água, totalmente regulável para quaisquer necessidades. Este é mais um item de segurança que preserva a integridade da máquina e do material.

    Um disco diamantado de 18 polegadas de diâmetro é o responsável pelo corte dos materiais, que pode ser longitudinal ou transversal, a depender da posição da amostra. A profundidade do corte chega a 160mm.

    Este foi mais um exemplo de conhecimento que agregamos aos artigos do nosso Blog da Contenco, atrelado a um produto que nos traz muito orgulho. Se você gostou deste artigo ou conhece alguém que se interessaria por estas informações, compartilhe com seus amigos!

  • barras e bolas: entenda como funciona o processo de moagem e britagem

    barras e bolas: entenda como funciona o processo de moagem e britagem

    Seja em construção, exploração de minério ou atividades afins, o trabalho em campo não se restringe a ensaios e testes. Por vezes, é preciso processar material, de acordo com diversas demandas. Este é um trabalho específico para barras e bolas.

    Barras e bolas? É uma pergunta que você deve estar se fazendo agora. Trata-se de um dos principais métodos de moagem, britagem e usinagem de material, como rochas, solos e muitos outros tipos.

    Com a leitura deste artigo você irá conhecer um pouco mais desse processo, bem como de seu principal ator – o equipamento de moagem e britagem com barras e bolas da Contenco, modelo I-4205.

    Fique também por dentro de todo o conteúdo de nosso blog! Depois de ler este artigo, que tal conferir alguns outros?

    Estudos De Fundações E Poços Com A Sondagem SPT

    Ensaio De Dormentes: O Que É E Como É Realizado?

    Conheça Toda A Versatilidade Da Máquina Universal Mecânica!

    • Como funciona a moagem com barras e bolas?
    • Para que serve a moagem com barras e bolas?
    • Confira o Moedor Bolas / Barras I-4205 da Contenco!

    Como funciona a moagem com barras e bolas?

    Existem muitos tipos de equipamentos que utilizam barras e bolas para fins de moagem e britagem (veremos um desses tipos logo adiante neste artigo), mas todos eles partem do mesmo princípio físico: o processamento de material por meio de impacto e atrito.

    O processo é muito simples: há um recipiente, que pode ter diversas formas, e dentro deste ficam as bolas ou barras, que chamamos aqui de “cargas moedoras”. O produto – ou seja, o material a ser processado – também é inserido dentro deste recipiente. Este, ao movimentar-se, promove o choque entre a carga moedora e o material a ser moído.

    O choque constante, via impacto e atrito, faz com que as partículas se partam, ficando cada vez menores. Esta é, na verdade, outra variável muito importante: quanto mais tempo se movimentando, mais fino o produto ficará (dependendo também do tipo de carga moedora).

    Este método é bastante antigo, com registros confirmados de sua utilização desde a aurora da Era Industrial, no século XIX. Porém, há indícios não comprovados de tecnologias parecidas muitos séculos antes disso.

    Para que serve a moagem com barras e bolas?

    Quando trabalhamos com material de origem natural, podemos esperar encontrá-lo em diversas situações: composição, pureza e principalmente tamanho.

    Assim, na maioria das vezes, é necessário padronizar o tamanho das partículas das amostras – é aqui que entra a utilização de um moinho. As possibilidades são muitas: é possível processar rocha, sílica, cimento, gesso, carvão, dentre outros exemplos.

    O segmento da construção civil se beneficia muito dessa técnica, pois é uma maneira barata e eficiente de fazer a moagem de revestimentos, cuja padronização de tamanho é fundamental para manter a coesão de toda a estrutura da obra.

    Além disso, a moagem pode ser utilizada com bastante eficiência na mineração e exploração de rochas, pois existem necessidades específicas de britagem para determinar algumas propriedades minerais.

    Confira o Moedor Bolas / Barras I-4205 da Contenco!

    O Moedor Bolas / Barras I-4205 da Contenco/Pavitest é um equipamento do tipo SONNEX que conta com os dois tipos de cargas moedoras: bolas e barras. O conjunto foi desenvolvido e é produzido 100% com tecnologia nacional!

    moinho de barras e bolas contenco

    A máquina procede com a moagem em até 10 Mesh com as barras e em até 325 Mesh com as bolas. O produto é liberado automaticamente pelo aparelho por meio de uma porta periférica que evita o derrame e o desperdício de material já moído.

    A finura da moagem dependerá da composição do próprio material a ser moído e também do tempo de moagem, que pode ser programado por meio de painel digital de controle.

    Se você se interessa pelo equipamento, entre em contato conosco! Ou então compartilhe este artigo com seus contatos – alguém poderá se interessar nas informações!

  • Cisalhamento Eletrônico: a máquina que traz segurança e economia

    Cisalhamento Eletrônico: a máquina que traz segurança e economia

    O que é mais importante em uma obra? Economizar com materiais ou entender as características do solo onde a empreitada se desenvolve? Se você optou pela segunda assertiva, você acertou! E, para que esta se torne realidade, nada como um bom ensaio de cisalhamento eletrônico.

    Na verdade, entender as características do solo – como a resistência ao cisalhamento, por exemplo – é algo diretamente relacionado ao benefício da economia. Então, podemos dizer que as duas estão corretas!

    Neste artigo, vamos compreender melhor essas relações, o conceito de cisalhamento e também qual a melhor maneira de realizar um ensaio desse tipo em laboratório! Spoiler: com o Equipamento de Cisalhamento Eletrônico Modelo I-1073-N, da Contenco/Pavitest!

    O Blog da Contenco procura ser o seu “hub” de conhecimento no segmento de ensaios laboratoriais para solos e rochas! Por isso, você encontra aqui uma ampla gama de conhecimento, a exemplo dos links abaixo que separamos para você ler depois:

    Você Sabe O Que É O Ensaio Triaxial Verdadeiro?

    Método Medina Para Ensaios De Solos: Você Conhece?

    Apresentando: Medina (Método De Dimensionamento Nacional)

    Sobre o que falaremos neste artigo? Segue um índice para ajudar na leitura e na navegação!

    • O que é cisalhamento?
    • Resistência ao cisalhamento: por que é importante saber?
    • Como é realizado o ensaio de cisalhamento de solos?

    O que é cisalhamento?

    Cisalhamento é um termo muito utilizado em diferentes áreas do conhecimento, mas sempre partindo do mesmo princípio conceitual. Assim, cisalhamento é deformação provocada em um determinado corpo por forças que atuam em diferentes planos e direções, sem alterar o volume do material.

    Essa definição nos interessa quando a relacionamos com materiais como solos e rochas – e estes enquanto parte integrante e essencial de uma obra de engenharia civil. Afinal, rochas e solos, por fazerem parte do ambiente natural, se movimentam e recebem forças de todos os lados.

    Assim, temos aqui a nossa definição: cisalhamento de solos e rochas é quando estes sofrem deformação a partir de forças originárias de diferentes planos e direções, e provocadas tanto pelas intervenções da obra (peso, deslocamento) quanto pela própria natureza.

    Resistência ao cisalhamento: por que é importante saber?

    Deste contexto que retratamos até aqui emerge uma nova questão: quanto tais elementos se deformam? Qual sua capacidade de resistir a essas forças que atuam implacáveis?

    Assim, a resistência ao cisalhamento é um índice que mede o quanto uma determinada amostra de material – no caso, solo e rocha – mantém sua integridade quando submetida a forças diversas.

    O conhecimento desses valores é fundamental para qualquer obra de engenharia de grande porte, seja uma ponte, uma estrada, um edifício ou uma escavação. Cada uma dessas empreitadas possui estruturas de peso imenso, cujas toneladas podem movimentar a base de solo em que se posicionam, podendo causar problemas graves.

    Além de possibilitar a prevenção desses problemas (acidentes, por exemplo), saber como o solo se comporta ajuda a planejar melhor a obra como um todo e esquadrinhar os gastos com material e mão de obra de forma mais eficiente.

    Como é realizado o ensaio de cisalhamento de solos?

    Esse tipo de teste, que busca quantificar a resistência ao cisalhamento de amostras de solo ou rocha, acontece geralmente em laboratórios munidos de equipe especializada e máquinas que sejam ao mesmo tempo robustas, precisas em suas medições, e eficientes na emissão de relatórios e estatísticas.

    Todos esses predicados podem ser verificados em uma máquina mais do que especial: o Equipamento de Cisalhamento Eletrônico I-1073-N, desenvolvido e fabricado pela Contenco/Pavitest.

    A prensa, que também é de origem 100% nacional, atua de forma mecânica, mas controlada por dispositivos eletrônicos e computacionais, o que garante precisão nas medições e controle total do processo.

    cisalhamento eletrônico

    Operações como estas, que exigem qualidade do equipamento para que se extraia dados confiáveis, ganham em excelência quando realizadas com máquinas da Contenco/Pavitest. Se você se interessou, não deixe de entrar em contato conosco para um orçamento!

    Além deste modelo, a Contenco possui outros equipamentos semelhantes com características um pouco diferentes, visando atender de uma personalizada a demanda de seus clientes. tais como:

    I-1073-H – Cisalhamento Analógico para Fins Educacionais

    cisalhamento analógico

    E, se você gostou deste conteúdo, compartilhe nas suas rede sociais. Não se esqueça também de adicionar o Blog da Contenco aos seus favoritos, para que você tenha todo esse conhecimento sempre à mão!

  • Óleo e Gás – Tenha parâmetros precisos de perfuração com a Célula de Cortador Única – CCU

    Óleo e Gás – Tenha parâmetros precisos de perfuração com a Célula de Cortador Única – CCU

    A intervenção em solos e rochas para fins de exploração comercial de óleo e gás exige perfuração especializada e cuidadosa. Para garantir uma empreitada de qualidade, o ideal é sempre realizar ensaios de corte com o Equipamento Célula de Cortador Única – CCU.

    Trata-se de um procedimento essencial para garantir a segurança e a viabilidade econômica do projeto. Veremos detalhes sobre esta e outras questões neste artigo.

    Como já é uma tradição, sugerimos alguns outros links com artigos relevantes sobre este e outros temas. São leituras que podem ajudar muito você a entender melhor sobre processos, produtos e nossos mercados de atuação. Seguem abaixo:

    Óleo E Gás: Você Conhece O Ensaio De Fluência (Creep)?

    Óleo E Gás: Tudo Sobre O Ensaio De Expansão Ou Inchamento

    Óleo E Gás: Conheça O Ensaio De Cilindro Vazado

    • Como são feitos ensaios com a Célula de Cortador Única – CCU?
    • Quais os benefícios dos ensaios com a Célula de Cortador Única – CCU?
    • Saiba mais sobre o Equipamento Célula de Cortador Única – CCU da Contenco!

    Como são feitos ensaios com a Célula de Cortador Única – CCU

    Em essência, um teste realizado com a Célula de Cortador Única – CCU é uma simulação das condições encontradas na natureza quando se propõe a perfuração de rocha ou solo, para fins de escavação de poços ou simples análise de possíveis reservatórios de hidrocarbonetos.

    Nesse tipo de ensaio, a amostra é posicionada no equipamento e submetida a diferentes carregamentos, simulando as situações de perfuração em campo.

    Uma vez configurada da forma desejada, procede-se com o corte, processo do qual são extraídos os dados que reproduzem o comportamento da amostra e da ferramenta de corte sob as condições de pressões de confinamento lateral, axial, dos poros e do fluido de perfuração.

    Quais os benefícios dos ensaios com a Célula de Cortador Única – CCU?

    Simular condições de corte em rocha para perfuração de poços nos faz pensar de imediato em um grande benefício: o de poder desenvolver um projeto que seja e econômico do ponto de vista de gastos com equipamento e de potencial lucrativo.

    Mas podemos desdobrar um pouco ainda essa questão. De que maneira um teste de corte com a Célula de Cortador Única – CCU pode ajudar nessas decisões?

    Ensaios de corte desse tipo permitem parametrizar com precisão as configurações de corte necessárias para que se possa trabalhar em determinado ambiente natural. Exemplos são: velocidade de corte variável e controlada, profundidade de corte controlada, além de tipos de corte, como ranhuras isoladas, interativas ou profundas. Com essas informações, sabe-se exatamente como cortar e  com o que cortar otimizando o tempo da operação e a vida útil do equipamentos e ferramentas de corte.

    Saiba mais sobre o Equipamento Célula de Cortador Única – CCU da Contenco!

    O Equipamento Célula de Cortador Única – CCU é uma máquina desenhada especialmente para ensaios de corte em rochas e solos, para fins de simulação de perfuração em poços e afins.

    óleo e gás

    Trata-se de um equipamento que possui as principais funcionalidades para o ensaio em questão, além de ser desenvolvido e produzido pela Contenco com tecnologia e matéria-prima 100% nacionais.

    Se você considera que todas essas informações foram úteis para você e poderão também ser de bom uso para outras pessoas, compartilhe o link deste artigo com seus amigos e contatos!

    E, para saber mais sobre todo o catálogo de produtos da Contenco/Pavitest, fique sempre de olho em nosso site!

  • Óleo e Gás: você conhece o ensaio de fluência (creep)?

    Óleo e Gás: você conhece o ensaio de fluência (creep)?

    A exploração de óleo e gás é uma atividade diferente das outras que são similares e que também lidam com escavação em solo e rochas. Essa diferença se dá principalmente por conta de condições extremas do local, o que demanda ensaios e testes especiais – como o ensaio de fluência (creep).

    Quais são essas condições, como funciona o ensaio de fluência – do tipo “creep” – e quais os equipamentos geralmente utilizado neste ensaio são assuntos que trataremos a fundo neste artigo. Fique conosco!

    A Contenco está entrando no mercado de óleo e gás, com uma série de novos produtos, sobre os quais temos falado bastante aqui no blog. Separamos para você alguns artigos abaixo. Confira!

    Óleo E Gás: Tudo Sobre O Ensaio De Expansão Ou Inchamento

    Óleo E Gás: Conheça O Ensaio De Cilindro Vazado

    Óleo E Gás: Um Panorama Do Mercado Brasileiro

    • Ensaio de fluência (creep) – o que é?
    • Como é feito o ensaio de fluência do tipo creep?
    • Conheça o Equipamento Triaxial Estático para Rochas – Ensaio de Fluência – Creep

    Ensaio de fluência (creep) – o que é?

    Ensaios de fluência possuem alguns subtipos, dos quais o “Creep” faz parte e possui características próprias. Isto posto, partiremos por uma definição por partes.

    Podemos assim definir ensaios de fluência como aqueles que atestam a capacidade de deformação elástica de um dado material, em função da aplicação de uma força que seja constante em função do tempo e que seja menor do que o necessário para romper o material.

    Existem situações em que é preciso realizar este ensaio com mais um componente: o calor constante. É dessa necessidade que surge o ensaio de fluência do tipo creep, muito utilizado na exploração de óleo e gás

    Esse tipo de exploração tem características bastante peculiares, das quais estamos falando aqui no blog há algumas semanas. Por se tratar de uma ação de intervenção no solo e na rocha sob condições muitas vezes extremas (de calor e pressão, por exemplo), ensaios de fluência creep são requisitados.

    Como é feito o ensaio de fluência do tipo creep?

    O corpo de prova (amostra de material a ser analisado) é posicionado dentro de uma máquina específica (ver próximo item), na qual recebe, de início, calor irradiado para que atinja uma temperatura específica desejada. Essa temperatura pode ser ajustada de acordo com a necessidade.

    Assim que a amostra estiver fixa e aquecida, aplica-se uma carga de força que se mantém constante. Conforme pontuamos anteriormente, essa força é sempre menor do que aquela que seria necessária para romper a amostra (chamada de limite de escoamento).

    O último elemento dessa equação é o tempo, que é também um dos fatores mais importantes a serem aferidos durante o ensaio. A carga aplicada, constante, em função do tempo, ajuda a determinar os coeficientes necessários para avaliar a amostra.

    Conheça o Equipamento Triaxial Estático para Rochas – Ensaio de Fluência – Creep

    Temperatura, carga de força (pressão) e tempo são fatores essenciais para ensaios de fluência creep, além de muito complexos de serem obtidos com precisão, controlados e medidos de acordo com o que se precisa para o ensaio.

    Assim, é preciso sempre realizar esse tipo de procedimento com uma máquina que seja confiável, precisa e ao mesmo tempo robusta para suportar muito dias de duração do ensaio, um  verdadeiro teste de resistência.

    Essa máquina com certeza é o Equipamento Triaxial Estático para Rochas – Ensaio de Fluência – Creep. Desenvolvido a partir de tecnologia e materiais totalmente de origem nacional, o equipamento possui uma célula triaxial com aplicadores de pressão servo controlados, utilizados para medição e controle de pressão confinante, poro pressão do ensaio, utilizado para determinar a deformação plástica e elástica de materiais rochosos nos poços de petróleo sob tensão constante em função do tempo.

    ensaio de fluência

    Também possui sistema de aquecimento e controle de temperatura que possibilitam a execução completa de ensaios de fluência do tipo creep, bem como aparatos de medição das deformações resultantes do mesmo teste.

    E, claro, como não poderia deixar de ser, o equipamento conta com software especialmente desenvolvido para o controle de todas as suas funções, permitindo cadastro de amostras, geração de gráficos em tempo em real e emissão de relatórios.

    Entre em contato conosco, solicite um orçamento e veja como o custo-benefício dos equipamentos Contenco para exploração de óleo e gás são ótimos!

    Ah, e não se esqueça de compartilhar este artigo com seus contatos e com quem também possa se interessar por este assunto!

  • Descubra como é feito o ensaio de dilatação térmica linear em rocha

    Descubra como é feito o ensaio de dilatação térmica linear em rocha

    dilatação térmica linear em rocha

    Um dos principais testes laboratoriais que existem em termos de obras e infraestrutura, e que lida com insumos naturais, é o ensaio de dilatação térmica linear em rocha.

    Também naturais são os aspectos mecânico-físicos com que lidam os ensaios de dilatação linear, pois tratam do aumento de tamanho da matéria em relação à temperatura e ao tempo.

    Uma vez que quaisquer obras serão invariavelmente submetidas aos auspícios do tempo e da amplitude térmica (calor e frio), sabemos já por que esses ensaios são tão importantes nesse contexto.

    Neste artigo, vamos entender um pouco mais como funcionam os ensaios de dilatação térmica linear em rocha, bem como conhecer um equipamento indispensável para esse procedimento – fabricado e comercializado pela Contenco!

    Siga a leitura se orientando pelo índice:

    • O que é o ensaio de dilatação térmica linear em rocha?
    • Como é feito o ensaio de dilatação térmica linear em rocha?
    • Conheça o Dilatômetro Para Medir Dilatação Térmica Linear I-4215

    Além disso, separamos a seguir alguns artigos do Blog da Contenco que podem figurar em seu radar de interesse. Abra-os em abas diferentes para ler depois!

    Saiba Detalhes Sobre Ensaios Marshall (Ou Ensaios De Asfaltos) E As Máquinas Que São Utilizadas!

    Conheça O Ensaio De Solos CBR – California Bearing Ratio E Os Equipamentos Utilizados

    Conheça Os Principais Equipamentos Para Laboratórios De Concreto

    O que é o ensaio de dilatação térmica linear em rocha?

    Trata-se de um teste laboratorial que, conforme já adiantamos um pouco no início deste artigo, verifica o quanto uma amostra varia de tamanho em função do aumento da temperatura – fenômeno que é uma propriedade física de qualquer matéria.

    Dilatação é nome deste fenômeno. Em linhas gerais, ocorre da seguinte maneira: quanto mais energia (calor) é fornecido a uma determinada quantidade de matéria, mais seus átomos e moléculas se “agitam”, fazendo assim com que aumentem de tamanho – se dilatem.

    Nesse contexto, imaginemos uma obra – uma edificação, por exemplo, exposta aos elementos. Sol, vento, chuva, estações do ano e até mesmo neve contribuem para a variação de temperatura dos materiais, muitas vezes ocorrendo em intervalos pequenos (por vezes no mesmo dia).

    É essa variação que o ensaio de dilatação térmica busca determinar, em ambiente controlado (laboratório) e por meio de equipamento específico, sobre os quais veremos mais logo nos próximos itens.

    Como é feito o ensaio de dilatação térmica linear em rocha?

    Conforme já vimos nas explicações e exemplos anteriores, um dos elementos essenciais em um ensaio de dilatação térmica é a temperatura, que provoca um aumento no tamanho dos materiais de forma geral.

    Ou seja: para entendermos como e quanto uma determinada amostra de rocha pode se dilatar em relação à temperatura e ao tempo, é necessário simular situações desse tipo em laboratório.

    Esse processo é feito por meio do Dilatômetro (veja no próximo item), que submete uma amostra de rocha a temperaturas cada vez mais altas, aumentando em função do tempo e, assim, extraindo dados específicos sobre esse processo.

    Entre esses dados coletados estão o coeficiente de dilatação, que é principal e mais importante, e a transposição desses efeitos em gráficos que relacionem temperatura, tempo e deformação da amostra.

    Conheça o Dilatômetro I-4215 da Contenco

    Informações tão importantes e detalhadas só podem ser obtidas por meio de um equipamento que seja ao mesmo tempo confiável, robusto e preciso. E isso nós já temos: é o Dilatômetro Para Medir Dilatação Térmica Linear I-4215.

    Dilatômetro Para Medir Dilatação Térmica Linear I-4215

    A máquina – que é de produção 100% nacional da Contenco – promove ensaios para verificação do coeficiente de dilatação linear em amostras de rochas, revestimentos e outros materiais inorgânicos quaisquer. Possui capacidade de incremento de temperatura de 0º a 60ºC a uma taxa de 0,1°C por minuto.

    Além disso, o Dilatômetro é controlado por meio de um software desenvolvido pela própria Contenco, por meio do qual é possível cadastrar as amostras, controlar e monitorar a temperatura, obter dados e emitir relatórios.

    O melhor, claro, é sempre poder vislumbrar esse tipo de equipamento com elementos visuais marcantes. Que tal então vermos esse vídeo de apresentação do Dilatômetro?

    Esperamos que todas as informações, exemplos e conceitos que mostramos aqui tenham sido úteis para você! Compartilhe este artigo com seus contatos e fique conectado para as novidades do nosso blog!

  • Ensaios de rochas com um moinho de disco: saiba tudo!

    Ensaios de rochas com um moinho de disco: saiba tudo!

    Grandes intervenções em ambientes naturais, como obras e minas, requerem grande preparação – e uma ação importante nesse sentido é a realização de ensaios de rochas com um moinho de disco.

    Também conhecidos como ensaios de amostra de rochas ou ensaios de mineração, esses procedimentos laboratoriais são essenciais para que os responsáveis pela empreitada verifiquem as condições das rochas e do solo e obtenham dados relevantes para a segurança e para o sucesso da obra.

    Neste artigo, vamos falar um pouco mais sobre ensaios de mineração (ou ensaios de rochas), a utilização do moinho de disco para adequação das amostras nesse processo e também tudo sobre este produto específico da Contenco!

    Para ajudar na leitura, dividimos as informações de acordo com os tópicos abaixo:

    • O que são ensaios de rochas?
    • O que faz um moinho de disco?
    • Saiba tudo sobre o Moinho de Disco I-4228 da Contenco!

     

    Quer saber ainda mais sobre testes de laboratório e produtos da Contenco? Separamos para você artigos especiais sobre isso:

    Prensa Para Ensaios De Concreto: Você Sabe O Que É?

    Conheça O Nosso Equipamento Triaxial Para Ensaios!

    Ensaios De Solos: Saiba O Que São E Por Que São Tão Importantes!

    O que são ensaios de rochas ou de mineração?

    Ensaios de rochas (ou de mineração, conforme já pontuamos) são processos realizados em laboratório que têm como objeto amostras de rochas/solos e o intuito de determinar características e índices importantes para a construção ou atividade de exploração mineral.

    Dentre essas características podemos destacar propriedades de resistência, de tendência à deformação, e também de permeabilidade. São atributos que, além de permitir ações seguras, são essenciais para a utilização consciente de recursos.

    Outros benefícios da realização de testes e ensaios laboratoriais de rochas que podemos elencar são:

    • Tomada de decisões com muito mais precisão e agilidade, o que é fundamental em um canteiro de obras ou em uma mina
    • Possibilidade de modificação do planejamento com muito menos impacto, seja ambiental, financeiro ou de segurança
    • Implantação de procedimentos de controle, com base nos dados obtidos nos testes, que economizarão tempo e dinheiro

    Além disso, uma informação importante: testes de rochas requerem que as amostras estejam em tamanho e espessura adequados, o que nem sempre é possível fazer durante a coleta. É nesse momento que entra o moinho de disco – cuja atuação veremos no próximo item!

    O que faz um moinho de disco?

    Conforme vimos, as amostras de rochas e solos para ensaios de mineração precisam estar em situação adequada, principalmente em termos de tamanho e espessura.

    Essa granulometria específica é alcançada por meio de um procedimento de “moagem” dessas amostras de rochas, feita por meio de um moinho de disco, como o modelo I-4228 da Contenco.

    No caso, o produto da Contenco em questão faz também a pulverização das amostras de rochas, procedimento que muitas vezes é necessário para que se chegue a parâmetros aceitáveis e ideais de análise.

    Agora que já sabemos o que faz um moinho de disco e qual é a sua importância na cadeia de ensaios e de planejamento de obras, que tal entendermos melhor como trabalha o Moinho de Disco I-4228 da Contenco?

    Saiba tudo sobre o Moinho de Disco I-4228 da Contenco!

    ensaios de rochas

    O Moinho de Disco I-4228 da Contenco é um equipamento robusto, resultado do seu projeto e desenvolvimento em chapas de aço. Ou seja: resistência e durabilidade acima da média, que são demandas constantes do mercado.

    Além disso, a segurança total faz também parte do projeto, uma vez que o equipamento é montado sobre uma estrutura carenada com proteção do conjunto do sistema matriz.

    Outro item importante para a eficiência do processo é a limpeza. Com isso em vista, o moinho de disco conta com possibilidade de abertura total da câmara de moagem, permitindo sua limpeza e retirada de detritos.

    Quer saber mais detalhes? Acesse aqui a página do produto!

    E para saber mais sobre estes e outros equipamentos da Contenco Pavitest voltados para a mineração e rochas, entre em contato com a nossa equipe pelos nossos canais de atendimento:

    Email: contenco@back.contenco.com.br

    Telefone: 31 3623-3623 | Whatsapp: 31 98878-6968

    Formulário de Contato: https://back.contenco.com.br/contato/

    Ou por meio do nosso chat online em nosso site.

  • Britador e Moinho para Ensaios em Amostras de Rocha

    Britador e Moinho para Ensaios em Amostras de Rocha

    Os ensaios em amostras de rochas são usados para estudos petrográficos e mineralógicos, sendo necessário assim a adequação das amostras para atender a metodologia do ensaio. Por isso é realizada a redução do tamanho das partículas através do britador ou moinho.

    Qual a função do britador e moinho?

    O britador desenvolvido para laboratórios é utilizado para a redução do tamanho inicial da amostra (brita). Entretanto ele já produz também uma pequena parcela de amostra moída.

    Enquanto o moinho de laboratório é utilizado para o processo de pulverização (pó) dos materiais. Cada tipo de moinho possui características específicas que se aplicam a finalidades diferentes.

    Para atender esta área específica de britagem e moagem de amostras, a Contenco Indústria e Comércio Ltda fabrica diferentes equipamentos:

    • Britador de mandíbulas
    • Moinhos de disco
    • Moinho de bolas/barras
    • Moinho de panela

    Britador de Mandíbulas

    O Britador de Mandíbulas produzido pela Contenco, marca PAVITEST, possui abertura na entrada de 110x90mm e dispõe de sistema simples e rápido de abertura da mandíbula, proporcionando regulagem eficiente para obtenção de granulometrias diversas. Com a abertura mínima é possível a obtenção de materiais com 20% abaixo da peneira MESH 270 (0,057mm).

    Fabricado com materiais que garantem rigorosas condições de trabalho, o Britador de Mandíbulas tem sua carcaça construída em chapas de aço soldadas e as mandíbulas e chapas de desgaste em aço manganês. O Britador possui uma carenagem geral, o que contribui para a segurança operacional.

    Dimensões (ALP): 1200 x 665 x 1010mm.

    britador
    Britador de Maníbula I-4198

    Moinho de Discos

    Moinho de disco ou pulverizador elétrico de disco, marca PAVITEST, é ideal para ensaios de laboratório de mineração. Ele é desenvolvido como um equipamento robusto, construído em chapa de aço ASTM-A36 e perfil de aço SAE-1020. O Moinho de Discos é montado sobre uma estrutura carenada com proteção do conjunto do sistema matriz, garantindo segurança operacional.
    O equipamento possui disco de moagem, em aço manganês, com 200 mm de diâmetro. Além de sistema de regulagem manual que permite o controle da finura do material moído, com resultados de finura menores que 400 Mesh.
    A câmara de moagem abre totalmente, permitindo a inspeção e limpeza para a troca dos materiais moídos, evitando assim a contaminação indevida.

    moinho de disco
    Moinho de Disco I-4228

    Moinho de Bolas/Barras

    O Moinho de bolas/barras, do tipo SONNEX, é desenvolvido pela Contenco, marca PAVITEST. O equipamento tem um sistema de funcionamento com dois tipos de cargas moedoras:

    • Barras para moagem até 10 Mesh;
    • e Bolas para moagem até 325 Mesh;
    • sendo a obtenção da finura em função do material e do tempo da moagem.

    O Moinho de bolas/barras possui descarga automática do material moído, através da porta de descarga periférica, sem o derrame da carga moedora. Possui também programador digital para controlar o número de giros e tempo de moagem, com desligamento automático e tambor em chapa dupla de aço 1045, isolada por lençol de borracha a fim de diminuir o barulho quando em operação. Seu diâmetro interno é de 380x420mm para volume de 47 litros. O Moinho trabalha com material a ser moído de até ½” e 14Kg por batelada, além de acompanhar a carga moedora.

    Obs.: o equipamento pode ser fornecido também na versão de pequeno porte, com diâmetro interno de 228×270 mm para volume de 10 litros e trabalha com 5 Kg por batelada.

    britaador e moinho
    Moinho de Bolas / Barras I-4205
    Britador e Moinho
    Moinho de Bolas Pequeno Porte I-4205-A

    Moinho de Panela

    O Moinho de Panela ou Pulverizador Elétrico de Panela da marca PAVITEST, possibilita o uso de até 3 panelas simultaneamente para pulverizar por meio de batimento centrifugo em materiais rochosos.
    Possui um sistema de trituração que utiliza uma pastilha e anel triturador que, por meio de movimento orbital, o material é pulverizado.
    O Moinho de Panela trabalha com uma batelada de 150 gr e se consegue uma granulometria de até 400 Mesh. Possui relógio marcador de tempo de operação e pode ser fabricado com panela em aço, cromo duro ou tungstênio.

    britador e moinho
    Moinho de Panela I-4227

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