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  • Prensas hidráulicas

    Prensas hidráulicas

    Diferenças entre modelos convencionais e servo controlados das Prensas hidráulicas

    O concreto é um tipo de material que, por se tratar de uma mistura, pode variar muito em termos de qualidade e outras características. Por isso, em uma obra, utiliza-se a prensa de concreto e a prensa servo controlada para entender melhor quais são essas características do concreto.

    Esse processo de medição faz parte de procedimentos padrão de controle tecnológico em obras de engenharia civil, e o concreto é apenas um dos materiais que são testados à exaustão.

    Vamos descobrir por que isso acontece, como são os equipamentos (prensas) utilizados e qual a importância dos chamados ensaios de concreto?

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    Índice

    Prensas de concreto: quais são os tipos?

    Como funciona a prensa hidráulica servo controlada?

    Qual a importância dos ensaios de concreto?

    Prensas de concreto: quais são os tipos?

    Como não poderia deixar de ser, existem alguns tipos importantes de prensa para ensaios de concreto. A primeira da qual falaremos aqui é a prensa hidráulica comum, que pode ser manual ou elétrica.

    Ambas as modalidades de prensa hidráulica comum partem do princípio da aplicação de forças que medem a resistência à compressão, nas modalidades axial, diametral e tração de amostras. Estas, por sua vez, podem ser de concreto, argamassa, cerâmica refratária, dentre outros materiais afins.

    A diferença entre manual e elétrica é bastante intuitiva: enquanto, na primeira, o procedimento ocorre a partir de movimentos realizados pela pessoa que opera o ensaio, no segundo caso a própria prensa possui um sistema de válvulas de incremento e decremento que fazem o serviço “bruto”, ou seja de carga e descarga.

    Quer conhecer mais detalhes das duas versões? Confira:

    Prensa Hidráulica Digital Manual 100T I-3001-C

    Prensa Hidráulica Digital Manual 100T I-3001-C

    Prensa Hidráulica Digital Elétrica 100T I-3025-B

    Prensa Hidráulica Digital Elétrica 100T I-3025-B

    Como funciona a prensa servo controlada?

    Enquanto as prensas de asfalto das quais falamos até então têm sua carga de compressão operadas por meio de um sistema hidráulico, a prensa servo controlada tem uma diferença crucial: um motor tipo “servo” – ou um servomotor, como podemos também encontrar.

    Mas como isso funciona? A utilização de um servomotor foi uma solução encontrada pela indústria para facilitar a operação dessas máquinas, que necessitam de muita força para realizar a aplicação de compressão.

    Assim, a prensa servo controlada é capaz de realizar ensaios com cargas constantes controladas por segundo, definidas pelo operador, além de contar com o software Pavitest concreto, onde é possível cadastrar amostras, acompanhar os ensaios em tempo real, visualizar os resultados em kgf e Mpa, além de emitir relatórios conforme NORMA.

    A Contenco/Pavitest fabrica um modelo desse tipo de prensa. Saiba mais detalhes acessando a página da Prensa Hidráulica Servo Controlada HD-100T.

    Prensa Hidráulica Servo Controlada HD-100T

    Qual a importância dos ensaios de concreto e as prensas hidráulicas?

    Tão importante quanto termos em mente as principais diferenças entre os tipos de prensas de concreto é entendermos por que estes são realizados e quais suas implicações no canteiro de obras.

    O principal fator que envolve essa questão é o da extensão da aplicação desse material. Concreto entra em praticamente toda e qualquer obra de engenharia civil, e mesmo dentro de uma obra específica, toma parte de uma boa parte dela, justamente por ser um dos componentes estruturais mais populares.

    Assim, torna-se fundamental em um contexto de controle tecnológico da empreitada que se possua dados e parâmetros referentes ao material que será utilizado. No caso do concreto, entre esses parâmetros estão resistência à compressão em todos os ângulos e sentidos, bem como à tração.

    Para saber ainda mais sobre outros tipos de ensaios, acesse o Blog da Contenco – ah, e aproveita para salvar nos seus endereços favoritos!

    E, se você gostou deste artigo e considera que será também útil para outras pessoas com os mesmos interesses, compartilhe o link!

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  • Conheça os clássicos Contenco

    Conheça os clássicos Contenco

    Conheça os clássicos Contenco: prensa CBR e prensa Marshall!

    Se existem ensaios de controle tecnológico em solos e asfaltos que podemos chamar de “clássicos”, estes com certeza seriam os ensaio CBR e Marshall, tanto pela sua longevidade quanto pela sua alta eficiência. São testes realizados principalmente pela prensa CBR e pela prensa Marshall – que conheceremos adiante!

    As prensas CBR e Marshall são um dos equipamentos básicos para qualquer contexto de ensaio e controle de materiais em uma obra que envolva solo e asfalto. Quer saber o que significam essas siglas e nomes, bem como as principais características das máquinas e dos ensaios que elas realizam? Continue conosco e conheça os Clássicos Contenco!

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    Índice

    O que são prensa CBR e prensa Marshall?

    Como é realizado o ensaio CBR?

    Como é realizado o ensaio Marshall?

    O que são prensa CBR e prensa Marshall?

    A sigla CBR significa “California Bearing Ratio”, que em português significa Índice de Suporte California – ou ISC, que é uma sigla também encontrada nos manuais. A prensa CBR, por sua vez, é o equipamento que executa o ensaio de laboratório que determina esse índice.

    A prensa CBR é constituída por aparatos desenhados para aplicação de uma carga de força em uma determinada amostra e para sua posterior medição. Para saber mais detalhes, que tal acessar a página da Prensa para Ensaio CBR I-1006, no site da Contenco?

    Prensa para Ensaio CBR I-1006 contenco

    A prensa Marshall é também um equipamento dotado de pistão que fornece força de compressão e aplica em uma amostra de material (asfalto ou alcatrão – veremos adiante). Detalhes também podem ser encontrados na página da Prensa para Ensaio Marshall -I-2001.

    Prensa para Ensaio Marshall -I-2001 Contenco

    A principal vantagem ao adquirir prensas CBR ou Marshall da Contenco/Pavitest é sua procedência 100% nacional, tanto de projeto quanto de escolha de matéria-prima e fabricação. Nós promovemos a indústria nacional!

    Como é realizado o ensaio CBR?

    Trata-se de um ensaio bastante simples, mas que pode revelar muito sobre o solo em que se pretende construir pavimento de qualquer tipo. É um dos ensaios de controle tecnológico mais populares do mundo!

    O ensaio CBR consiste na inserção de um cilindro padronizado em uma amostra de solo (pode ser realizado in loco), cuja extensão de penetração máxima é relacionada ao mesmo índice de penetração em uma amostra de brita padrão.

    O resultado é compilado em termos de porcentagem. Ou seja: se o índice CBR de uma amostra de solo é de 18%, isso significa que tal valor consiste em 18% do mesmo índice referente à brita.

    Pode até parecer pouca informação, mas esses dados obtidos com o ensaio CBR são extremamente valiosos. Com eles em mãos, é possível dimensionar quantidade de material asfáltico, tamanho do pavimento, dentre muitas outras questões de projetos.

    Como é realizado o ensaio Marshall?

    O ensaio Marshall age muitas vezes em coparticipação com o ensaio CBR, uma vez que ambos operam para determinar índices relevantes para a construção de pavimentos com utilização de material asfáltico.

    Em primeiro lugar, realiza-se a compactação das amostras que servirão de corpo de prova para o ensaio. Esta é uma etapa importante de adequação e medição de peso e dimensões da amostra – valores que serão comparados depois de realizado o procedimento.

    Depois, a amostra é submetida às forças programadas de compressão. O processo é todo monitorado e termina com o rompimento da amostra. Os dados obtidos são fundamentais para a determinação da estabilidade e fluência de misturas betuminosas, o que se relaciona diretamente ao comportamento do material quando aplicado.

    Para saber ainda mais sobre tipos de ensaios, controle tecnológico de materiais e tudo relacionado aos principais métodos de testes laboratoriais, acesse sempre o Blog da Contenco!

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  • Laboratório de Rochas

    Laboratório de Rochas

    Série Laboratório Básico: Laboratório de Rochas

    Nossas obras, empreitadas e intervenções na crosta da terra encontram pelo caminho não apenas solo “strictu sensu”, mas também uma grande quantidade e variedade de rochas. Por isso é tão importante conhecê-las. Confira nossa Série Laboratório Básico: Laboratório de Rochas!

    E nada mais adequado para a produção de conhecimento sobre rochas do que um laboratório de rochas bem desenhado e equipado com o que há de melhor no mercado em maquinário e peças acessórias.

    Continuamos, assim, com mais um artigo de nossa série Laboratório Básico, que desta vez vai abordar uma lista bastante sugestiva de produtos da Contenco/Pavitest que devem constar nas bancadas e prateleiras de um laboratório de rochas!

    Índice

    1. Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas
    2. Sonda SPT a Percussão
    3. Dilatômetro
    4. Serra Circular
    5. Peneirador 50×50 cm para agregados
    6. Abrasímetro de Amsler

    Se você é leitor assíduo do Blog da Contenco, já conhece o nosso compromisso firme com o conhecimento. Se ainda não é, que tal conferir uma degustação para, quem sabe, virar fã? Seguem alguns artigos que recomendamos:

    Série Laboratório Básico – Parte 1: Laboratório de Concreto

    Ensaios com Aparelho Casagrande: limites de liquidez e plasticidade

    Penetrômetro para asfalto: saiba como funciona!

    Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    Um dos grandes fatores naturais que atuam na durabilidade e deformação das rochas é a água. É exatamente isso que este equipamento mede e entrega na forma de dados essenciais para seus projetos com rochas.

    O princípio desse teste é o de determinar qual o nível de deterioração de uma amostra de rocha frente à imersão em água. A máquina vem com dois tambores de teste, em tamanhos que podem ser escolhidos. É possível incluir mais tambores, que são vendidos separadamente, sob encomenda.

    C-3054 – Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    C-3054 – Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    Sonda SPT a Percussão

    Item básico para qualquer laboratório de rochas, a sonda a percussão tipo SPT (Standard Penetration Test, ou “Teste Padronizado de Penetração”), faz exatamente o que diz o nome: atua com ensaios de incursão penetrante em amostras de rocha.

    Trata-se de um equipamento altamente versátil, podendo ser empregado em perfurações leves de até 30 metros, bem como em estudos de fundação e perfuração de poços. Para facilitar a operação, vem com tripé de 4 pernas reforçado, além de estrutura para auxiliar na extração do amostrador.

    C-1035 – Sonda SPT a Percussão

    C-1035 – Sonda SPT a Percussão

    Dilatômetro para Laboratório de Rochas

    Outro aspecto muito importante a ser considerado em materiais rochosos é o quanto este dilata em função da alteração de temperatura. Estamos falando de um tipo de dado chamado coeficiente de dilatação térmica linear em rochas.

    Este método de ensaio é protagonizado pelo Dilatômetro e tem como objeto de análise principalmente materiais inorgânicos de revestimento e estrutura, sendo rochas o principal insumo a ser estudado. O equipamento tem sensores de alta precisão, controlados por computador, além de sistema de incremento de temperatura que pode ir de 0º a 60º C, a 0,1º C por minuto.

    I-4215 – Dilatômetro

    I-4215 – Dilatômetro

    Serra Circular para Laboratório de Rochas

    Falar em testes e ensaios de rocha e outros materiais inorgânicos similares presume que, em dado momento, será preciso separar e extrair “pedaços” de peças maiores e que possivelmente estejam em estado bruto na natureza. Fazer esse tipo de corte em materiais tão duros exige maquinário específico.

    É aqui que entra a Serra Circular da Contenco/Pavitest. A máquina pode cortar tanto peças de rocha quanto de concreto e de materiais betuminosos, de natureza asfáltica. Vem equipada com um disco de corte diamantado de 18 polegadas de diâmetro, que alcança uma profundidade de corte de até 160mm.

    I-3056 – Serra Circular

    I-3056 – Serra Circular

    Peneirador 50×50 cm para agregados

    A utilização de peneiras no manejo de materiais sólidos em laboratórios de rocha é parte de vários processos de separação e seleção, o que ajuda muito na escolha das melhores amostras. Nesses casos, um aparelho peneirador para agregados é um item que se faz de grande utilidade em um laboratório.

    O Peneirador da Contenco/Pavitest tem capacidade para acoplar até oito peneiras de 50x50x10 cm. O equipamento acompanha dispositivo controlador de tempo e programa de ensaios, além de hastes para fixação de peneiras quadradas.

    I-3007 – Peneirador 50×50 cm para agregados

    I-3007 – Peneirador para agregados Laboratório de Rochas

    Abrasímetro de Amsler para Laboratório de Rochas

    O Abrasímetro de Amsler é um equipamento que mede o coeficiente de abrasão de uma determinada amostra de rocha ou materiais cerâmicos/betuminosos. Abrasão, no caso, é o desgaste do material que decorre do atrito com outro corpo sólido, em função do tempo.

    O equipamento produz essa abrasão por meio de um anel de ferro fundido de alta dureza, com superfície plana e lisa. A amostra, acoplada ao aparelho, adquire movimento giratório com pressão que pode ser regulada, produzindo assim o efeito desejado e possibilitando a coleta dos dados.

    I-4212 – Abrasímetro de Amsler

    I-4212 – Abrasímetro de Amsler

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