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  • Penetrômetro para asfalto: saiba como funciona!

    Penetrômetro para asfalto: saiba como funciona!

    Um dos principais fatores utilizados hoje para a classificação dos tipos de misturas asfálticas e materiais betuminosos, tanto no Brasil quanto no resto do mundo, é a determinação do seu coeficiente de penetração – representada aqui pelo ensaio de Penetrômetro para asfalto.

    O aparelho que realiza esse tipo de procedimento é o penetrômetro. Trata-se de uma máquina presente na realidade de muitas áreas diferentes, com a finalidade simples de determinação da “dureza” dos materiais.

    Nossos objetos de abordagem neste artigo serão especificamente os ensaios de penetração em materiais betuminosos e seus respectivos equipamentos. Como veremos, tais máquinas também servem para realizar esse tipo de verificação em frutas – veremos mais adiante sobre isso!

    Além destes de que trataremos hoje, existem muitos outros temas interessantes nos artigos do nosso Blog da Contenco! Não deixe de visitar e de também aproveitar algumas recomendações:

    Teste Os Tubos De Conexões De Sua Obra Com A Prensa Para Ensaio De Achatamento!

    Verifique A Qualidade Da Argamassa Com O Ensaio De Arrancamento!

    Determinando A Densidade De Materiais Betuminosos Com O Equipamento Rice Test

    • O que é o ensaio de penetração?
    • Para que serve o ensaio de penetração?
    • Penetrômetro também é utilizado em frutas?
    • Conheça os equipamentos da Contenco/Pavitest!

    O que é o ensaio de penetração?

    Conforme já comentamos, a legislação brasileira (DNIT 155/2010-ME) define que o ensaio de penetração é a maneira correta de se classificar ligantes asfálticos quanto à sua resistência à penetração e/ou dureza.

    Um corpo de prova de ligante asfáltico (mistura betuminosa) é submetido à ação de uma agulha, que perfura o material. Poderemos observar melhor a composição desse sistema logo adiante, quando apresentarmos os equipamentos (penetrômetro) referentes a este ensaio.

    No caso, o ensaio se dá pela inserção da agulha (de 100g) no material, durante cinco segundos e a uma temperatura de 25°C. Estas são as condições padrão – porém, a norma brasileira também prevê outras condições e configurações para este ensaio, que podem ser adotadas a depender da necessidade.

    Depois de três medições individuais, tem-se a média dos valores constatados e, assim, o valor de quociente de penetração daquela amostra.

    Para que serve o ensaio de penetração?

    Apesar de sua utilização pelas autoridades dos Estados Unidos há mais de um século, a classificação dos ligantes betuminosos e asfálticos ainda é bastante popular e, conforme já pontuamos, serve de padrão para as análises no Brasil.

    Assim, uma das principais funcionalidades do ensaio de penetração (realizado pelo penetrômetro) é classificar o asfalto produzido no Brasil, em busca de padronização e fornecimento de informação confiável para a população.

    Essa classificação é chamada de CAP, sigla que é sempre acompanhada de um intervalo numérico, referente ao nível de penetração. Assim, temos CAP 30-45, 50-70, 85-100 e 150-200.

    Ensaios de penetração possuem benefícios claros quanto à sua facilidade, agilidade e baixo custo de realização. Porém, peca por não medir algumas propriedades fundamentais para fins de engenharia.

    Penetrômetro também é utilizado em frutas?

    Asfalto e materiais afins parecem muito distantes de frutas, mas a resposta à pergunta é: sim. É possível utilizar penetrômetro em frutas, e inclusive esta é uma das funcionalidades nativas de alguns modelos de máquinas produzidas pela Contenco/Pavitest.

    Culturas de frutas em larga escala podem se beneficiar muito de aparelhos como o penetrômetro, uma vez que a consistência é fator muito importante para que o produtor possa medir a qualidade de suas lavouras.

    Conheça os equipamentos da Contenco/Pavitest!

    A Contenco/Pavitest produz diversos modelos de penetrômetros, cada qual com atributos específicos para determinadas demandas. Todos são feitos a partir de tecnologia e matéria-prima 100% nacionais, o que contribui muito para o desenvolvimento do nosso mercado e de nossa indústria.

    Vamos conhecer quais são os penetrômetros?

    PENETRÔMETRO UNIVERSAL I-2050

    PENETRÔMETRO UNIVERSAL I-2050

    PENETRÔMETRO UNIVERSAL SEMI AUTOMÁTICO I-2050-I

    PENETRÔMETRO UNIVERSAL SEMI AUTOMÁTICO I-2050-I

    PENETRÔMETRO UNIVERSAL DE AJUSTE FINO I-2050-E

    PENETRÔMETRO UNIVERSAL DE AJUSTE FINO I-2050-E

    PENETRÔMETRO UNIVERSAL SEMI-AUTOMÁTICO, COM AJUSTE FINO I-2050-J

    PENETRÔMETRO UNIVERSAL SEMI-AUTOMÁTICO, COM AJUSTE FINO I-2050-J

    PENETRÔMETRO UNIVERSAL AUTOMÁTICO DIGITAL I-2050-H

    PENETRÔMETRO UNIVERSAL AUTOMÁTICO DIGITAL I-2050-H

    Todo esse montante de informação pode ser útil também para outras pessoas que você conhece – por isso, pedimos que compartilhe este artigo em suas redes sociais!

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  • Saiba como funcionam os ensaios em asfalto (Marshall)

    Saiba como funcionam os ensaios em asfalto (Marshall)

    Saiba como funcionam os ensaios em asfalto: Asfalto não é tudo igual, como bem podemos avaliar somente observando algumas estradas e vias de nosso país – algumas bem conservadas e visivelmente de qualidade, outras que desintegram em poucos meses após sua construção e reforma.

    Algo de curioso emerge dessa constatação: como os profissionais que realizam essas construções e reparos determinam a qualidade do material que está sendo utilizado e aplicado nas nossas malhas viárias?

    Uma das respostas possíveis é ensaios do tipo Marshall, procedimentos amplamente utilizados pelo mundo para análise de amostras de asfalto e outros tipos de misturas betuminosas, em geral derivadas de subprodutos do petróleo. É sobre o Ensaio Marshall e os equipamentos utilizadas que falaremos neste artigo!

    Curiosidades, dúvidas e perguntas sobre este universo surgem todos os dias, e nós do Blog da Contenco ficamos muito felizes em procurar responder a todas! Depois quer ler este artigo, que tal conferir outros textos com informações que podem sanar outras questões?

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    Ensaio Marshall: o que é e como funciona?

    Concebido na década de 1930 e aprimorado ao longo das décadas subsequentes até os dias de hoje, o Ensaio Marshall é um dos testes laboratoriais mais comuns e completos que estão à disposição.

    O procedimento tem por objetivo aferir índices como a estabilidade e a fluência das massas asfálticas que serão colocadas à prova. No caso, as definições são:

    Estabilidade: capacidade do material de resistir às pressões e tensões que encontrará no uso cotidiano da obra. Uma pista de uma rodovia, por exemplo.

    Fluência: capacidade do material se “moldar” diante de pressões, adquirindo novos formatos e podendo retornar à condição inicial (elasticidade).

    O procedimento é bastante simples: uma amostra preparada é posicionada no equipamento (prensa), e logo em seguida submerge em um tanque com água a uma temperatura de 60°C por um período de 40 minutos. Depois, a amostra é submetida às forças da prensa até que se rompa. Deste processo de pressão e rompimento são coletadas inúmeras informações.

    Qual a importância de realizar o Ensaio Marshall?

    Conforme já mencionamos anteriormente, o Ensaio Marshall tem como conceitos norteadores duas características dos materiais betuminosos e asfálticos: a estabilidade e a fluência.

    Mas por que são conceitos tão importantes e conferem a esse tipo de ensaio um status de necessidade premente em qualquer obra que preveja a construção de pavimentos?

    Para responder a essa pergunta, e com os conceitos de estabilidade e fluência em mente, basta que observemos a qualidade das vias asfaltadas em nosso país e como os problemas que vemos têm potencial alto de causar acidentes muito graves.

    Outro benefício indireto é a economia de recursos – afinal, quando se produz uma malha viária asfaltada de qualidade, menores são os gastos com reparo, manutenção e até mesmo com reconstruções completas de estradas que simplesmente desaparecem.

    Máquinas Contenco/Pavitest para Ensaios Marshall

    Diante de tudo isso, fica uma pergunta: e as estrelas de todo esse processo? Onde estão as máquinas que protagonizam os testes laboratoriais e são responsáveis por nos ajudar a construir cada vez melhor nesse país?

    As prensas do tipo Marshall produzidas pela Contenco/Pavitest são dotadas do que existe de mais atual em termos de engenharia e fabricação de maquinário para a construção civil. E mais: todas são feitas a partir de recursos 100% nacionais, algo muito importante para o desenvolvimento de nossa indústria.

    Vamos às máquinas? Acompanhe:

    PRENSA MARSHALL MANUAL I-2001

    PRENSA MARSHALL MANUAL I-2001

    PRENSA MARSHALL ELÉTRICA – I-2001-A

    PRENSA MARSHALL ELÉTRICA – I-2001-A

    PRENSA CBR MARSHALL ELÉTRICA – I-1006-GA

    PRENSA CBR MARSHALL ELÉTRICA – I-1006-GA

    PRENSA CBR MARSHALL PARA ENSAIOS DE COMPRESSÃO SIMPLES E OUTROS, ELETRÔNICA, HÍBRIDA I-1006-FA

    PRENSA CBR MARSHALL ENSAIOS COMPRESSÃO SIMPLES ELETRÔNICA HÍBRIDA I-1006-FA

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  • Obras de pavimentação

    Obras de pavimentação

    Qualidade com testes de solo CBR e Marshall

    Quando pensamos em Obras de pavimentação para estradas, aeroportos e outros tipos de empreitada, logo nos vêm à mente questões como durabilidade e segurança. Sem falar, claro, em muitos outros aspectos inerentes às propriedades do solo do local.

    Todo esse “pacote” de questões podem ser facilmente resolvidos quando se conhece bem as características do solo. E tal conhecimento só pode ser alcançado quando realizados bons ensaios de solo, com equipamentos confiáveis e robustos.

    Neste artigo, falaremos um pouco sobre essas características e como tê-las bem definidas é fundamental para qualquer projeto de engenharia civil que envolva a construção de pavimentos ou outras ações que envolvam manejo de solo.

    Conhecer é poder – e podemos dizer que o nosso tradicional Blog da Contenco está repleto deste recurso tão valioso! Separamos para você alguns outros artigos que você poderá ler depois deste. Aproveite bem!

    Teste Os Tubos De Conexões De Sua Obra Com A Prensa Para Ensaio De Achatamento!

    Verifique A Qualidade Da Argamassa Com O Ensaio De Arrancamento!

    Determinando A Densidade De Materiais Betuminosos Com O Equipamento Rice Test

    • Por que realizar ensaios de solo?
    • Como é realizado um ensaio de solo?
    • Ensaios de solo CBR e CBR/Marshall
    • Máquinas que confiamos: Prensas de solo da Contenco

    Por que realizar ensaios de solo em Obras de Pavimentação?

    Conforme pontuamos, ensaios de solo são importantes para conhecermos as características e aspectos que compõem o solo de uma determinada área, que futuramente receberá uma obra.

    Mas por que precisamos desse conhecimento? Eis alguns motivos:

    Segurança

    Ensaios de solo permitem saber, por exemplo, se determinada área possui solo com característica que não permitiriam intervenções. São casos em que haveria alto risco de colapso da massa de chão e, por consequência, de qualquer coisa ali construída, com custo em valor e em vidas.

    Durabilidade

    Há casos de solos com características que não são tão extremos quanto o que mostramos acima, mas que precisam de muita atenção. Caso se construa em locais com problemas, mesmo que sem tanta gravidade, corre-se o risco de ser necessário realizar manutenções nas edificações com muito mais frequência.

    Economia

    Conhecer as características e aspectos gerais do solo permite algo muito bom para o planejamento e para o orçamento da obra: parametrizar com precisão e eficiência o gasto de materiais e a utilização de equipamentos e mão de obra. Tudo isso tem um nome: economia!

    Ensaios de solo CBR e CBR/Marshall

    Falaremos no próximo item sobre as principais prensas da Contenco/Pavitest que podem ser utilizadas em ensaios de solo, com todos os benefícios sobre os quais já falamos. E você, leitor, perceberá que temos prensas CBR e também prensas CBR/Marshall. Você sabe qual é a diferença?

    Basicamente, CBR e Marshall são dois métodos diferentes de ensaios, com objetivos de análise e tipos de amostras diferentes, embora ambos se sirvam dos poderes da prensa. Quando a máquina apresenta as duas denominações, significa que ela pode realizar os dois tipos de testes!

    O ensaio CBR também é conhecido no Brasil como ISC – Índice de Suporte Califórnia. Trata-se de um teste muito famoso, desenvolvido por engenheiros da companhia de trânsito do estado norte-americano da Califórnia, que tem por objetivo determinar, dentre outras coisas, o índice de resistência à penetração em solos, parâmetro essencial na construção de pavimentos.

    Já ensaios Marshall são realizados com misturas betuminosas/asfálticas, para determinar parâmetros importantes de sua consistência, como estabilidade e fluência – também de importância fundamental para projetos de construção de estradas e pavimentos em geral.

    Máquinas que confiamos: Prensas de solo e asfalto da Contenco

    É muito importante – como já vimos – realizar testes precisos e confiáveis de solo e asfalto. Mas tão essencial quanto é o emprego do equipamento certo nesse tipo de etapa de uma obra.

    Por isso, a Contenco/Pavitest desenvolveu e produziu uma linha de prensas especialmente desenhadas para este fim, imbuídas de toda a qualidade que um produto deste porte necessita. Tudo com tecnologia e matéria-prima 100% nacionais! Vamos conferir as máquinas?

    Prensa CBR Manual I-1006 para Obras de pavimentação

    Prensa CBR Manual I-1006 para Obras de pavimentação

    Prensa CBR Elétrica I-1006-A

    Prensa CBR Elétrica I-1006-A para Obras de pavimentação

    Prensa CBR Elétrica, Célula de Carga -1006-C

    Prensa CBR Elétrica, Célula de Carga -1006-C  para Obras de pavimentação

    Prensa Marshall Manual I-2001 para Obras de pavimentação

    Prensa Marshall Manual I-2001 para Obras de pavimentação

    Prensa Marshall Elétrica I-2001-A

    Prensa Marshall Elétrica I-2001-A para Obras de pavimentação

    Prensa CBR Marshall para ensaios de compressão simples – Eletrônica – Híbrida I-1006-FA

    Prensa CBR Marshall para ensaios de compressão simples - Eletrônica - Híbrida I-1006-FA para Obras de Pavimentação

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  • Teste os tubos de conexões de sua obra com a prensa para ensaio de achatamento!

    Teste os tubos de conexões de sua obra com a prensa para ensaio de achatamento!

    Todo mundo já sofreu ou pelo menos presenciou problemas com rompimentos em tubos e conexões de PVC, seja em obras em andamento ou já finalizadas. Trata-se de uma situação grave e que traz prejuízos de diversos tipos. Será que existe algo que possa garantir a qualidade desses materiais e evitar grandes transtornos?

    Felizmente, a resposta é: sim, existe! Estamos falando do ensaio de achatamento para conexões de PVC, um tipo de procedimento realizado em laboratório com peças já encontradas no mercado e também com protótipos.

    Mas, afinal, como funciona esse tipo de ensaio tão importante para não apenas prevenir contra intercorrências, mas também contra acidentes e prejuízos maiores? É o que veremos hoje neste artigo!

    Outros assuntos relacionados a procedimentos e testes de segurança para engenharia civil e obras em geral você também encontra no Blog da Contenco! Aproveite para ler também os artigos que selecionamos abaixo:

    Ductibilidade Em Asfalto: O Que É E Como Medir?

    O Que É Como Medir Com Precisão E Segurança Em Concreto Endurecido?

    Extratora De Corpos De Prova: Qualidade Em Qualquer Lugar Que Você Precisar!

    Cortar É Preciso! Conheça A Serra Circular Para Rochas E Asfalto

    • Ensaio de achatamento: o que é e por que é importante:
    • Como é realizado o ensaio de achatamento?
    • Confira a Prensa para Ensaio Axial de Achatamento em PVC da Contenco!

    Ensaio de achatamento: o que é e por que é importante?

    Qualquer projeto de obra deve prever uma infinidade de situações futuras e permanentes que acometerão todos os materiais envolvidos na empreitada. As mais comuns são as previsões das forças que incidirão sobre cada item da estrutura, tanto no que se refere ao tipo quanto à intensidade.

    Tubos e conexões entram nessa lista – pois, a depender de muitos fatores, podem receber mais ou menos carga e resistir mais ou menos a essas forças. Por isso o ensaio de achatamento é tão importante e se constitui basicamente de um processo mecânico.

    Em outras palavras, o ensaio de achatamento serve para simular as forças que incidirão sobre a tubulação por todo o período em que estiver ativa, com o intuito de entender o processo e permitir um planejamento preciso de alocação de material e de despesas.

    Além do componente econômico, o ensaio de achatamento é importante por conferir ainda mais segurança à obra – afinal, imagine só o transtorno e a quantidade de danos que a tubulação rompida pode causar.

    Como é realizado o ensaio de achatamento?

    Conforme já pontuamos, o ensaio de achatamento é um procedimento totalmente mecânico, o que nos remete imediatamente às nossas já famigeradas prensas – veremos mais sobre isto no próximo item!

    No caso, o ensaio se dá de maneira bem simples: coleta-se uma amostra da tubulação que será testada, posiciona-a dentro da prensa, que aplica forças de compressão até que a amostra se rompa.

    Do rompimento da amostra depreendem-se dados que poderão ser analisados para determinar os índices de resistência à compressão daquele modelo de tubos. Posteriormente, tais informações são comparadas aos padrões e normas vigentes, que indicarão assim a real qualidade do material que será empregado.

    Confira a Prensa para Ensaio Axial de Achatamento em PVC da Contenco!

    Falou em prensa, pensou imediatamente no rol de equipamentos que a Contenco/Pavitest oferece. No caso dos ensaios de achatamento, a empresa possui a solução ideal: a Prensa Microprocessada Eletrônica, especialmente desenvolvida para este tipo de finalidade.

    A máquina conta com célula de carga e painel de controle completo, dotado de visor para exibição e leitura de carga, bem como indicações digitais e botões de acionamento e controle. A carga aplicada pode chegar a 5000 kgf.

    As características digitais do equipamento não param por aqui: o conjunto inclui software de cadastro e gestão de amostras e dados obtidos, o que ajuda muito no planejamento geral dos ensaios.

    E, claro, como não poderia deixar de ser, trata-se de um equipamento desenvolvido 100% com tecnologia nacional!

    Não deixe de compartilhar todas essas informações com seus contatos e pessoas que poderão se beneficiar delas. Ah, aproveite para cadastrar o Blog da Contenco em seus favoritos!

  • Verifique a qualidade da argamassa com o ensaio de arrancamento!

    Verifique a qualidade da argamassa com o ensaio de arrancamento!

    Argamassas e materiais similares possuem como principal característica a capacidade de “colar” em superfícies (em especial acabamentos e revestimentos), o que faz desta o principal alvo de testes para que conheçamos sua eficácia.

    O principal desses testes é o de arrancamento – que também é conhecido como medição de aderência. Afinal, simular uma situação extrema é a melhor maneira de entender o quanto um dado material resiste a essas forças e, principalmente, o quanto é confiável.

    O tema deste artigo é justamente o ensaio de arrancamento, bem como suas principais etapas e equipamentos utilizados – este com destaque especial, pois se trata de um lançamento da Contenco!

    Este é um tipo de conhecimento cujo detalhamento e acessibilidade você só encontra aqui, no Blog da Contenco. Quer ver mais? Pois confira abaixo alguns links que separamos para você ler depois:

    Ductibilidade Em Asfalto: O Que É E Como Medir?

    O Que É Como Medir Com Precisão E Segurança Em Concreto Endurecido?

    Extratora De Corpos De Prova: Qualidade Em Qualquer Lugar Que Você Precisar!

    Cortar É Preciso! Conheça A Serra Circular Para Rochas E Asfalto

    • O que é o ensaio de arrancamento?
    • Como é feito o ensaio de arrancamento?
    • Quais equipamentos utilizamos neste tipo de ensaio?

    O que é o ensaio de arrancamento?

    Com base no que já falamos aqui, poderíamos pensar que se trata apenas de um teste de verificação do simples poder de aderência pertencente a um material específico – argamassas, geralmente. Porém, o assunto é mais complexo.

    Tão complexo quanto uma obra pode ser, como temos visto muito aqui no blog. Aqui tratamos não apenas da força da gravidade, que “puxa” o revestimento colado ao substrato (parede e outras superfícies), mas também de outras forças, como ventos e chuvas.

    Por isso, o ensaio de arrancamento é também conhecido por ser, em essência, um ensaio de tração – ou seja, uma força “de puxada”, que ajuda a entendermos melhor o comportamento dos materiais em questão diante de situações extremas.

    Aqui, a ideia é simular uma situação em que a argamassa seja testada até seus limites, para garantir não apenas a economia ao evitar manutenções constantes, mas também a segurança – afinal, imagine revestimento caindo da fachada de um prédio de muitos andares!

    Como é feito o ensaio de arrancamento?

    O ensaio de arrancamento tem este como um de seus nomes (o outro é ensaio de aderência, conforme já vimos) justamente porque o principal processo envolvido neste teste é arrancar o revestimento para depois analisar as forças envolvidas.

    Um ponto importante aqui é a escolha dos corpos de prova. Geralmente, em ensaios de arrancamento, são escolhidos como amostras pontos aleatórios em um painel com revestimento instalado, de forma a abranger todas as situações, como juntas, quinas e recortes.

    Outra questão essencial é realizar o teste nas mesmas condições de temperatura, umidade e intempéries a que a obra será submetida. Assim, garante-se que os dados colhidos são condizentes com a realidade e trarão os resultados esperados.

    Quais equipamentos utilizamos neste tipo de ensaio?

    Já pudemos perceber, até aqui, que ensaios de arrancamento precisam ser realizados por meio de equipamentos que possuam ao mesmo tempo robustez em sua estrutura e precisão em seus dispositivos de medição. Felizmente, a Contenco/Pavitest tem essa solução para você e sua empreitada!

    A Contenco fabrica 3 equipamentos para atender esta demanda, são eles:

    1. Aderímetro Hidráulico Manual – Ref. I-3003-H
    2. Aderímetro Microprocessado sem bateria – Ref. I-3003-N
    3. Aderímetro Microprocessado com Bateria I-3003-O

    1- O Aparelho Aderímetro para medição de arranchamento de aderência em Argamassas. Funciona com um sistema hidráulico manual com leitura manométrica digital, sem controle de carregamento.

    Capacidade de 2.000Kgf.

    Aderímetro Hidráulico Manual I-3003-H

    2- Aparelho (Aderímetro) para arranchamento e medição da aderência em Argamassas sem bateria funciona com um sistema de controle Carregamento Progressivo Automático – CPA. Possui um gabinete de comando separado do dispositivo de arrancamento, garantindo mobilidade e leveza na execução dos ensaios, através de uma tela touchscreen colorida de 3.5”, permite cadastro simples de amostras e corpos de prova, configurar área da pastilha, executar e visualizar ensaio em tempo real, consultar carga (N) e tensão (MPa) de ruptura armazenados nos ensaios.

    Aderímetro Micro processado sem bateria – Ref. I-3003-N

    3 – Aderímetro Micro processado com Bateria I-3003-O, um lançamento da Contenco que, como sempre, foi desenvolvido e fabricado com matéria-prima e tecnologia 100% nacionais, valorizando assim a indústria nacional e o mercado de testes laboratoriais para engenharia.

    Aderímetro Micro processado com Bateria, Ref. – I-3003-O – LANÇAMENTO !

    O Aderímetro Micro processado com bateria da Contenco possui alguns diferenciais importantes, como um sistema de controle Carregamento Progressivo Automático – CPA, bem como gabinete de controle de ensaio separado do componente que realiza o arrancamento, o que garante precisão e leveza ao ensaio. Além disso pode ser carregado para qualquer lugar, pois seu funcionamento é através de bateria, que tem duração média de 02 horas.

    Com um monitor colorido de 3.5’’, é possível realizar o cadastro rápido de amostras e corpos de prova, configurar tamanho e área das pastilhas, além de controlar a progressão das forças aplicadas.

    Esta é mais uma das soluções que a Contenco/Pavitest traz para a sua obra, viabilizando assim uma empreitada segura e econômica! Ah, e se você gostou deste artigo, não se esqueça de compartilhar com os seus contatos!

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  • Determinando a densidade de materiais betuminosos com o Equipamento Rice Test

    Determinando a densidade de materiais betuminosos com o Equipamento Rice Test

    Quem passa e observa um canteiro de obras, de qualquer porte que seja, só consegue ver uma pequena parte do trabalho – na verdade, somente a última delas. Concepção, planejamento e muito cálculo são fases preliminares grandes e importantes, e destas fazem parte os ensaios do método Rice.

    Ensaios do tipo Rice – ou Rice Test, como pode ser encontrado em diversos materiais de consulta e pesquisa – são muito importantes quando se lida com materiais de composição betuminosa, quase sempre presentes em obras grandes.

    O que é o Rice Test, como se realiza este tipo de ensaio e qual o melhor produto da Contenco/Pavitest para você que precisará realizar testes assim são perguntas que responderemos neste artigo!

    O universo dos ensaios laboratoriais para obras de engenharia é muito vasto – e, sabendo disso, o Blog da Contenco tem como objetivo entregar ao leitor o que existe de melhor em conhecimento nessa área. Quer conhecer um pouco mais? Confira abaixo:

    Ductibilidade Em Asfalto: O Que É E Como Medir?

    O Que É Como Medir Com Precisão E Segurança Em Concreto Endurecido?

    Extratora De Corpos De Prova: Qualidade Em Qualquer Lugar Que Você Precisar!

    • O que é o método Rice ou Rice Test?
    • Como é realizado o Rice Test?
    • Que tipo de equipamento se utiliza no Rice Test?

    O que é o método Rice ou Rice Test?

    Cálculos e medidas fazem parte do dia a dia de quem atua com planejamento e análise de materiais para construção. No caso do emprego de materiais de aspecto betuminoso, um dos índices mais importantes para averiguação é o peso específico (ou densidade).

    Mas, antes de continuarmos, vale um adendo: afinal, o que são as chamadas misturas betuminosas?

    Chamamos de material betuminoso as misturas que envolvem hidrocarbonetos e outras substâncias derivadas de insumos fósseis, misturados a componentes como argila, óleo, areia, entre outros.

    Essa mistura possui como característica uma densidade variada, o que faz necessário medir tal parâmetro com precisão. É exatamente isso que faz o Rice Test! Em outras palavras, o Rice Test tem como objetivo medir o peso específico máximo em materiais betuminosos em condições de vácuo.

    Como é realizado o Rice Test?

    O método Rice, conforme já falamos, mede a densidade máxima teórica do material betuminoso, que é uma ponderação da densidade calculada de todos e cada substância que faz parte da mistura.

    Em poucas palavras, os procedimentos de um Rice Test envolvem a pesagem de todos os itens, a posterior colocação da amostra no agitador, a inserção da bomba de vácuo e, ao final, nova pesagem dos itens. Os dados coletados entram em cálculos que retornam os valores buscados.

    Vale ressaltar aqui a importância do método Rice em qualquer planejamento de obra, uma vez que por meio deste ensaio é possível determinar as quantidades exatas de materiais a serem utilizados na empreitada.

    Que tipo de equipamento se utiliza no Rice Test?

    Ensaios que utilizam o método Rice fazem uso não de apenas um equipamento, mas de algumas peças independentes, que formam um todo. O Conjunto Para Determinar Densidade Máxima Teórica De Betumes Com Agitador I-2012, da Contenco/Pavitest, é um ótimo exemplo!

    Fazem parte deste conjunto uma mesa agitadora, bomba de vácuo, picnômetro com tampa e capacidade para 2 kg de amostra, bem como manômetro digital e acessórios como mangueiras e conexões.

    rice test

    Um detalhe muito importante é que o Conjunto Rice Test, assim como todos os outros equipamentos da Contenco, é desenvolvido e produzido por meio de tecnologia e materiais 100% nacionais!

    Ou seja: além de serem equipamentos capazes de realizar ensaios de reconhecimento internacional, trata-se da valorização da indústria nacional!

    Se você gostou deste artigo, não hesite em compartilhar com seus contatos! Ah, e não se esqueça de também salvar o Blog da Contenco nos seus Favoritos!

  • Ductibilidade em asfalto: o que é e como medir?

    Ductibilidade em asfalto: o que é e como medir?

    Quando falamos de asfalto, logo pensamos em sua principal utilização, que é em estradas de rodagem e estruturas afins. Logo, vinculamos o emprego do asfalto à exposição de forças imensas e que fatalmente alteram o estado do material. Por isso, é preciso entender a sua ductilidade.

    Mas, afinal, o que significa esse termo? E por que é tão importante compreendê-lo e considerar sua aplicação em todas as instâncias da obra que envolvem esses materiais?

    Temos informações relevantes a desenvolver neste artigo, que serão de suma importância no planejamento de qualquer obra que envolva utilização de asfalto e materiais similares – tanto em termos de segurança quanto no quesito economia de insumos e mão de obra.

    Antes, vamos conferir alguns outros links que podem ser relevantes para você? Todos foram retirados do Blog da Contenco, um canal de informações valioso para você que gosta de saber cada vez mais!

    O Que É e Como Medir Com Precisão E Segurança Em Concreto Endurecido?

    Extratora De Corpos De Prova: Qualidade Em Qualquer Lugar Que Você Precisar!

    Cortar É Preciso! Conheça A Serra Circular Para Rochas E Asfalto

    • Ductilidade: o que significa?
    • Como é o ensaio de ductilidade?
    • Conheça o Ductilômetro da Contenco!

    Ductilidade: o que significa?

    Conforme falamos, existem demandas na construção civil e na indústria em geral que possuam certas propriedades – dentre estas, de forma geral, está a capacidade do material de se transformar em algo sem que haja perda.

    Um dos principais aspectos dessa capacidade é a ductilidade, ou seja, a capacidade do material de sofrer deformação sem que se rompa. Este parâmetro mede essa variação até o momento exatamente anterior ao rompimento, que é quando o material perde a sua serventia.

    Materiais “dúcteis” são bastante apreciados na indústria em geral, principalmente nos casos em que dada matéria-prima precisa ser trabalhada até que atinja uma forma desejada. Um exemplo é a fabricação de fios e chapas de metal.

    Materiais betuminosos e asfálticos não possuem ductibilidade comparável à da maioria dos metais, mas apresentam potencial de deformação e elasticidade que precisa ser compreendido para que possam ser utilizados na construção civil de maneira segura e econômica.

    Como é o ensaio de ductilidade?

    A importância de se obter dados de ductibilidade de materiais asfálticos gerou a demanda por um ensaio específico – o ensaio de ductibilidade, realizado por um aparelho chamado ductilômetro. Trata-se, felizmente, de um procedimento simples e que traz ganhos substanciais para o planejamento da obra.

    A amostra do material é colocada dentro de um recipiente de testes e, em seguida, posicionada no ductilômetro. O aparelho, então, aplica uma força de tração cuja velocidade pode variar, dentro do patamar de centímetros por minuto.

    A força é mantida até que a amostra se rompa, que é quando se encerra a medição, com o índice de ductilidade devidamente registrado.

    Outras medições que também podem ser feitas durante um ensaio de ductilidade são aquelas que determinam os coeficientes de recuperação elástica dos materiais. Neste caso, a amostra também é submetida a uma força de tração, mas que é subitamente interrompida. Após uma hora, mede-se o quanto a amostra recuperou do seu tamanho original.

    Conheça o Ductilômetro da Contenco!

    O grande protagonista de tudo o que falamos até aqui neste artigo é o equipamento responsável pelos ensaios de ductilidade: trata-se do Ductilômetro Com Sistema de Aquecimento/Resfriamento e Agitação, da Contenco/Pavitest!

    O Ductilômetro é uma máquina robusta e resistente, fabricada em aço inoxidável e outros materiais de primeira qualidade – aliás, todo o projeto e a matéria-prima utilizados na produção do equipamento têm origem 100% nacional.

    Além disso, possui um moto-redutor eletronicamente controlado, que possibilita versatilidade na escola das velocidades de tração, que podem variar de 1 a 5 cm/min. Estável, tem estrutura construída de modo a não produzir vibrações que poderiam prejudicar a leitura dos ensaios realizados.

    Tão importante quanto aprender sobre a ductilidade e como funcionam esses tipos de ensaios é compartilhar esse conhecimento! Por isso, não hesite – envie o link deste artigo para aquele contato que também possa se interessar por este conhecimento!

  • O que É como medir com precisão e segurança em concreto endurecido?

    O que É como medir com precisão e segurança em concreto endurecido?

    Ensaios comuns em canteiros de obras e outros tipos de empreitadas incluem aqueles feitos em concreto em seus estágios iniciais de preparação. Porém, não são raras as vezes em que é necessário testar também amostras de concreto depois de terminada sua preparação – ou seja, já endurecido.

    Que tipos de aspectos são verificados nesses ensaios de concreto endurecido e como são realizados? Com que tipo de equipamentos? Estas são perguntas que o Blog da Contenco se propõe a responder neste momento!

    Com certeza você tem outras perguntas e dúvidas a serem respondidas sobre o universo dos ensaios laboratoriais de concreto, solo, rochas e outros tipos de materiais. Para saná-las, recomendamos que leia os artigos sugeridos abaixo e coloque o Blog em seus favoritos!

    Extratora De Corpos De Prova: Qualidade Em Qualquer Lugar Que Você Precisar!

    Cortar É Preciso! Conheça A Serra Circular Para Rochas E Asfalto

    Segurança E Qualidade Em Sua Obra? O Caminho É Realizar Testes Com A Prensa De Telhas!

    • Concreto endurecido: o coeficiente de permeabilidade
    • Concreto endurecido: penetração de água sob pressão
    • Concreto endurecido: avaliação da dureza superficial
    • Conclusão

    Concreto endurecido: o coeficiente de permeabilidade

    Um dos fatores mais importantes a ser considerado em qualquer obra é a água e os caminhos que ela percorre. E não estamos falando apenas de canalizações ou vãos indetectados por onde o líquido pode passar e causar algum contratempo, mas também da própria absorção pelos materiais.

    Essa absorção é a permeabilidade – que ocorre no concreto e, por isso, precisa ser objeto de estudo e testes, para que não haja nenhuma surpresa desagradável depois que a obra estiver pronta! Para este fim, a Contenco/Pavitest desenvolveu um aparelho para determinação do coeficiente de permeabilidade à água em concreto endurecido. A máquina atua por meio de cilindros onde são posicionados os corpos de prova, além de um sistema de registros, válvulas e manômetros que fazem a medição da água que penetra no material.

    aparelho para determinação do coeficiente de permeabilidade à água

    Concreto endurecido: penetração de água sob pressão

    Ainda falando sobre a água e seus efeitos sobre materiais e estruturas, temos não apenas as características do líquido quando em contato com materiais; mas também quando há pressão que empurra os fluidos – como, por exemplo, quando tubulações se rompem.

    Neste quesito ainda entra em ação a permeabilidade, conforme citamos no item anterior a este, mas com um “plus”: sob pressão, os efeitos dessa permeabilidade podem ser potencializados, o que exige ainda mais estudos e testes que emulem situações desse tipo.

    A solução é utilizar um outro aparelho da Contenco/Pavitest: o equipamento para determinação da pressão da água sob pressão em concreto endurecido.

    concreto endurecido

    A máquina é dotada de válvula reguladora de pressão, que permite configurar os ensaios de acordo com as necessidades de variação de pressão. Esta variação, por sua vez, é mostrada por meio de leitor digital.

    Além disso, as tubulações do equipamento também possuem registro, e são alimentadas por um reservatório de água que comporta até 18 litros.

    Concreto endurecido: avaliação da dureza superficial

    A imensa maioria dos testes e ensaios dos quais falamos neste artigo e em todo o universo de conhecimento que trazemos pelo Blog da Contenco é feita sempre por meio de amostras – que chamamos de corpos de prova. Mas, nem sempre é possível coletar e transportar essas amostras até o laboratório, o que demanda um tipo diferente de abordagem.

    Esse é o caso do concreto endurecido, quando se faz necessária a medição de sua dureza superficial. Felizmente existe uma solução muito prática para resolver este problema: a utilização do Esclerômetro de Reflexão da Contenco/Pavitest.

    Esclerômetro de Reflexão

    Este equipamento, que é do tipo Schmidt, modelo N, pode determinar a dureza superficial do concreto endurecido “in loco” e de forma a não causar danos à estrutura já edificada. Trata-se de uma facilidade importante em um projeto complexo e cheio de vulnerabilidades como uma obra.

    Conclusão

    Pudemos perceber que a Contenco/Pavitest possui soluções para cada tipo de situação que é possível de encontrar no canteiro de obras, sempre da maneira mais prática e precisa.

    Além disso, todos os equipamentos são desenvolvidos e fabricados a partir de tecnologia e recursos 100% nacionais!

    Se você considerou todas estas informações úteis, não deixe de comentar com seus contatos e compartilhar com quem também possa se beneficiar desse material!

  • Extratora de corpos de prova: qualidade em qualquer lugar que você precisar!

    Extratora de corpos de prova: qualidade em qualquer lugar que você precisar!

    Tão importante quanto a realização correta e eficiente de ensaios e testes laboratoriais para construção civil e exploração de minérios, a extração das amostras – ou corpos de prova – é etapa que deve ser dimensionada com todo o primor que uma obra deste tipo merece.

    É neste contexto que entra no canteiro de obras um equipamento indispensável: a extratora a gasolina, item utilizado principalmente para a coleta de corpos de prova com a finalidade de realização de ensaios.

    A extração parece tarefa simples, mas é permeada de cuidados técnicos e especificações que a máquina extratora deve possuir. Falaremos sobre esses aspectos e também sobre os produtos da Contenco/Pavitest – mais especificamente, as opções de extratoras a gasolina. Preparado?

    Antes, queremos apresentar a você alguns links bastante pertinentes do Blog da Contenco, que fornecem conteúdo relevante para você sobre ensaios, testes e afins. Confira:

    Cortar É Preciso! Conheça A Serra Circular Para Rochas E Asfalto

    Segurança E Qualidade Em Sua Obra? O Caminho É Realizar Testes Com A Prensa De Telhas!

    Barras E Bolas: Entenda Como Funciona O Processo De Moagem E Britagem

    • Extratora de corpos de prova a gasolina: como funciona?
    • Extratora a gasolina da Contenco/Pavitest
    • Médias ou longas distâncias? Extratoras com rodas e rodízios!
    • Conclusão

    Extratora de corpos de prova a gasolina: como funciona?

    Ensaios de cimento, rochas e afins começam não na bancada do laboratório, mas sim no canteiro de obras, que é onde a “ação” de fato acontece. A primeira etapa é a extração do corpo de prova, que é a amostra do material que será analisado.

    Existem alguns tipos de alimentação para a máquina extratora, mas focaremos hoje naquelas que funcionam a gasolina – ou seja, o equipamento realiza a extração por meio de um motor que funciona por meio desse combustível fóssil.

    Assim, temos o movimento de um motor que transmite essa energia para peças que realizam a perfuração, o corte e a coleta de uma parte do material que se encontra “in loco” na obra.

    Parece simples, não? Na verdade, é bem simples! Existem variações de tamanho e profundidade da perfuração, além de adendos especiais que ajudam no transporte e locomoção dessas pesadas máquinas.

    Vamos adiante conhecer esses detalhes?

    Extratora de corpos de prova a gasolina da Contenco/Pavitest

    A primeira das máquinas que vamos falar aqui é a Extratora Rotativa com Motor a Gasolina I-2026. Esta é a mais leve das máquinas, que apesar de contar com pequenos rodízios para locomoção, é utilizada quando não há necessidade de transporte em distância até o local da extração.

    EXTRATORA DE CORPOS DE PROVA

    Conta com motor de 8HP, utilizado para perfurar e coletar corpos de prova de asfalto, concreto, rocha e afins. Além disso, o equipamento é munido de cálice de 4” e coroa de 4” para perfurações até 400 mm de profundidade.

    Médias ou longas distâncias? Extratoras com rodas e rodízios!

    É frequente a necessidade de se extrair copos de prova em locais distantes de onde se encontra o equipamento extrator. Para isso, a Contenco/Pavitest tem uma solução: adaptações de transporte para as extratoras a gasolina!

    No caso de deslocamentos em médias distâncias, o equipamento ideal é a Extratora Rotativa Com Engate Para Deslocamentos de Médias Distâncias I-2026-R.

    Extratora Rotativa Com Engate Para Deslocamentos de Médias Distâncias

    A extratora I-2026-Q também é munida de sistema de resfriamento por água, além de um sistema de carreta e reboque para transporte do reservatório e de todo o resto do equipamento.

    Também possui um dispositivo acoplado que permite o ajuste da altura do eixo, tornando assim o transporte em longas distâncias facilitado. Além, claro, de cálice de 4” e coroa de 4” para perfurações até 400 mm.

    Conclusão

    Ter um equipamento Contenco/Pavitest em sua obra é ter tecnologia e matéria-prima 100% nacionais trabalhando na sua empreitada. Por isso, garantimos toda a qualidade e eficiência!

    Siga-nos nas redes sociais e compartilhe mais este conhecimento com seus contatos!

  • Cortar é preciso! Conheça a Serra Circular para rochas e asfalto

    Cortar é preciso! Conheça a Serra Circular para rochas e asfalto

    Um dos procedimentos mais comuns que podemos ver em um canteiro de obras é o corte de materiais – afinal, não se adquire tudo na exata medida que é necessária para o projeto. É nessa etapa da empreitada que entra um equipamento bastante conhecido: a serra circular.

    Devemos entender, porém, que nem toda serra é adequada para realizar cortes em todo tipo de material. Na verdade, existem equipamentos altamente especializados em determinados tipos de corte.

    Neste artigo, falaremos das serras circulares especializadas em cortes de materiais resistentes e duros – muito mais do que, por exemplo, madeira. Vamos abordar os equipamentos adequados para cortar concreto, rocha, e outros, entender como é o processo e por que é importante utilizar máquinas adequadas e de qualidade.

    Como já é tradição aqui no Blog da Contenco, vamos sugerir a você, leitor, alguns outros artigos que possam interessar a você. Acompanhe os links abaixo:

    Barras E Bolas: Entenda Como Funciona O Processo De Moagem E Britagem

    Como É A Determinação Da Densidade Relativa Com A Mesa Vibratória?

    Estudos De Fundações E Poços Com A Sondagem SPT

    • Em que situações podemos utilizar a Serra Circular?
    • É seguro realizar cortes com a Serra Circular?
    • A Serra Circular I-3056 da Contenco é sua melhor opção!

    Em que situações podemos utilizar as Serras Circulares?

    Conforme já pontuamos, existem muitas situações no canteiro de obras em que se faz necessário cortar determinado material. A regra é: cada tipo de material deve ser cortado com um equipamento específico para tal fim.

    Não seguir essa regra pode danificar a serra, provocar a perda de materiais e, pior ainda, causar acidentes sérios!

    Assim, a Serra Circular fabricada pela Contenco/Pavitest – da qual falaremos melhor mais adiante neste artigo – também segue essa regra. A máquina pode ser utilizada em materiais de grande dureza e resistência, como concreto e agregados, materiais betuminosos, argamassas e rochas de diversos tipos.

    Trata-se de serviço pesado, muitas vezes necessário não apenas em obras de construção civil, mas também visto em canteiros de escavação e exploração de minérios.

    É seguro realizar cortes com a Serra Circular?

    A primeira coisa que deve ser destacada aqui é: todo o processo deve ser seguro e permeados de todos os cuidados que exigem as normas. A segurança que a própria máquina oferece é apenas parte desse todo.

    Falando nisso, a Serra Circular é dotada de dispositivos que controlam seu acionamento – permite, ao mesmo tempo, que se desligue rapidamente o motor e também inibe seu acionamento acidental.

    Além disso, a mesa de apoio é fundamental não apenas para facilitar o manuseio da peça a ser cortada, como também serve como item de segurança, permitindo que o objeto seja fixado e permaneça estável durante o procedimento.

    A Serra Circular I-3056 da Contenco é sua melhor opção!

    A estrela deste artigo – apesar do spoiler que já demos anteriormente – é a Serra Circular I-3056, fabricada pela Contenco/Pavitest.

    Serra circular

    Trata-se de equipamento desenvolvido e produzido pela empresa a partir de tecnologia e matéria-prima de origem 100% nacional. Ou seja: ao utilizar nossos produtos, você não apenas tem em mãos uma máquina de primor técnico e qualidade, mas também ajuda a movimentar a indústria nacional.

    A Serra Circular possui um sistema de refrigeração que funciona por meio de fluxo de água, totalmente regulável para quaisquer necessidades. Este é mais um item de segurança que preserva a integridade da máquina e do material.

    Um disco diamantado de 18 polegadas de diâmetro é o responsável pelo corte dos materiais, que pode ser longitudinal ou transversal, a depender da posição da amostra. A profundidade do corte chega a 160mm.

    Este foi mais um exemplo de conhecimento que agregamos aos artigos do nosso Blog da Contenco, atrelado a um produto que nos traz muito orgulho. Se você gostou deste artigo ou conhece alguém que se interessaria por estas informações, compartilhe com seus amigos!