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  • Óleo e Gás: conheça o ensaio de cilindro vazado

    Óleo e Gás: conheça o ensaio de cilindro vazado

    Um dos assuntos recorrentes em nosso blog é a importância dos ensaios e testes laboratoriais em diversos tipos de obras e empreitadas. Neste artigo, daremos continuidade a esta tradição e falaremos sobre o ensaio de cilindro vazado.

    Mas as semelhanças com artigos passados param por aí. Se vocês bem se recordam, já abordamos muito questões sobre obras como edificações, pavimentos, estradas, e seus ensaios de solos, de concreto e de asfalto. A diferença hoje é esta: o ensaio de cilindro vazado é feito em construções de poços de petróleo!

    Se você está chegando agora no Blog da Contenco, calma que vamos explicar melhor. Aproveite essa breve pausa e abra os links abaixo em novas abas de seu navegador, que você com certeza vai aproveitar essas informações:

    Óleo E Gás: Um Panorama Do Mercado Brasileiro

    Os Tipos E A Importância De Ensaios De Concreto Endurecido

    Você Sabe Quais São Os Benefícios Do Ensaio Triaxial Dinâmico De Solos Para A Sua Obra?

    • Petróleo e Contenco: o início de tudo
    • O que é o ensaio de cilindro vazado?
    • Qual a importância do ensaio de cilindro vazado?
    • Conheça o Equipamento para realização de Ensaio de Cilindro Vazado

    Petróleo e Contenco: o início de tudo

    Para quem está ainda sem entender: falaremos aqui de um ensaio específico para empreitadas em poços de petróleo porque faz parte da nova estratégia de mercado da Contenco: a atuação no segmento de Óleo e Gás.

    Se você quiser saber detalhes sobre isso, basta ler nosso último artigo, no qual trouxemos um panorama sobre este mercado no Brasil, suas projeções e potencialidades, e como a Contenco pretende se posicionar neste universo.

    Esperamos que este seja o início de uma trajetória de sucesso e parceria com você, leitor, amigo e cliente, e com todos os players dessa cadeia de valor que nos é tão estratégica e importante para o país.

    O que é o ensaio de cilindro vazado?

    Trata-se, de maneira geral, de um ensaio triaxial que já conhecemos – ou seja, cujo processo essencial é a aplicação de forças em três eixos (por isso é triaxial), com o objetivo de verificar as propriedades mecânicas da amostra de rocha a ser testada.

    Isso porque a perfuração/escavação de poços de petróleo muitas vezes exige uma intervenção profunda na crosta, com o intuito de atingir as melhores jazidas e propiciar uma melhor extração.

    O ensaio de cilindro vazado é um dos mais úteis para que se possa determinar a resistência da rocha nesses casos. Essa medição é feita aplicando-se forças nos eixos radiais e axiais, até que a amostra se rompa, momento em que são captados os índices necessários.

    Além disso, o ensaio temo como objetivo a análise das condições físicas/mecânicas do colapso e estabilização de poços para extração de petróleo.

    Qual a importância do ensaio de cilindro vazado?

    Conforme já pontuamos, a exploração econômica do petróleo e do gás natural exige que sejam feitas perfurações profundas na rocha, o que exige um conhecimento bastante detalhado das características desse material.

    O principal objetivo do ensaio de cilindro vazado – e de outros tipos de ensaios que veremos no futuro – é o de munir os profissionais responsáveis por essas complexas obras de dados confiáveis, para que todo o processo ocorra com eficiência e, principalmente segurança.

    Além disso, devemos também considerar a importância dos aspectos econômicos. Possuir informações relevantes sobre um projeto ajuda a prever gastos com material, pessoal e até mesmo a decidir sobre a viabilidade ou não de uma empreitada.

    Conheça o Equipamento para realização de Ensaio de Cilindro Vazado

    A grande estrela desses ensaios é o equipamento I-1081 – Equipamento para realização de Ensaio de Cilindro Vazado, fabricado e comercializado pela Contenco/Pavitest com projeto e materiais de origem 100% nacional.

    ensaio de cilindro vazado
    Equipamento para realização de Ensaio de Cilindro Vazado

    O equipamento conta com uma célula triaxial, que por sua vez apresenta os aplicadores de pressão servo controlados, bem como sensores para medição e controle da aplicação das forças. Além disso, possui instrumentos que medem a poro pressão e deformação radial.

    A precisão das medições é incrementada com o uso de um software especial de controle, que emite relatórios padronizados e permite o acompanhamento do ensaio em tempo real, por meio de gráficos.

    Fique de olho no Blog da Contenco para mais novidades em equipamentos para Óleo e Gás! Ah, e aproveite para compartilhar este artigo com seus contatos!

  • Óleo e gás: um panorama do mercado brasileiro

    Óleo e gás: um panorama do mercado brasileiro

    A Contenco tem como um de seus principais conceitos norteadores a inovação e o desenvolvimento de novos produtos sempre que há uma demanda de mercado que possa atender. E hoje anunciamos que a Contenco passa a atuar em um novo segmento: o mercado de óleo e gás.

    Este artigo será além de um simples anúncio, claro. Vamos procurar explicar para o cliente e parceiro quais serão as nossas estratégias e traçar um panorama desse mercado em que estamos entrando.

    Acompanhe pelo índice:

    • O que é o mercado de óleo e gás?
    • Como se configura o mercado de óleo e gás hoje?
    • Como a questão ambiental influencia este mercado?
    • Onde a Contenco Pavitest busca participar neste mercado?

    O que é o mercado de óleo e gás?

    O termo pode até parecer estranho à primeira vista, mas veremos o quão comum este mercado é em nossas vidas e no mundo dos negócios em geral. O mercado de óleo e gás influencia todos os dias nossas vidas!

    Em suma, quando falamos em óleo e gás, estamos na verdade falando do petróleo bruto e do gás natural que se encontram acomodados enterrados a profundidades diversas na crosta terrestre, seja em terra firme ou no fundo do mar. Chamamos essas substâncias de hidrocarbonetos.

    A indústria se encarrega de fazer a extração e o refino desses materiais brutos, que se transformam nas refinarias em subprodutos que conhecemos bem, como a gasolina e o plástico.

    Tais processos industriais – extração e refino, resumindo bem – são de extrema complexidade e necessitam de conhecimentos técnicos e equipamentos de ponta. A Contenco Pavitest entra exatamente nestes aspectos, como veremos mais adiante!

    Como se configura o mercado de óleo e gás hoje?

    O Brasil possui grande oferta de matéria-prima em termos de petróleo e gás natural, em reservas que foram sendo descobertas e exploradas ao longo das décadas passadas. Marcos importantes da história desse mercado são a fundação da Petrobras e a descoberta do Pré-Sal.

    Durante essas mesmas décadas do século XX, os combustíveis fósseis formaram eixo fundamental de uma cadeia de valor bastante lucrativa, com base principalmente nos transportes. A extração e processamento da borracha (pneus) e a construção de estradas são exemplos de atividades intimamente relacionadas ao óleo e gás.

    Porém, durante boa parte desse tempo o setor sofreu regulação pesada por parte dos governos e principalmente pela Petrobras, que é a estatal de maior importância estratégica. Essa regulação ainda existe, mas nos últimos anos ela deu lugar a uma maior abertura a investimentos estrangeiros, por meio da resolução de vários problemas regulatórios.

    Essa abertura fez com que esse mercado tivesse seu potencial de crescimento renovado, com muitas empresas estrangeiras já anunciando investimentos no país, o que faz crescer também a demanda por insumos e maquinário especiais para os diversos momentos da cadeia de produção de óleo e gás.

    Como a questão ambiental influencia este mercado?

    Ao mesmo tempo em que é possível vislumbrar dias de glória para o mercado de hidrocarbonetos, também é necessário prestar muita atenção em um movimento que cresce de maneira sólida: o de substituição das fontes de energia por opções renováveis e menos poluentes que as de origem fóssil.

    A chamada “Transição Energética” é algo que acontece de maneira global. Muitos fundos de investimento já sinalizaram que não vão mais fazer aportes em energia fóssil, privilegiando assim as energias renováveis.

    Em contrapartida, a demanda por energia – seja ela qual for – só cresce no mundo inteiro. Não há nenhuma projeção que nos coloque em condições de suprir essa demanda apenas com energia renovável pelas próximas várias décadas.

    Segundo artigo da Agência EPBR, a demanda por petróleo tende ao crescimento contínuo até 2030, mantendo seu patamar até 2040. Desse modo, o mercado de óleo e gás tem muito “chão” ainda para percorrer – e perfurar.

    Onde a Contenco Pavitest busca participar neste mercado?

    A Contenco Pavitest tem grande expertise no desenvolvimento e produção – 100% nacionais – de equipamentos diversos para ensaios e testes laboratoriais de solos, minérios, asfaltos e outros tipos de materiais.

    E é com base em toda essa experiência que a Contenco está se lançando no mercado de óleo e gás, estratégia que se materializa na forma de produtos indispensáveis para a perfuração, extração e o manejo adequados em poços naturais que são jazidas de hidrocarbonetos.

    Entre os lançamentos estão equipamentos para Ensaio do Cilindro Vazado, Ensaio de Inchamento, Ensaio de Fluência – Creep, Célula de Cortador Única – CCU, TARI – Torre de Avaliação para Resistência ao Impacto e o Aparelho Triaxial Verdadeiro para Colapso de Poço. Falaremos mais de cada um desses casos nos próximos artigos. Por isso, fique bem ligado nas atualizações do blog!

    ÓLEO E GÁS – LANÇAMENTOS CONTENCO – MARCA PAVITEST

    equipamento óleo e gás
    EQUIPAMENTO CÉLULA DE CORTADOR ÚNICO CCU – I-1083
    ensaio de cilindro vazado
    EQUIPAMENTO PARA REALIZAÇÃO DO ENSAIO DE CILINDRO VAZADO- I-1081
    EQUIPAMENTO TRIAXIAL ESTÁTICO PARA ROCHAS – ENSAIO DE FLUÊNCIA – CREEP- I-1077-HD
    ensaio de expansao de argila
    EQUIPAMENTO PARA ENSAIO DE EXPANSÃO DE ARGILO MINERAIS E OUTRAS MATÉRIAS- I-1079
    MÁQUINA TRIAXIAL VERDADEIRO PARA COLAPSO DE POÇO- I-1084
    TORRE PARA AVALIAÇÃO DE RESISTÊNCIA AO IMPACTO-TARI- I-1082
  • Os tipos e a importância de ensaios de concreto endurecido

    Os tipos e a importância de ensaios de concreto endurecido

    O concreto é um material tão importante para qualquer obra que, como já falamos aqui algumas vezes, é necessário aferir suas características em diversos momentos. Falamos já sobre testes de concreto em seu estado fresco, e hoje abordaremos algumas questões sobre ensaios de concreto endurecido.

    Veremos neste artigo algumas situações em que o concreto já endurecido é submetido a testes e ensaios (laboratoriais ou “in loco”), bem como que tipo de informação interessa a partir do momento em que o concreto seca e ganha sua rigidez característica.

    Como não poderia deixar de ser, o Blog da Contenco oferece não apenas um material de conhecimento específico, mas também sugere outros conteúdos que podem ser muito úteis em suas pesquisas que o trouxeram até aqui. Seguem alguns links:

    Você Sabe Quais São Os Benefícios Do Ensaio Triaxial Dinâmico De Solos Para A Sua Obra?

    Ensaio Triaxial Dinâmico Em Asfalto: O Que É E Qual A Importância?

    Testes De Solos: As Diferenças Entre Ensaio Triaxial Estático E De Cisalhamento

    • O que é o ensaio de Concreto Endurecido?
    • O que faz o Permeâmetro?
    • O que faz o Esclerômetro?

    O que é o ensaio de concreto endurecido?

    Já abordamos, em outros artigos, aspectos do concreto que são levados a teste em procedimentos laboratoriais – mas que têm como objetivo avaliar as condições do concreto em seu estado fresco. Os ensaios dos quais falaremos hoje têm como objeto o concreto endurecido.

    Mas, afinal, qual a diferença? É o que parece: concreto endurecido é o que já “secou” e adquiriu propriedades de rigidez. E por que precisamos fazer ensaios com amostras de concreto nessas condições, já endurecido e aparentemente “pronto”?

    Esse procedimento é necessário porque o concreto é um material cuja qualidade depende de muitos fatores diferentes, e um deles – dos mais importantes – é o processo de secagem e endurecimento.

    Por exemplo: muita ou pouca água nesse processo pode alterar alguns aspectos do material, como sua resistência e permeabilidade à água. Estes dois índices, aliás, são exemplos de grandezas que se buscam em ensaios de concreto endurecido, realizados com o esclerômetro e o permeâmetro – que veremos adiante, a partir de agora!

    O que faz o permeâmetro?

    O Permeâmetro Contenco/Pavitest Modelo I-3049 é um equipamento utilizado para medir a capacidade de permeabilizarão à água de amostras de concreto endurecido.

    permeâmetro

    Este equipamento foi desenvolvido para determinação da penetração de água sob pressão em corpos de prova prismáticos de concreto endurecido.

    Possui leitor digital de pressão, válvula reguladora, reservatório para água e tubulações com registro, com pressão de trabalho: 0,7 Mpa

    Dispõe também de Reservatório para água de aproximadamente 18 litros, estanque, construído em aço inoxidável e escala para visualização do nível de água no reservatório

    As tubulações e conexões estão adequadas para pressões de até 1,50 MPa;

    Outro Modelo de Permeâmetro

    A Contenco também fabrica o Permeâmetro Contenco/Pavitest Modelo I-3049.

    ensaio de concreto - permeâmetro

    O aparelho possui seis câmaras que podem receber corpos de prova independentes. Um sistema de manômetros, válvulas e registros especiais faz a máquina operar com pressão que pode chegar a 400LB/Pol². É por meio dessa pressão que é medida a permeabilidade das amostras.

    A estrutura conta também com medidores milimetrados para o nível da água, além de câmeras de Ø 6”, 8”, 10”, 12” ou 18”, que auxiliam no processo de medição da permeabilidade do concreto endurecido.

    O que faz o esclerômetro?

    Já o Esclerômetro de Reflexão Schmidt Analógico C-3018 tem a função de determinar um valor aproximado para o índice de resistência à compressão superficial no concreto endurecido.

    Esclerômetro de Reflexão Schmidt

    Temos também este equipamento na versão digital – C-3018-A.

    Vale destacar aqui que o Esclerômetro, ao contrário da maioria dos outros equipamentos, faz seu trabalho “in loco” – ou seja, analisa o concreto não por meio de amostras, mas sim no local onde já foi aplicado.

    Por conta dessa característica, o equipamento foi desenvolvido de modo que sua atuação no concreto endurecido não o destrua, o que poderia comprometer o bom andamento da obra.

    Há benefícios e vantagens em se realizar ensaios dessa maneira. Um deles é que a análise já traz o resultado de um material que já foi aplicado, eliminando o risco de variações por amostragem. Além disso, ganha-se em agilidade, uma vez que é anulado o trânsito entre laboratório e canteiro de obras.

    O concreto, suas características e seus ensaios são temas muito merecedores de conteúdo completo, pois são complexos e têm grande peso em empreitadas – seja na segurança, na qualidade e no custo.

    Assim, se você quer ver mais artigos e textos deste tipo, não deixe de acompanhar sempre o nosso blog!

  • Você sabe quais são os benefícios do ensaio triaxial dinâmico de solos para a sua obra?

    Você sabe quais são os benefícios do ensaio triaxial dinâmico de solos para a sua obra?

    O que um empreendimento de engenharia civil ou afins ganha com uma Máquina Triaxial Dinâmica de Solos? Certamente em segurança, qualidade nos ensaios e muita economia. Mas como isso pode acontecer?

    É o que vamos procurar desvendar neste artigo, destacando também a importância de se realizar ensaios laboratoriais sempre com equipamentos certificados e pessoal qualificado.

    Se você também se interessar por outros tipos de ensaios, como o triaxial dinâmico para asfalto, por exemplo, pode acessar os links que separamos abaixo! Abra-os em outras abas e leia depois!

    Ensaio Triaxial Dinâmico Em Asfalto: O Que É E Qual A Importância?

    Testes De Solos: As Diferenças Entre Ensaio Triaxial Estático E De Cisalhamento

    Por Que É Importante Ter Na Obra Uma Máquina De Ensaio Triaxial Estático?

    • Por que máquina “triaxial dinâmica” de solos?
    • Quais os benefícios do ensaio triaxial dinâmico para a obra?
    • Conheça a Máquina Triaxial Dinâmica de Solos da Contenco!

    Por que máquina “triaxial dinâmica” de solos?

    As terminologias que são utilizadas nesse meio nem sempre são totalmente intuitivas, mas bastam pequenas pistas para que possamos entender, de fato, quais são suas características a partir dos seus nomes e conceitos.

    O “triaxial” ocorre porque a máquina possui uma prensa que aplica cargas de força nas amostras de solo (ou qualquer outro material em que se aplique o teste) em três eixos diferentes, procurando assim simular as tensões e pressões que existem em condições naturais.

    E o “dinâmico”? Serve para determinar que as forças aplicadas não são estáticas (como nas máquinas triaxiais estáticas, por exemplo), mas sim em cargas repetidas, com certa frequência e intensidade. Essa funcionalidade também existe para simular as condições naturais.

    Quais os benefícios do ensaio triaxial dinâmico para a obra?

    Conforme abordamos no item anterior, o ensaio triaxial dinâmico tem como um de seus principais objetivos emular situações em que o solo do qual a amostra é parte enfrentará durante a obra e ao longo do tempo, após finalizada.

    Entrando em mais detalhes, o ensaio mede o que chamamos de módulo de resistência do solo, que é um índice que traduz o potencial de deformação mecânica de determinada amostra de material (no caso, solo) quando submetida a forças constantes e repetidas.

    De prima, emerge um dos principais benefícios desses tipos de ensaio, que é a segurança. Saber o quanto um solo “resiste” às forças naturais é essencial para que a engenharia faça as intervenções necessárias no projeto e nos processos construtivos para que a obra se desenvolva estável e dure muitas décadas.

    Outro benefício bastante almejado é a economia, em todos os âmbitos da obra – coisa que um bom ensaio triaxial dinâmico certamente assegura. Com dados corretos sobre a resistência dos materiais, é possível desenhar processos e adquirir materiais de forma muito mais eficiente.

    Conheça a Máquina Triaxial Dinâmica de Solos da Contenco!

    A Máquina Triaxial Dinâmica de Solos da Contenco, modelo I-1078-A, possui todas as funcionalidades que já descrevemos até aqui – prensa que aplica cargas repetidas e constantes em sentido triaxial, determinando o módulo de resiliência e deformação permanente do solo. A repetição da aplicação das cargas obedece a uma frequência, que é a de 1 Hz: carga durante 0,1 segundo e repouso durante 0,9 segundos.

    ensaio triaxial dinâmico de solos

    Os dados produzidos pelos ensaios são coletados e registrados por meio de sensores que medem os deslocamentos e alterações provocados pelas cargas, com alto grau de precisão.

    Todo o controle do processo (comando, controle, monitoramento e emissão de relatórios, entre outros) do ensaio pode ser feito por meio de software incluso com o equipamento, desenvolvido em VB (Visual Basic) e que grava os dados em um banco de dados Access.

    Lembrando sempre que as máquinas da Contenco (marca Pavitest) são desenvolvidas e produzidas com tecnologia e material 100% nacional!

    Compartilhe este artigo com seus contatos e com quem você julgue que também vai fazer bom uso dessas informações todas! Ah, e aproveite para colocar o Blog da Contenco em seus favoritos!

  • Ensaio triaxial dinâmico em asfalto: o que é e qual a importância?

    Ensaio triaxial dinâmico em asfalto: o que é e qual a importância?

    Ensaios triaxiais são realizados de forma bastante comum em amostras de solos, para diversos fins na construção civil. Mas, hoje, falaremos sobre outro procedimento laboratorial, tão importante quanto: o ensaio triaxial dinâmico em asfalto.

    Buscaremos entender, neste artigo, por que esse tipo de ensaio é tão importante e o que esse procedimento laboratorial mede e traz de informações úteis para um empreendimento de engenharia de pavimentos.

    E, claro, falaremos também do Equipamento Triaxial Dinâmico Para Asfalto – I-1078-B, fabricado e vendido pela Pavitest/Contenco, com tecnologia e insumos 100% nacionais!

    Como o leitor assíduo do Blog da Contenco já sabe, nosso foco aqui é trazer informação ampla e de qualidade sobre o universo dos testes e ensaios para engenharia civil, bem como as máquinas e equipamentos que deles fazem parte. Por isso, recomendamos também a leitura dos artigos abaixo:

    Testes De Solos: As Diferenças Entre Ensaio Triaxial Estático E De Cisalhamento

    Por Que É Importante Ter Na Obra Uma Máquina De Ensaio Triaxial Estático?

    O Que São Ensaios De Abrasão E Quais Equipamentos São Utilizados?

    Além disso, você pode se orientar neste artigo pelo índice:

    • O que é o ensaio triaxial dinâmico em asfalto?
    • O que é o módulo de resiliência?
    • Conheça a máquina triaxial dinâmica para ensaios de asfalto

    O que é o ensaio triaxial dinâmico em asfalto?

    Ensaios de asfalto são um tipo muito importante entre os testes laboratoriais necessários para o bom andamento de uma obra – inclusive, falamos sobre ensaios marshall neste artigo, que também é um tipo de procedimento aplicado em amostras de asfalto.

    No caso do ensaio triaxial dinâmico, existe a possibilidade de aplicação tanto em solos quanto em asfaltos, mas com equipamentos diferentes.

    Apesar disso, o princípio é o mesmo: a prensa triaxial aplica à amostra uma força em três direções distintas (por isso triaxial, em três eixos) e de forma cadenciada, respeitando frequência e evolução que podem ser programados (por isso é “dinâmico”).

    A aplicação das cargas cíclicas é medida pela máquina triaxial, que retorna um índice chamado módulo de resiliência, um dado crucial para a construção de vias pavimentadas.

    Vamos saber mais sobre o módulo de resiliência no próximo tópico?

    O que é o módulo de resiliência?

    O módulo de resiliência é um índice que representa o comportamento mecânico de uma determinada amostra de material, quando este é submetido a forças constantes e repetidas.

    Essa definição conversa de forma bastante aderente ao nosso objeto de abordagem, o asfalto, uma vez que pavimentos e estradas sofrerão carga e peso constantes e intercalados durante toda sua vida útil.

    Este é o principal fator que torna o módulo de resiliência do asfalto e, por consequência, o ensaio que é responsável por sua determinação – o ensaio triaxial dinâmico de asfalto – em elementos tão importantes no planejamento e execução de obras de pavimento.

    Ou seja, o módulo de resiliência é fator fundamental para que se saiba das condições do material a ser utilizado e se o mesmo é seguro para aplicação. Recursos e vidas podem ser salvas por conta da realização de ensaios de asfalto desse tipo.

    Conheça a máquina triaxial dinâmica para ensaios de asfalto

    Conforme já pontuamos antes, ensaios de asfalto para determinação do módulo de resiliência das amostras são feitos com o Equipamento Triaxial Dinâmico Para Asfalto – I-1078-B, da Contenco/Pavitest.

    Conforme já pontuamos antes, ensaios de asfalto para determinação do módulo de resiliência das amostras são feitos com o Equipamento Triaxial Dinâmico Para Asfalto – I-1078-B, da Contenco/Pavitest.

    Conheça alguns detalhes da máquina:

    • A máquina possui dois cabeçotes curvos, entre os quais é posicionado o corpo de prova, que ali é submetido a forças triaxiais.
    • A carga de força à qual o corpo de prova é submetido pode ser aplicada de forma repetida e com frequência que pode ser configurada.
    • Os dados são obtidos por meio de dois sensores de deslocamento linear (LVDT) acoplados ao corpo de prova.
    • A máquina possui uma câmara termostática para climatização e controle da temperatura especificada, onde é colocado o corpo de prova.
    • Acompanha um software para acompanhamento, controle, configuração e geração de relatórios.

    Esperamos que as informações que trouxemos aqui tenham, de fato, sido úteis para você e ajudado a tomar suas decisões! Procuramos sempre fornecer dados precisos e técnicos que estejam bem alinhados com a realidade de mercado e de canteiro de obras!

    Visite sempre o Blog da Contenco e compartilhe este artigo com seus amigos!

  • Testes de solos: as diferenças entre ensaio triaxial estático e de cisalhamento

    Testes de solos: as diferenças entre ensaio triaxial estático e de cisalhamento

    Temos conversado bastante aqui no Blog da Contenco sobre ensaios de solo, e deste assunto emergem dois termos comuns, mas que podem gerar confusão. Afinal, você sabe qual é a diferença entre ensaio triaxial estático e de cisalhamento?

    Essa dúvida surge principalmente porque ambas são abordagens procedimentais muito parecidas no âmbito dos resultados obtidos com cada uma delas, bem como em seus objetivos.

    Apesar disso, a principal diferença é que o ensaio triaxial estático apresenta, de forma geral, condições de análise mais completas do que o de cisalhamento – que, por sua vez, é mais limitado.

    Neste artigo, vamos entender todas essas diferenças, bem como listar as vantagens do ensaio triaxial estático, ponto a ponto, feito pela Máquina de Ensaio Triaxial da Contenco/Pavitest, de tecnologia 100% nacional.

    Como o leitor já está acostumado, nosso blog tem como um de seus principais objetivos trazer informações técnicas de qualidade de forma acessível. Por isso, como não poderia deixar de ser, recomendamos abaixo alguns artigos que vão ajudar você a entender melhor sobre esses assuntos!

    Por Que É Importante Ter Na Obra Uma Máquina De Ensaio Triaxial Estático?

    O Que São Ensaios De Abrasão E Quais Equipamentos São Utilizados?

    Descubra Como É Feito O Ensaio De Dilatação Térmica Linear Em Rocha

    Também como é de praxe, elencamos a seguir os principais tópicos deste artigo, para que você possa se orientar e organizar sua leitura:

    • Ensaio triaxial estático e de cisalhamento: parecidos, mas diferentes
    • Máquina de Ensaio Triaxial: ensaio muito mais completo
    • Máquina de Ensaio Triaxial I-1077 AH: Lançamento!

    Ensaio triaxial estático e de cisalhamento: parecidos, mas diferentes

    Conforme vimos, os ensaios triaxial estático e de cisalhamento convergem em semelhanças como parâmetros resultantes e objetivos gerais pelos quais se realizam ensaios de solos desse tipo.

    Embora os nomes insinuem divergências do tipo, ambos ensaios de solos buscam medir a resistência ao cisalhamento dos solos. Em tempo, definimos cisalhamento como a deformação de uma amostra quando diante de forças atuantes em diferentes planos e direções.

    Em função disso, tanto um ensaio como o outro resultam em índices de mesma natureza, que são o ângulo de atrito e coesão do solo. Porém, as semelhanças terminam aí, quando começam as divergências de metodologia e condução dos ensaios.

    Máquina de Ensaio Triaxial: ensaio muito mais completo

    Em linhas gerais, o ensaio triaxial estático, conduzido em ambiente laboratorial pela Máquina Triaxial Estática I-1077 da Contenco, confere aos testes melhor potencial de simulação do “campo”, garantindo dados muito próximos da realidade.

    Máquina Triaxial Padrão – I-1077
    Máquina Triaxial Padrão – I-1077
    Cisalhamento Digital Eletrônico Servo Controlado
    Cisalhamento Digital Eletrônico Servo Controlado

    Vamos entender, a seguir, em quais aspectos o ensaio triaxial estático se mostra superior ao de cisalhamento.

    • Em termos de drenagem, o ensaio triaxial estático permite simular e avaliar os parâmetros tanto em condição drenada quanto não-drenada. Enquanto isso, ensaios de cisalhamento fazem apenas ensaios drenados.
    • Ensaios triaxiais estáticos permitem controle e medição da poro pressão, o que não pode ser feito em ensaios de cisalhamento.
    • O processo de saturação do corpo de prova é realizado em ambos os tipos de ensaios, sendo mais completo e efetivo no triaxial estático por conta da percolação e à saturação por contrapressão.
    • Por fim, o ensaio triaxial estático permite a ruptura do corpo de prova em seu ponto mais fraco, enquanto que no de cisalhamento esse aspecto é imposto ao plano horizontal.

    Máquina de Ensaio Triaxial I-1077 AH – Lançamento!

    Depois de listar todas as vantagens que o ensaio feito pela Máquina Triaxial da Contenco tem sobre os procedimentos mais comuns de cisalhamento, vamos a um bônus incrível – um lançamento da Contenco que repercute em muito mais agilidade e eficiência em testes para obras de engenharia civil.

    Trata-se do novo modelo Equipamento Triaxial I-1077-AH , que possui como principal nova funcionalidade a execução de dois ensaios de solos ao mesmo tempo, utilizando 04 medidores de pressão digital, sendo 02 deles sob pressão.

    O sistema de aplicação de pressões, com capacidade de até 10,00 Kgf/cm², é realizado através de unidade geradora de pressão, controlado e estabilizado por válvulas reguladoras e possui células de interfaceamento para evitar o contato do ar com a água.

    As medidas de pressões são realizadas através de transdutores de pressão.

    Possui sistema computadorizado para cadastramento de amostras e corpos de prova, aquisição e armazenamento de dados, traçado de gráficos e emissão de relatórios.

    A prensa e o painel se comunicam com o software através de rede “WiFi”.

    Conheça: https://back.contenco.com.br/produto/equipamento-triaxial-estatico-para-dois-ensaios-simultaneos-em-solos-com-medidor-de-volume/

    I-1077-AH – Equipamento Triaxial Estático para Dois Ensaios Simultâneos
    I-1077-AH – Equipamento Triaxial Estático para Dois Ensaios Simultâneos

    Essa nova função se traduz em procedimentos laboratoriais mais rápidos no caso da necessidade de ensaios em diferentes solos – e, claro, na obtenção de dados importantes também bastante agilizada.

    Outro ponto diferencial do modelo I-1077-AH da máquina triaxial é a comunicação da prensa e do painel com o software de controle, que é feita 100% via conexão Wi-Fi.

    Todas essas informações e novidades foram úteis para você? Se sim, não deixe de compartilhar este artigo em suas redes sociais e, claro, de conferir sempre as postagens em nosso blog!

  • Por que é importante ter na obra uma Máquina de Ensaio Triaxial Estático?

    Por que é importante ter na obra uma Máquina de Ensaio Triaxial Estático?

    Assim como o emprego de uma ferramenta de qualidade resulta em um produto adequado (e por que não melhor?), a utilização de uma Máquina de Ensaio Triaxial Estático nos laboratórios de testes para obras é um ótimo indicativo de saúde e segurança tanto no canteiro quanto na edificação finalizada.

    Neste artigo, partiremos logo para a informação e o conhecimento mais puro sobre esses assuntos. Ou seja: falaremos aqui sobre o conceito e os procedimentos de um ensaio triaxial estático, além do papel da máquina triaxial da Contenco nesse tipo de teste.

    Como é de praxe, selecionamos alguns artigos bastante relevantes e que você certamente considerar úteis. Seguem abaixo:

    O Que São Ensaios De Abrasão E Quais Equipamentos São Utilizados?

    Descubra Como É Feito O Ensaio De Dilatação Térmica Linear Em Rocha

    Saiba Detalhes Sobre Ensaios Marshall (Ou Ensaios De Asfaltos) E As Máquinas Que São Utilizadas!

    • Conheça a Máquina de Ensaio Triaxial
    • Como é realizado o Ensaio Triaxial?
    • Por que é importante ter uma boa Máquina de Ensaio Triaxial?

    Conheça a Máquina de Ensaio Triaxial Estático

    A Máquina de Ensaio Triaxial Estático – ou apenas máquina triaxial – é um equipamento utilizado em testes laboratoriais para obter dados sobre amostras de solo, com vistas a garantir estabilidade, durabilidade e segurança a obras de engenharia civil.

    máquina de ensaio triaxial estático

    No caso da máquina fabricada e fornecida pela Contenco/Pavitest, a Triaxial Estática I-1077,  é importante salientar que é um equipamento 100% nacional, e que os laboratoristas têm à disposição funcionalidades que cobrem diversas modalidades de ensaios triaxiais, desde ensaios lentos a rápidos, e drenados e não drenados.

    Além da Máquina de Ensaio Triaxial Estático I-1077, a Contenco desenvolveu outros modelos de Triaxiais Estáticos, visando atender as mais diversas demandas e exigências do mercado:

    triaxial estático com duas linhas de pressão
    Máquina para Ensaio Triaxial Estático  I-1077-E – com 2 Linhas de Pressão, desenvolvido para fins didáticos
    máquina de ensaio triaxial estático
    Máquina para Ensaio Triaxial Estático I-1077-HA/HB com 02 ou 04 Pressurizadores

    Nova tecnologia desenvolvida pela Contenco, onde todos os ensaios são realizados sem o uso de ar comprimido, através de controladores servo hidráulicos.

    Equipamento Triaxial Estático I-1077-HC/HE – com 02 ou 04 Pressurizadores e Células de Carga Submersíveis

    Além da nova tecnologia desenvolvida pela Contenco, onde todos os ensaios são realizados sem o uso de ar comprimido, através de controladores servo hidráulicos, este equipamento foi desenvolvido para ser utilizado com células de carga submersíveis, que se traduz em maior flexibilidade de utilização pelo usuário final.

    Em termos gerais, a máquina triaxial possui um sistema de pistão e prensas que aplicam carga de força em um determinado objeto (amostra ou corpo de prova – no caso, amostra de solo), até que se rompa.

    Durante esse processo, os sensores da máquina registram dados e os convertem em informações que caracterizarão aquela amostra de solo, de acordo com diversos tipos de parâmetros, a depender do ensaio e do objetivo deste.

    Veremos mais sobre esses e outros detalhes sobre ensaios triaxiais em geral no próximo tópico – mas, antes, que tal conferirmos a máquina de ensaio triaxial da Contenco em ação? Veja o vídeo abaixo.

    Como é realizado o Ensaio Triaxial?

    O ensaio triaxial – ou teste de solos, como também é conhecido – é um procedimento laboratorial realizado por uma máquina de ensaio triaxial, que tem por objetivo obter dados sobre a resistência ao cisalhamento de uma amostra de solo ou de rocha. (Ângulo de atrito e coesão)

    Em essência, o ensaio triaxial consiste em:

    1 – Preparação do corpo de prova, que consiste em uma amostra do solo a ser testado acomodado em uma forma cilíndrica;

    2 – O corpo de prova, já confeccionado, é depois envolto em uma membrana de látex e posicionado dentro da célula de compressão da máquina triaxial, submerso em água;

    3 – Uma vez posicionado corretamente, o corpo de prova é submetido a forças axiais progressivas, controladas de forma manual ou eletrônica, a depender da máquina (a Triaxial Estática I-1077, da Contenco, é eletrônica);

    4 – A carga é aplicada até que o corpo de prova se rompa. A máquina, por meio de software, terá então registrado uma série de dados que serão convertidos em relatórios contendo informações sobre a resistência ao cisalhamento da amostra, dentre outras.

    Por que é importante ter uma boa Máquina de Ensaio Triaxial de solos?

    A resposta para essa pergunta elucidará o questionamento que fizemos no título. Em suma, uma Máquina de Ensaio Triaxial robusta, confiável e versátil é fundamental para a construção civil.

    Isso acontece porque, em obras, é necessário fazer diversos cálculos complexos, no intuito de garantir a segurança, a durabilidade e a utilização eficiente de recursos materiais e financeiros. Nessa categoria entram cálculos de fundação, de barragens, pavimentos e mineração.

    Um componente vital para esses cálculos é o conjunto de informações que caracterizam o solo do local onde a obra será executada.

    É nesse ponto que entra a máquina triaxial, cuja própria natureza de projeto e desenvolvimento permitem simular com alta fidelidade as condições reais do solo “in loco” e as forças às quais o elemento é submetido de forma natural.

    Por isso, se uma edificação hoje é considerada segura, estável e duradoura, é porque em sua fase de obras foram realizados testes confiáveis por meio de uma máquina triaxial – provavelmente uma máquina Contenco/Pavitest!

    Concluindo

    Para ter sempre informações como as deste artigo, bem como as principais notícias sobre os produtos da Contenco, acesse o Blog da Contenco e adicione aos seus favoritos!

    E se você gostou deste artigo específico, não deixe de compartilhar com seus contatos!

  • O que são ensaios de abrasão e quais equipamentos são utilizados?

    O que são ensaios de abrasão e quais equipamentos são utilizados?

    Apesar de apresentarem diferenças conceituais e funcionais, ensaios de abrasão são tão importantes para a engenharia de materiais e dinâmica de obras quanto todos os outros dos quais já falamos aqui no blog.

    Para entendermos melhor essas diferenças e onde elas se encaixam dentro dos processos, basta imaginarmos o que, de fato, esses ensaios simulam.

    Trata-se, na verdade, de testes que procuram mensurar os efeitos de fenômenos e acontecimentos comuns a certos tipos de materiais, com o objetivo de melhorar a segurança dos empreendimentos, bem como dimensionar a aquisição de matéria prima.

    Neste artigo, vamos entender um pouco melhor sobre esses conceitos e conhecer os equipamentos fabricados pela Contenco para testes de abrasão – produção 100% nacional!

    Mas, antes, como já é de praxe, queremos propor alguns links para outros artigos do Blog da Contenco que você com certeza vai gostar. Confira:

    Descubra Como É Feito O Ensaio De Dilatação Térmica Linear Em Rocha

    Saiba Detalhes Sobre Ensaios Marshall (Ou Ensaios De Asfaltos) E As Máquinas Que São Utilizadas!

    Conheça O Ensaio De Solos CBR – California Bearing Ratio E Os Equipamentos Utilizados

    E ainda, para você se orientar na leitura e não perder nada importante, separamos o conteúdo nos seguintes tópicos:

    • O que é abrasão?
    • Ensaios de abrasão – o que são?
    • Por que ensaios de abrasão são importantes?
    • Que equipamentos utilizamos em ensaios de abrasão?

    O que é abrasão?

    Dentre os fenômenos dos quais falamos logo acima – que podem ser naturais ou não – podemos citar o da abrasão, que é a perda de material em decorrência da fricção entre massas e objetos.

    Um bom exemplo de abrasão no dia a dia é quando lixamos algo. O atrito gerado pela lixa, que tem uma superfície altamente abrasiva, “arranca” parte do material que está sendo lixado.

    Existem muitos outros exemplos desse processo na natureza. Montanhas, leitos de rios, cavernas e acidentes geográficos em geral são formados por meio dessa dinâmica, que pode durar milhões de anos!

    Para simular esses efeitos e entender como a abrasão afeta materiais como concreto, agregados e cerâmicas, precisamos de laboratório e equipamento especial. É sobre isso que falaremos a partir de agora!

    Ensaios de abrasão – o que são?

    Conforme já pontuamos, a abrasão acontece quando dois materiais entram em atrito e sofrem perda de matéria e diminuição das dimensões. Ensaios de abrasão têm como objetivo essencial mensurar essa perda.

    Máquinas de medição de abrasão (ou abrasímetros) têm como princípio submeter corpos de amostra – ou seja, o material a ser testado – a uma força de fricção, obtida de diversas maneiras diferentes, a depender do equipamento e do corpo de prova.

    Uma vez iniciado o teste, o abrasímetro irá medir o comportamento da amostra ao reagir a essas forças aplicadas, resultando em dados que mostram sua resistência à abrasão e o quanto foi alterada pelo processo.

    Tais dados são agregados em relatórios que serão usados para orientar diferentes tipos de ações – conforme veremos a seguir!

    Por que ensaios de abrasão são importantes?

    Muito do que se gasta de recursos financeiros em obras e empreendimentos em geral pode ser poupado quando otimizamos a utilização de alguns insumos. Materiais empregados nessas obras são os principais exemplos de potencial tanto de economia quanto de desperdício.

    Nesse contexto, podemos eleger o desgaste desses materiais pela abrasão como um dos principais fatores que determinam a durabilidade de materiais comuns em obras, como concreto, cerâmicas e agregados.

    Testes ou ensaios de abrasão são importantes porque deles podemos extrair dados que nos dizem quais materiais são mais ou menos resistentes à abrasividade que encontrarão em condições dadas como naturais à sua funcionalidade.

    Dessa forma, pode-se optar por materiais que sejam mais resistentes e duráveis, o que garante uma boa dose de segurança e economia de recursos.

    Que equipamentos utilizamos em ensaios de abrasão?

    A Contenco produz e oferece ao mercado três modelos diferentes de máquinas para testes de abrasão. Nunca é demais reforçar que são equipamentos produzidos com pesquisa, tecnologia e materiais 100% nacionais!

    Máquina de Abrasão Los Angeles I-3021

    ensaios de abrasão Máquina de Abrasão Los Angeles I-3021

    Assista  aqui uma aula prática disponível no Canal do do IF-Sertão Campus Petrolina sobre o Ensaio de Abrasão Los Angeles. Aula para o curso de Técnico em Edificações, com a participação do Técnico de Laboratório Romero Mendes do IF-Sertão Campus Petrolina.

    Utilizado para amostras de agregados, é composto por tambor de aço reforçado contendo um jogo de 12 esferas que aplicam a fricção abrasiva ao corpo de prova. Funciona com motor elétrico.

    Clique aqui e saiba mais sobre a Máquina de Abrasão Los Angeles I-3021

    Abrasímetro Hidráulico I-4212-A

    Esta máquina opera por meio de um recipiente com hélice e esferas, todos em aço inoxidável. A água, inserida e agitada por meio da hélice (e com ajuda das esferas), provoca o efeito abrasivo úmido em amostras de concreto e agregados.

    Clique aqui e saiba mais sobre o Abrasímetro Hidráulico I-4212-A

    Abrasímetro Amsler I-4212

    Abrasímetro Amsler I-4212

    O Abrasímetro Amsler possui um anel de ferro fundido com superfície plana e lisa que, ao ser rotacionado em um eixo, aplica força de abrasão nos corpos de prova – que podem ser dois ao mesmo tempo. Indicado para materiais cerâmicos, rochas e inorgânicos em geral.

    Clique aqui e saiba mais sobre o Abrasímetro Amsler I-4212

    Interessou? Acesse o site da Contenco para muito mais informações sobre equipamentos, produtos e acessórios!

  • Descubra como é feito o ensaio de dilatação térmica linear em rocha

    Descubra como é feito o ensaio de dilatação térmica linear em rocha

    dilatação térmica linear em rocha

    Um dos principais testes laboratoriais que existem em termos de obras e infraestrutura, e que lida com insumos naturais, é o ensaio de dilatação térmica linear em rocha.

    Também naturais são os aspectos mecânico-físicos com que lidam os ensaios de dilatação linear, pois tratam do aumento de tamanho da matéria em relação à temperatura e ao tempo.

    Uma vez que quaisquer obras serão invariavelmente submetidas aos auspícios do tempo e da amplitude térmica (calor e frio), sabemos já por que esses ensaios são tão importantes nesse contexto.

    Neste artigo, vamos entender um pouco mais como funcionam os ensaios de dilatação térmica linear em rocha, bem como conhecer um equipamento indispensável para esse procedimento – fabricado e comercializado pela Contenco!

    Siga a leitura se orientando pelo índice:

    • O que é o ensaio de dilatação térmica linear em rocha?
    • Como é feito o ensaio de dilatação térmica linear em rocha?
    • Conheça o Dilatômetro Para Medir Dilatação Térmica Linear I-4215

    Além disso, separamos a seguir alguns artigos do Blog da Contenco que podem figurar em seu radar de interesse. Abra-os em abas diferentes para ler depois!

    Saiba Detalhes Sobre Ensaios Marshall (Ou Ensaios De Asfaltos) E As Máquinas Que São Utilizadas!

    Conheça O Ensaio De Solos CBR – California Bearing Ratio E Os Equipamentos Utilizados

    Conheça Os Principais Equipamentos Para Laboratórios De Concreto

    O que é o ensaio de dilatação térmica linear em rocha?

    Trata-se de um teste laboratorial que, conforme já adiantamos um pouco no início deste artigo, verifica o quanto uma amostra varia de tamanho em função do aumento da temperatura – fenômeno que é uma propriedade física de qualquer matéria.

    Dilatação é nome deste fenômeno. Em linhas gerais, ocorre da seguinte maneira: quanto mais energia (calor) é fornecido a uma determinada quantidade de matéria, mais seus átomos e moléculas se “agitam”, fazendo assim com que aumentem de tamanho – se dilatem.

    Nesse contexto, imaginemos uma obra – uma edificação, por exemplo, exposta aos elementos. Sol, vento, chuva, estações do ano e até mesmo neve contribuem para a variação de temperatura dos materiais, muitas vezes ocorrendo em intervalos pequenos (por vezes no mesmo dia).

    É essa variação que o ensaio de dilatação térmica busca determinar, em ambiente controlado (laboratório) e por meio de equipamento específico, sobre os quais veremos mais logo nos próximos itens.

    Como é feito o ensaio de dilatação térmica linear em rocha?

    Conforme já vimos nas explicações e exemplos anteriores, um dos elementos essenciais em um ensaio de dilatação térmica é a temperatura, que provoca um aumento no tamanho dos materiais de forma geral.

    Ou seja: para entendermos como e quanto uma determinada amostra de rocha pode se dilatar em relação à temperatura e ao tempo, é necessário simular situações desse tipo em laboratório.

    Esse processo é feito por meio do Dilatômetro (veja no próximo item), que submete uma amostra de rocha a temperaturas cada vez mais altas, aumentando em função do tempo e, assim, extraindo dados específicos sobre esse processo.

    Entre esses dados coletados estão o coeficiente de dilatação, que é principal e mais importante, e a transposição desses efeitos em gráficos que relacionem temperatura, tempo e deformação da amostra.

    Conheça o Dilatômetro I-4215 da Contenco

    Informações tão importantes e detalhadas só podem ser obtidas por meio de um equipamento que seja ao mesmo tempo confiável, robusto e preciso. E isso nós já temos: é o Dilatômetro Para Medir Dilatação Térmica Linear I-4215.

    Dilatômetro Para Medir Dilatação Térmica Linear I-4215

    A máquina – que é de produção 100% nacional da Contenco – promove ensaios para verificação do coeficiente de dilatação linear em amostras de rochas, revestimentos e outros materiais inorgânicos quaisquer. Possui capacidade de incremento de temperatura de 0º a 60ºC a uma taxa de 0,1°C por minuto.

    Além disso, o Dilatômetro é controlado por meio de um software desenvolvido pela própria Contenco, por meio do qual é possível cadastrar as amostras, controlar e monitorar a temperatura, obter dados e emitir relatórios.

    O melhor, claro, é sempre poder vislumbrar esse tipo de equipamento com elementos visuais marcantes. Que tal então vermos esse vídeo de apresentação do Dilatômetro?

    Esperamos que todas as informações, exemplos e conceitos que mostramos aqui tenham sido úteis para você! Compartilhe este artigo com seus contatos e fique conectado para as novidades do nosso blog!

  • Saiba detalhes sobre ensaios marshall (ou ensaios de asfaltos) e as máquinas que são utilizadas!

    Saiba detalhes sobre ensaios marshall (ou ensaios de asfaltos) e as máquinas que são utilizadas!

    ensaio de asfalto
    Equipamentos para Ensaio Marshall – David Monje

    Um termo bastante comum no ramo de construção de vias pavimentadas (estradas, ruas, rodovias) é ensaios marshall – ou de forma simplificada, ensaio de asfalto. Como é extremamente importante, como veremos neste artigo!

    Assim como é necessário testar de forma exaustiva amostras de concreto para obras em geral, com vistas principalmente à segurança, ensaios de asfalto estão no mesmo patamar para a construção de estradas. Afinal, aqui a segurança é palavra de ordem!

    Isto porque, como sabemos, um asfalto de qualidade baixa pode desencadear uma série de acontecimentos, como trincas, buracos, acidentes e fatalidades. Dessa forma, obter um material que tenha passado por testes rigorosos é fundamental para esse setor tão estratégico quanto a construção de estradas.

    Neste artigo, vamos falar sobre ensaios de asfalto – ou ensaios marshall – e de alguns equipamentos imprescindíveis para a realização desses procedimentos laboratoriais. Todos eles de origem 100% nacional e fabricados pela Contenco!

    Para fins de orientação, separamos o assunto em tópicos:

    • O que são ensaios de asfalto – ou ensaios marshall?
    • Como são realizados os ensaios de asfalto?
    • Equipamentos e máquinas (prensas) para ensaios marshall
    • Acessórios comuns para prensas para ensaios de asfalto

    E, antes de passarmos para as informações de fato, gostaríamos de propor algumas outras leituras, que você pode salvar e ler depois! Você com certeza vai se interessar!

    Conheça O Ensaio De Solos CBR – California Bearing Ratio E Os Equipamentos Utilizados

    Conheça Os Principais Equipamentos Para Laboratórios De Concreto

    Ensaios De Rochas Com Um Moinho De Disco: Saiba Tudo!

    O que são ensaios de asfalto – ou ensaios marshall?

    Em essência, ensaios de asfalto são muito semelhantes aos outros tipos de ensaios que já abordamos aqui no blog (como ensaios de solos e de concreto, por exemplo). E, claro, carregam a mesma carga de importância, conforme já pontuamos acima, sobre a segurança.

    Em termos conceituais, ensaios marshall têm como principal característica a obtenção dos índices de estabilidade e de fluência de misturas betuminosas de cimento asfáltico ou alcatrão.

    Para complementar, entendemos estabilidade como a resistência máxima da amostra à compressão radial, e a fluência como a deformação total apresentada pela amostra, desde o início do ensaio até o nível máximo de compressão.

    Como são realizados os ensaios de asfalto?

    Falamos bastante sobre compressão e amostras, bem como os índices conceituais que trazem; mas falta ainda concebermos como, de fato, são realizados esses ensaios. É o que veremos agora!

    Uma vez obtido o material que servirá de amostra (corpo de prova), este é colocado em banho-maria, para posteriormente ser inserido no molde de compressão. Depois, o material já no molde é colocado na Prensa Marshall, que é o equipamento padrão para este tipo de teste.

    Uma vez na prensa, o corpo de prova é submetido à compressão, com carga que aumenta de forma progressiva, até que o corpo de prova se rompa.

    Uma vez que isso ocorre, está finalizado o teste, tendo este gerado dois números: o da força máxima empregada para romper o corpo de prova e o da fluência, que é medido pela própria máquina, a partir do espaço de deformação da amostra.

    Equipamentos e máquinas (prensas) para ensaios marshall

    Conforme já pontuamos, os equipamentos responsáveis pelos ensaios de asfalto ou ensaios marshall são as prensas. Nossa proposta aqui é conhecermos, agora, as máquinas dessa categoria que são produzidas e comercializadas pela Contenco, de forma 100% nacionalizada.

    A primeira da lista é a Prensa Marshall Manual I-2001. Como podemos já inferir, trata-se de uma prensa que é operada de forma manual durante os testes laboratoriais. Mesmo assim, o pistão tem retorno rápido à posição inicial, sem a necessidade de uso da manivela.

    prensa marshall manual

    Saiba mais sobre a Prensa Marshall Manual I-2001

    Normas: NBR NM-ISO 7500-1; DNER-ME 043; ASTM D-1559

    Em seguida temos a Prensa Marshall Elétrica – I-2001-A. Este modelo de prensa é movido a motor elétrico que, além de proporcionar um trabalho com menor esforço humano, permite uma aplicação de força muito mais uniforme.

    prensa marshall elétrica

    Saiba mais sobre a Prensa Marshall Elétrica – I-2001-A

    Normas: NBR NM-ISO 7500-1; DNER-ME 043; ASTM D-1559

    Por último, temos uma máquina que impressiona pela versatilidade. Estamos falando da Prensa CBR Marshall Eletrônica/Híbrida – I-1006-FA. Além de ensaios de asfalto marshall, este modelo reproduz quaisquer outros tipos de ensaios laboratoriais de compressão (solo, asfalto, compressão simples).

    Saiba mais sobre a Prensa CBR Marshall Eletrônica/Híbrida – I-1006-FA

    Normas: NBR NM-ISO 7500-1; NBR 9895, 12770, 12891; DNER-ME 049, 043

    Acessórios comuns usados em prensas para ensaios de asfalto

    As prensas para ensaios marshall contam também com um time de acessórios que são indispensáveis para procedimentos 100% confiáveis, de qualidade e muito mais práticos. Seguem alguns exemplos disponíveis nos catálogos da Contenco:

    Extrator de Amostras Mecânico
    Marshall – Extrator de Amostras Mecânico
    Molde para Tração Indireta (pórtico de Lottman)
    Marshall, Molde para Tração Indireta (pórtico de Lottman)
    Molde de Compactação (cilindro)
    Marshall, Molde de Compactação (cilindro)
    soquete Marshall
    Marshall, Soquete Marshall de 4,540 Kg
    Soquete marshall motorizado simples
    Marshall, Soquete marshall motorizado simples
    Medidor de Fluência
    Marshall, Medidor de Fluência 1/32mm
    medidor de fluência 1/100mm (Suporte+Extensômetro
    Marshall, medidor de fluência 1/100mm (Suporte+Extensômetro 10mm)
    Extrator de Amostras Mecânico
    Marshall – Extrator de Amostras Mecânico
    Disco Extrator de CP
    Marshall – Disco Extrator de CP
    Fixador para Molde
    Marshall, Fixador para Molde
    banho maria digital para amostras marshall
    Banho Maria Digital para amostras Marshall para 4 Corpos de Prova – 110V ou 220V com Tampa – 20 litros

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