A Máquina Universal de Ensaios Hidráulica da marca PAVITEST é fabricada
pela CONTENCO e foi projetada e desenvolvida para a realizar uma variedade de
ensaios, como:
Ensaios de
tração;
Ensaios de
compressão;
Ensaios de
dobramento;
Ensaios de
Cisalhamento;
e Ensaios
de flexão.
A Máquina Universal de Ensaios tem uma capacidade de 20 Tf e pode ser utilizada em diversos tipos de materiais, como:
Aço;
Madeira;
Argamassa;
e outros materiais compatíveis com a
capacidade do equipamento.
A Máquina Universal Hidráulica em sua versão padrão é utilizada para o ensaio de compressão axial e tração. E para a execução dos demais ensaios são utilizados acessórios específicos, também desenvolvidos pela CONTENCO.
Prensa Universal Elétrica Hidráulica para compressão e tração 20 Tf – I-4214-B
O Equipamento
A
Máquina Universal de ensaios é composta de
gabinete de comando e estrutura para ensaios com capacidade máxima de até 20
toneladas. O equipamento pode ser fornecido com duas escalas de calibração,
sendo a padrão de 20 a 100% da carga nominal e uma especial (opcional não
incluso), de 4 a 20% da carga nominal.
O sistema
para aplicação da carga é realizado através de válvulas reguladoras de vazão,
tanto para incremento quanto para decremento da carga.
O equipamento
possui as funções de pico máximo e tara para a carga.
As medidas
de deformação do corpo de prova durante o ensaio são realizadas através de
transdutores de deslocamento (LVDT) ou relógios comparadores, analógicos ou
digitais (opcional não incluso).
Um opcional da máquina universal de ensaios é o seu software próprio,
desenvolvido também pela PAVITEST, que pode ser usado para:
Cadastramento
de amostras e corpos de prova;
Aquisição e
armazenamento de dados;
Traçado de
gráficos;
Emissão de
relatórios;
e exportação
dos dados para o Excel.
Com relação à segurança, o equipamento
conta com proteção contra sobrecarga, fim de curso e corrente. Ele atende à Classe 1, conforme a norma NBR ISO
7500-1.
Tipos de Máquina Universal de Ensaios
A
CONTENCO oferece duas versões da Máquina Universal de Ensaios:
Máquina Universal Hidráulica Elétrica Digital
2. Máquina Universal Hidráulica Servo Controlada
CARACTERÍSTICAS
TÉCNICAS
Veja abaixo as características técnicas da Máquina Universal Hidráulica PAVITEST, desenvolvida e fabricada pela CONTENCO.
Alimentação – opcional ……………………..127
ou 220 monofásico e 220 ou 380 trifásico
Curso útil máximo do
êmbolo………………………………………………………………….
120 mm
Altura útil entre garras de
tração……………………………………………………………….140
mm
Altura útil entre pratos de
compressão………………………………………………………250 mm
Dimensões do gabinete (L x P x A)
………………………………………….520 x 450 x 900 mm
Dimensões da estrutura (L x P x A)
……………………………………….760 x 380 x 1850 mm
Peso aproximado do gabinete
…………………………………………………………………..110
Kg
Peso aproximado da estrutura
………………………………………………………………….300
Kg
Para mais informações sobre a Máquina Universal de Ensaios, suas funcionalidades, acessórios e venda, entre em contato com a Contenco pelos nossos canais de atendimento:
Desde a antiguidade a
alvenaria vem sendo utilizada como estrutura em diversos tipos de edificações e
a literatura informa amplamente sobre o desenvolvimento histórico da alvenaria
estrutural. Nos Estados Unidos (EUA), entre os anos de 1889 e 1891, foi
construído o edifício Monadnock, na
cidade de Chicago, com 16 andares e cerca de 60 metros de altura. Nele foram
utilizados blocos cerâmicos, com paredes de espessuras que variavam de 30cm no
topo até cerca de 1,80m na base.
Essas grandes espessuras de
paredes se davam pelo fato de que o modelo de cálculo da época admitia que os
esforços laterais do edifício deveriam ser integralmente absorvidos pelas
paredes de fachada. Uma concepção comum era manter o alinhamento externo das
paredes, variando-se a espessura a cada andar, o que fazia com que cada andar
superior aplicasse suas cargas verticais nos andares inferiores com
excentricidade. Limitando-se o deslocamento da parede superior sobre a
inferior, o momento correspondente a essa excentricidade não era suficiente
para tombar o edifício, mas apenas para equilibrar o movimento gerado pelas
ações laterais.
Avançando agora para a
Europa do período pós-Segunda Guerra Mundial, era necessária a construção de
muitas edificações, por conta da destruição causada pelas guerras. Estas
construções precisavam ter baixo custo e elevada rapidez, ou seja, serem racionalizadas.
Nessa época engenheiros
avaliaram que o sistema de pórticos (pilares e vigas) poderia não ser econômico
para edifícios residenciais que possuem diversas paredes de divisórias. Com
isso, se pensou em apoiar as lajes diretamente nas paredes e utilizar as
paredes como estrutura. Porém, era preciso avançar o conhecimento sobre a
alvenaria como estrutura. A partir de pesquisas iniciadas nesse período,
surgiram novos materiais e procedimentos de cálculo.
Um exemplo marcante desse
período são os edifícios construídos na Suíça, na década de 50, pelo engenheiro
e professor Paul Haller. Um edifício composto de 18 andares foi construído em
alvenaria não armada, com paredes de espessura entre 30cm e 37,5cm. Foi uma
revolução no uso da alvenaria estrutural. Era pioneira a utilização de
procedimentos racionais de dimensionamento, devendo-se ressaltar que isso só
foi possível após estudos teóricos e experimentais, bem como sua correlação.
Estima-se que o professor Paul Haller tenha ensaiado mais de 1.600 paredes de
alvenaria para fundamentar seus trabalhos.
Alvenaria
Estrutural no Brasil
Atualmente no Brasil, com o
grande desenvolvimento dos procedimentos de cálculo e dos materiais aplicados
para alvenaria estrutural, têm sido construídos edifícios altos em que as
paredes possuem espessura entre 14 cm e 19 cm, respeitando-se os limites de esbeltez
impostos pelas normas brasileiras.
A normalização brasileira trata o problema de esbeltez/flambagem de paredes de alvenaria de forma muito simplificada, utilizando um coeficiente redutor de resistência à compressão em função da esbeltez do elemento estrutural. Esse fator tem sua origem em normas e códigos de construção internacionais bastante antigos. Ele retoma épocas em que esses documentos tratavam o dimensionamento pelo Método das Tensões Admissíveis, tendo sido perdida a efetiva explicação dessa dedução. Em consultas feitas a vários pesquisadores estrangeiros e de tradição no desenvolvimento de normas internacionais, sabe-se apenas que tal fator foi calibrado por meio de alguns ensaios experimentais, cujo registro hoje é desconhecido.
Paredes de alvenaria estrutural
Vigas e Pilares
Dimensionamento
à compressão simples
A resistência à compressão é
propriedade determinante no uso de paredes como estrutura, uma vez que a grande
maioria dos elementos estruturais nesse tipo de sistema construtivo é submetida
preponderantemente ao esforço de compressão. Estes ensaios são regidos pela Norma brasileira NBR
15961-.
TUBOS DE
CONCRETO
Além da
alvenaria estrutural, vários outros aspectos da construção das edificações têm
passado por evoluções e diferentes estudos e ensaios para melhor compreensão e
uso das tecnologias existentes.
Os tubos
de concreto armado enterrados são utilizados como a principal alternativa para
o saneamento básico em todo o mundo. Obras deste tipo que não ficam visíveis
aos olhares da população que delas se beneficiam, podem sugerir menos atenção
que outras estruturas. Entretanto, os tubos de concreto armado devem ter o
mesmo cuidado, ou até maior, apresentado nos projetos usuais de estruturas,
pois a falha de um tubo pode representar problemas sérios e onerosos, mesmo não
apresentando vítimas fatais.
Outro
fator importante no aperfeiçoamento do projeto de tubos de concreto armado está
no fato de que uma pequena economia em uma unidade de tubo acarretará numa
ampla economia final no projeto de uma tubulação, tendo em vista o número de
repetições de unidades que são utilizados em uma obra de saneamento. Para que
esta economia seja possível algumas medidas são fundamentais: as instalações
devem ser confiáveis, devem possuir cada vez menor trabalho na execução, serem
seguras durante a construção e também aproveitarem o solo nativo do local da
obra, como indica a ASCE (1994).
Para
controle da resistência destes tubos de concreto utiliza se o ensaio de
compressão diametral, recomendado pela NBR 8890 (ABNT, 2007).
Texto retirado do trabalho: ANÁLISE DE TUBOS
CIRCULARES DE CONCRETO ARMADO PARA O ENSAIO DE COMPRESSÃO DIAMETRAL COM BASE NA
TEORIA DE CONFIABILIDADE
Jefferson Lins da Silva
Ensaios em paredes, alvenaria estrutural, vigas, pilares, tubos de concreto e outras estruturas
Para atender a demanda de ensaios em paredes, vigas, pilares, tubos de concreto e outras estruturas, a CONTENCO INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA desenvolve e fabrica pórticos com capacidade de até 300T
I-4268 PÓRTICO PARA ENSAIOS EM PAREDES, VIGAS, PILARES, TUBOS E OUTRAS ESTRUTURAS, 100-300 TON
Os
pórticos consistem numa estrutura auto reativa, inteiramente rígida, com base intermediária
e posicionamento regulável. Foram desenvolvidos para realizar ensaios de
resistência a compressão em paredes, vigas, pilares, tubos e outras
estruturas em concreto ou amostras de outros materiais.
Este
equipamento é formado de uma estrutura na forma de pórtico com vigas de perfis
“U”, com 6 (seis) pinos móveis para fixação da viga móvel. Desenvolvido com 3
(três) macacos de alto desempenho e curso do pistão de 200mm. Este sistema
servo-hidráulico de carga está associado ao sistema de controle do deslocamento
através da leitura dos sensores de deslocamento linear (LVDT).
Aplica-se
em ensaios de resistência a compressão em paredes de alvenaria, de blocos
cerâmicos ou blocos de gesso, ensaios em tubos de concreto, de seção circular,
para águas fluviais, esgotos sanitários e em elementos estruturais: vigas,
paredes, pilares, etc.
Este equipamento servo-controlado é comandado por software, traçando gráficos
on-line, tempo x deslocamento, tempo x carga ou carga x deformação com controle
tanto do incremento do deslocamento como o incremento de carga.
O Software funcional realiza a integração dos
dispositivos que compõem o conjunto e permite o comando, controle e monitoração
dos ensaios, com cadastramento de amostras e corpos de prova, traçado de
gráficos, armazenamento de dados e emissão de relatórios, o que possibilita
avaliação em condições e situações de simulação
Para saber mais sobre estes equipamentos ou outros da Contenco Pavitest,
entre em contato com a nossa equipe pelos nossos canais de atendimento:
Fonte: Parte do texto retirado do trabalho: Estudo
teórico e experimental de paredes esbeltas de alvenaria estrutural
Guilherme
Aris Parsekian
Departamento de Engenharia Civil, Centro de Ciências Exatas e de
Tecnologia | Universidade Federal de São Carlos | Rodovia Washington Luís,
SP-310, Km 235, Monjolinho | São Carlos – SP – Brasil | CEP 13565-905 | Tel.:
(16) 3351-9657 | E-mail: parsekian@ufscar.br
Marcio
Roberto Silva Correa
Departamento
de Estruturas, Escola de Engenharia de São Carlos | Universidade de São Paulo |
Av. Carlos Botelho, 1465, Vila Pureza | São Carlos – SP – Brasil | CEP
13560-250 | Tel.: (16) 3373-9458 | E-mail: mcorrea@sc.usp.br
Isabella
Cavichiolli
Centro de
Ciências Exatas e de Tecnologia | Universidade Federal de São Carlos | Tel.:
(16) 3351-8260 | E-mail: bellaa_cavichiolli@hotmail.com
Fonte: Parte do texto retirado do trabalho: Análise
de tubos circulares de concreto armado para o ensaio de compressão diametral
com base na teoria de confiabilidade
Os ensaios em amostras de rochas são usados para estudos petrográficos e
mineralógicos, sendo necessário assim a adequação das amostras para atender a
metodologia do ensaio. Por isso é realizada a redução do tamanho das partículas
através do britador ou moinho.
Qual a função do britador e moinho?
O britador desenvolvido para laboratórios é utilizado para a redução do
tamanho inicial da amostra (brita). Entretanto ele já produz também uma pequena
parcela de amostra moída.
Enquanto o moinho de laboratório é utilizado para o processo de pulverização (pó) dos materiais. Cada tipo de moinho possui características específicas que se aplicam a finalidades diferentes.
Para
atender esta área específica de britagem e moagem de amostras, a Contenco Indústria
e Comércio Ltda fabrica diferentes equipamentos:
Britador de mandíbulas
Moinhos de disco
Moinho de bolas/barras
Moinho de panela
Britador de Mandíbulas
O Britador
de Mandíbulas produzido pela Contenco, marca PAVITEST, possui abertura na
entrada de 110x90mm e dispõe de sistema simples e rápido de abertura da
mandíbula, proporcionando regulagem eficiente para obtenção de granulometrias
diversas. Com a abertura mínima é possível a obtenção de materiais com 20%
abaixo da peneira MESH 270 (0,057mm).
Fabricado
com materiais que garantem rigorosas condições de trabalho, o Britador de
Mandíbulas tem sua carcaça construída em chapas de aço soldadas e as mandíbulas
e chapas de desgaste em aço manganês. O Britador possui uma carenagem geral, o
que contribui para a segurança operacional.
Dimensões (ALP): 1200 x 665 x 1010mm.
Britador de Maníbula I-4198
Moinho de Discos
Moinho de disco ou pulverizador elétrico de disco, marca PAVITEST, é ideal para ensaios de laboratório de mineração. Ele é desenvolvido como um equipamento robusto, construído em chapa de aço ASTM-A36 e perfil de aço SAE-1020. O Moinho de Discos é montado sobre uma estrutura carenada com proteção do conjunto do sistema matriz, garantindo segurança operacional. O equipamento possui disco de moagem, em aço manganês, com 200 mm de diâmetro. Além de sistema de regulagem manual que permite o controle da finura do material moído, com resultados de finura menores que 400 Mesh. A câmara de moagem abre totalmente, permitindo a inspeção e limpeza para a troca dos materiais moídos, evitando assim a contaminação indevida.
Moinho de Disco I-4228
Moinho de Bolas/Barras
O Moinho de bolas/barras, do tipo SONNEX, é desenvolvido pela Contenco,
marca PAVITEST. O equipamento tem um sistema de funcionamento com dois tipos de
cargas moedoras:
Barras para moagem até 10
Mesh;
e Bolas para moagem até 325
Mesh;
sendo a obtenção da finura em
função do material e do tempo da moagem.
O Moinho de bolas/barras possui descarga automática do material moído,
através da porta de descarga periférica, sem o derrame da carga moedora. Possui
também programador digital para controlar o número de giros e tempo de moagem,
com desligamento automático e tambor em chapa dupla de aço 1045, isolada por
lençol de borracha a fim de diminuir o barulho quando em operação. Seu diâmetro
interno é de 380x420mm para volume de 47 litros. O Moinho trabalha com material
a ser moído de até ½” e 14Kg por batelada, além de acompanhar a carga moedora.
Obs.: o equipamento pode ser fornecido também na versão de pequeno porte, com diâmetro interno de 228×270 mm para volume de 10 litros e trabalha com 5 Kg por batelada.
Moinho de Bolas / Barras I-4205
Moinho de Bolas Pequeno Porte I-4205-A
Moinho de Panela
O Moinho de Panela ou Pulverizador Elétrico de Panela da marca PAVITEST, possibilita o uso de até 3 panelas simultaneamente para pulverizar por meio de batimento centrifugo em materiais rochosos. Possui um sistema de trituração que utiliza uma pastilha e anel triturador que, por meio de movimento orbital, o material é pulverizado. O Moinho de Panela trabalha com uma batelada de 150 gr e se consegue uma granulometria de até 400 Mesh. Possui relógio marcador de tempo de operação e pode ser fabricado com panela em aço, cromo duro ou tungstênio.
Moinho de Panela I-4227
Para saber mais sobre estes equipamentos ou outros
da Contenco Pavitest, entre em contato com a nossa equipe pelos nossos canais
de atendimento:
O mercado de máquinas e equipamentos no Brasil está em constante desenvolvimento e estimulando a economia do país. As empresas brasileiras procuram sempre fortalecer a indústria e estimular o desenvolvimento tecnológico. E para isso elas podem contar com a ABIMAQ.
A ABIMAQ, Associação
Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, atua no setor há mais de 80
anos em favor do fortalecimento da Indústria Nacional. Sua atuação tem grandes
resultados mobilizando o setor. Suas ações incluem:
Realizar
ações junto às instâncias políticas e econômicas;
Estimular
o comércio e a cooperação internacional;
Contribuir
para aprimorar o desempenho em termos de tecnologia, capacitação de recursos humanos
e modernização gerencial;
E
muitas outras formas de desenvolver o setor.
A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos é estruturada nacionalmente com escritórios e sedes regionais distribuídos por todo o país. A ABIMAQ representa atualmente cerca de 7.500 empresas dos mais diferentes segmentos de fabricantes de bens de capital mecânicos, cujo desempenho tem impacto direto sobre os demais setores produtivos nacionais.
Muito além da representação institucional do setor, a ABIMAQ tem a sua gestão profissionalizada e as suas atividades voltadas para a geração de oportunidades comerciais para as suas associadas, agindo como Agência de Desenvolvimento da Indústria Brasileira de Máquinas e Equipamentos.
A Contenco é uma empresa
que está a 61 anos no mercado produzindo e comercializando máquinas e
equipamentos para:
Solo
Asfalto
Concreto
Argamassa
Mineração
Gesso
Madeira
Aço
Óleo e Gás
Somos uma empresa já reconhecida por profissionais da indústria e construção e por professores da área de equipamentos para ensaios de materiais.
A Contenco é uma
associada ABIMAQ desde 1988, o que contribuiu muito para o crescimento e
reconhecimento da empresa. Já são mais de 30 anos de trabalho junto a ABIMAQ
-SINDIMAQ, apoiando as ações em prol dos fabricantes de máquinas e equipamentos
no país. Este apoio se deu principalmente em Minas Gerais, região sede da
Contenco. Sendo que seu diretor principal e sócio da Contenco, Sr. Luiz Mendes,
foi indicado e eleito como diretor da associação dentro do estado de Minas
Gerais por quase 10 anos.
A Contenco faz parte da Câmara setorial de Máquinas, Equipamentos e Instrumentos para Controle de Qualidade, Ensaio e Medição e tem muito orgulho em ser uma Empresa Associada ABIMAQ.
Pavimento é
uma estrutura composta por várias camadas sobre a superfície final da
terraplanagem, destinada a resistir aos esforços oriundos do tráfego de
veículos e proporcionar aos usuários melhores condições de rolamento, com
conforto, economia e segurança. Existem três tipos de pavimento:
rígidos,
semirrígidos
flexíveis.
Nesta classificação
o pavimento asfáltico é caracterizado como pavimento flexível.
E o que é pavimentação asfáltica?
A pavimentação asfáltica é a camada superior destinada a resistir diretamente as ações do tráfego e transmiti-las de forma atenuada às camadas inferiores. Além disso é usado para impermeabilizar o pavimento e melhorar as condições de rolamento dos usuários.
Todos os revestimentos asfálticos são compostos por
associações de ligantes asfálticos e agregados. O asfalto, portanto, é um tipo
de ligante e não um tipo de revestimento.
Os diversos tipos de pavimentação asfáltica são conhecidos como: tratamento superficial betuminoso, macadame betuminoso, pré-misturado a quente e pré-misturado a frio.
Foto: Exemplo de revestimento flexível betuminoso por mistura a quente
A Contenco Indústria e Comercio Ltda,
projeta, desenvolve e comercializa os equipamentos necessários para execução de
ensaios da área de materiais betuminosos, tais como:
O Ensaio Marshall permite
determinar a qualidade ótima de ligante a ser utilizada em misturas asfálticas
usinadas a quente, destinadas a pavimentação de vias. Isto é feito através da
estabilidade e fluência do material ensaiado no equipamento de Marshall.
Ensaio de extração
de betume (ABNT-MB -166 / DNER-DPT-M-53-63)
O Ensaio de
extração de betume é utilizado para determinar o volume de CAP (Concreto
Asfáltico de Petróleo) perante a quantidade de amostra total. Este material é o
ligante do asfalto, através dele que a capa asfáltica adquire a sua forma e
características de flexibilidade, impermeabilidade e travamento.
Ensaio de
adesividade de agregados a ligantes betuminosos (DNER-ME-79-63)
Adesividade de
agregado a material betuminoso é a propriedade que tem o agregado de ser aderido
por material betuminoso. Essa propriedade é avaliada pelo não deslocamento da
película betuminosa que recobre o agregado quando a mistura agregado-ligante é
submetida à ação de água destilada fervente e a soluções molares de carbonato
de sódio ferventes.
Ensaio de
penetração em materiais betuminosos (NBR 6576)
A penetração é
definida como a profundidade, em décimos de milímetro, que uma agulha de massa
padronizada (100g) penetra numa amostra de volume padronizado de cimento
asfáltico, por 5 segundos, à temperatura de 25°C. Através deste ensaio determina-se
a dureza do material.
Ensaio de ponto de
fulgor de combustão (ABNT-MB 50 / ASTM-D-92)
O ponto de fulgor é
um ensaio ligado à segurança de manuseio do asfalto durante o transporte, a
estocagem e a produção de mistura asfáltica. Ele determina a menor temperatura
sob a qual os vapores emanados durante o aquecimento do asfalto se inflamam por
contato com uma chama padronizada. Ou seja, a máxima temperatura de manejo sem
perigo de fogo.
Ensaio de ponto de
amolecimento de materiais betuminosos (NBR 6560)
O ponto de
amolecimento é uma medida empírica que correlaciona à temperatura na qual o
asfalto amolece quando aquecido sob certas condições particulares e atinge uma
determinada condição de escoamento. Um ponto de amolecimento mais alto permite
que o material não amoleça em dias quentes, porém exigirá uma temperatura mais
alta para aplicação, aumentando o risco de explosões.
Equipamentos Contenco destinados à Ensaios
de Betume e Asfalto
I-1006-FA – PRENSA CBR MARSHALL MICROPROCESSADA COM SOFTWARE
I-2004-B SOQUETE DUPLO MOTORIZADO MARSHALL
I-2025-A – VISCOSIMETRO SAYBOLT PARA 4 PROVAS
I-4201-F – DUCTILÔMETRO CURTO PARA ENSAIO DE RECUPERAÇÃO ELÁSTICA
I-2009-B – ROTAREX ELÉTRICO
Quer saber mais
sobre os Ensaios e Equipamentos para Pavimentação Asfáltica? Consulte a Equipe
de Vendas Contenco através dos diversos canais disponíveis:
Fonte das
informações: Site guia da engenharia Dandara Viana
– Engenheira Civil pela Universidade Federal do Piauí e pós-graduanda em
Avaliação, Auditoria e Perícias de Engenharia.
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Os ensaios de caracterização dos solos
são de fundamental importância para o conhecimento das principais
características dos materiais, podendo-se através destes ensaios obter um
conhecimento prévio das demais propriedades. Dentre estes ensaios encontra-se o
ensaio de granulometria, que é utilizado para determinar a distribuição
granulométrica do solo.
Para quê
é realizado o ensaio de granulometria?
O ensaio de granulometria determina a porcentagem
em peso que cada faixa especificada de tamanho de grãos representa na massa
seca total utilizada para o ensaio.
O objetivo primordial do ensaio de
granulometria é obter a curva granulométrica do solo para, através dela, determinar
as porcentagens correspondentes de cada fração do solo:
Argila;
Silte;
Areia;
Pedregulhos;
Outras
frações maiores.
O ensaio de granulometria é dividido em
duas partes distintas, utilizáveis de acordo com o tipo de solo e as
finalidades do ensaio para cada caso particular. São elas:
Análise
granulométrica por peneiramento
Os solos grossos (areias e pedregulhos),
possuindo pouca ou nenhuma quantidade de finos, podem ter a sua curva
granulométrica inteiramente determinada utilizando-se somente o peneiramento.
Análise granulométrica
por sedimentação
Em solos possuindo quantidades de finos
significativas, deve-se proceder ao ensaio de granulometria conjunta, que
engloba as fases de peneiramento e sedimentação.
Através dos resultados obtidos desse
ensaio, é possível a construção da curva de distribuição granulométrica, que
possui fundamental importância na caracterização geotécnica do solo.
Normatizado pela NBR – 7181/1988: Solo-
Análise Granulométrica
Texto baseado no site Torres Geotecnia e
Estruturas Metálicas
A Contenco Indústria e Comércio Ltda fabrica e comercializa
peneiradores para serem utilizados no ensaio de granulometria dos solos em três
modalidades:
1. PENEIRADOR ELETROMAGNÉTICO
Peneirador Eletromagnético de bancada, marca PAVITEST,
capacidade para 8 (oito) peneiras com profundidade de 2” e diâmetro
nominal do caixilho de 8, 5 ou 3” mais fundo e tampa, ou 17
(dezessete) peneiras com profundidade de 1” e diâmetro nominal do
caixilho de 8, 5 ou 3”. Possui timer digital at papertyper para controlar eletronicamente o
tempo (até 99 minutos) e frequência de vibração.
Este tipo
de equipamento é normalmente utilizado para peneiramento de materiais de
granulometria mais fina com diâmetros menores que 4,75 mm.
Conjunto de Peneiras redondas vendido separadamente.
Peneirador eletromagnético I-1016 B
2. PENEIRADOR ELETROMECÂNICO
Peneirador Eletromecânico, Marca
Pavitest, capacidade para 8 (oito) peneiras diâmetro 8×2, ou 17 (dezessete)
peneiras diâmetro 8×1, com relógio marcador de tempo e variador de velocidade.
Este tipo
de equipamento é normalmente utilizado para peneiramento de materiais de
granulometria mais fina com diâmetros menores que 4,75 mm.
Opcionais:
Conjunto de Peneiras redondas vendido separadamente.
Peneirador eletromecânico I-1016-A
3. PENEIRADOR ELÉTRICO PARA PENEIRAS 50x50x10CM
Peneirador elétrico, marca PAVITEST, para peneiras de 50x50x10cm, capacidade de até 8 (oito) peneiras, sendo 6 (seis) peneiras mais tampa e fundo. Possui controlador de tempo para programar o ensaio. Acompanhado com duas hastes para fixação das peneiras quadradas.
Este
equipamento é normalmente utilizado para peneiramento de materiais de frações
mais grossas com diâmetros superiores a 4,75 mm
Opcionais:
Conjunto de Peneiras quadradas vendido separadamente.
Peneirador elétrico I-3007
Para
saber mais sobre nossos equipamentos para ensaios de granulometria e outros, converse
com a nossa equipe: contenco@back.contenco.com.br | 31 98878-6968.
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Para a constante evolução da construção civil e da infraestrutura no Brasil é de suma importância desenvolver e aprofundar os estudos das estruturas de concreto. Em toda obra de construção, as estruturas de concreto são parte significativa dos custos e da segurança e estabilidade desses projetos. Portanto, além de um bom projeto de cálculo estrutural, o concreto utilizado nessas estruturas deve ser ensaiado em laboratórios equipados com máquinas projetadas para avaliar algumas características físicas do concreto, tais como as resistências à compressão axial, diametral, cisalhamento, flexão, entre outras. Neste texto iremos abordar o cálculo de uma estrutura de concreto e sobre alguns dos ensaios de concreto que podem ser realizados com a linha de equipamentos Contenco – Pavitest.
Como é feito o cálculo de uma estrutura de concreto?
O cálculo de uma estrutura de concreto é feito com base no projeto arquitetônico da obra e no valor de algumas variáveis como, por exemplo, a resistência do concreto que será utilizado na estrutura. Portanto, a Resistência Característica do Concreto à Compressão (fck) é um dos dados utilizados no cálculo estrutural. Sua unidade de medida é o MPa.
O valor desta resistência (fck) é um dado importante e será necessário em diversas etapas da obra, como por exemplo:
Para cotar os preços do concreto junto ao mercado, pois o valor do metro cúbico de concreto varia conforme a resistência (fck), o slump, o uso de adições, etc.
No recebimento do concreto na obra, devendo o valor do fck, fazer parte do corpo da nota fiscal de entrega.
No controle tecnológico do concreto (conforme normas da ABNT), através dos resultados dos ensaios de resistência à compressão.
No ensaio de resistência à compressão, a amostra do concreto capeada ou retificada é colocada em uma prensa. Nela, recebe uma carga gradual até atingir sua resistência máxima (kgf). Este valor é dividido pela área do topo da amostra (cm²). Assim, teremos então a resistência em kgf/cm². Dividindo-se este valor por 10,1972 se obtém a resistência em MPa.
O controle tecnológico do concreto pode ser estatístico (por amostragem parcial) ou por amostragem total. No controle estatístico, uma amostragem é retirada a cada 50 m³ de concreto entregue. Já na amostragem total, cada caminhão betoneira é considerado como um lote, conforme o prescrito na ABNT NBR 12.655 – Concreto – Controle, preparo e recebimento. Essa norma define todos os procedimentos relativos à preparação e ao recebimento/aprovação do concreto, incluindo critérios de amostragem, preparação, acondicionamento, ruptura dos corpos de prova e controle estatístico da resistência mecânica.
O controle por amostragem total é indicado para todas as situações e é altamente recomendável para pilares, vigas de transição e peças de importância elevada. Já o controle por amostragem parcial corresponde a apenas amostrar algumas amassadas representativas. Pode ser aplicado no caso de lajes, grandes blocos e sapatas, paredes-cortina e grandes volumes de concreto nos quais a resistência mínima do concreto não acarrete em consequências tão drásticas quanto em pilares.
O concreto, dentro das variáveis que podem existir nos projetos estruturais, foi o item que mais evoluiu em termos de tecnologia. Antigamente, muitos cálculos eram baseados no fck 18 Mpa, e hoje conseguimos atingir, no Brasil, resistências superiores a 100 MPa.
Isto é uma ferramenta poderosa para os projetistas e para a engenharia em geral. Implica na redução das dimensões de pilares e vigas, no aumento da velocidade das obras, na diminuição do tamanho e do peso das estruturas, formas, armaduras, etc.
Fonte: Texto adaptado dos sites: “Portal do Concreto” e “Votarantim Cimentos”
Prensas para ensaios de concreto
A Contenco indústria e Comércio Ltda fabrica vários tipos de prensas para determinação da resistência do concreto através da execução de ensaios de compressão. Estes ensaios informarão importantes resultados para o desenvolvimento das estruturas de concreto, como abordamos anteriormente.
Dentre as prensas, podemos citar a linha das prensas hidráulicas que podem ser manuais ou elétricas conforme descrição e características abaixo:
Prensa Hidráulica Manual
Prensa Eletro Hidráulica
As prensas hidráulicas para ensaios de concreto da marca PAVITEST possuem recursos suficientes para a realização dos ensaios de compressão axial e compressão diametral em corpos de prova de concreto com Ø10×20 cm e Ø15×30 cm.
Realizam também ensaios de compressão axial em corpos de prova de argamassa com Ø5×10 cm e 4x4x4 cm e compressão em blocos refratários.
Podem ser realizados ainda, ensaios de tração na flexão em corpos de prova prismáticos de concreto de 15x15x50 cm e 15x15x75 cm e em vigotas de argamassas de 4x4x16 cm.
No caso das prensas eletro hidráulicas é possível também a determinação do módulo de elasticidade.
Exceto o ensaio de compressão axial em corpos de prova de concreto, para execução dos demais ensaios é necessário a utilização de acessórios específicos (não inclusos).
O equipamento permite também a execução de ensaios de compressão simples em amostras de materiais diversos e quaisquer outros ensaios onde haja necessidade de aplicação de força de compressão.
Para a execução destes ensaios pode haver a necessidade de utilização de acessórios específicos (não inclusos).
Para a realização de ensaios, além dos especificados, é necessário que a estrutura possua capacidade e dimensões mínimas suficientes para adaptação dos acessórios e que a faixa nominal seja compatível com a resistência do material ensaiado.
Os equipamentos podem ser fornecidos com duas escalas de calibração, sendo a padrão de 20 a 100% da carga nominal e uma especial (opcional não incluso) de 4 a 20 % da carga nominal.
Na prensa manual o sistema para aplicação de carga é realizado através de acionamento de injetor manual, utilizando-se de transdutor de pressão e indicador digital para leitura da carga e pode ser fornecido com estruturas para cargas máximas de 20, 100, 120/150 e 200 Toneladas.
No caso da prensa eletro hidráulica o equipamento é composto de gabinete de comando e pode ser fornecido com estruturas para cargas máximas de 20, 100, 120/150 e 200 Toneladas.
O sistema para aplicação da carga é realizado através de válvulas reguladoras de vazão, tanto para incremento como para decremento da carga.
As medidas de deformação do corpo de prova durante o ensaio são realizadas através de transdutores de deslocamento (LVDT), relógios comparadores analógicos ou digitais (opcional não incluso).
Pode ser fornecida com software para cadastramento de amostra e corpos de prova, aquisição e armazenamento de dados, traçado de gráficos e emissão de relatórios.
Os equipamentos atendem à Classe 1, conforme a norma NBR ISO 7500-1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DAS PRENSAS PARA ENSAIOS DE CONCRETO
Para saber mais sobre os Ensaios de Concreto, leia também:
E se você quer saber mais sobre os equipamentos Contenco Pavitest, condições de compra e outras soluções, converse com a nossa Equipe! Envie um email para contenco@back.contenco.com.brou ligue +55 31 3623-3623 | 31 98878-6968.
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Neste mês de agosto, os laboratoristas Gabriel Soares e Marcus Vinícius tiveram a oportunidade de participar do treinamento para o adequado manuseio do equipamento de compressão utilizado nas aulas práticas de Mecânica dos Solos e Materiais de Construção da EMGE. O treinamento foi realizado em São José da Lapa-MG, sede na empresa Contenco, fabricante de equipamentos especializados em ensaios relacionados às áreas geotécnica, de construção e pavimentação. Vale ressaltar que, além disso, a empresa ainda produz e comercializa produtos para mineradoras, indústrias cimenteiras, indústrias de artefatos de concreto e fundições.
Segundo o laboratorista Gabriel Soares, durante o treinamento, foi apresentada toda a infraestrutura da empresa, que vai do estoque de equipamentos modernos e sofisticados de engenharia até os processos de fabricação desses produtos. Este último, em especial, o chamou bastante atenção. De acordo com ele, foi possível analisar e entender um pouco sobre a linha de produção, na qual observou-se a transformação de matérias-primas, como o aço bruto, em prensas de concreto, cisalhamento, adensamento, compressão uniaxial e triaxial de solos.
O adequado manuseio dos equipamentos destinados aos ensaios laboratoriais tem papel fundamental na construção civil. Por meio dos ensaios normatizados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é possível correlacionar os parâmetros obtidos em ensaios no laboratório com aqueles realísticos do campo. A correta execução e interpretação dos ensaios é indispensável para a adequada elaboração dos projetos. Por exemplo, através destes ensaios, verifica-se a viabilidade executiva e financeira da obra, o que evita processos de retrabalho, desperdícios de tempo, dinheiro e principalmente, evita-se que catástrofes aconteçam e que causem riscos ambientais, patrimoniais e de perdas de vidas humanas.
Gabriel nos contou ainda que, além das observações a respeito do funcionamento da empresa e do equipamento, durante o treinamento executou-se o ensaio de compressão em alguns corpos de provas de concreto e argamassa, com o intuito de consolidar o aprendizado na operação do equipamento. Nesta etapa ele pode verificar que o adequado manuseio do equipamento é de extrema importância para se obter um resultado final confiável e preciso.
Início do Ensaio de Compressão Axial
O aprendizado adquirido na Contenco pelos nossos laboratoristas será essencial para as aulas práticas da EMGE. Afinal, sabe-se que para realizar os ensaios com melhor precisão e confiabilidade, o conhecimento do uso adequado dos equipamentos é indispensável, assim como o conhecimento dos materiais a serem ensaiados. Tal conhecimento é adquirido semestralmente pelos alunos nas disciplinas de Mecânica dos Solos I e II, lecionadas pela professora Gissele Rocha, e nas disciplinas de Materiais de Construção I e II, sob comando da professora Luciana Magalhães.
*Professora de Mecânica dos Solos da EMGE **Laboratorista da EMGE
A Contenco oferece treinamento, com elevado padrão de qualidade, para diversos equipamentos de sua fabricação, aproveitando as instalações e laboratórios da sua planta industrial.
Este é um dos nossos diferenciais, levar aos usuários e clientes a melhor capacitação técnica para a otimização dos equipamentos Contenco Pavitest.
Alguns dos equipamentos para quais a Contenco oferece treinamento:
Equipamento Triaxial Estático
Equipamento Triaxial Dinâmico
Prensa de Cisalhamento Eletrônico
Prensa de Cisalhamento Analógico
Prensa de Adensamento Eletrônico
Prensa de Adensamento Analógico
Prensa Hidráulica Elétrica Concreto
Prensa Hidráulica Manual Concreto
Prensa Servo Controlada Concreto
Prensa Hidráulica Elétrica Argamassa
Prensa Hidráulica Manual Argamassa
Prensa Servo Controlada Argamassa
Prensa Cbr Manual
Prensa Cbr Elétrica
Prensa Marshall Manual
Prensa Marshall Elétrica
Prensa Cbr Marshall Micro Processada
Prensa Elétrica de Telha
Prensa de Compressão Simples
Moinho de Panela
Moinho de Bolas e Barras
Moinho de Porcelana
Britador de Mandíbulas
Máquina de Abrasão Los Angeles
Se você quer saber mais sobre nossos equipamentos e o nosso treinamento, nossa equipe está pronta para te atender! Envie um email para contenco@back.contenco.com.brou ligue para +55 31 3623-3623 | 31 98878-6968.
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A Retífica de Corpos de Prova é utilizada para que estes estejam aptos para diferentes ensaios. Neste texto iremos explicar como é realizada a Retífica de Corpos de Prova de concreto, argamassa e rocha.
Para obter um ótimo resultado de ensaio de compressão axial, é importante que o Corpo de Prova (CP) a ser ensaiado atenda duas características:
Ter um bom acabamento superficial
Ter os planos de aplicação da carga axial perfeitamente perpendiculares (90 graus) com o dorso do Corpo de Prova.
Como realizar a Retífica de Corpos de Prova
No passado, a maneira de se obter as condições enumeradas anteriormente era através do uso de capeamento de enxofre que, aquecido se torna líquido e pode ser utilizado para regularizar a superfície de corpos de prova. Este método está cada vez mais em desuso devido ao fato do enxofre ser um produto tóxico e poluente.
Outro método existente é utilizar um par de pratos de aço Elastoméricos em conjunto com discos de Neoprene, que como citado anteriormente, tem como objetivo minimizar as irregularidades da amostra e proporcionar a realização do ensaio de forma precisa.
O método atualmente utilizado com melhor custo/benefício é o da Retífica de Corpos de Prova através de equipamentos próprios e específicos para este fim.
A Retífica de Corpos de Prova Pavitest atende às duas exigências citadas anteriormente. A perpendicularidade é garantida pelo fato do corpo de prova ficar deitado sobre seu dorso no berço da retífica e o rebolo (coroa diamantada) que retifica a superfície de aplicação de carga, estruturalmente estar perfeitamente perpendicular ao berço do equipamento.
Com isso, ao retificar os dois lados do CP, o mesmo estará esquadrejado e com suas superfícies de aplicação da carga axial completamente uniformes e retificadas.
A Contenco Indústria e Comércio Ltda. fabrica e comercializa três tipos de retíficas:
1. RETIFICADOR MANUAL DE CORPOS DE PROVA CILÍNDRICOS
Este equipamento aplica-se à Retífica de Corpos de Prova cilíndricos de concreto, argamassa e rocha com diâmetros de 5, 10 e 15 cm.
O sistema de fixação do corpo de prova e a descida/subida do disco diamantado são realizados de forma manual.
Possui sistema de proteção para o motor e sistema de entrada de água para refrigeração do disco.
O motor possui 3370 RPM e o equipamento pode ser fabricado em 110 ou 220 V para rede monofásica ou em 220 e 380 V para rede trifásica.
Retificador manual de corpos de prova i-3064-c
2. RETIFICADOR PNEUMÁTICO DE CORPOS DE PROVA CILINDRICOS
Este equipamento aplica-se à Retífica de Corpos de Prova cilíndricos de concreto, argamassa e rocha com diâmetros de 5, 10 e 15 cm.
O equipamento é composto por sistema de fixação do corpo de prova através de uso de cilindro pneumático e ar comprimido. O corte/retífica do corpo de prova é realizado através de motor com disco diamantado com sistema “sobe e desce” acionado por cilindro pneumático e controlado por fim de curso superior e inferior.
Possui sistema de proteção para o motor e sistema de entrada de água para refrigeração do disco.
O motor possui 3370 RPM e o equipamento pode ser fabricado em 110 ou 220 V para rede monofásica ou em 220 e 380 V para rede trifásica.
OBS: Para funcionamento deste equipamento é necessário o uso de compressor de ar regulado com pressão de 5 Bar.
Retificador pneumático de corpos de prova cilíndricos
Veja o vídeo da Retífica Pneumática sendo realizado no equipamento Contenco:
3. RETIFICADORA PNEUMÁTICA PARA CORPOS DE PROVA CILINDRICOS – PRISMÁTICOS
Este equipamento aplica-se à retífica de Corpos de Prova de concreto e argamassa cilíndricos de até 15 cm de diâmetro e peças prismáticas com até 20 cm de altura e 50 cm de comprimento.
O equipamento é composto por sistema de fixação do corpo de prova através de uso de cilindro pneumático e ar comprimido. O corte/retífica do corpo de prova é realizado através de motor com disco diamantado.
Possui sistema de proteção para o motor e sistema de entrada de água para refrigeração do disco.
O motor possui 3370RPM e o equipamento pode ser fabricado em 110 ou 220 V para rede monofásica ou em 220 e 380 V para rede trifásica.
OBS: Para funcionamento deste equipamento é necessário o uso de compressor de ar regulado com pressão de 5 Bar
Retificadora para corpo de prova concreto e argamassas cilíndricos
Para saber mais sobre a Retífica de Corpos de Prova, Ensaio Axial e os produtos e tecnologias Contenco Pavitest, converse com a nossa equipe! Envie um email para contenco@back.contenco.com.br ou ligue para +55 31 3623-3623 | 31 98878-6968.
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A necessidade de se construir estruturas cada vez mais altas, esbeltas, duráveis e com maior rapidez, fez com que houvesse um desenvolvimento das técnicas de construção e dos materiais utilizados nas obras. Mas para estas técnicas serem bem sucedidas é necessário que muitos testes sejam feitos, inclusive de deformação dos materiais. E é para isso que foi desenvolvido o compressômetro, aparelho que vamos apresentar neste texto.
Para que as construções sejam cada vez maiores, duráveis e seguras é necessário um conhecimento profundo das características de um dos principais materiais: o concreto. Algumas das características que devem ser bem avaliadas são:
Deformação,
Fluência,
Retração,
e outros parâmetros que demonstrem a resposta do concreto ao estado limite de trabalho.
Os tipos de deformação do concreto
No aspecto da deformação, podemos dizer que os materiais submetidos a esforços podem apresentar um tipo de comportamento:
Plástico,
Elástico,
ou até uma mistura dos dois, elasto-plástico.
A deformação elástica é aquela em que o material deformado retorna ao seu formato original após a retirada da carga que o deformou. Enquanto na deformação plástica não há retorno. No entanto, a maioria dos materiais passa por um comportamento elástico, antes de atingir uma deformação plástica (irreversível).
Portanto, o módulo de elasticidade do concreto é um dos parâmetros utilizados nos cálculos estruturais, que relaciona a tensão aplicada à deformação instantânea obtida. Isto conforme a norma ABNT NBR 8522 (Concreto – Determinação do Módulo de Deformação Estática e Diagrama Tensão x Deformação – Método de Ensaio).
O módulo de elasticidade do concreto permite ter uma melhor noção do comportamento da estrutura no ato da remoção das formas, ou a outras características desejadas do concreto.
É bom lembrar que um concreto com alta resistência à compressão nem sempre é um concreto pouco deformável.
Como funciona o compressômetro?
A Contenco fabrica o aparelhoCompressômetro Digital com LVDT para Corpos de Prova I-3036, usado para medição de deformação axial. Este aparelho é projetado e desenvolvido para a realização de ensaios de determinação do módulo estático de elasticidade à compressão em concreto endurecido, conforme norma ABNT NBR 8522.
Fabricado em alumínio, o compressômetro possui dois medidores de deformação com resolução de 0,001 mm. Ele está disponível para corpos de prova Ø 10X20 cm e Ø 15X30cm. A medição do módulo de elasticidade dos corpos de prova do concreto é feita através da combinação do uso de LVDT’s (transdutores de deslocamento linear) e software especifico desenvolvido pela Contenco, onde é possível acompanhar o ensaio em tempo real e emitir relatórios padronizados.
Compressômetro Digital com LVDT para Corpos de Prova I-3036
O compressômetro digital Contenco tem um outro importante diferencial: sua assistência técnica pode ser feita de forma remota, o que diminui muito o prazo de atendimento.
Observação: É possível também realizar a leitura das deformações da amostra através de Extensômetros. Entretanto este processo se encontra em desuso, por ser muito trabalhoso, depender de anotações do ser humano e ser passível de muitos erros.
Cada dia mais a Contenco vem buscando soluções tecnológicas para facilitar o dia a dia dos ensaios de materiais.
Se você tem dúvidas técnicas ou comerciais sobre o Compressômetro da Contenco, envie um email para contenco@back.contenco.com.brou ligue para +55 31 3623-3623 | 31 98878-6968.
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