Categoria: Rochas e mineração

  • Ensaio de compactação do solo

    Ensaio de compactação do solo

    Ensaio de compactação do solo é com os Soquetes Automáticos da Contenco!

    Uma prática bastante comum no manejo do solo e asfalto para fins de empreendimentos de construção civil é a compactação do solo e do asfalto. E, sendo comum, fica clara a necessidade de obtenção de dados precisos sobre o comportamento do solo e asfalto que foi compactado.

    Podemos conseguir esses dados por meio da realização de ensaios de compactação de solo, que por sua vez podem ser feitos por meio de equipamentos especiais – os Soquetes Automáticos CBR/Próctor e Marshall.

    Neste artigo, vamos abordar todos esses temas com detalhes, para que você termine a leitura com conhecimento suficiente para resolver suas necessidades e problemas!

    Enquanto não seguimos, que tal conhecermos um pouco mais sobre esse universo grande que é o de ensaios de qualidade para construção civil? Separamos alguns artigos do Blog da Contenco para você aproveitar:

    Dispersor De Solos: Benefícios E Modelos Disponíveis

    Peneirador (Ou Agitador De Peneiras): Conheça Detalhes Sobre A Máquina!

    Moinho de panelas e trituração: o que são e como funcionam?

    Índice

    O que é o ensaio de compactação do solo?

    Por que é importante realizar o ensaio de compactação?

    Conheça os Soquetes Automáticos da Contenco!

    O que é o ensaio de compactação do solo e asfalto?

    Prática das mais importantes nesse contexto (conforme veremos no próximo tópico), o ensaio de compactação de solo consiste em verificar as condições do solo que tenha sido compactado e nele realizadas obras de engenharia.

    Também conhecido como Ensaio Normal de Próctor, esse ensaio foi desenvolvido nos EUA, em 1933, pelo engenheiro Ralph Próctor. Seus métodos e resultados foram tão bem recebidos que até hoje o mundo inteiro utiliza esses procedimentos.

    Como já pontuamos, o ensaio de compactação verifica a qualidade do solo compactado, por meio da obtenção da densidade máxima do maciço terroso, valor a partir do qual se pode calcular dezenas de índices e avaliar as condições de segurança do solo e asfalto.

    Por que é importante realizar o ensaio de compactação?

    A compactação do solo é muito utilizada no caso de aterramento, contexto na qual se presume segurança e uma condição de suporte ideal do solo em relação às estruturas que nele serão erguidas.

    Em outras palavras, um ensaio de compactação de solos traz à luz informações valiosas sobre o solo compactado, permitindo saber se o material em questão tem condições de desempenhar papel estrutural e hidráulico, e ainda permitir que se construa estruturas físicas com segurança.

    Além disso, dados oriundos de um bom ensaio de compactação permite, por exemplo, que o cálculo de utilização de matéria-prima, mão de obra e ferramental seja feito com total precisão – algo que, sem dúvida, reflete positivamente na planilha de custos da empreitada.

    Conheça os Soquetes Automáticos da Contenco!

    Agora que já conhecemos os benefícios do ensaio de compactação e seus princípios, que tal conferirmos que tipo de equipamento que realiza esse ensaio tão importante?

    Trata-se do Soquete Automático, que é fabricado pela Contenco/Pavitest em dois modelos: o Soquete Motorizado CBR Próctor I-1013-B e o Soquete Motorizado Marshall I-2004-A. Clique nos links abaixo para todas as especificações:

    Soquete Motorizado CBR Próctor I-1013-B

    Soquete Motorizado Marshall I-2004-A

    Vale lembrar que estes equipamentos são fruto de pesquisa, desenvolvimento e fabricação 100% nacionais! Ou seja: ao adquirir e utilizar os nossos Soquetes (assim como muitos outros produtos de nosso catálogo), você e sua empresa estão valorizando a indústria nacional!

    Essas informações todas foram úteis para você? Se sim, não deixe de compartilhar com seus contatos – pois, quem sabe se dentre eles há alguém com as mesmas necessidades?

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  • Dispersor de solos

    Dispersor de solos

    Dispersor de solos : benefícios e modelos disponíveis

    Podemos dizer que, no campo da análise laboratorial e de ensaio de solos temos dois grandes tipos de testes, um macro e outro micro. O tipo macro é o que observa potencial de movimentação de grandes massas de solos; o micro procura saber mais das características “finas”, de grão em grão.

    Para realizar esse tipo de análise micro de uma amostra de solo é necessário realizar alguns procedimentos físicos com o material – afinal, partículas tão pequenas são difíceis de manipular.

    Aqui entra o dispersor de solos, um equipamento imprescindível em qualquer laboratório que tenha como uma de suas funções realizar ensaios de solos de maneira geral. E é dele que falaremos neste artigo!

    Vamos abordar o seu conceito, funcionamento, principais características e benefícios – e, claro, vamos mostrar a você o que a Contento/Pavitest possui em seu catálogo nessa categoria de produto!

    Antes, que tal dar uma olhada em nossas sugestões de artigos?

    Você Sabe O Que Faz Uma Retificadora De Corpo De Prova?

    Conheça Todo O Poder Da Máquina Universal De Ensaios!

    Máquina Universal De Ensaios: O Que É E Por Que Você Precisa De Uma?

    Índice

    • O que é o dispersor de solos
    • Qual o processo de funcionamento do dispersor de solos?
    • Principais benefícios
    • Dispersor de amostras de solo da Contenco/Pavitest

    O que é o dispersor de solos

    Conforme já pontuamos superficialmente, um dispersor de solos é um equipamento capaz de processar e separar amostras de solo em níveis bastante reduzidos, em que o olho humano dificilmente conseguiria atuar.

    De forma genérica, chamamos esses processos de análises físicas do solo, pois envolvem somente propriedades dessa natureza, principalmente o tamanho dos grãos de uma amostra.

    O principal tipo de procedimento realizado por um dispersor de solos é o ensaio de granulometria. Neste teste, o objetivo é determinar a percentagem de peso correspondente a cada faixa de tamanho das partículas sedimentares de uma amostra de solo.

    Em linhas gerais, um dispersor de solos é formado por um motor de rotação protegido por um corpo feito de alumínio e que serve de base para acoplamento dos copos de agitação.

    Qual o processo de funcionamento do dispersor de solos?

    Um dispersor de solos funciona de maneira muito simples, parecido com vários equipamentos que podemos ter em casa. Basicamente, o motor fornece um movimento intenso de rotação para o sistema, que o transfere para a amostra a ser analisada.

    Ao receber a força de rotação, as partículas da amostra de solo passam a se comportar de maneira centrífuga, de maneiras diferentes a depender de seu tamanho e massa. 

    O resultado de todas essas interações de forças é a separação das partículas do montante analisado, de acordo com seu tamanho, massa e densidade.

    Principais benefícios do dispersor de solos

    Um aparelho poderoso como um dispersor de solos pode possuir muitos benefícios dentro do contexto de um laboratório de análises. Vamos conhecer alguns deles?

    Trabalho de separação de partículas

    As forças centrífugas empregadas em um dispersor de solos ajudam a separar partículas de diferentes tamanhos.

    Isso pode ser muito útil se a intenção for, por exemplo, obter somente alguns materiais específicos da amostra, como areia, argila e sílica.

    Ensaio de granulometria

    Conforme também já abordamos antes neste artigo, uma das principais utilizações do dispersor de solos é para o ensaio de granulometria, que tem como principal premissa determinar o tamanho das partículas de uma amostra e a quantidade de massa em cada faixa de tamanho.

    Tais procedimentos são importantes porque esses índices interferem diretamente no comportamento físico do solo in loco, algo a ser considerado no projeto e construção de edificações.

    Portabilidade

    Por tratar-se de um equipamento relativamente pequeno e leve, o dispersor de solos pode ter deslocado facilmente entre locais de trabalho. Esta é uma grande vantagem quando, por exemplo, existe a necessidade de operação in loco.

    Dispersor de amostras de solo da Contenco/Pavitest

    A Contenco/Pavitest disponibiliza para o mercado alguns modelos de dispersores de amostras de solo, com configurações diferentes que atendem a necessidades técnicas específicas.

    São máquinas desenvolvidas e fabricadas pela própria empresa, a partir de projeto, matéria prima e montagem 100% nacionais.

    Vamos conferir?

    Dispersor de amostras I-1018

    https://back.contenco.com.br/wp-content/uploads/2019/03/I1018_Dispersor_de_amostras.jpg

    Dispersor de amostras duplo I-1018-C

    https://back.contenco.com.br/wp-content/uploads/2019/03/I1018C_Dispersor_de_amostras_duplo.jpg

    Dispersor de amostras com 3 velocidades I-1018-D

    https://back.contenco.com.br/wp-content/uploads/2019/03/I1018D_Dispersor_de_amostras_com_3_velocidades.jpg

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  • Moinho de panelas e trituração

    Moinho de panelas e trituração

    Moinho de panelas e trituração: o que são e como funcionam?

    Muitas das atividades que envolvem lidar com rochas ou materiais afins apresentam uma necessidade em comum: a de processar peças inteiras em pequenas partes. O moinho de panelas é um dos equipamentos que melhor realiza esse tipo de função.

    Também conhecido por outros nomes, como moinho de anéis ou de pratos vibratórios, este equipamento mostra-se fundamental quando o assunto é transformar materiais rochosos em grânulos de forma rápida e eficiente.

    Diferentes segmentos de atuação podem fazer uso das benesses do moinho de panelas – tudo isso é o que veremos neste artigo!

    Algumas sugestões de leitura:

    Você Sabe O Que Faz Uma Retificadora De Corpo De Prova?

    Conheça Todo O Poder Da Máquina Universal De Ensaios!

    Máquina Universal De Ensaios: O Que É E Por Que Você Precisa De Uma?

    Índice

    • O que é um moinho de panelas?
    • Quais os benefícios de um moinho de panelas?
    • Em que segmentos encontramos moinhos de panelas?
    • Conheça os modelos da Contenco/Pavitest!

    O que é um moinho de panelas?

    O moinho de panelas é um equipamento praticamente obrigatório em qualquer laboratório ou empresa que lida com materiais sólidos e precisa que estes sejam triturados ou pulverizados de alguma maneira.

    Em suma, é exatamente isso que faz um moinho de panelas: pulverizar e triturar materiais sólidos, em especial os de natureza rochosa.

    Seu funcionamento é bem simples: dentro do recipiente de pulverização (a panela), um anel e uma pastilha processam o material por meio de movimentos axiais, provocados pela vibração fornecida pela máquina.

    Quais os benefícios de um moinho de panelas?

    Agora que sabemos o que é um moinho de panelas, vamos partir para o que é mais importante: seus benefícios.

    Afinal, por que um moinho de panelas é um equipamento tão essencial em situações que pedem processamentos do tipo? Vamos ver?

    Rápida transformação

    Eficiência é um dos nomes desse equipamento, que tem o poder de transformar em pó materiais tão duros quanto rochas em pouquíssimo tempo. Ideal para operações que precisam de agilidade ou que processam grandes quantidades de material.

    Utilização simplificada

    Poucos ajustes e configurações separam o operador do início da atuação da máquina, que requer ainda menos intervenção durante e depois do processo. A facilidade em operar leva ao mesmo nível de simplicidade ao aprender ou ensinar sobre seu funcionamento.

    Segurança total

    O gabinete principal possui estrutura de aço reforçado e tampa de segurança, itens que tornam sua utilização bastante segura para todos os envolvidos, em qualquer momento do processo.

    Em que segmentos encontramos moinhos de panelas?

    Podemos imaginar muitas possibilidades de utilização do moinho de panelas em vários tipos de indústria, para além daquela que é a mais óbvia: a mineração.

    Na mineração, um equipamento de trituração desse poder ajuda muito a lidar com toda a rocha que fica ao redor dos minérios que estão sendo explorados, auxiliando inclusive a deixar a área mais limpa e organizada.

    Vamos conhecer algumas outras possibilidades?

    Siderurgia: A pulverização de resíduos metálicos contribui para seu reprocessamento e reaproveitamento, tornando o processo mais sustentável.

    Reciclagem: O poder de transformar material sólido em pó ou grânulos é essencial para processos de reciclagem, em especial de peças de eletrônicos.

    Análises químicas: Submeter um material à pulverização é uma etapa essencial para a realização de identificação de substâncias componentes e outros tipos de análises.

    Universidades: Engenharias, Química, Física e até mesmo Design são faculdades fazem uso constante desse tipo de equipamento, para os mais diversos fins de pesquisa e de ensino.

    Conheça o modelo da Contenco/Pavitest!

    A Contenco/Pavitest fabrica dois modelos de Moinho de Panelas, com 01 panela e 03 panelas, o que garante maior produtividade na execução dos ensaios ! Equipamentos desenvolvidos e produzidos 100% no Brasil!

    A máquina atua com uma batelada de 100gr, por meio da qual é possível obter uma granulometria de até 400 Mesh. A operação conta com uma altura de trabalho de 850mm e um relógio marcador que ajuda a monitorar o tempo de funcionamento.

    O moinho já vem com panela de aço e anel redutor e, na questão de segurança, conta com estrutura de gabinete toda feita em aço e uma tampa de segurança que protege operador e demais presentes no momento do uso da máquina.

    Quer conhecer mais sobre o Moinho de Panelas Clique no link abaixo e confira!

    Moinho de Panelas I-4227

    MOINHO DE PANELA I-4227

    Moinho de Panelas I-4227-C – com 03 Panelas

    MOINHO DE PANELA I-4227

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  • Retificadora de Corpo de Prova

    Retificadora de Corpo de Prova

    Você sabe o que faz uma Retificadora de Corpo de Prova?

    Podemos pensar que, para realizar um determinado tipo de ensaio, basta coletar a amostra – ou corpo de prova – do material a ser analisado e partir para os procedimentos. Na verdade, é necessário que essa amostra passe por uma Retificadora de Corpo de Prova.

    Sabemos que cada milímetro a mais ou a menos em peças ou estruturas faz muita diferença em setores como construção civil e indústria em geral, o que nos leva a ter um olhar cirúrgico para cada etapa da produção.

    E isso envolve também os testes e suas amostras, uma vez que seus resultados são a fonte mais confiável sobre a qualidade e os atributos dos materiais empregados.

    Preparado para entender melhor como funciona a adequação de amostras por meio da Retificadora de Corpo de Prova?

    Leitura recomendada:

    Saiba mais sobre Ensaio e prensa de cisalhamento!

    Contenco E Forestwood: Parceria De Sucesso

    Máquina De Ensaio Triaxial: Essencial Em Qualquer Obra!

    Índice

    O que é e para que serve uma Retificadora de Corpo de Prova?

    Que tipo de amostras passam pela Retificadora de Corpo de Prova?

    Quais modelos são fabricados pela Contenco?

    O que é e para que serve uma Retificadora de Corpo de Prova?

    Corpos de prova para ensaios, assim que coletados, não se encontram nas condições ideais para a realização de testes. Estes materiais em seu estado bruto possuem imperfeições em sua superfície e composição geral que comprometem o resultado do processo.

    Em linhas gerais, um corpo de prova pronto para ser testado deve possuir:

    1. Acabamento superficial de qualidade, sem imperfeições
    2. Planos de aplicação da carga axial perpendiculares ao dorso do corpo de prova

    Até antes da utilização das retificadoras, o processamento das amostras para que estivesses nessas condições era feito utilizando-se enxofre. Este é um material sólido que, quando em temperatura elevada, se torna líquido, aderindo ao corpo da amostra e cobrindo as imperfeições.

    Por ser tóxico para o ser humano e com potencial de poluição do meio ambiente, o enxofre foi deixado de lado. A retificadora entrou em seu lugar, revolucionando o manejo de corpos de prova para diferentes tipos de ensaios.

    A Retificadora de Corpo de Prova hoje atende a todos os quesitos de adequação das amostras, operando por meio de um rebolo abrasivo diamantado que retifica os materiais com alta precisão.

    Que tipo de amostras passam pela Retificadora de Corpo de Prova?

    Além de facilitar o trabalho pré-ensaio e dispensar o uso de elementos poluentes e tóxicos como o enxofre, a Retificadora de Corpo de Prova atua com grande versatilidade e possibilidades de trabalho.

    Isso significa que é possível processar diversos tipos diferentes de amostras em uma retificadora, o que torna sua operação eficiente e preparada para quaisquer necessidades que apareçam na obra.

    Os tipos de amostras que podem passar pela retificadora são:

    Corpos de prova cilíndricos de concreto

    O concreto é um tipo de material com propriedades de mistura, o que acaba fazendo com que cada lote de produção tenha qualidades diferentes. Isso interfere nas amostras, que precisam passar por adequação.

    Corpos de prova cilíndricos de argamassa

    Outro tipo de material que pode passar por adequação em retificadoras é a argamassa. Essa necessidade surge porque trata-se de um material que necessita de certas condições de composição, temperatura e umidade para endurecer, cujas variações podem resultar em amostras com imperfeições.

    Corpos de prova rochosos

    Amostras de materiais rochosos (sempre no formato cilíndrico) também entram na categoria dos que passam pela retificadora, principalmente por terem origem natural e, consequentemente, com dimensões inexatas.

    Quais modelos são fabricados pela Contenco?

    Atualmente, a Contenco/Pavitest produz e comercializa quatro modelos de retificadora, sempre a partir de tecnologia e materiais 100% nacionais.

    Ambos são da série I-3064, com variação entre um modelo manual e outro elétrico. Veja cada um deles e confira, no link, as informações detalhadas:

    Retificadora de Corpos de Prova Automática I-3064

    RETIFICADORA DE CORPOS DE PROVA I-3064

    Retificadora Manual de Corpos de Prova I-3064-C

    RETIFICADORA MANUAL DE CORPOS DE PROVA I-3064-C

    Aparelho Retificador Eletro Pneumático De Corpo De Prova I 3064 H

    I-3064 – H – Concreto, Aparelho Retificador Eletro Pneumático De Corpo De Prova

    Aparelho Retificador Eletro Pneumático De Corpo De Prova I-3064 -K

    I-3064 – K – Concreto, Aparelho Retificador Eletro Pneumático De Corpo De Prova

    Agora que já podemos dizer que entendemos tudo de retificadoras de corpos de prova, que tal compartilhar este artigo com quem também possa gostar?

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  • Ensaio e prensa de cisalhamento

    Ensaio e prensa de cisalhamento

    Saiba mais sobre Ensaio e prensa de cisalhamento!
    Uma das opções mais comuns e basais de verificação das propriedades do solo – e do qual falamos muito aqui no Blog da Contenco – é a técnica de cisalhamento direto, procedimento este realizado pela prensa de cisalhamento.

    Mas afinal, o que é “cisalhamento”? Como esse tipo de aferição contribui com a obra? E, por fim: qual o papel da prensa de cisalhamento?

    São todas perguntas pertinentes que você deve estar se fazendo neste exato minuto! E, claro, vamos procurar responder a todas elas em mais este artigo do Blog. Vamos juntos?

    Ah, mas antes, que tal algumas sugestões de artigos que talvez possam interessar a você? Abra em uma outra aba ou salve nos seus favoritos para ler depois!

    Confira 5 Motivos Para Investir Em Laboratórios De Controle Tecnológico

    Série Laboratório Básico – Parte 9: Laboratório de Mineração

    Série Laboratório Básico – Parte 8: Laboratório de Aço

    Índice

    • O que é cisalhamento e como funciona este ensaio?
    • Por que é importante realizar ensaio de cisalhamento em obras?
    • Prensa de cisalhamento: como funciona?

    O que é cisalhamento e como funciona este ensaio?

    Cisalhamento é um fenômeno físico que ocorre em corpos sólidos quando nestes incide uma força que rompe sua integridade, mas que geralmente mantém inalterado o seu volume.

    O ensaio de cisalhamento, por sua vez, é um procedimento técnico que tem como objetivo entender como esse fenômeno ocorre em solos, por meio de dados e informações obtidas durante os testes.

    O processo consiste na obtenção de amostras do solo (também chamadas de “corpos de prova”) a ser analisado e posicionamento destas em uma prensa de cisalhamento. As amostras são então submetidas a uma força de compressão que aumenta em função do tempo, até que se rompa.

    Tem-se, assim, o índice de resistência ao cisalhamento direto daquela amostra de solo. Tal valor é calculado mediante captação de dados no momento em que a amostra se rompe, cedendo às forças impostas pela prensa.

    Mas por que falamos em cisalhamento “direto”?

    O termo “direto” se refere à forma com que a carga de força é aplicada na amostra – no caso, em um único sentido, perpendicular ao plano em que o solo se encontra.

    Por que é importante realizar ensaio de cisalhamento em obras?

    Uma das questões mais importantes nesse contexto é a segurança geral da obra e, ao longo do tempo, da edificação que será construída.

    Realizar testes e ensaios técnicos dessa natureza traz à tona informações importantes para a segurança, como a integridade do solo no qual se pretende realizar a construção.

    O solo seria seguro? Suportaria o peso, a presssão da edificação sobre si? Seus movimentos comprometeriam as estruturas? Estas são todas perguntas cujas respostas podem salvar muitas vidas, durante e depois da obra.

    Outro dos benefícios da realização de ensaios de cisalhamento é a economia. Afinal, conhecer de antemão as propriedades do solo e poder estimar corretamente a aplicação de recursos é um fator que influencia muito nas planilhas de orçamento da obra.

    Prensa de cisalhamento: como funciona?

    A prensa para ensaio de cisalhamento da Contenco/Pavitest (modelo I-1073) possui um sistema servo controlado que dá ao controlador a opção de avançar ou retroceder com o mecanismo da prensa, permitindo assim ótima precisão nos ensaios.

    Além disso, acompanha um software com funcionalidades essenciais, como comando do avanço da prensa, cadastro de amostras e monitoramento dos dados produzidos durante os testes.

    Quer saber mais sobre o produto? Acesse o site da Contenco e confira todas as especificações da Prensa para Ensaio de Cisalhamento I-1073.

    MÁQUINA PARA ENSAIO DE CISALHAMENTO, SERVO CONTROLADO COM LVDT, CAPACIDADE DE CARGA 1000 KGF  I-1073

    ENSAIO DE CISALHAMENTO, SERVO CONTROLADO COM LVDT, CAPACIDADE DE CARGA 1000 KGF  I-1073

    MÁQUINA PARA ENSAIO DE CISALHAMENTO DIRETO – ANALÓGICO, COM ACIONAMENTO MANUAL – CAPACIDADE DE CARGA 500 Kgf I-1073-H

    ENSAIO DE CISALHAMENTO DIRETO – ANALÓGICO, COM ACIONAMENTO MANUAL – CAPACIDADE DE CARGA 500 Kgf I-1073-H

    EQUIPAMENTO PARA ENSAIO DE CISALHAMENTO DE GRANDE PORTE I-1073-F

    EQUIPAMENTO PARA ENSAIO DE CISALHAMENTO DE GRANDE PORTE I-1073-F

    Não cansamos de repetir que todos os nossos produtos são de origem 100% nacional: projeto, desenvolvimento, matéria-prima e fabricação!

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  • Laboratórios de controle tecnológico

    Laboratórios de controle tecnológico

    Confira 5 motivos para investir em laboratórios de controle tecnológico

    Obras de engenharia são geralmente projetos grandes, complexos e caros o suficiente para que mobilizem uma grande quantidade de pessoas e recursos. Diante desse universo, será que vale mesmo a pena investir em bons laboratórios de controle tecnológico?

    Este é um dos principais questionamentos que surgem nas primeiras etapas de um projeto de construção civil. A resposta é norteadora de todo o processo, e é muito importante que a tenhamos clara desde o começo.

    Neste artigo, vamos procurar fornecer os principais argumentos para entendermos a real importância do controle tecnológico nesse tipo de empreitada – tudo relacionado ao dia a dia de quem atua de maneira direta com construção civil. Vamos juntos?

    Artigos relacionados

    Série Laboratório Básico – Parte 7: Laboratório De Argamassa Básico

    Série Laboratório Básico – Parte 6: Laboratório De Rochas

    Laboratório Básico – Parte 5: Laboratório Asfalto Ensaio Marshall

    Índice

    O que é controle tecnológico?

    Por que ter laboratórios de controle tecnológico?

    Qualidade da obra

    Cumprimento de normas

    Economia nos custos da obra

    Prevenção de reparos futuros

    Garantia de boa reputação profissional

    O que é controle tecnológico?

    Controle tecnológico, no âmbito da construção civil e afins (como exploração de petróleo, por exemplo), é um conjunto de ações que têm como objetivo assegurar a qualidade dos materiais utilizados em uma determinada empreitada.

    Tudo isso acontece por meio de uma complexa cadeia de métodos, processos e utilização de equipamentos, sempre dependendo do tipo da obra e – principalmente – do material a ser “testado”.

    Dos resultados desses ensaios depreende-se uma infinidade de dados e parâmetros, que darão base a tomadas de decisão importantes, que vão desde a troca de um fornecedor até alertas críticos sobre a segurança de se intervir em um local com determinado solo testado.

    Por isso, e por outros motivos que veremos a seguir, ensaios laboratoriais de controle tecnológico são fundamentais para garantir o bom andamento de qualquer projeto de construção civil.

    Por que ter laboratórios de controle tecnológico?

    Além de determinar os rumos de um projeto, existem fatos pontuais que apontam para a real necessidade de se ter laboratórios de controle tecnológico. Listamos abaixo os 5 principais desses fatos, que você poderá acompanhar:

    Qualidade da obra

    Muitos dos testes de controle tecnológico submetem as amostras dos materiais a condições extremas, sempre relacionadas às suas principais características – ou seja, aquelas pelas quais esses materiais existem.

    Dessa maneira, os resultados permitem que façamos opção por aquelas amostras que tiverem melhor “performance”, o que contribui com uma melhor qualidade da obra de forma geral.

    Cumprimento de normas

    Todos os padrões e leis que normatizam as características de materiais de obras têm como foco a excelência de todo o processo de construção e utilização desses materiais. Por isso, realizar controle tecnológico garante que tudo está nos conformes não apenas na qualidade da obra, mas também em relação à legislação pertinente.

    Economia nos custos da obra

    Testes e ensaios retornam uma quantidade muito grande e variada de informações sobre os materiais e sua utilização em obra. E não apenas isso: trata-se de informação que vale dinheiro!

    Mas por que? Simples: essas informações todas permitem calcular e estabelecer os parâmetros exatos de quantidade e formas de utilização, o que evita desperdícios e ajuda, inclusive, a otimizar custos de logística e armazenagem.

    Prevenção de reparos futuros

    Uma das consequências mais previsíveis de se utilizar em uma obra materiais e processos sem atestar sua qualidade tecnológica é ter de lidar com problemas no futuro. E geralmente são problemas bem graves!

    Não se trata apenas de problemas de conservação, ligado à durabilidade de materiais. Um solo com características mal dimensionadas, por exemplo, pode fazer ruir toda uma edificação. Um problema que custa não apenas dinheiro, mas principalmente vidas.

    Garantia de boa reputação profissional

    Na era digital em que vivemos, qualquer serviço pode ser objeto de análise e pesquisa pregressa – seus serviços ou os serviços que sua empresa presta podem ser alvo de pesquisa e avaliação por alguém que esteja pensando em contratá-los.

    Trata-se, então, de verdadeiro efeito em cascata. Se uma obra adota controle tecnológico na forma de testes e ensaios sérios, é praticamente garantido que o resultado vai durar anos com muita qualidade, que pode ser visto e avaliado por qualquer um que pesquise.

    Gostou deste artigo? Compartilhe com seus contatos e com aqueles que possam também fazer bom uso dessas orientações!

    Prensa CBR Marshall Para Ensaios De Compressão Simples E Outros, Eletrônica, Híbrida I-1006-FA

    Prensa CBR Marshall Para Ensaios De Compressão Simples E Outros, Eletrônica, Híbrida I-1006-FA
    Prensa CBR Marshall Para Ensaios De Compressão 

    Prensa Hidráulica Elétrica Digital 100T, WI-FI – I-3025-B

    PRENSA HIDRÁULICA ELÉTRICA DIGITAL 100T, WI-FI – I-3025-B Laboratórios de controle tecnológico
    PRENSA HIDRÁULICA ELÉTRICA DIGITAL 100T, WI-FI – I-3025-B

    Prensa Hidráulica Manual Digital 100t I-3001-C

    Prensa Hidráulica Manual Digital 100t I-3001-C Laboratórios de controle tecnológico
    Prensa Hidráulica Manual Digital 100t I-3001-C

    Retificadora Manual De Corpos De Prova I-3064-C

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    RETIFICADORA PNEUMÁTICA DE CORPOS DE PROVA I-3064

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    RETIFICADORA PNEUMÁTICA DE CORPOS DE PROVA I-3064

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  • Laboratório de Mineração

    Laboratório de Mineração

    Série Laboratório Básico – Parte 9

    Laboratório de Mineração: Abordamos aqui muitos assuntos ligados a solos, rochas e afins, quase sempre com uma orientação voltada para obras de edificações e estradas. Quase: desta vez, solos e rochas são atores em um palco diferente. Falaremos hoje sobre a exploração desses materiais – a mineração.

    De forma mais específica, este artigo faz parte da série Laboratório Básico, cujo tema de hoje será a mineração. Buscaremos entender que processos, equipamentos e configurações devem constar em um bom laboratório básico para ensaios de mineração.

    Índice

    • Britador de Mandíbulas
    • Moinho de Bolas/Barras
    • Moinho de Panelas
    • Moinho de Disco

    Vale aqui um adendo explicativo sobre ensaios de mineração: uma parte considerável de todo o processo laboratorial se refere ao processamento de material bruto retirado de jazidas. Este processamento ocorre para que se possa colher dados das propriedades físicas de cada tipo de material, o que influencia na operação geral de mineração.

    Mineração, solos, rochas, asfalto – todos esses são temas muito abordados por aqui, no Blog da Contenco, sempre com informação precisa, na forma de conhecimento útil para a vida. Seguem artigos que recomendamos:

    Série Laboratório Básico – Parte 1: Laboratório de Concreto

    Ensaios com Aparelho Casagrande: limites de liquidez e plasticidade

    Penetrômetro para asfalto: saiba como funciona!

    Britador de Mandíbulas

    O primeiro dos itens essenciais em um laboratório de mineração é o britador de mandíbulas, equipamento utilizado nos estágios iniciais de processamento do material extraído da natureza.

    Ou seja: o trabalho bruto e pesado realizado pela máquina faz com que haja a necessidade de certa robustez de estrutura e muita segurança. Itens que, claro, a Contenco/Pavitest priorizou no desenvolvimento deste equipamento.

    A carcaça do aparelho é feita de chapas de aço soldadas, enquanto as mandíbulas e chapas de desgaste são de aço manganês. Além disso, possui uma carenagem externa geral, que garante a segurança de todos os participantes da operação.

    I-4198 – Britador de Mandíbulas

    Britador de Mandíbulas para Laboratório de Mineração
    Britador de Mandíbulas

    Moinho de Bolas/Barras para Laboratório de Mineração

    Um dos estágios subsequentes do processamento de material e obtenção/separação de seus componentes minerais é a atuação do moinho de barras e bolas. No caso, as barras e bolas são os componentes da máquina que, em movimento e atrito com o material, promove a moagem.

    Ambas as opções possuem configurações diferentes: as barras podem realizam moagem de até 10 Mesh, enquanto as bolas entregam material processado a até 325 Mesh.

    O número de giros realizados e o tempo de processamento são controlados por um programador digital acoplado ao equipamento. Por emitir muito ruído, possui revestimento interno em borracha, que diminui o barulho da operação.

    I-4205 – Moinho de Bolas/Barras

    Moinho de Bolas/Barras para Laboratório de Mineração
    Moinho de Bolas/Barras

    Moinho de Panelas

    O moinho de panelas é um aparelho destinado ao processamento de materiais em partículas muito pequenas – é, de fato, uma pulverização. A máquina procede dessa maneira sem produzir resíduos, ou seja, sem perder material ao realizam a pulverização.

    O aparelho da Contenco/Pavitest atua nos materiais por meio de uma pastilha e um anel triturador que, em movimento axial, pulveriza a amostra. Ao final, a máquina entrega o material em uma granulometria de até 400 Mesh.

    Possui configuração de altura de trabalho de 850mm, contando também com um relógio que marca o tempo da operação. Panela (com anel redutor) e estrutura são fabricados em aço. O conjunto pesa 230 kg.

    I-4227 – Moinho de Panelas

    Moinho de Panelas para Laboratório de Mineração
    Moinho de Panelas

    Moinho de Disco para Laboratório de Mineração

    Uma opção para processamento via pulverização dos materiais minerais é o moinho de disco – que também não pode faltar em um laboratório básico de mineração bem equipado. O disco de moagem é feito em aço manganês e tem 200mm de diâmetro, podendo entregar granulometria de até 400 Mesh.

    Assim como outros equipamentos para laboratórios de mineração da Contenco/Pavitest, o moinho de disco possui sistemas robustos de segurança e proteção, assegurando que todo o processo corra de forma tranquila.

    Outro aspecto importante é que a câmara de moagem pode ser aberta na totalidade, permitindo limpeza e retirada do material moído, evitando assim qualquer tipo de contaminação.

    I-4228 – Moinho de Disco

    Moinho de Disco para Laboratório de Mineração
    Moinho de Disco

    Agora que nosso laboratório básico de mineração está completo, que tal compartilhar este artigo com seus contatos? Aproveite e acesse o Blog da Contenco e confira as outras partes da série Laboratório Básico!

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  • Laboratório de Rochas

    Laboratório de Rochas

    Série Laboratório Básico: Laboratório de Rochas

    Nossas obras, empreitadas e intervenções na crosta da terra encontram pelo caminho não apenas solo “strictu sensu”, mas também uma grande quantidade e variedade de rochas. Por isso é tão importante conhecê-las. Confira nossa Série Laboratório Básico: Laboratório de Rochas!

    E nada mais adequado para a produção de conhecimento sobre rochas do que um laboratório de rochas bem desenhado e equipado com o que há de melhor no mercado em maquinário e peças acessórias.

    Continuamos, assim, com mais um artigo de nossa série Laboratório Básico, que desta vez vai abordar uma lista bastante sugestiva de produtos da Contenco/Pavitest que devem constar nas bancadas e prateleiras de um laboratório de rochas!

    Índice

    1. Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas
    2. Sonda SPT a Percussão
    3. Dilatômetro
    4. Serra Circular
    5. Peneirador 50×50 cm para agregados
    6. Abrasímetro de Amsler

    Se você é leitor assíduo do Blog da Contenco, já conhece o nosso compromisso firme com o conhecimento. Se ainda não é, que tal conferir uma degustação para, quem sabe, virar fã? Seguem alguns artigos que recomendamos:

    Série Laboratório Básico – Parte 1: Laboratório de Concreto

    Ensaios com Aparelho Casagrande: limites de liquidez e plasticidade

    Penetrômetro para asfalto: saiba como funciona!

    Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    Um dos grandes fatores naturais que atuam na durabilidade e deformação das rochas é a água. É exatamente isso que este equipamento mede e entrega na forma de dados essenciais para seus projetos com rochas.

    O princípio desse teste é o de determinar qual o nível de deterioração de uma amostra de rocha frente à imersão em água. A máquina vem com dois tambores de teste, em tamanhos que podem ser escolhidos. É possível incluir mais tambores, que são vendidos separadamente, sob encomenda.

    C-3054 – Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    C-3054 – Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    Sonda SPT a Percussão

    Item básico para qualquer laboratório de rochas, a sonda a percussão tipo SPT (Standard Penetration Test, ou “Teste Padronizado de Penetração”), faz exatamente o que diz o nome: atua com ensaios de incursão penetrante em amostras de rocha.

    Trata-se de um equipamento altamente versátil, podendo ser empregado em perfurações leves de até 30 metros, bem como em estudos de fundação e perfuração de poços. Para facilitar a operação, vem com tripé de 4 pernas reforçado, além de estrutura para auxiliar na extração do amostrador.

    C-1035 – Sonda SPT a Percussão

    C-1035 – Sonda SPT a Percussão

    Dilatômetro para Laboratório de Rochas

    Outro aspecto muito importante a ser considerado em materiais rochosos é o quanto este dilata em função da alteração de temperatura. Estamos falando de um tipo de dado chamado coeficiente de dilatação térmica linear em rochas.

    Este método de ensaio é protagonizado pelo Dilatômetro e tem como objeto de análise principalmente materiais inorgânicos de revestimento e estrutura, sendo rochas o principal insumo a ser estudado. O equipamento tem sensores de alta precisão, controlados por computador, além de sistema de incremento de temperatura que pode ir de 0º a 60º C, a 0,1º C por minuto.

    I-4215 – Dilatômetro

    I-4215 – Dilatômetro

    Serra Circular para Laboratório de Rochas

    Falar em testes e ensaios de rocha e outros materiais inorgânicos similares presume que, em dado momento, será preciso separar e extrair “pedaços” de peças maiores e que possivelmente estejam em estado bruto na natureza. Fazer esse tipo de corte em materiais tão duros exige maquinário específico.

    É aqui que entra a Serra Circular da Contenco/Pavitest. A máquina pode cortar tanto peças de rocha quanto de concreto e de materiais betuminosos, de natureza asfáltica. Vem equipada com um disco de corte diamantado de 18 polegadas de diâmetro, que alcança uma profundidade de corte de até 160mm.

    I-3056 – Serra Circular

    I-3056 – Serra Circular

    Peneirador 50×50 cm para agregados

    A utilização de peneiras no manejo de materiais sólidos em laboratórios de rocha é parte de vários processos de separação e seleção, o que ajuda muito na escolha das melhores amostras. Nesses casos, um aparelho peneirador para agregados é um item que se faz de grande utilidade em um laboratório.

    O Peneirador da Contenco/Pavitest tem capacidade para acoplar até oito peneiras de 50x50x10 cm. O equipamento acompanha dispositivo controlador de tempo e programa de ensaios, além de hastes para fixação de peneiras quadradas.

    I-3007 – Peneirador 50×50 cm para agregados

    I-3007 – Peneirador para agregados Laboratório de Rochas

    Abrasímetro de Amsler para Laboratório de Rochas

    O Abrasímetro de Amsler é um equipamento que mede o coeficiente de abrasão de uma determinada amostra de rocha ou materiais cerâmicos/betuminosos. Abrasão, no caso, é o desgaste do material que decorre do atrito com outro corpo sólido, em função do tempo.

    O equipamento produz essa abrasão por meio de um anel de ferro fundido de alta dureza, com superfície plana e lisa. A amostra, acoplada ao aparelho, adquire movimento giratório com pressão que pode ser regulada, produzindo assim o efeito desejado e possibilitando a coleta dos dados.

    I-4212 – Abrasímetro de Amsler

    I-4212 – Abrasímetro de Amsler

    Compartilhe este artigo com seus contatos e não deixe de conferir o catálogo da Contenco/Pavitest!

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  • Laboratório de solo e Ensaio CBR

    Laboratório de solo e Ensaio CBR

    Série Laboratório Básico – Parte 4: Laboratório de solo e Ensaio CBR

    Uma das abordagens técnicas em solo mais conhecidas é a chamada CBR – California Bearing Ratio (ou ISC – Índice de Suporte Califórnia). Tanto que, neste quarto artigo de nossa série Laboratório Básico, o assunto será quais os principais equipamentos que compõem um bom laboratório de ensaio CBR.

    Já falamos algumas vezes desse tipo de ensaio aqui no Blog da Contenco, mas não custa relembrar, não é mesmo?

    O método CBR é utilizado para medir quão resistente é uma amostra de solo à penetração de um cilindro padrão, em relação ao mesmo processo realizado com uma amostra de brita padronizada.

    Obras de pavimentação em geral necessitam desse tipo de informação, o que faz do ensaio CBR um dos mais importantes e requisitados – uma vez que temos em todos os lugares ruas, estradas e caminhos em geral.

    Uma pequena pausa, antes de continuarmos: confira logo abaixo algumas sugestões de artigos do nosso Blog da Contenco, sempre recheado de conhecimento útil para você.

    Penetrômetro Para Asfalto: Saiba Como Funciona!

    Saiba Tudo Sobre Como Funcionam Os Ensaios Em Asfalto (Marshall)

    Obras De Pavimentação De Qualidade Com Testes De Solo CBR E Marshall

    Vamos então aos itens que não podem faltar em um laboratório básico para ensaios do tipo CBR?

    Prensa CBR Manual

    Item básico em laboratórios de solo que realizam ensaios CBR. A prensa possui pistão que aplica as forças de penetração, com duas velocidades: uma lenta para o ensaio e outra rápida para ajuste de aproximação e retorno à posição original.

    A capacidade de aplicação de força deste equipamento é de até 5.000kgf. Também conta com dois extensômetros – um para medir as deformações do anel dinamométrico e outro para medir a penetração na amostra.

    I-1006 – Prensa CBR Manual

    I1006 Prensa CBR Manual Contenco

    Prensa CBR/Marshall Micro Processado com Software

    Se a Contenco/Pavitest tem em seu catálogo um produto que pode ser chamado de multifuncional e versátil, este é a Prensa CBR Marshall I-1006-FA. A máquina pode realizar ensaios do tipo CBR, Marshall (específico para misturas betuminosas, como asfalto), compressão simples, além de outros tipos.

    Tais ensaios de compressão simples – e outros – podem ser realizados mediante uso de acessórios não inclusos, mas de fácil aquisição. Entre os testes possíveis estão os feitos com gesso e telhas.

    O equipamento vem com um software completo com funções de controle, aquisição de dados, cadastro de corpos de prova e emissão de relatórios com gráficos.

    I-1006-FA – Prensa CBR/Marshall Micro Processado com Software

    I1006FA Prensa CBRMarshall Software Contenco

    Cilindro CBR

    Trata-se de um molde em formato cilíndrico para realização de ensaios de compactação e CBR. Feito com aço zincado e composto por molde, colar, base perfurada, hastes roscadas e porcas tipo borboleta.

    I-1005 – Cilindro CBR

    I1005 Cilindro CBR Contenco

    Tripé

    Tripé porta extensômetro para ensaios CBR. Fabricado em alumínio fundido, é usado para fixação do extensômetro, item utilizado para leitura dos índices de expansão das amostras.

    I-1007 – Tripé

    I1007 Tripé Contenco

    Prato Perfurado

    O prato perfurado tem a função de regular a posição do extensômetro, para que as leituras sejam adequadas. Possui uma haste ajustável e é fabricado em aço zincado.

    I-1008 – Prato Perfurado

    I1008 Prato Perfurado Contenco

    Par de Pesos – Sobrecarga

    Também conhecido como “peso em U”, este acessório serve para a aplicação de sobrecarga na fase de penetração de um ensaio CBR. Cada cilindro da prensa CBR utiliza um par de pesos em U. Fabricado em ferro fundido.

    I-1009 – Par de Pesos – Sobrecarga

    I1009 Par de Pesos Contenco

    Disco Espaçador

    Este acessório é utilizado em conjunto com o cilindro de compressão e compactação, durante a realização desse tipo de ensaio. Também é utilizado para modelagem de corpos de prova para ensaios CBR.

    I-1010 – Disco Espaçador

    I1010 Disco Espaçador Contenco

    Régua Biselada

    Fabricada em aço zincado, a régua biselada pode ser utilizada tanto em ensaios CBR quanto em outros tipos de ensaios.

    I-1011 – Régua Biselada

    I1011 Régua Biselada Contenco

    Extrator de Amostras

    Equipamento utilizado para extrair material para composição de amostras ou corpos de prova para ensaios de solo em geral, CBR e também Marshall. Pode ser configurado para extração em diversos diâmetros e possui sistema hidráulico, que evita grande esforço do operador.

    I-1012-A – Extrator de Amostras

    I1012A Extrator de Amostras Contenco

    Soquete CBR

    Peça em aço zincado utilizada em ensaios de compactação em geral, podendo também ser utilizado em ensaios CBR.

    I-1013-A – Soquete CBR

    I1013A Soquete CBR Contenco

    Extensômetro analógico

    A Contenco produz e comercializa diversos modelos de extensômetro, tanto analógicos quanto digitais, com variados tamanhos, pesos e índices de precisão.

    C-4015 – Extensômetro Analógico

    C4015 Extensômetro Analógico Contenco

    E então – Laboratório de solo e Ensaio CBR equipado? Se você achou que essas informações foram úteis para você, compartilhe com seus contatos! Pode ser útil também para outras pessoas com as mesmas necessidades!

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  • Laboratório de Concreto

    Laboratório de Concreto

    Série Laboratório Básico



    O leitor desavisado do Blog da Contenco pode imaginar as mil maneiras que todos esses ensaios e testes dos quais falamos sempre aqui são realizados. No canteiro de obras, na casa do engenheiro, em qualquer canto? Nada disso! É tudo feito de maneira a se respeitar método e diretrizes específicas, dentro de um laboratório bem equipado. Confira nossa Série Laboratório Básico:

    Iniciaremos, com este artigo, uma série de abordagens em que falaremos um pouco mais sobre esses ambientes e, principalmente, dos principais equipamentos que devem compor um bom laboratório.

    O primeiro da lista será o laboratório básico de concreto: importância, principais equipamentos e suas aplicações básicas, além de mostrar um pouco do catálogo impecável da Contenco/Pavitest para todos os itens!

    Ficou curioso sobre todos esses ensaios e testes que têm como palco laboratórios bem montados? Não deixe de fazer uma boa pesquisa no nosso Blog da Contenco, além de conferir nossas sugestões de artigos:

    Obras De Pavimentação De Qualidade Com Testes De Solo CBR E Marshall

    Teste Os Tubos De Conexões De Sua Obra Com A Prensa Para Ensaio De Achatamento!

    Verifique A Qualidade Da Argamassa Com O Ensaio De Arrancamento!

    • Qual a importância de um laboratório de concreto bem equipado?
    • Laboratório de concreto: principais itens e equipamentos
    • Prensa Hidráulica Manual (I-3001-C) e Elétrica (I-3025-B)
    • I-3025-F – Software Concreto
    • I-3064-C – Retificadora de Corpos de Prova Manual
    • C-3005-H – Disco de Neoprene
    • I-3005-J – Par de Pratos
    • I-3006 – Conjunto Slump Test

    Qual a importância de um laboratório de concreto bem equipado?

    A resposta é mais simples do que parece: é importante que toda obra de engenharia conte com um laboratório de concreto bem equipado porque, sem isso, não é possível realizar a maioria dos ensaios essenciais para uma obra.

    Por consequência, sem os devidos ensaios não é possível ter parâmetros para a aplicação de concreto na obra, o que coloca em xeque itens como orçamento e segurança.

    Tudo isso nos permite aprender uma lição: o conhecimento é o quesito mais importante em qualquer projeto ou empreitada de construção civil, seja este do tamanho que for.

    Laboratório de concreto: principais itens e equipamentos

    Se você é um leitor habitual do nosso Blog da Contenco, vai identificar alguns dos equipamentos que descreveremos a seguir como sendo essenciais para um bom laboratório de concreto. Outros serão novidade, cuja função explicaremos aqui de forma resumida!

    Vamos aos equipamentos?

    Prensa Hidráulica Manual (I-3001-C) e Elétrica (I-3025-B)

    As prensas hidráulicas são as verdadeiras estrelas de um laboratório de concreto. É por meio destes equipamentos que são realizados os principais testes que buscam estabelecer os parâmetros e índices que vão nortear toda a aplicação do material em uma obra.

    As prensas da Contenco/Pavitest são produzidas em diferentes modelos e configurações, sendo as principais delas a Manual e a Elétrica. Confira abaixo as imagens e os links dos equipamentos, para saber mais sobre eles.

    Prensa Hidráulica Manual I-3001-C

    Prensa Hidráulica Manual I-3001-C

    Prensa Hidráulica Elétrica I-3025-B

    Prensa Hidráulica Elétrica I-3025-B

    Software Concreto (I-3025-F)

    Nem só de equipamentos físicos e robustos se faz um bom laboratório de análise de concreto, não é mesmo? O Software Pavitest Concreto I-3025-F da Contenco/Pavitest tem como principais funções processar a grande quantidade de dados gerados em cada teste e retorná-los na forma de informações que sejam úteis para quem opera.

    O Pavitest Concreto I-3025-F foi desenhado e parametrizado para atuar em todos os tipos de testes de concreto, sempre de acordo com todas as normas regulamentadoras. Saiba mais:

    Software Pavitest Concreto I-3025-F

    Software Pavitest Concreto I-3025-F

    Retificadora de Corpos de Prova Manual (I-3064-C)

    Todo ensaio de concreto precisa de uma amostra – que aqui chamamos de “corpos de prova”. Estas peças de concreto que passarão por análise precisam estar em conformidade física com as configurações do teste – e quem faz esse trabalho é um equipamento chamado retificadora de corpos de prova. Vamos conhecer melhor?

    Retificadora de Corpos de Prova Manual I-3064-C

    Retificadora de Corpos de Prova Manual I-3064-C

    Disco de Neoprene (C-3005-H) e Par de Pratos (I-3005-J)

    Corpos de prova em ensaios de concreto podem apresentar imperfeições na hora dos testes, mesmo já tendo sido processados por uma retificadora específica ou outra máquina do tipo.

    Para compensar estas imperfeições, a Contenco/Pavitest desenvolveu discos de Neoprene, que inseridos junto aos corpos de prova, ajustam-se à máquina e anulam boa parte das imperfeições durante o ensaio.

    E, para melhor acomodar os discos de Neoprene no equipamento que realiza o teste, a Contenco desenvolveu um Par de Pratos em aço. Resistentes, encaixam perfeitamente com os discos e permitem melhor aferição das informações.

    Disco de Neoprene C-3005-H

    Disco de Neoprene C-3005-H

    Par de Pratos I-3005-J

    Par de Pratos I-3005-J

    Conjunto Slump Test (I-3006)

    O Conjunto Slump Test é um equipamento também essencial para avaliar as condições do concreto utilizado em uma obra. Neste caso, o conjunto avalia a consistência do material ainda em estágio de massa, permitindo determinar sua fluidez e trabalhabilidade e, assim, melhorar a mistura.

    Conjunto Slump Test I-3006

    Conjunto Slump Test I-3006

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