Categoria: Rochas e mineração

  • Laboratório de Mineração

    Laboratório de Mineração

    Série Laboratório Básico – Parte 9

    Laboratório de Mineração: Abordamos aqui muitos assuntos ligados a solos, rochas e afins, quase sempre com uma orientação voltada para obras de edificações e estradas. Quase: desta vez, solos e rochas são atores em um palco diferente. Falaremos hoje sobre a exploração desses materiais – a mineração.

    De forma mais específica, este artigo faz parte da série Laboratório Básico, cujo tema de hoje será a mineração. Buscaremos entender que processos, equipamentos e configurações devem constar em um bom laboratório básico para ensaios de mineração.

    Índice

    • Britador de Mandíbulas
    • Moinho de Bolas/Barras
    • Moinho de Panelas
    • Moinho de Disco

    Vale aqui um adendo explicativo sobre ensaios de mineração: uma parte considerável de todo o processo laboratorial se refere ao processamento de material bruto retirado de jazidas. Este processamento ocorre para que se possa colher dados das propriedades físicas de cada tipo de material, o que influencia na operação geral de mineração.

    Mineração, solos, rochas, asfalto – todos esses são temas muito abordados por aqui, no Blog da Contenco, sempre com informação precisa, na forma de conhecimento útil para a vida. Seguem artigos que recomendamos:

    Série Laboratório Básico – Parte 1: Laboratório de Concreto

    Ensaios com Aparelho Casagrande: limites de liquidez e plasticidade

    Penetrômetro para asfalto: saiba como funciona!

    Britador de Mandíbulas

    O primeiro dos itens essenciais em um laboratório de mineração é o britador de mandíbulas, equipamento utilizado nos estágios iniciais de processamento do material extraído da natureza.

    Ou seja: o trabalho bruto e pesado realizado pela máquina faz com que haja a necessidade de certa robustez de estrutura e muita segurança. Itens que, claro, a Contenco/Pavitest priorizou no desenvolvimento deste equipamento.

    A carcaça do aparelho é feita de chapas de aço soldadas, enquanto as mandíbulas e chapas de desgaste são de aço manganês. Além disso, possui uma carenagem externa geral, que garante a segurança de todos os participantes da operação.

    I-4198 – Britador de Mandíbulas

    Britador de Mandíbulas para Laboratório de Mineração
    Britador de Mandíbulas

    Moinho de Bolas/Barras para Laboratório de Mineração

    Um dos estágios subsequentes do processamento de material e obtenção/separação de seus componentes minerais é a atuação do moinho de barras e bolas. No caso, as barras e bolas são os componentes da máquina que, em movimento e atrito com o material, promove a moagem.

    Ambas as opções possuem configurações diferentes: as barras podem realizam moagem de até 10 Mesh, enquanto as bolas entregam material processado a até 325 Mesh.

    O número de giros realizados e o tempo de processamento são controlados por um programador digital acoplado ao equipamento. Por emitir muito ruído, possui revestimento interno em borracha, que diminui o barulho da operação.

    I-4205 – Moinho de Bolas/Barras

    Moinho de Bolas/Barras para Laboratório de Mineração
    Moinho de Bolas/Barras

    Moinho de Panelas

    O moinho de panelas é um aparelho destinado ao processamento de materiais em partículas muito pequenas – é, de fato, uma pulverização. A máquina procede dessa maneira sem produzir resíduos, ou seja, sem perder material ao realizam a pulverização.

    O aparelho da Contenco/Pavitest atua nos materiais por meio de uma pastilha e um anel triturador que, em movimento axial, pulveriza a amostra. Ao final, a máquina entrega o material em uma granulometria de até 400 Mesh.

    Possui configuração de altura de trabalho de 850mm, contando também com um relógio que marca o tempo da operação. Panela (com anel redutor) e estrutura são fabricados em aço. O conjunto pesa 230 kg.

    I-4227 – Moinho de Panelas

    Moinho de Panelas para Laboratório de Mineração
    Moinho de Panelas

    Moinho de Disco para Laboratório de Mineração

    Uma opção para processamento via pulverização dos materiais minerais é o moinho de disco – que também não pode faltar em um laboratório básico de mineração bem equipado. O disco de moagem é feito em aço manganês e tem 200mm de diâmetro, podendo entregar granulometria de até 400 Mesh.

    Assim como outros equipamentos para laboratórios de mineração da Contenco/Pavitest, o moinho de disco possui sistemas robustos de segurança e proteção, assegurando que todo o processo corra de forma tranquila.

    Outro aspecto importante é que a câmara de moagem pode ser aberta na totalidade, permitindo limpeza e retirada do material moído, evitando assim qualquer tipo de contaminação.

    I-4228 – Moinho de Disco

    Moinho de Disco para Laboratório de Mineração
    Moinho de Disco

    Agora que nosso laboratório básico de mineração está completo, que tal compartilhar este artigo com seus contatos? Aproveite e acesse o Blog da Contenco e confira as outras partes da série Laboratório Básico!

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  • Laboratório de Rochas

    Laboratório de Rochas

    Série Laboratório Básico: Laboratório de Rochas

    Nossas obras, empreitadas e intervenções na crosta da terra encontram pelo caminho não apenas solo “strictu sensu”, mas também uma grande quantidade e variedade de rochas. Por isso é tão importante conhecê-las. Confira nossa Série Laboratório Básico: Laboratório de Rochas!

    E nada mais adequado para a produção de conhecimento sobre rochas do que um laboratório de rochas bem desenhado e equipado com o que há de melhor no mercado em maquinário e peças acessórias.

    Continuamos, assim, com mais um artigo de nossa série Laboratório Básico, que desta vez vai abordar uma lista bastante sugestiva de produtos da Contenco/Pavitest que devem constar nas bancadas e prateleiras de um laboratório de rochas!

    Índice

    1. Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas
    2. Sonda SPT a Percussão
    3. Dilatômetro
    4. Serra Circular
    5. Peneirador 50×50 cm para agregados
    6. Abrasímetro de Amsler

    Se você é leitor assíduo do Blog da Contenco, já conhece o nosso compromisso firme com o conhecimento. Se ainda não é, que tal conferir uma degustação para, quem sabe, virar fã? Seguem alguns artigos que recomendamos:

    Série Laboratório Básico – Parte 1: Laboratório de Concreto

    Ensaios com Aparelho Casagrande: limites de liquidez e plasticidade

    Penetrômetro para asfalto: saiba como funciona!

    Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    Um dos grandes fatores naturais que atuam na durabilidade e deformação das rochas é a água. É exatamente isso que este equipamento mede e entrega na forma de dados essenciais para seus projetos com rochas.

    O princípio desse teste é o de determinar qual o nível de deterioração de uma amostra de rocha frente à imersão em água. A máquina vem com dois tambores de teste, em tamanhos que podem ser escolhidos. É possível incluir mais tambores, que são vendidos separadamente, sob encomenda.

    C-3054 – Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    C-3054 – Aparelho para ensaio de durabilidade de rochas

    Sonda SPT a Percussão

    Item básico para qualquer laboratório de rochas, a sonda a percussão tipo SPT (Standard Penetration Test, ou “Teste Padronizado de Penetração”), faz exatamente o que diz o nome: atua com ensaios de incursão penetrante em amostras de rocha.

    Trata-se de um equipamento altamente versátil, podendo ser empregado em perfurações leves de até 30 metros, bem como em estudos de fundação e perfuração de poços. Para facilitar a operação, vem com tripé de 4 pernas reforçado, além de estrutura para auxiliar na extração do amostrador.

    C-1035 – Sonda SPT a Percussão

    C-1035 – Sonda SPT a Percussão

    Dilatômetro para Laboratório de Rochas

    Outro aspecto muito importante a ser considerado em materiais rochosos é o quanto este dilata em função da alteração de temperatura. Estamos falando de um tipo de dado chamado coeficiente de dilatação térmica linear em rochas.

    Este método de ensaio é protagonizado pelo Dilatômetro e tem como objeto de análise principalmente materiais inorgânicos de revestimento e estrutura, sendo rochas o principal insumo a ser estudado. O equipamento tem sensores de alta precisão, controlados por computador, além de sistema de incremento de temperatura que pode ir de 0º a 60º C, a 0,1º C por minuto.

    I-4215 – Dilatômetro

    I-4215 – Dilatômetro

    Serra Circular para Laboratório de Rochas

    Falar em testes e ensaios de rocha e outros materiais inorgânicos similares presume que, em dado momento, será preciso separar e extrair “pedaços” de peças maiores e que possivelmente estejam em estado bruto na natureza. Fazer esse tipo de corte em materiais tão duros exige maquinário específico.

    É aqui que entra a Serra Circular da Contenco/Pavitest. A máquina pode cortar tanto peças de rocha quanto de concreto e de materiais betuminosos, de natureza asfáltica. Vem equipada com um disco de corte diamantado de 18 polegadas de diâmetro, que alcança uma profundidade de corte de até 160mm.

    I-3056 – Serra Circular

    I-3056 – Serra Circular

    Peneirador 50×50 cm para agregados

    A utilização de peneiras no manejo de materiais sólidos em laboratórios de rocha é parte de vários processos de separação e seleção, o que ajuda muito na escolha das melhores amostras. Nesses casos, um aparelho peneirador para agregados é um item que se faz de grande utilidade em um laboratório.

    O Peneirador da Contenco/Pavitest tem capacidade para acoplar até oito peneiras de 50x50x10 cm. O equipamento acompanha dispositivo controlador de tempo e programa de ensaios, além de hastes para fixação de peneiras quadradas.

    I-3007 – Peneirador 50×50 cm para agregados

    I-3007 – Peneirador para agregados Laboratório de Rochas

    Abrasímetro de Amsler para Laboratório de Rochas

    O Abrasímetro de Amsler é um equipamento que mede o coeficiente de abrasão de uma determinada amostra de rocha ou materiais cerâmicos/betuminosos. Abrasão, no caso, é o desgaste do material que decorre do atrito com outro corpo sólido, em função do tempo.

    O equipamento produz essa abrasão por meio de um anel de ferro fundido de alta dureza, com superfície plana e lisa. A amostra, acoplada ao aparelho, adquire movimento giratório com pressão que pode ser regulada, produzindo assim o efeito desejado e possibilitando a coleta dos dados.

    I-4212 – Abrasímetro de Amsler

    I-4212 – Abrasímetro de Amsler

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  • Laboratório de solo e Ensaio CBR

    Laboratório de solo e Ensaio CBR

    Série Laboratório Básico – Parte 4: Laboratório de solo e Ensaio CBR

    Uma das abordagens técnicas em solo mais conhecidas é a chamada CBR – California Bearing Ratio (ou ISC – Índice de Suporte Califórnia). Tanto que, neste quarto artigo de nossa série Laboratório Básico, o assunto será quais os principais equipamentos que compõem um bom laboratório de ensaio CBR.

    Já falamos algumas vezes desse tipo de ensaio aqui no Blog da Contenco, mas não custa relembrar, não é mesmo?

    O método CBR é utilizado para medir quão resistente é uma amostra de solo à penetração de um cilindro padrão, em relação ao mesmo processo realizado com uma amostra de brita padronizada.

    Obras de pavimentação em geral necessitam desse tipo de informação, o que faz do ensaio CBR um dos mais importantes e requisitados – uma vez que temos em todos os lugares ruas, estradas e caminhos em geral.

    Uma pequena pausa, antes de continuarmos: confira logo abaixo algumas sugestões de artigos do nosso Blog da Contenco, sempre recheado de conhecimento útil para você.

    Penetrômetro Para Asfalto: Saiba Como Funciona!

    Saiba Tudo Sobre Como Funcionam Os Ensaios Em Asfalto (Marshall)

    Obras De Pavimentação De Qualidade Com Testes De Solo CBR E Marshall

    Vamos então aos itens que não podem faltar em um laboratório básico para ensaios do tipo CBR?

    Prensa CBR Manual

    Item básico em laboratórios de solo que realizam ensaios CBR. A prensa possui pistão que aplica as forças de penetração, com duas velocidades: uma lenta para o ensaio e outra rápida para ajuste de aproximação e retorno à posição original.

    A capacidade de aplicação de força deste equipamento é de até 5.000kgf. Também conta com dois extensômetros – um para medir as deformações do anel dinamométrico e outro para medir a penetração na amostra.

    I-1006 – Prensa CBR Manual

    I1006 Prensa CBR Manual Contenco

    Prensa CBR/Marshall Micro Processado com Software

    Se a Contenco/Pavitest tem em seu catálogo um produto que pode ser chamado de multifuncional e versátil, este é a Prensa CBR Marshall I-1006-FA. A máquina pode realizar ensaios do tipo CBR, Marshall (específico para misturas betuminosas, como asfalto), compressão simples, além de outros tipos.

    Tais ensaios de compressão simples – e outros – podem ser realizados mediante uso de acessórios não inclusos, mas de fácil aquisição. Entre os testes possíveis estão os feitos com gesso e telhas.

    O equipamento vem com um software completo com funções de controle, aquisição de dados, cadastro de corpos de prova e emissão de relatórios com gráficos.

    I-1006-FA – Prensa CBR/Marshall Micro Processado com Software

    I1006FA Prensa CBRMarshall Software Contenco

    Cilindro CBR

    Trata-se de um molde em formato cilíndrico para realização de ensaios de compactação e CBR. Feito com aço zincado e composto por molde, colar, base perfurada, hastes roscadas e porcas tipo borboleta.

    I-1005 – Cilindro CBR

    I1005 Cilindro CBR Contenco

    Tripé

    Tripé porta extensômetro para ensaios CBR. Fabricado em alumínio fundido, é usado para fixação do extensômetro, item utilizado para leitura dos índices de expansão das amostras.

    I-1007 – Tripé

    I1007 Tripé Contenco

    Prato Perfurado

    O prato perfurado tem a função de regular a posição do extensômetro, para que as leituras sejam adequadas. Possui uma haste ajustável e é fabricado em aço zincado.

    I-1008 – Prato Perfurado

    I1008 Prato Perfurado Contenco

    Par de Pesos – Sobrecarga

    Também conhecido como “peso em U”, este acessório serve para a aplicação de sobrecarga na fase de penetração de um ensaio CBR. Cada cilindro da prensa CBR utiliza um par de pesos em U. Fabricado em ferro fundido.

    I-1009 – Par de Pesos – Sobrecarga

    I1009 Par de Pesos Contenco

    Disco Espaçador

    Este acessório é utilizado em conjunto com o cilindro de compressão e compactação, durante a realização desse tipo de ensaio. Também é utilizado para modelagem de corpos de prova para ensaios CBR.

    I-1010 – Disco Espaçador

    I1010 Disco Espaçador Contenco

    Régua Biselada

    Fabricada em aço zincado, a régua biselada pode ser utilizada tanto em ensaios CBR quanto em outros tipos de ensaios.

    I-1011 – Régua Biselada

    I1011 Régua Biselada Contenco

    Extrator de Amostras

    Equipamento utilizado para extrair material para composição de amostras ou corpos de prova para ensaios de solo em geral, CBR e também Marshall. Pode ser configurado para extração em diversos diâmetros e possui sistema hidráulico, que evita grande esforço do operador.

    I-1012-A – Extrator de Amostras

    I1012A Extrator de Amostras Contenco

    Soquete CBR

    Peça em aço zincado utilizada em ensaios de compactação em geral, podendo também ser utilizado em ensaios CBR.

    I-1013-A – Soquete CBR

    I1013A Soquete CBR Contenco

    Extensômetro analógico

    A Contenco produz e comercializa diversos modelos de extensômetro, tanto analógicos quanto digitais, com variados tamanhos, pesos e índices de precisão.

    C-4015 – Extensômetro Analógico

    C4015 Extensômetro Analógico Contenco

    E então – Laboratório de solo e Ensaio CBR equipado? Se você achou que essas informações foram úteis para você, compartilhe com seus contatos! Pode ser útil também para outras pessoas com as mesmas necessidades!

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  • Laboratório de Concreto

    Laboratório de Concreto

    Série Laboratório Básico



    O leitor desavisado do Blog da Contenco pode imaginar as mil maneiras que todos esses ensaios e testes dos quais falamos sempre aqui são realizados. No canteiro de obras, na casa do engenheiro, em qualquer canto? Nada disso! É tudo feito de maneira a se respeitar método e diretrizes específicas, dentro de um laboratório bem equipado. Confira nossa Série Laboratório Básico:

    Iniciaremos, com este artigo, uma série de abordagens em que falaremos um pouco mais sobre esses ambientes e, principalmente, dos principais equipamentos que devem compor um bom laboratório.

    O primeiro da lista será o laboratório básico de concreto: importância, principais equipamentos e suas aplicações básicas, além de mostrar um pouco do catálogo impecável da Contenco/Pavitest para todos os itens!

    Ficou curioso sobre todos esses ensaios e testes que têm como palco laboratórios bem montados? Não deixe de fazer uma boa pesquisa no nosso Blog da Contenco, além de conferir nossas sugestões de artigos:

    Obras De Pavimentação De Qualidade Com Testes De Solo CBR E Marshall

    Teste Os Tubos De Conexões De Sua Obra Com A Prensa Para Ensaio De Achatamento!

    Verifique A Qualidade Da Argamassa Com O Ensaio De Arrancamento!

    • Qual a importância de um laboratório de concreto bem equipado?
    • Laboratório de concreto: principais itens e equipamentos
    • Prensa Hidráulica Manual (I-3001-C) e Elétrica (I-3025-B)
    • I-3025-F – Software Concreto
    • I-3064-C – Retificadora de Corpos de Prova Manual
    • C-3005-H – Disco de Neoprene
    • I-3005-J – Par de Pratos
    • I-3006 – Conjunto Slump Test

    Qual a importância de um laboratório de concreto bem equipado?

    A resposta é mais simples do que parece: é importante que toda obra de engenharia conte com um laboratório de concreto bem equipado porque, sem isso, não é possível realizar a maioria dos ensaios essenciais para uma obra.

    Por consequência, sem os devidos ensaios não é possível ter parâmetros para a aplicação de concreto na obra, o que coloca em xeque itens como orçamento e segurança.

    Tudo isso nos permite aprender uma lição: o conhecimento é o quesito mais importante em qualquer projeto ou empreitada de construção civil, seja este do tamanho que for.

    Laboratório de concreto: principais itens e equipamentos

    Se você é um leitor habitual do nosso Blog da Contenco, vai identificar alguns dos equipamentos que descreveremos a seguir como sendo essenciais para um bom laboratório de concreto. Outros serão novidade, cuja função explicaremos aqui de forma resumida!

    Vamos aos equipamentos?

    Prensa Hidráulica Manual (I-3001-C) e Elétrica (I-3025-B)

    As prensas hidráulicas são as verdadeiras estrelas de um laboratório de concreto. É por meio destes equipamentos que são realizados os principais testes que buscam estabelecer os parâmetros e índices que vão nortear toda a aplicação do material em uma obra.

    As prensas da Contenco/Pavitest são produzidas em diferentes modelos e configurações, sendo as principais delas a Manual e a Elétrica. Confira abaixo as imagens e os links dos equipamentos, para saber mais sobre eles.

    Prensa Hidráulica Manual I-3001-C

    Prensa Hidráulica Manual I-3001-C

    Prensa Hidráulica Elétrica I-3025-B

    Prensa Hidráulica Elétrica I-3025-B

    Software Concreto (I-3025-F)

    Nem só de equipamentos físicos e robustos se faz um bom laboratório de análise de concreto, não é mesmo? O Software Pavitest Concreto I-3025-F da Contenco/Pavitest tem como principais funções processar a grande quantidade de dados gerados em cada teste e retorná-los na forma de informações que sejam úteis para quem opera.

    O Pavitest Concreto I-3025-F foi desenhado e parametrizado para atuar em todos os tipos de testes de concreto, sempre de acordo com todas as normas regulamentadoras. Saiba mais:

    Software Pavitest Concreto I-3025-F

    Software Pavitest Concreto I-3025-F

    Retificadora de Corpos de Prova Manual (I-3064-C)

    Todo ensaio de concreto precisa de uma amostra – que aqui chamamos de “corpos de prova”. Estas peças de concreto que passarão por análise precisam estar em conformidade física com as configurações do teste – e quem faz esse trabalho é um equipamento chamado retificadora de corpos de prova. Vamos conhecer melhor?

    Retificadora de Corpos de Prova Manual I-3064-C

    Retificadora de Corpos de Prova Manual I-3064-C

    Disco de Neoprene (C-3005-H) e Par de Pratos (I-3005-J)

    Corpos de prova em ensaios de concreto podem apresentar imperfeições na hora dos testes, mesmo já tendo sido processados por uma retificadora específica ou outra máquina do tipo.

    Para compensar estas imperfeições, a Contenco/Pavitest desenvolveu discos de Neoprene, que inseridos junto aos corpos de prova, ajustam-se à máquina e anulam boa parte das imperfeições durante o ensaio.

    E, para melhor acomodar os discos de Neoprene no equipamento que realiza o teste, a Contenco desenvolveu um Par de Pratos em aço. Resistentes, encaixam perfeitamente com os discos e permitem melhor aferição das informações.

    Disco de Neoprene C-3005-H

    Disco de Neoprene C-3005-H

    Par de Pratos I-3005-J

    Par de Pratos I-3005-J

    Conjunto Slump Test (I-3006)

    O Conjunto Slump Test é um equipamento também essencial para avaliar as condições do concreto utilizado em uma obra. Neste caso, o conjunto avalia a consistência do material ainda em estágio de massa, permitindo determinar sua fluidez e trabalhabilidade e, assim, melhorar a mistura.

    Conjunto Slump Test I-3006

    Conjunto Slump Test I-3006

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  • Cortar é preciso! Conheça a Serra Circular para rochas e asfalto

    Cortar é preciso! Conheça a Serra Circular para rochas e asfalto

    Um dos procedimentos mais comuns que podemos ver em um canteiro de obras é o corte de materiais – afinal, não se adquire tudo na exata medida que é necessária para o projeto. É nessa etapa da empreitada que entra um equipamento bastante conhecido: a serra circular.

    Devemos entender, porém, que nem toda serra é adequada para realizar cortes em todo tipo de material. Na verdade, existem equipamentos altamente especializados em determinados tipos de corte.

    Neste artigo, falaremos das serras circulares especializadas em cortes de materiais resistentes e duros – muito mais do que, por exemplo, madeira. Vamos abordar os equipamentos adequados para cortar concreto, rocha, e outros, entender como é o processo e por que é importante utilizar máquinas adequadas e de qualidade.

    Como já é tradição aqui no Blog da Contenco, vamos sugerir a você, leitor, alguns outros artigos que possam interessar a você. Acompanhe os links abaixo:

    Barras E Bolas: Entenda Como Funciona O Processo De Moagem E Britagem

    Como É A Determinação Da Densidade Relativa Com A Mesa Vibratória?

    Estudos De Fundações E Poços Com A Sondagem SPT

    • Em que situações podemos utilizar a Serra Circular?
    • É seguro realizar cortes com a Serra Circular?
    • A Serra Circular I-3056 da Contenco é sua melhor opção!

    Em que situações podemos utilizar as Serras Circulares?

    Conforme já pontuamos, existem muitas situações no canteiro de obras em que se faz necessário cortar determinado material. A regra é: cada tipo de material deve ser cortado com um equipamento específico para tal fim.

    Não seguir essa regra pode danificar a serra, provocar a perda de materiais e, pior ainda, causar acidentes sérios!

    Assim, a Serra Circular fabricada pela Contenco/Pavitest – da qual falaremos melhor mais adiante neste artigo – também segue essa regra. A máquina pode ser utilizada em materiais de grande dureza e resistência, como concreto e agregados, materiais betuminosos, argamassas e rochas de diversos tipos.

    Trata-se de serviço pesado, muitas vezes necessário não apenas em obras de construção civil, mas também visto em canteiros de escavação e exploração de minérios.

    É seguro realizar cortes com a Serra Circular?

    A primeira coisa que deve ser destacada aqui é: todo o processo deve ser seguro e permeados de todos os cuidados que exigem as normas. A segurança que a própria máquina oferece é apenas parte desse todo.

    Falando nisso, a Serra Circular é dotada de dispositivos que controlam seu acionamento – permite, ao mesmo tempo, que se desligue rapidamente o motor e também inibe seu acionamento acidental.

    Além disso, a mesa de apoio é fundamental não apenas para facilitar o manuseio da peça a ser cortada, como também serve como item de segurança, permitindo que o objeto seja fixado e permaneça estável durante o procedimento.

    A Serra Circular I-3056 da Contenco é sua melhor opção!

    A estrela deste artigo – apesar do spoiler que já demos anteriormente – é a Serra Circular I-3056, fabricada pela Contenco/Pavitest.

    Serra circular

    Trata-se de equipamento desenvolvido e produzido pela empresa a partir de tecnologia e matéria-prima de origem 100% nacional. Ou seja: ao utilizar nossos produtos, você não apenas tem em mãos uma máquina de primor técnico e qualidade, mas também ajuda a movimentar a indústria nacional.

    A Serra Circular possui um sistema de refrigeração que funciona por meio de fluxo de água, totalmente regulável para quaisquer necessidades. Este é mais um item de segurança que preserva a integridade da máquina e do material.

    Um disco diamantado de 18 polegadas de diâmetro é o responsável pelo corte dos materiais, que pode ser longitudinal ou transversal, a depender da posição da amostra. A profundidade do corte chega a 160mm.

    Este foi mais um exemplo de conhecimento que agregamos aos artigos do nosso Blog da Contenco, atrelado a um produto que nos traz muito orgulho. Se você gostou deste artigo ou conhece alguém que se interessaria por estas informações, compartilhe com seus amigos!

  • Cisalhamento Eletrônico: a máquina que traz segurança e economia

    Cisalhamento Eletrônico: a máquina que traz segurança e economia

    O que é mais importante em uma obra? Economizar com materiais ou entender as características do solo onde a empreitada se desenvolve? Se você optou pela segunda assertiva, você acertou! E, para que esta se torne realidade, nada como um bom ensaio de cisalhamento eletrônico.

    Na verdade, entender as características do solo – como a resistência ao cisalhamento, por exemplo – é algo diretamente relacionado ao benefício da economia. Então, podemos dizer que as duas estão corretas!

    Neste artigo, vamos compreender melhor essas relações, o conceito de cisalhamento e também qual a melhor maneira de realizar um ensaio desse tipo em laboratório! Spoiler: com o Equipamento de Cisalhamento Eletrônico Modelo I-1073-N, da Contenco/Pavitest!

    O Blog da Contenco procura ser o seu “hub” de conhecimento no segmento de ensaios laboratoriais para solos e rochas! Por isso, você encontra aqui uma ampla gama de conhecimento, a exemplo dos links abaixo que separamos para você ler depois:

    Você Sabe O Que É O Ensaio Triaxial Verdadeiro?

    Método Medina Para Ensaios De Solos: Você Conhece?

    Apresentando: Medina (Método De Dimensionamento Nacional)

    Sobre o que falaremos neste artigo? Segue um índice para ajudar na leitura e na navegação!

    • O que é cisalhamento?
    • Resistência ao cisalhamento: por que é importante saber?
    • Como é realizado o ensaio de cisalhamento de solos?

    O que é cisalhamento?

    Cisalhamento é um termo muito utilizado em diferentes áreas do conhecimento, mas sempre partindo do mesmo princípio conceitual. Assim, cisalhamento é deformação provocada em um determinado corpo por forças que atuam em diferentes planos e direções, sem alterar o volume do material.

    Essa definição nos interessa quando a relacionamos com materiais como solos e rochas – e estes enquanto parte integrante e essencial de uma obra de engenharia civil. Afinal, rochas e solos, por fazerem parte do ambiente natural, se movimentam e recebem forças de todos os lados.

    Assim, temos aqui a nossa definição: cisalhamento de solos e rochas é quando estes sofrem deformação a partir de forças originárias de diferentes planos e direções, e provocadas tanto pelas intervenções da obra (peso, deslocamento) quanto pela própria natureza.

    Resistência ao cisalhamento: por que é importante saber?

    Deste contexto que retratamos até aqui emerge uma nova questão: quanto tais elementos se deformam? Qual sua capacidade de resistir a essas forças que atuam implacáveis?

    Assim, a resistência ao cisalhamento é um índice que mede o quanto uma determinada amostra de material – no caso, solo e rocha – mantém sua integridade quando submetida a forças diversas.

    O conhecimento desses valores é fundamental para qualquer obra de engenharia de grande porte, seja uma ponte, uma estrada, um edifício ou uma escavação. Cada uma dessas empreitadas possui estruturas de peso imenso, cujas toneladas podem movimentar a base de solo em que se posicionam, podendo causar problemas graves.

    Além de possibilitar a prevenção desses problemas (acidentes, por exemplo), saber como o solo se comporta ajuda a planejar melhor a obra como um todo e esquadrinhar os gastos com material e mão de obra de forma mais eficiente.

    Como é realizado o ensaio de cisalhamento de solos?

    Esse tipo de teste, que busca quantificar a resistência ao cisalhamento de amostras de solo ou rocha, acontece geralmente em laboratórios munidos de equipe especializada e máquinas que sejam ao mesmo tempo robustas, precisas em suas medições, e eficientes na emissão de relatórios e estatísticas.

    Todos esses predicados podem ser verificados em uma máquina mais do que especial: o Equipamento de Cisalhamento Eletrônico I-1073-N, desenvolvido e fabricado pela Contenco/Pavitest.

    A prensa, que também é de origem 100% nacional, atua de forma mecânica, mas controlada por dispositivos eletrônicos e computacionais, o que garante precisão nas medições e controle total do processo.

    cisalhamento eletrônico

    Operações como estas, que exigem qualidade do equipamento para que se extraia dados confiáveis, ganham em excelência quando realizadas com máquinas da Contenco/Pavitest. Se você se interessou, não deixe de entrar em contato conosco para um orçamento!

    Além deste modelo, a Contenco possui outros equipamentos semelhantes com características um pouco diferentes, visando atender de uma personalizada a demanda de seus clientes. tais como:

    I-1073-H – Cisalhamento Analógico para Fins Educacionais

    cisalhamento analógico

    E, se você gostou deste conteúdo, compartilhe nas suas rede sociais. Não se esqueça também de adicionar o Blog da Contenco aos seus favoritos, para que você tenha todo esse conhecimento sempre à mão!

  • Descubra como é feito o ensaio de dilatação térmica linear em rocha

    Descubra como é feito o ensaio de dilatação térmica linear em rocha

    dilatação térmica linear em rocha

    Um dos principais testes laboratoriais que existem em termos de obras e infraestrutura, e que lida com insumos naturais, é o ensaio de dilatação térmica linear em rocha.

    Também naturais são os aspectos mecânico-físicos com que lidam os ensaios de dilatação linear, pois tratam do aumento de tamanho da matéria em relação à temperatura e ao tempo.

    Uma vez que quaisquer obras serão invariavelmente submetidas aos auspícios do tempo e da amplitude térmica (calor e frio), sabemos já por que esses ensaios são tão importantes nesse contexto.

    Neste artigo, vamos entender um pouco mais como funcionam os ensaios de dilatação térmica linear em rocha, bem como conhecer um equipamento indispensável para esse procedimento – fabricado e comercializado pela Contenco!

    Siga a leitura se orientando pelo índice:

    • O que é o ensaio de dilatação térmica linear em rocha?
    • Como é feito o ensaio de dilatação térmica linear em rocha?
    • Conheça o Dilatômetro Para Medir Dilatação Térmica Linear I-4215

    Além disso, separamos a seguir alguns artigos do Blog da Contenco que podem figurar em seu radar de interesse. Abra-os em abas diferentes para ler depois!

    Saiba Detalhes Sobre Ensaios Marshall (Ou Ensaios De Asfaltos) E As Máquinas Que São Utilizadas!

    Conheça O Ensaio De Solos CBR – California Bearing Ratio E Os Equipamentos Utilizados

    Conheça Os Principais Equipamentos Para Laboratórios De Concreto

    O que é o ensaio de dilatação térmica linear em rocha?

    Trata-se de um teste laboratorial que, conforme já adiantamos um pouco no início deste artigo, verifica o quanto uma amostra varia de tamanho em função do aumento da temperatura – fenômeno que é uma propriedade física de qualquer matéria.

    Dilatação é nome deste fenômeno. Em linhas gerais, ocorre da seguinte maneira: quanto mais energia (calor) é fornecido a uma determinada quantidade de matéria, mais seus átomos e moléculas se “agitam”, fazendo assim com que aumentem de tamanho – se dilatem.

    Nesse contexto, imaginemos uma obra – uma edificação, por exemplo, exposta aos elementos. Sol, vento, chuva, estações do ano e até mesmo neve contribuem para a variação de temperatura dos materiais, muitas vezes ocorrendo em intervalos pequenos (por vezes no mesmo dia).

    É essa variação que o ensaio de dilatação térmica busca determinar, em ambiente controlado (laboratório) e por meio de equipamento específico, sobre os quais veremos mais logo nos próximos itens.

    Como é feito o ensaio de dilatação térmica linear em rocha?

    Conforme já vimos nas explicações e exemplos anteriores, um dos elementos essenciais em um ensaio de dilatação térmica é a temperatura, que provoca um aumento no tamanho dos materiais de forma geral.

    Ou seja: para entendermos como e quanto uma determinada amostra de rocha pode se dilatar em relação à temperatura e ao tempo, é necessário simular situações desse tipo em laboratório.

    Esse processo é feito por meio do Dilatômetro (veja no próximo item), que submete uma amostra de rocha a temperaturas cada vez mais altas, aumentando em função do tempo e, assim, extraindo dados específicos sobre esse processo.

    Entre esses dados coletados estão o coeficiente de dilatação, que é principal e mais importante, e a transposição desses efeitos em gráficos que relacionem temperatura, tempo e deformação da amostra.

    Conheça o Dilatômetro I-4215 da Contenco

    Informações tão importantes e detalhadas só podem ser obtidas por meio de um equipamento que seja ao mesmo tempo confiável, robusto e preciso. E isso nós já temos: é o Dilatômetro Para Medir Dilatação Térmica Linear I-4215.

    Dilatômetro Para Medir Dilatação Térmica Linear I-4215

    A máquina – que é de produção 100% nacional da Contenco – promove ensaios para verificação do coeficiente de dilatação linear em amostras de rochas, revestimentos e outros materiais inorgânicos quaisquer. Possui capacidade de incremento de temperatura de 0º a 60ºC a uma taxa de 0,1°C por minuto.

    Além disso, o Dilatômetro é controlado por meio de um software desenvolvido pela própria Contenco, por meio do qual é possível cadastrar as amostras, controlar e monitorar a temperatura, obter dados e emitir relatórios.

    O melhor, claro, é sempre poder vislumbrar esse tipo de equipamento com elementos visuais marcantes. Que tal então vermos esse vídeo de apresentação do Dilatômetro?

    Esperamos que todas as informações, exemplos e conceitos que mostramos aqui tenham sido úteis para você! Compartilhe este artigo com seus contatos e fique conectado para as novidades do nosso blog!

  • Ensaios de rochas com um moinho de disco: saiba tudo!

    Ensaios de rochas com um moinho de disco: saiba tudo!

    Grandes intervenções em ambientes naturais, como obras e minas, requerem grande preparação – e uma ação importante nesse sentido é a realização de ensaios de rochas com um moinho de disco.

    Também conhecidos como ensaios de amostra de rochas ou ensaios de mineração, esses procedimentos laboratoriais são essenciais para que os responsáveis pela empreitada verifiquem as condições das rochas e do solo e obtenham dados relevantes para a segurança e para o sucesso da obra.

    Neste artigo, vamos falar um pouco mais sobre ensaios de mineração (ou ensaios de rochas), a utilização do moinho de disco para adequação das amostras nesse processo e também tudo sobre este produto específico da Contenco!

    Para ajudar na leitura, dividimos as informações de acordo com os tópicos abaixo:

    • O que são ensaios de rochas?
    • O que faz um moinho de disco?
    • Saiba tudo sobre o Moinho de Disco I-4228 da Contenco!

     

    Quer saber ainda mais sobre testes de laboratório e produtos da Contenco? Separamos para você artigos especiais sobre isso:

    Prensa Para Ensaios De Concreto: Você Sabe O Que É?

    Conheça O Nosso Equipamento Triaxial Para Ensaios!

    Ensaios De Solos: Saiba O Que São E Por Que São Tão Importantes!

    O que são ensaios de rochas ou de mineração?

    Ensaios de rochas (ou de mineração, conforme já pontuamos) são processos realizados em laboratório que têm como objeto amostras de rochas/solos e o intuito de determinar características e índices importantes para a construção ou atividade de exploração mineral.

    Dentre essas características podemos destacar propriedades de resistência, de tendência à deformação, e também de permeabilidade. São atributos que, além de permitir ações seguras, são essenciais para a utilização consciente de recursos.

    Outros benefícios da realização de testes e ensaios laboratoriais de rochas que podemos elencar são:

    • Tomada de decisões com muito mais precisão e agilidade, o que é fundamental em um canteiro de obras ou em uma mina
    • Possibilidade de modificação do planejamento com muito menos impacto, seja ambiental, financeiro ou de segurança
    • Implantação de procedimentos de controle, com base nos dados obtidos nos testes, que economizarão tempo e dinheiro

    Além disso, uma informação importante: testes de rochas requerem que as amostras estejam em tamanho e espessura adequados, o que nem sempre é possível fazer durante a coleta. É nesse momento que entra o moinho de disco – cuja atuação veremos no próximo item!

    O que faz um moinho de disco?

    Conforme vimos, as amostras de rochas e solos para ensaios de mineração precisam estar em situação adequada, principalmente em termos de tamanho e espessura.

    Essa granulometria específica é alcançada por meio de um procedimento de “moagem” dessas amostras de rochas, feita por meio de um moinho de disco, como o modelo I-4228 da Contenco.

    No caso, o produto da Contenco em questão faz também a pulverização das amostras de rochas, procedimento que muitas vezes é necessário para que se chegue a parâmetros aceitáveis e ideais de análise.

    Agora que já sabemos o que faz um moinho de disco e qual é a sua importância na cadeia de ensaios e de planejamento de obras, que tal entendermos melhor como trabalha o Moinho de Disco I-4228 da Contenco?

    Saiba tudo sobre o Moinho de Disco I-4228 da Contenco!

    ensaios de rochas

    O Moinho de Disco I-4228 da Contenco é um equipamento robusto, resultado do seu projeto e desenvolvimento em chapas de aço. Ou seja: resistência e durabilidade acima da média, que são demandas constantes do mercado.

    Além disso, a segurança total faz também parte do projeto, uma vez que o equipamento é montado sobre uma estrutura carenada com proteção do conjunto do sistema matriz.

    Outro item importante para a eficiência do processo é a limpeza. Com isso em vista, o moinho de disco conta com possibilidade de abertura total da câmara de moagem, permitindo sua limpeza e retirada de detritos.

    Quer saber mais detalhes? Acesse aqui a página do produto!

    E para saber mais sobre estes e outros equipamentos da Contenco Pavitest voltados para a mineração e rochas, entre em contato com a nossa equipe pelos nossos canais de atendimento:

    Email: contenco@back.contenco.com.br

    Telefone: 31 3623-3623 | Whatsapp: 31 98878-6968

    Formulário de Contato: https://back.contenco.com.br/contato/

    Ou por meio do nosso chat online em nosso site.

  • Britador e Moinho para Ensaios em Amostras de Rocha

    Britador e Moinho para Ensaios em Amostras de Rocha

    Os ensaios em amostras de rochas são usados para estudos petrográficos e mineralógicos, sendo necessário assim a adequação das amostras para atender a metodologia do ensaio. Por isso é realizada a redução do tamanho das partículas através do britador ou moinho.

    Qual a função do britador e moinho?

    O britador desenvolvido para laboratórios é utilizado para a redução do tamanho inicial da amostra (brita). Entretanto ele já produz também uma pequena parcela de amostra moída.

    Enquanto o moinho de laboratório é utilizado para o processo de pulverização (pó) dos materiais. Cada tipo de moinho possui características específicas que se aplicam a finalidades diferentes.

    Para atender esta área específica de britagem e moagem de amostras, a Contenco Indústria e Comércio Ltda fabrica diferentes equipamentos:

    • Britador de mandíbulas
    • Moinhos de disco
    • Moinho de bolas/barras
    • Moinho de panela

    Britador de Mandíbulas

    O Britador de Mandíbulas produzido pela Contenco, marca PAVITEST, possui abertura na entrada de 110x90mm e dispõe de sistema simples e rápido de abertura da mandíbula, proporcionando regulagem eficiente para obtenção de granulometrias diversas. Com a abertura mínima é possível a obtenção de materiais com 20% abaixo da peneira MESH 270 (0,057mm).

    Fabricado com materiais que garantem rigorosas condições de trabalho, o Britador de Mandíbulas tem sua carcaça construída em chapas de aço soldadas e as mandíbulas e chapas de desgaste em aço manganês. O Britador possui uma carenagem geral, o que contribui para a segurança operacional.

    Dimensões (ALP): 1200 x 665 x 1010mm.

    britador
    Britador de Maníbula I-4198

    Moinho de Discos

    Moinho de disco ou pulverizador elétrico de disco, marca PAVITEST, é ideal para ensaios de laboratório de mineração. Ele é desenvolvido como um equipamento robusto, construído em chapa de aço ASTM-A36 e perfil de aço SAE-1020. O Moinho de Discos é montado sobre uma estrutura carenada com proteção do conjunto do sistema matriz, garantindo segurança operacional.
    O equipamento possui disco de moagem, em aço manganês, com 200 mm de diâmetro. Além de sistema de regulagem manual que permite o controle da finura do material moído, com resultados de finura menores que 400 Mesh.
    A câmara de moagem abre totalmente, permitindo a inspeção e limpeza para a troca dos materiais moídos, evitando assim a contaminação indevida.

    moinho de disco
    Moinho de Disco I-4228

    Moinho de Bolas/Barras

    O Moinho de bolas/barras, do tipo SONNEX, é desenvolvido pela Contenco, marca PAVITEST. O equipamento tem um sistema de funcionamento com dois tipos de cargas moedoras:

    • Barras para moagem até 10 Mesh;
    • e Bolas para moagem até 325 Mesh;
    • sendo a obtenção da finura em função do material e do tempo da moagem.

    O Moinho de bolas/barras possui descarga automática do material moído, através da porta de descarga periférica, sem o derrame da carga moedora. Possui também programador digital para controlar o número de giros e tempo de moagem, com desligamento automático e tambor em chapa dupla de aço 1045, isolada por lençol de borracha a fim de diminuir o barulho quando em operação. Seu diâmetro interno é de 380x420mm para volume de 47 litros. O Moinho trabalha com material a ser moído de até ½” e 14Kg por batelada, além de acompanhar a carga moedora.

    Obs.: o equipamento pode ser fornecido também na versão de pequeno porte, com diâmetro interno de 228×270 mm para volume de 10 litros e trabalha com 5 Kg por batelada.

    britaador e moinho
    Moinho de Bolas / Barras I-4205
    Britador e Moinho
    Moinho de Bolas Pequeno Porte I-4205-A

    Moinho de Panela

    O Moinho de Panela ou Pulverizador Elétrico de Panela da marca PAVITEST, possibilita o uso de até 3 panelas simultaneamente para pulverizar por meio de batimento centrifugo em materiais rochosos.
    Possui um sistema de trituração que utiliza uma pastilha e anel triturador que, por meio de movimento orbital, o material é pulverizado.
    O Moinho de Panela trabalha com uma batelada de 150 gr e se consegue uma granulometria de até 400 Mesh. Possui relógio marcador de tempo de operação e pode ser fabricado com panela em aço, cromo duro ou tungstênio.

    britador e moinho
    Moinho de Panela I-4227

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  • COMO REALIZAR A RETÍFICA DE CORPOS DE PROVA DE CONCRETO, ARGAMASSA E ROCHA

    COMO REALIZAR A RETÍFICA DE CORPOS DE PROVA DE CONCRETO, ARGAMASSA E ROCHA

    A Retífica de Corpos de Prova é utilizada para que estes estejam aptos para diferentes ensaios. Neste texto iremos explicar como é realizada a Retífica de Corpos de Prova de concreto, argamassa e rocha.

    Para obter um ótimo resultado de ensaio de compressão axial, é importante que o Corpo de Prova (CP) a ser ensaiado atenda duas características:

    • Ter um bom acabamento superficial
    • Ter os planos de aplicação da carga axial perfeitamente perpendiculares (90 graus) com o dorso do Corpo de Prova.

    Como realizar a Retífica de Corpos de Prova

    No passado, a maneira de se obter as condições enumeradas anteriormente era através do uso de capeamento de enxofre que, aquecido se torna líquido e pode ser utilizado para regularizar a superfície de corpos de prova. Este método está cada vez mais em desuso devido ao fato do enxofre ser um produto tóxico e poluente.

    retífica de corpos de prova em desuso

    Outro método existente é utilizar um par de pratos de aço Elastoméricos em conjunto com discos de Neoprene, que como citado anteriormente, tem como objetivo minimizar as irregularidades da amostra e proporcionar a realização do ensaio de forma precisa.

    O método atualmente utilizado com melhor custo/benefício é o da Retífica de Corpos de Prova através de equipamentos próprios e específicos para este fim.

    A Retífica de Corpos de Prova Pavitest atende às duas exigências citadas anteriormente. A perpendicularidade é garantida pelo fato do corpo de prova ficar deitado sobre seu dorso no berço da retífica e o rebolo (coroa diamantada) que retifica a superfície de aplicação de carga, estruturalmente estar perfeitamente perpendicular ao berço do equipamento.

    Com isso, ao retificar os dois lados do CP, o mesmo estará esquadrejado e com suas superfícies de aplicação da carga axial completamente uniformes e retificadas.

    A Contenco Indústria e Comércio Ltda. fabrica e comercializa três tipos de retíficas:

    1.    RETIFICADOR MANUAL DE CORPOS DE PROVA CILÍNDRICOS

    Este equipamento aplica-se à Retífica de Corpos de Prova cilíndricos de concreto, argamassa e rocha com diâmetros de 5, 10 e 15 cm.

    O sistema de fixação do corpo de prova e a descida/subida do disco diamantado são realizados de forma manual.

    Possui sistema de proteção para o motor e sistema de entrada de água para refrigeração do disco.

    O motor possui 3370 RPM e o equipamento pode ser fabricado em 110 ou 220 V para rede monofásica ou em 220 e 380 V para rede trifásica.

    retífica de corpos de prova manual
    Retificador manual de corpos de prova i-3064-c

    2.    RETIFICADOR PNEUMÁTICO DE CORPOS DE PROVA CILINDRICOS

    Este equipamento aplica-se à Retífica de Corpos de Prova cilíndricos de concreto, argamassa e rocha com diâmetros de 5, 10 e 15 cm.

    O equipamento é composto por sistema de fixação do corpo de prova através de uso de cilindro pneumático e ar comprimido. O corte/retífica do corpo de prova é realizado através de motor com disco diamantado com sistema “sobe e desce” acionado por cilindro pneumático e controlado por fim de curso superior e inferior.

    Possui sistema de proteção para o motor e sistema de entrada de água para refrigeração do disco.

    O motor possui 3370 RPM e o equipamento pode ser fabricado em 110 ou 220 V para rede monofásica ou em 220 e 380 V para rede trifásica.

    OBS: Para funcionamento deste equipamento é necessário o uso de compressor de ar regulado com pressão de 5 Bar.

    retífica de corpos de prova
    Retificador pneumático de corpos de prova cilíndricos

    Veja o vídeo da Retífica Pneumática sendo realizado no equipamento Contenco:

    Para mais vídeos de nossos equipamentos, acesse nosso canal no Youtube.

    3.    RETIFICADORA PNEUMÁTICA PARA CORPOS DE PROVA CILINDRICOS – PRISMÁTICOS

    Este equipamento aplica-se à retífica de Corpos de Prova de concreto e argamassa cilíndricos de até 15 cm de diâmetro e peças prismáticas com até 20 cm de altura e 50 cm de comprimento.

    O equipamento é composto por sistema de fixação do corpo de prova através de uso de cilindro pneumático e ar comprimido. O corte/retífica do corpo de prova é realizado através de motor com disco diamantado.

    Possui sistema de proteção para o motor e sistema de entrada de água para refrigeração do disco.

    O motor possui 3370RPM e o equipamento pode ser fabricado em 110 ou 220 V para rede monofásica ou em 220 e 380 V para rede trifásica.

    OBS: Para funcionamento deste equipamento é necessário o uso de compressor de ar regulado com pressão de 5 Bar

    retífica de corpos de prova
    Retificadora para corpo de prova concreto e argamassas cilíndricos

    Para saber mais sobre a Retífica de Corpos de Prova, Ensaio Axial e os produtos e tecnologias Contenco Pavitest, converse com a nossa equipe! Envie um email para contenco@back.contenco.com.br ou ligue para +55 31 3623-3623 | 31 98878-6968.

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