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  • Atendimento Remoto: modernidade em assistência técnica

    Atendimento Remoto: modernidade em assistência técnica

    A CONTENCO é uma empresa de tecnologia que desenvolve, industrializa e comercializa máquinas e equipamentos para ensaios de materiais para todo o Brasil e até mesmo para outros países. Diante desta grande abrangência, precisa prestar um suporte de alta qualidade para os equipamentos, dispositivos e softwares de seus clientes. Por este motivo, a CONTENCO tem uma equipe de técnicos que atua de forma rápida e eficiente através do atendimento remoto, suprindo as necessidades e demandas de todos os Clientes.

    atendimento remoto

    Por ser uma empresa que atua há 61 anos no mercado, seu modelo de assistência técnica já foi muito trabalhado e tem se desenvolvido ao longo dos anos.

    Antigamente tínhamos uma equipe de técnicos que precisava viajar por todo o Brasil atendendo aos chamados dos clientes e por muitas vezes o equipamento precisava voltar para a fábrica. Era possível atender um número reduzido de clientes por vez e precisava seguir uma programação de horários bem apertada” – comenta o Sr. Luiz Mendes, um dos sócios fundadores.

     

    Hoje, com o atendimento remoto, a CONTENCO conseguiu uma otimização de sua assistência técnica para todos os seus equipamentos. Não é preciso ter o deslocamento de um profissional para analisar a máquina, verificar dados ou instalar um programa. Foram eliminados os casos onde o técnico ia até a empresa pessoalmente para descobrir que o problema era simples e que poderia ter sido resolvido bem rapidamente de forma remota.

    Utilizando-se de acesso remoto ao computador do cliente, onde está instalado o software da máquina e com as funções de comunicação de dados nativas do equipamento, é possível que o técnico possa, remotamente, diagnosticar as falhas que porventura estejam ocorrendo.

    Diversos equipamentos da CONTENCO podem ter assistência técnica através de atendimento remoto, como:

    • Máquina triaxial para ensaios em solos;
    • Adensamento prensa tipo bishop capacidade 1000 kgf – digital;
    • Cisalhamento eletrônico com Lvdt´s – servo controlado;
    • Dilatômetro para medir dilatação térmica linear de rochas;
    • Viga benkelman linear eletrônica.

    Além destes, outros equipamentos que tenham porta de comunicação de dados, mesmo que não possuam o software, podem também ter atendimento remoto, como:

    • peneiradores elétricos;
    • mesas vibratórias;
    • aparelho (aderímetro) para arrancamento e medição da aderência em argamassas;
    • retificadora para corpo de prova de concreto e argamassas;
    • aparelho de vicat automático para determinação do tempo de início e fim de pega do cimento.

     

    O atendimento remoto oferece vantagens importantes além da agilidade na assistência técnica. Na eventual necessidade de uma visita ao Cliente, o acesso remoto já agilizou o atendimento com o pré diagnóstico das questões a serem solucionadas pelo atendimento in loco.

    O serviço de atendimento remoto da Contenco permanece em evolução constante, procurando sempre o melhor atendimento aos Clientes. A mesma iniciativa que gerou o desenvolvimento do atendimento remoto também produziu evoluções e diferenciais no atendimento mais próximo e eficiente aos nossos Clientes.

    Para saber mais sobre esse serviço, nossa assistência técnica e nossos equipamentos, converse com a nossa equipe: contenco@back.contenco.com.br | 31 98878-6968.

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  • Os equipamentos para o ensaio de cisalhamento direto

    Os equipamentos para o ensaio de cisalhamento direto

    A Contenco Indústria e Comércio Ltda. fabrica equipamentos para ensaio de cisalhamento direto em solos nas seguintes modalidades:

    1.    Cisalhamento Direto Eletrônico

    O equipamento para ensaio de cisalhamento direto eletrônico da marca PAVITEST, fabricado pela CONTENCO, foi projetado e desenvolvido para a realização de ensaios de cisalhamento em amostras de solos. É um conjunto versátil e com recursos suficientes para a determinação dos parâmetros de resistência ao cisalhamento dos solos. Este equipamento pode realizar os ensaios nas seguintes modalidades:

    • Ensaio rápido,
    • Ensaio rápido adensado;
    • Ensaio Rápido adensado saturado;
    • Ensaio lento, adensado;
    • Ensaio lento, adensado, saturado.

    cisalhamento direto eletronico

    O equipamento possui dispositivo servo controlado acoplado a redutor de velocidade, com capacidade de aplicação de carga cisalhante de até 500 kgf e medição de força realizada através de célula de carga.

    A velocidade de deslocamento varia de 0,0002 a 12,0mm/min e é ajustada pelo software operacional através de comando na tela do microcomputador.

    O sistema de aplicação de tensões normais, com capacidade de até 10,00 kgf/cm² para os corpos de prova de 4” x 4”, e de até 40,00 kgf/cm² para os corpos de prova de 2” x 2”, é realizado através da colocação de pesos em pêndulo e/ou braço de alavanca para multiplicação das cargas e obtenção das tensões desejadas.

    Este equipamento possui sistema computadorizado para cadastramento de amostras e corpos de prova, aquisição e armazenamento de dados, traçado de gráficos e emissão de relatórios.

    2.    Cisalhamento Direto Analógico e Motorizado

    O equipamento para ensaio de cisalhamento direto analógico e motorizado da marca PAVITEST, fabricado pela CONTENCO, foi projetado e desenvolvido para a realização de ensaios de cisalhamento em amostras de solos.

    cisalhamento direto analogico e motorizado

    Este equipamento possui capacidade de aplicação de carga normal de até 1000 kgf através de colocação de pesos em pêndulo e/ou braço de alavanca para multiplicação de cargas e obtenção de tensões desejadas. A medição de força cisalhante é de até 500 Kgf realizada através de anel dinamométrico.

    As medidas de deformação horizontal e vertical são realizadas através de relógios comparadores analógicos.

    A velocidade de deslocamento varia de 0,06 a 3,2 mm/min. com ajuste por potenciômetro e visualização no display digital do painel de controle.

    Acompanha uma célula de ensaio de 2” x 2” e jogo de pesos diversos totalizando 100 Kg. Opcionalmente o cliente pode adquirir uma célula de ensaio de 4″ x 4

    3.    Cisalhamento Direto Manual

    O equipamento para ensaio de cisalhamento direto em solos, manual e analógico, da marca PAVITEST, fabricado pela CONTENCO, foi projetado e desenvolvido para a realização de ensaios de cisalhamento em amostras de solos. É um conjunto desenvolvido apenas para fins didáticos.cisalhamento direto manual

    Possui capacidade de aplicação de carga normal de até 1000 kgf através de colocação de pesos em pêndulo e/ou braço de alavanca para multiplicação de cargas e obtenção de tensões desejadas. A medição de força cisalhante é de até 500 Kgf realizada através de anel dinamométrico.

    As medidas de deformação horizontal e vertical são realizadas através de relógios comparadores analógicos.

    Se você quer mais informações sobre o Ensaio de Cisalhamento Direto, leia também:

    Resistência ao Cisalhamento em Solos

    Ensaio Triaxial Estático X Ensaio De Cisalhamento

    Além dos equipamentos discutidos acima, a Contenco Indústria e Comércio Ltda. também fabrica equipamentos de cisalhamento de grande porte para ensaios em amostras de solos granulares de maiores dimensões, conforme necessidade do cliente.

    Converse com a nossa equipe sobre nossos equipamentos, soluções e condições de compra! Envie um email para contenco@back.contenco.com.br ou ligue +55 31 3623-3623 | 31 98878-6968.

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  • Resistência ao Cisalhamento em Solos

    Resistência ao Cisalhamento em Solos

    A resistência ao cisalhamento em solos consiste na máxima tensão de cisalhamento que o solo pode suportar sem sofrer ruptura. Como princípio geral, deve-se ter em conta que a resistência ao cisalhamento é basicamente um fenômeno de atrito, e que, por tanto, a mesma depende predominantemente da pressão normal ao plano de cisalhamento.

    Ensaio de Cisalhamento em Solos

    No ensaio de cisalhamento direto faz-se variar a pressão normal σ, medindo-se a respectiva tensão cisalhante τ na ruptura. Assim, é possível estabelecer a envoltória de Mohr para um dado solo, a partir de pontos (σ, τ) obtidos do ensaio.

    A obtenção da resistência ao cisalhamento do solo consiste no procedimento mais importante em projetos geotécnicos, que envolve estabilidade de solos e estruturas, tais como estabilidade de taludes naturais e compactados, taludes de barragens, projetos de fundações, estabilidade de estrutura de contenções, projetos que envolvem sistema em solo-reforçado e outros.

    Previsões normalmente envolvem correlações com uso de resistência a penetração do ensaio SPT, muito embora pouco precisas. O uso de ensaios laboratoriais se torna importante quando a condição de aplicação de sobrecarga e pressões neutras desenvolvidas durante o processo passam a atuar significativamente. Busca-se, portanto, ensaios que possam impor condições específicas de campo.

    Normalmente, a determinação dos parâmetros de resistência (coesão e ângulo de atrito) é realizada em laboratório, basicamente, por três tipos de ensaios:

    • Cisalhamento Direto;
    • Compressão Triaxial;
    • e Compressão Simples.

     

    Cada um destes ensaios apresentam vantagens e limitações e a escolha fica dependente da condição de campo e projeto.

    cisalhamento - talude
    Foto de Talude
    cisalhamento - aterro compactado
    Foto de Aterro Compactado

    Ensaio de Cisalhamento direto

    Este tipo de ensaio é utilizado para obtenção de coordenadas de pontos da envoltória de resistência de Mohr-Coulomb para obtenção dos parâmetros de resistência coesão (c) e ângulo de atrito (Φ).

    O cisalhamento direto consiste num aparato que promove o deslizamento de uma metade do corpo de prova de solo em relação a outra, determinando assim, para cada tensão normal (σ) à superfície do deslizamento, o valor da tensão cisalhante (τ) necessária para provocar a deformação do corpo de prova até a ruptura. O ensaio é executado mantendo-se constante a tensão vertical e medindo-se a tensão cisalhante correspondente a cada deformação horizontal imposta ao corpo de prova, gerando dessa maneira a curva tensão-deformação. As deformações verticais são também monitoradas durante o processo de cisalhamento, possibilitando avaliações da variação volumétrica.

    Este ensaio pode ser executado nas modalidades:

    • Ensaio rápido;
    • Ensaio rápido adensado;
    • Ensaio rápido adensado saturado;
    • Ensaio lento adensado;
    • e Ensaio lento adensado saturado.

     

    Nos ensaios saturados, a saturação dos corpos de prova fica limitada ao processo de imersão, onde a caixa de cisalhamento contendo a célula de ensaio com o corpo de prova é preenchida com água durante o ensaio.

    Como não há controle de drenagem e nem medida de pressões neutras, para a realização de cada um destes ensaios deverá ser observada as características do solo testado e a velocidade de deslocamento cisalhante imposta ao corpo de prova.

    A Contenco Indústria e Comércio Ltda fabrica e comercializa prensas para realização do ensaio de cisalhamento direto em solos com capacidade de carregamento de até 1000 Kg e carga cisalhante de 500 kg.

    cisalhamento em solos

    As células de ensaios podem ser fornecidas para corpos de prova com 2” x 2”, 4” x 4”, 60 mm x 60 mm ou 100 x 100 mm.

    O equipamento pode ser fornecido com Software operacional Pavitest, para controle e monitoração do ensaio, com cadastramento de amostras e corpos de prova, traçado de gráficos, armazenamento de dados, emissão de relatórios e exportação dos dados para o Excel.

    O ensaio pode ser acompanhado em tempo real na tela do computador com acompanhamento do gráfico de tensão cisalhante x deformação.

    Para saber mais sobre os equipamentos para o Ensaio de Cisalhamento em Solos, envie um email para contenco@back.contenco.com.br ou ligue +55 31 3623-3623 | 31 98878-6968.

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  • Ensaio Triaxial Estático x Ensaio de Cisalhamento

    Ensaio Triaxial Estático x Ensaio de Cisalhamento

    Em outros textos abordamos o ensaio triaxial estático e suas particularidades. Aqui vamos analisar as diferenças entre o ensaio triaxial estático e o ensaio de cisalhamento.

    O ensaio triaxial estático e o ensaio de cisalhamento tem basicamente uma mesma função de avaliar a resistência ao cisalhamento dos solos. Ambos os ensaios apresentam dois parâmetros de resultados similares: Ângulo de Atrito e Coesão do Solo. As principais diferenças entre o triaxial estático e o cisalhamento estão em sua metodologia, ou seja, no modo como são conduzidos.

    As principais diferenças surgem a partir do fato de que o equipamento para o ensaio triaxial estático permite a simulação de determinadas condições existente no “campo”, enquanto o equipamento para o cisalhamento possui limitações para essas simulações.

    1. Drenagem

    No cisalhamento os ensaios são realizados somente no modo drenado.

    X

    No ensaio triaxial estático é possível a simulação na condição não drenada.

    1. Medição da poro pressão

    O ensaio triaxial estático permite a medição da poro pressão.

    X

    No cisalhamento essas pressões não são controladas nem medidas.

    1. Saturação

    A Saturação do Corpo de Prova no ensaio de cisalhamento é realizada através do enchimento da cuba com água, onde é colocada a célula com o corpo de prova.

    X

    No ensaio triaxial o corpo de prova é submetido à percolação e posteriormente à saturação por contra pressão, resultando em uma saturação mais efetiva.

    1. Ruptura

    No ensaio de cisalhamento um plano de ruptura (horizontal) é imposto ao corpo de prova.

    X

    No ensaio triaxial o corpo de prova tem a liberdade de ruptura no ponto mais fraco.

    ensaio triaxial

    Todos esses pontos consideram que o ensaio triaxial tem muitas vantagens. Mas o ensaio de cisalhamento tem simplicidade, facilidade e praticidade na moldagem e execução do ensaio, menor custo do equipamento e dos ensaios e atende a necessidade para estudos de estabilidade em taludes de cortes de estradas e encostas em geral.

    triaxial-estático

    Equipamento Triaxial Estático do Tipo Ar Comprimido para Ensaios em Solos

     

    Conheça também a nossa linha de acessórios que irão facilitar a realização de Ensaio Triaxial em solos:

    ensaio triaxial estático

    1. Célula de Ensaio
    2. Torno de Moldagem de CPs
    3. Célula de interfaceamento ar-água
    4. Soquete Harvard
    5. Pedras Porosas
    6. Extrator de CPs
    7. Expansor de Membranas
    8. Bureta Dupla
    9. Membranas de Latex
    10. Torno Moldador
    11. Molde Cilíndrico par CP

    A Contenco Indústria e Comércio Ltda fornece a Máquina Triaxial e todos os equipamentos e acessórios para o Ensaio Triaxial Estático, com software operacional, garantia, assistência técnica e produto 100% nacional. Converse com a nossa equipe sobre nossos equipamentos, soluções e condições de compra!

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  • Por que realizar o Ensaio Triaxial em Solos?

    Por que realizar o Ensaio Triaxial em Solos?

    Os Solos, como vários outros materiais em engenharia, resistem bem à compressão. Mas ao mesmo tempo eles têm resistência limitada à tração e ao cisalhamento. Por isso deve-se realizar um estudo da resistência ao cisalhamento dos solos, que pode ser feito através de um Ensaio Triaxial, utilizando o Equipamento Triaxial Estático.

    ensaio triaxial

    Foto: Ruptura durante Ensaio Triaxial

    Entendendo o problema – cisalhamento dos solos

    Em algumas situações, devido ao excessivo movimento relativo de partículas, o solo não mais suporta o acréscimo de carga e há a ruptura de solos. Os planos onde as tensões cisalhantes superam a resistência ao cisalhamento são chamados planos de ruptura.

    ensaio triaxial ruptura

    Foto: ruptura de um talude em Salvador, BA

    Para evitar a ruptura é necessário realizar uma análise do estado de tensões que provoca a ruptura de um solo, ou seja, um estudo de resistência ao cisalhamento. E para realizar este estudo é feito o Ensaio Triaxial utilizando o Equipamento Triaxial Estático.

    Este ensaio irá avaliar situações como:

    • Estabilidade de encostas naturais e taludes de corte e aterro;
    • Estabilidade de barragens;
    • Estabilidade de aterros sobre solos moles;
    • Capacidade de cargas de fundações;
    • Dentre outras.

     

    Componentes da Resistência ao Cisalhamento de Solos

    O Ensaio Triaxial analisa componentes para definir a resistência do solo, como:

    1. Resistência por atrito

    A resistência por atrito é representada pelo ângulo de atrito interno do solo. Análoga ao problema de deslizamento de um corpo sólido sobre uma superfície plana.

    ensaio-triaxial-resistencia-por-atrito

    1. Coesão

    A coesão é representada pela coesão do solo através da atração química entre partículas, cimentação entre partículas e atração iônica.

    ensaio-triaxial-coesao

    O Ensaio Triaxial e seus equipamentos

    O Ensaio Triaxial é realizado através do Equipamento Triaxial Estático do Tipo Ar Comprimido para Ensaios em Solos. Este equipamento é oferecido pela Contenco Indústria e Comércio Ltda com as seguintes características:

    • Prensa triaxial, cap. 5.000Kgf, dotada de dispositivo servo controlado com indicação e controle da velocidade de avanço, monitorado digitalmente. A velocidade de deslocamento do pistão varia de 0.0001 a 15,00 mm/min sendo controlada pelo software operacional através de comando na tela do microcomputador (sem troca de engrenagens).

    prensa-ensaio triaixal

    • Quadro comando montado em bancada de alumínio possuindo: quatro saídas de pressão com capacidade de até 10,00 kgf/cm², ajustadas e controladas através de válvulas reguladoras e transdutores de pressão; além dos 4 aplicadores de pressão, o equipamento possui transdutor de pressão para medida da pressão neutra; medidores digitais de volume e quatro câmaras, construídas em latão polido e cilindro em acrílico, munidas de bexiga de borracha, para interfaceamento ar-água, para evitar a aeração do sistema;

    quadro-ensaio-triaxial

    Os componentes da Máquina Triaxial de Ensaios fornecida pela Contenco são:

    • Célula de carga, tipo Z com capacidade para até 1000 Kgf, subdivisão de 0,1 Kgf;
    • Transdutor de deslocamento (LVDT) com curso de 50 mm;
    • Câmara triaxial construída em alumínio polido e camisa em acrílico, munida de base e cabeçote para realização de ensaios em corpos de prova de 1,4” e 2” de diâmetro;
    • Torno moldador para corpos de prova, a partir de amostras indeformadas, com dimensões de 1,4”e 2” de diâmetro;
    • Gabarito para acerto de paralelismo e comprimento do corpo de prova de 1,4” e 2” de diâmetro por 8,0 cm e 11cm de comprimento;
    • Expansor de membranas de látex para corpos de prova com dimensão de 1,4” e 2” de diâmetro;
    • 2 pedras porosas com diâmetro de 1,4” e 2”
    • 4 anéis o’rings com diâmetro de 1,4” e 2”
    • 10 membranas de látex para corpos de prova de 1,4” e 2”
    • Cilindro para moldagem de corpos de prova, com dimensões de 1,4” e 2” de diâmetro e 8 cm e 11cm de altura confeccionado em latão e composto de base, cilindro e colar.

     

    Além disso, o equipamento fornece Software Operacional para Ensaio Triaxial em solos, desenvolvido em Visual Basic para ambiente Windows 7 ou superior, com banco de dados em Access, para controle e monitoração do ensaio, com cadastramento de amostras e corpos de prova, traçado de gráficos, armazenamento de dados e emissão de relatórios.

     

    O software fornece os seguintes resultados:

    • Relatório contendo as características da amostra e os dados iniciais dos CPs;
    • Relatório contendo os dados dos ensaios com os valores de deformação axial específica, tensão de compressão e pressão neutra;
    • Relatório contendo os gráficos tensão de compressão x deformação axial específica;
    • Relatório contendo os gráficos pressão neutra x deformação axial específica;
    • Relatório contendo os gráficos `s1 /`s3 x deformação axial específica;
    • Relatório contendo o gráficos de trajetórias de tensão (`s1 -`s3)/2 x (`s1 +`s3)/2;
    • Relatório contendo os círculos de Mohr e a determ. do ângulo de atrito e a coesão do solo.

    ensaio-triaxial-software ensaio-triaxial-software

    Converse com a nossa equipe sobre o Ensaio Triaxial e o Equipamento Triaxial Estático do Tipo Ar Comprimido para Ensaios em Solos! Envie um email para contenco@back.contenco.com.br ou ligue para +55 31 3623-3623 | 31 98878-6968.

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  • Como é realizado o Ensaio de Adensamento Unidimensional?

    Como é realizado o Ensaio de Adensamento Unidimensional?

    O Ensaio de Adensamento Unidimensional também é conhecido como Ensaio de Adensamento Confinado ou Endométrico. Seu objetivo é determinar as propriedades de compressibilidade do solo. E isso é feito medindo-se as deformações de um material quando submetido a um carregamento e a velocidade com que essas deformações ocorrem.

    No Ensaio de Adensamento Unidimensional o corpo de prova é confinado lateralmente. Assim ele é submetido a sucessivos incrementos de cargas verticais, permitindo-se a drenagem pelo topo e base do corpo de prova.

    ensaio de adensamento

    Durante a realização do ensaio, o corpo de prova pode também ser inundado ao final de qualquer estágio. Isso possibilita a medição de colapso ou expansão do solo. Ensaios para determinação do coeficiente de permeabilidade à carga variável também podem ser realizados após a inundação e ao final de cada estágio de carregamento. Além disso, pode-se também determinar a expansão do solo pelo alívio das cargas ao final dos carregamentos.

    Como é feito o Ensaio de Adensamento Unidimensional?

    O Ensaio de Adensamento Unidimensional pode ser realizado em células de anel fixo ou flutuante. Quando se deseja a realização de medidas do coeficiente de permeabilidade, o ensaio deve ser realizado sempre em célula de anel fixo.

    Os principais parâmetros que podem ser determinados no ensaio de adensamento são:

    1. Coeficiente de adensamento (CV)

    O coeficiente de adensamento pode ser determinado no ensaio de adensamento unidimensional através dos processos de Casagrande ou de Taylor.

    O Processo de Taylor é realizado da seguinte forma:

    • Para cada incremento de carga aplicada, desenha-se a curva de adensamento, marcando-se no eixo das ordenadas a altura do CP e no eixo das abcissas a raiz quadrada do tempo;
    • Determina-se o ponto correspondente a 0% do adensamento primário (H0), prolongado a reta definida pelos pontos iniciais de adensamento até o eixo das ordenadas;
    • Traça-se por este ponto uma linha reta com coeficiente angular igual a 1,15 vezes o coeficiente angular da reta obtida no item anterior. A interseção desta reta com a curva de adensamento define o ponto correspondente a 90% do adensamento primário, obtendo, dessa forma os valores t90 e H90;
    • Calcula-se a altura do CP correspondente a 50% do adensamento primário:

    H50 = H0 – 5/9 (H0 – H90);

    Cv = 0,848 (0,5 H50)2 / t90;

    • Traça-se o gráfico Cv x Log. da pressão média do estágio.

    2.   Pressão de pré-adensamento

    A pressão de pré-adensamento pode ser determinada pelo processo de Pacheco e Silva ou pelo processo de Casagrande.

    Realização do Processo de Pacheco e Silva:

    • Toma-se o gráfico “Índice de Vazios x Logaritmo da Pressão Aplicada”;
    • Traça-se uma reta horizontal, passando pela ordenada correspondente ao índice de vazios inicial;
    • Prolonga-se o trecho virgem e determinar pela ordenada correspondente ao índice de vazios inicial;
    • Traça-se, pelo ponto de interseção obtido no item anterior, uma reta vertical até interceptar a curva de adensamento. Por esse ponto, traçar uma reta horizontal, determinando-se a sua interseção com o prolongamento do trecho virgem. A abcissa deste ponto define a pressão de pré-adensamento;
    • Determina-se a pressão de pré-adensamento e o índice de vazios correspondente.

    3.    Índice de compressão (Cc)

    A determinação do Índice de Compressão no Ensaio de Adensamento só é feita caso a curva “Índice de Vazios x Logaritmo da Pressão Aplicada” apresente um trecho retilíneo entre a pressão de pré-adensamento e a pressão final de carregamento (Trecho Virgem). Caso este trecho esteja presente, o Índice de Compressão é realizado da seguinte forma:

    • Toma-se o gráfico “Índice de Vazios x Logaritmo da Pressão Aplicada”;
    • Determina-se dois índices de vazios correspondentes a dois pontos quaisquer do trecho virgem, e1 e e2;
    • Determina-se as pressões associadas aos índices de vazios obtidos no item anterior, log p2 e log p1;

    Cc = e1 – e2 / log p2 – log p1

    • No caso de ensaios com inundação, determina-se o coeficiente de colapso estrutural:

    i = (índice de vazios antes da inundação – índice de vazios após a inundação) / 1 + (índice de vazios antes da inundação )

    Observação:

    São classificados como solos colapsáveis aqueles que apresentam coeficiente de colapso estrutural maior que 0,02.

    A Contenco Indústria e Comercio Ltda fabrica e comercializa a prensa para realização do Ensaio de Adensamento, modelo Bishop, com capacidade de carregamento de até 1000 Kg; células para corpos de prova com 20, 40, 60 e 80 cm² ou 20, 40, 50 e 100 cm²; e ainda com diâmetro de 2”, 3” e 4”. Além de todos os acessórios necessários para o Ensaio de Adensamento Unidimensional.

    O equipamento para Ensaio de Adensamento Unidimensional pode ser fornecido com sistema de medida de deformação de forma analógica ou digital.

    No sistema digital, o equipamento possui um painel eletrônico para aquisição dos dados em tempo real. As leituras podem ser armazenadas em memória própria ou serem utilizadas em conjunto com o software Pavitest que acompanha o equipamento. Este software é usado para controle e monitoração do ensaio, com cadastramento de amostras e corpos de prova, traçado de gráficos, armazenamento de dados, emissão de relatórios e exportação dos dados para o Excel.

    painel eletronico ensaio de adensamento

    Painel eletrônico

    exemplo software ensaio de adensamento

    Exemplo de gráfico de carregamento do Software Pavitest

    exemplo de software de ensaio de adensamento

    Exemplo de gráfico de descarregamento do Software Pavitest

    exemplo de software de ensaio de adensamento

    Exemplo de gráfico de Índices de Vazios X Logarítmo de Pressão – software Pavitest

    ensaio de adensamento Contenco Pavitest

    Foto: Prensa tipo Bishop, capacidade 500 kgf – digital com software i-1072-f

    A PRENSA DE ADENSAMENTO TIPO BISHOP modelo I-1072 F possui capacidade de aplicação de carga de até 1.000 kgf. O sistema de aplicação de cargas é realizado através da colocação de pesos em braço de alavanca, com relação de 1/10, para multiplicação das cargas e obtenção das pressões desejadas.

    A Prensa acompanha um Software operacional desenvolvido em Visual Basic para ambiente Windows XP / Windows 7, com banco de dados em access para comando, controle e monitoração do ensaio, com cadastramento write my papers for me de amostras e corpos de prova, traçado de gráfico, armazenamento de dados e emissão de relatórios.

    A Contento também fornece os seguintes acessórios para o Ensaio de Adensamento Unidimensional:

    • Célula tipo ortigão de 20, 40, 60 e 80 cm² ou 20, 40, 50 e 100 cm² ou 2”, 3” e 4” de diâmetro.
    • Pedra porosa com 20, 40, 60 e 80 cm² ou 20, 40, 50 e 100 cm² ou 2”, 3” e 4” de diâmetro.
    • Molde cortante (vazador) para moldagem do cp de 20, 40, 60 e 80 cm² ou 20, 40, 50 e 100 cm² ou 2”, 3” e 4” de diâmetro.
    • Dispositivos de acrílico usados para transferência dos cp para a célula.
    • Jogo de pesos de 100kg ou 50 kg.
    • Mesa de aço reforçada com capacidade para duas prensas de adensamento.
    • Tubo graduado para ensaio de permeabilidade.

    Para saber mais sobre o Ensaio de Adensamento Unidimensional e os produtos e tecnologias Contenco, converse com a nossa equipe! Envie um email contenco@back.contenco.com.br ou ligue para +55 31 3623-3623 | 31 98878-6968.

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  • ENSAIO DE ADENSAMENTO DO SOLO

    ENSAIO DE ADENSAMENTO DO SOLO

    O ensaio de adensamento é uma forma de avaliar as deformações sofridas pelo solo em diversas situações. Vamos entender melhor o ensaio de adensamento do solo, como ele é feito e para que ele é realizado.

    adensamento do solo - prensa

    O adensamento de solo é a diminuição dos vazios de um solo, devido a saída da água e ar do seu interior. Essa saída é provocada por um acréscimo de carga no solo, seja pela edificação de uma estrutura, construção de um aterro, entre outros.

    Devido a sua heterogeneidade, grau de saturação, umidade e fração mineral predominante, o solo apresenta vários tipos de deformação. Cada tipo de deformação exige uma metodologia e testes próprios para a sua avaliação.

    Ensaio de Adensamento do Solo Unidimensional

    O ensaio de adensamento unidimensional analisa o solo confinado lateralmente e tem como finalidade determinar as deformações verticais que ele sofre ao longo do tempo. Essas deformações são resultantes da aplicação de um dado carregamento que será analisado.

    adensamento do solo

    Com o ensaio, determina‐se:

    • Coeficiente de adensamento
    • Índice de compressão
    • Índice de recompressão
    • Tensão de pré‐adensamento

    Esses dados determinados pelo ensaio de adensamento do solo unidimensional são muito importantes para:

    • Gerar a estimativa da magnitude dos recalques;
    • Gerar a estimativa do tempo de ocorrência dos recalques;
    • Evitar recalque diferencial.

    adensamento do solo adensamento do solo

    Como o ensaio de adensamento do solo é realizado?

    Para se realizar o ensaio de adensamento do solo, o método requer que uma amostra de solo seja mantida lateralmente confinada. Essa amostra deve ser axialmente carregada em incrementos, com pressão mantida constante em cada incremento, até que todo o excesso de pressão na água dos poros tenha sido dissipado. Durante o processo de compressão, medidas de variação da altura da amostra são feitas. Os dados são usados no cálculo dos parâmetros que descrevem a relação entre a pressão efetiva e o índice de vazios, e a evolução das deformações em função do tempo. Os dados do ensaio de adensamento podem ser utilizados na estimativa tanto da magnitude dos recalques totais e diferenciais de uma estrutura ou de um aterro, como da velocidade desses recalques.

    A aparelhagem para a realização do ensaio é constituída de um sistema de aplicação de carga (prensa de adensamento) e da célula de adensamento.

    A prensa permite a aplicação e manutenção das cargas verticais especificadas, ao longo do período necessário de tempo. Já a célula de adensamento é um dispositivo apropriado para conter o corpo de prova que deve proporcionar meio para aplicação de cargas verticais, medida da variação da altura do corpo de prova e sua eventual submersão. Essa célula consiste de uma base rígida, um anel para conter o corpo de prova, pedras porosas e um cabeçote rígido de carregamento.

    Tipos de ensaio de adensamento do solo

    • Ensaio de Adensamento do Solo
    • Expansão do Solo pelo Alívio das Cargas
    • Ensaio de Inundação (Colapso ou Expansão)
    • Permeabilidade (normalmente no final de cada carregamento)

    Contenco Indústria e Comercio Ltda, projeta, desenvolve e comercializa equipamentos necessários para execução de ensaios da área de mecânica dos solos, inclusive ensaios de adensamento.

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    ACESSÓRIOS
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    Além dos equipamentos para o ensaio de adensamento, a Contenco Indústria e Comercio Ltda oferece o Software Pavitest que apresenta relatórios contendo:

    • As características de amostra e os dados do CP;
    • Os valores dos coeficientes de permeabilidade expressos em cm/s;
    • As leituras de deformação obtidas no decorrer de cada carregamento e o índice de vazios ao final de cada estágio de carregamento;
    • A leitura de deformação obtida ao final de cada estágio de descarregamento e o índice de vazios correspondestes;
    • Gráficos “Altura do CP x Raiz quadrada do tempo” para cada estágio de carregamento;
    • Gráfico “Índice de vazios x logaritmo de pressão aplicada”.

    Veja todos os nossos produtos em nossa página de ensaios de solos e entre em contato com a nossa equipe para entender mais sobre nossos equipamentos affordablepapers e produtos: contenco@back.contenco.com.br | +55 31 3623-3623 | 31 98878-6968.

  • Mecânica dos solos para barragens de rejeitos de mineração

    Mecânica dos solos para barragens de rejeitos de mineração

    As barragens de rejeitos são muito comuns em um país onde boa parte da sua economia é baseada na mineração. Estudos de avaliações e melhoria nas obras de barragem são sempre realizados para aumentar a segurança e eficácia. Vamos entender um pouco mais da relação da construção das barragens no texto abaixo baseado na dissertação de Mestrado de Luiz Heleno Albuquerque Filho.

    Barragens são grandes estruturas utilizadas como reservatório para acumulação de: água usada na geração de energia elétrica; abastecimento de zonas residenciais, agrícolas e industriais; e para o controle da vazão dos rios. São também construídas para contenção e acumulação de rejeitos de mineração. Esses rejeitos são substâncias líquidas e/ou sólidas provenientes do processo de beneficiamento de minérios ou outros resíduos industriais.

    mecânica dos solos

    Para a construção de barragens os materiais mais utilizados são:

    1. Solo compactado (barragem de terra);
    2. Blocos de rochas compactadas (enrocamento);
    3. Concreto

    No caso das barragens de rejeitos de mineração, a prática mais usual é a utilização do próprio rejeito para realização do aterro de contenção. Assim, a obra inicia-se com a construção de uma pequena barragem de terra compactada ou de enrocamento. E após essa fase são feitos alteamentos com a utilização do próprio rejeito da barragem, através da técnica do aterro hidráulico.

    Os alteamentos são a elevação de paredes para a criação do aterro. O aterro precisa ser executado de acordo com a necessidade de armazenamento dos materiais, a fim de amortizar os custos ao longo do tempo útil da estrutura. Para isso são feitos três tipos de procedimentos de construção: alteamento a montante, alteamento a jusante e alteamento por linha de centro.

    mecânica dos solos

    Alteamento a Montante

    O alteamento a montante é o procedimento mais simples de execução e de menor custo, porém é o que apresenta maior risco à segurança. Neste método os alteamentos são realizados sobre o próprio rejeito depositado. Após a construção do aterro de partida os rejeitos são lançados e formam uma praia de deposição, que servirá como fundação para os alteamentos subsequentes. O processo é repetido até a obtenção da cota final prevista para a barragem.

    Apesar de bastante comum e utilizada pela maioria das mineradoras, a construção de barragens de rejeitos por alteamentos sucessivos a montante tem sido desaconselhada e até mesmo proibida em alguns países, devido a ocorrência de diversos fenômenos de ruptura, como vimos recentemente no estado de Minas Gerais.

    O principal agravante relacionado ao método de montante é o fato de que os alteamentos são realizados sobre materiais (rejeitos) depositados em curto intervalo de tempo e, consequentemente, encontram-se pouco consolidados. Neste sentido, sob condição saturada e estado de compacidade fofo, estes rejeitos tendem a apresentar baixa resistência ao cisalhamento e susceptibilidade à liquefação sob carregamentos dinâmicos ou estáticos.

    Alteamento a Jusante

    Neste processo de alteamento os aterros posteriores são construídos totalmente à jusante do aterro de partida. Dessa forma nenhuma parte da barragem é construída sobre o rejeito previamente depositado e, consequentemente, pouco consolidado.

    O processo de lançamento e compactação da barragem pode ser controlado pelas técnicas convencionais de construção e possibilita a execução de barragens de rejeitos de maior porte e com fatores de segurança mais satisfatórios que o alteamento a montante.

    Alteamento Por Linha De Centro

    Neste processo os alteamentos são construídos parte sobre o aterro de partida e o restante à jusante. O método construtivo de alteamento por linha de centro pode ser considerado uma solução intermediária entre os dois métodos anteriormente descritos, alteamento a montante e alteamento a jusante. Esse fato agrega algumas vantagens e desvantagens de ambos os métodos. Entretanto, o comportamento estrutural destas estruturas encontra-se mais próximo das barragens construídas pelo método de jusante.

     

     

    Contenco Indústria e Comercio Ltda, projeta, desenvolve e comercializa os equipamentos necessários para execução de ensaios da área de mecânica dos solos.

    Fabricamos equipamentos triaxiais dinâmicos e estáticos, realizando projetos personalizados para equipamentos com demandas de pressões de até 100 MPa e cargas axiais de 1000 KN.

    Veja os nossos produtos em nossa página de ensaios de solos e entre em contato com a nossa equipe para entender mais sobre nossos equipamentos e produtos para ensaios na área de mecânica dos solos. Envie um e-mail para contenco@back.contenco.com.br ou ligue para +55 31 3623-3623 | 31 98878-6968.

  • Solo e Geotecnia

    Solo e Geotecnia

    O solo é um dos materiais mais utilizados na construção civil, desde pequenas obras como açudes, pequenas fundações e estradas marginais até grandes obras como rodovias, ferrovias, aeroportos, barragens de reservatório de água ou para contenção de rejeitos.

    Basicamente todas as obras de engenharia civil, de uma forma ou de outra, apoiam-se sobre o solo, e muitas delas, além disso, utilizam o próprio solo como material de construção.

    No entanto, o solo é um material muito desconhecido devido a sua complexidade e variedade tais como granulometria, permeabilidade, compressibilidade além dos fatores da compactação e exposição à água.

     A intervenção do homem na escavação dos solos e a utilização deste material de forma incorreta pode causar acidentes e até verdadeiras tragédias.

    A Geotecnia é um ramo da engenharia que estuda os solos e rochas, seus comportamentos e forma correta de utilização.

    A mecânica dos solos estuda as características físicas dos solos e as suas propriedades quando submetidos a acréscimos ou alívio de tensões.

    Para o conhecimento do solo e seu comportamento a mecânica dos solos dispõe de um conjunto de ensaios para estudo da caracterização, compactação, permeabilidade, compressibilidade e resistência ao cisalhamento.

    Ensaios de caracterização
    Determinam a granulometria, plasticidade e a massa específica dos grãos.

    Ensaios de compactação
    A compactação é um processo mecânico onde se impõe ao solo uma redução de vazios para aumentar sua resistência mecânica e diminuir a compressibilidade e permeabilidade. Através do ensaio de compactação é possível determinar a melhor umidade para se compactar o solo (umidade ótima) e a massa especifica máxima obtida. O controle de compactação durante a obra é de fundamental importância para obtenção dos resultados previstos durante a fase de projeto.

    Ensaios de permeabilidade
    Para o estudo da percolação da água nos solos é necessário o conhecimento do coeficiente de permeabilidade. Este parâmetro é obtido pela execução dos ensaios de permeabilidade com carga constante para solos granulares (areias e pedregulhos) e com carga variável para os solos finos.

    Ensaios de Adensamento
    Para determinação dos parâmetros de compressibilidade – coeficiente de adensamento –  índice de compressão – pressão de pré adensamento – é utilizado o ensaio de adensamento edométrico, que mede as deformações do solo e a velocidade com que elas ocorrem. É possível também a medida do colapso estrutural através da saturação do corpo de prova durante o ensaio.

    Ensaios de resistência ao cisalhamento
    A medida da resistência ao cisalhamento é de fundamental importância, no cálculo das estabilidades dos maciços de solo, cortes e aterros. Para determinação do ângulo de atrito e a coesão dos solos (parâmetros utilizados para cálculos da estabilidade) os ensaios tradicionalmente utilizados são o de cisalhamento direto e o ensaio triaxial.

    A Contenco Indústria e Comercio Ltda, projeta, desenvolve e comercializa todos os equipamentos necessários para execução de ensaios da área de mecânica dos solos.

  • Viga Benkelman eletrônica

    Viga Benkelman eletrônica

    Confira esta novidade!

    VIGA BENKELMAN LINEAR ELETRÔNICA, COM SOFTWARE I-2011-G

    A viga Benkelman é destinada à determinação das deflexões em pavimentos rodoviários e delineamento da linha de influência longitudinal da bacia de deformação elástica no pavimento.

    Possui módulos eletrônicos para medição do deslocamento horizontal e de deformação vertical que transferem os dados coletados via sinal Wi-fi, para um receptor portátil.

    Possui software para aquisição e controle de dados, traçado de gráfico, cadastro de amostras e calibração dos sensores. O gráfico de deformação x deslocamento do pavimento é gerado em tempo real através do software, sendo o gráfico deflexão x deslocamento da bacia de deformação gerado ao término do ensaio.

    O equipamento oferece maior precisão nas medições e recuperação de dados, facilidade de operação e mobilização de menos pessoas para execução do ensaio.

    Público alvo: empresas de projetos, consultorias e construções rodoviárias

    O equipamento viga Benkelman é o novo lançamento da Contenco e já se encontra disponível para aquisição. Conheça mais entrando em contato através do formulário do site.

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